Acervo da BN nas primeiras exposições do MAR – Museu de Arte do Rio

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A Biblioteca Nacional (FBN/MinC) tem um forte histórico de integração com instituições culturais do Brasil e do Mundo. E não seria diferente com o mais novo espaço do Rio de Janeiro. O recém-inaugurado Museu de Arte do Rio – MAR, instituição inovadora, localizada na Praça Mauá, região portuária do Rio, tem entre as peças das suas primeiras exposições gravuras, fotografias, livros e até cartas de baralho que fazem parte do acervo da BN.

A fotografia “Rio de Janeiro e seus arredores, tomado do Palácio de São Cristóvão”, de 1830, e o “Souvenir do Centenário da Independência do Brasil”, de 1922, com 52 cartas de baralho com vistas da cidade, estão na exposição “Rio de Imagens: uma paisagem em construção”. A mostra também apresenta obras e documentos que retratam a capital fluminense a partir do imaginário de seus habitantes, visitantes e admiradores. São mais de quatro séculos, revelando como a cidade e sua história foram produzidas a partir da constante recriação, física e simbólica, de sua paisagem.

A primeira edição de “O Cortiço”, escrito por Aluísio Azevedo em 1890, livro que compõe o acervo de Obras Raras da Biblioteca Nacional, está na mostra “O Abrigo e o Terreno. Arte e Sociedade no Brasil [1]”, que traz à tona o direito à habitação e às políticas de usufruto do território, reunindo artistas e iniciativas que tratam das concepções da cidade e de forças que se aliam e se conflitam nas transformações sociais e culturais do espaço público/privado.

A coordenadora substituta de Acervos Especiais da Biblioteca Nacional, Mônica Carneiro, diz que essa é uma forma da BN dar as boas-vindas à mais nova instituição cultural do Brasil, reforçando a sua vocação de parceira e grande mantenedora de um dos mais ricos acervos do Brasil. “Instituições de cultura devem incentivar a criação de novos espaços culturais. A Biblioteca Nacional deve fazer seu papel, que é o de estimular iniciativas desse tipo”, afirma a bibliotecária.

O MAR está situado na Praça Mauá, coração da região portuária do Rio de Janeiro, em dois prédios de perfis heterogêneos: o Palacete Dom João VI, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em estilo eclético, e o edifício vizinho, de estilo modernista – originalmente um terminal rodoviário. Os dois prédios serão unidos por meio de uma praça, uma passarela e cobertura em forma de onda.

Rio de Imagens: uma paisagem em construção e

O Abrigo e o Terreno. Arte e Sociedade no Brasil [1]

Local: Museu de Arte do Rio – MAR (Praça Mauá, s/n. Rio de Janeiro-RJ).

Data: A partir de 5/3/2013.

Horário de Visitação: Terça a Sexta: 10h às 17h/ Sábado, Domingos e Feriados: 10h às 17h.

Ingressos: R$ 8,00 | R$ 4,00 meia-entrada (estudantes de escolas particulares e universitários).

Gratuito para alunos e professores da rede pública (com identificação), pessoas com mais de 60 anos e membros do ICOM (Conselho Internacional de Museus) e profissionais de museus (com carteira do Comitê).

Gratuito às terças-feiras para o público em geral.

 

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Uma resposta to “Acervo da BN nas primeiras exposições do MAR – Museu de Arte do Rio”

  1. Lanchinho da Meia-Noite Says:

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