MEMBROS DA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO VISITAM FBN PARA DEBATER SOBRE “PEDAGOGIA DO OPRIMIDO”.

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Mônica Rizzo, coordenadora do Centro de Referência e Difusão com os membros da UNINOVE, José Eustáquio Romão e Fábio Antunes Mercki

A Fundação Biblioteca Nacional recebeu na tarde desta sexta-feira, representantes da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), de São Paulo; o professor José Eustáquio Romão, Diretor do Programa de Doutorado em Educação e o diretor jurídico, Fábio Mercki, para debater sobre a entrega dos manuscritos de “Pedagogia do Oprimido”, do patrono da educação brasileira, Paulo Freire, que chega ao Brasil, após anos no Chile e na França.O professor Romão e Fábio foram recebidos por Mônica Rizzo, coordenadora do Centro de

Referência e Difusão, da instituição, que os apresentou aos setores do prédio sede, inclusive, a área de manuscritos, onde a obra será preservada.

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Mônica Rizzo e José Eustáquio

Essa conquista para o Brasil foi possível devido à parceira entre a UNINOVE e o Instituto Paulo Freire, que existe há mais de dez anos, tendo lançado uma versão em livro para distribuição mundial da obra. A associação com a FBN, busca disponibilizar o manuscrito de “Pedagogia do Oprimido” online, além de fornecer uma cópia física para consulta. Uma cerimônia na Fundação Biblioteca Nacional para receber o manuscrito com a inauguração de um busto em homenagem ao autor, está sendo estudada.

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Professor José Eustáquio Romão no armazém da FBN

Segundo Romão, que também atua como conselheiro do CNE, um dos objetivos é encerrar as
diferenças existentes entre o original e as traduções de uma versão datilografada americana: “Hoje comparando com as edições nas diversas línguas, a gente percebe que tem trechos inteiros que não constam na obra.”

No Chile, Freire dedicou-se a alfabetização de camponeses e doou o manuscrito de “Pedagogia do Oprimido” para um ministro. Com o golpe e a depredação das bibliotecas pelo governo militar, quase que a obra desapareceu; “O manuscrito por um milagre escapou porque estava escrito à mão”. Indo parar na França e por pouco não foi entregue a UNESCO. Segundo o professor da UNINOVE, o próprio Paulo Friyre morreu sem ver novamente sua obra magna.

Durante a ditadura militar, o educador brasileiro Paulo Freire foi exilado no Chile, que assim como outros países da América Latina estava sob Estado de Exceção.

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