Não é só um dia, é Poesia Sempre na FBN

Poesia Sempre

foi idealizada e criada pelo primeiro presidente da
Fundação Biblioteca Nacional, o poeta Affonso Romano de
Sant`Anna. Seu primeiro editor foi o poeta e ensaísta Antônio
Carlos Sechin, que assim a apresentou aos seus leitores no primeiro número, lançado em janeiro de 1993:
Poesia Sempre: porque é sempre possível falar de poesia e
fazê-la através da voz dos poetas, mesmo que os tempos
não sejam a ele propícios, ou exatamente por isso.
Poesia Sempre: um espaço onde todas as tendências
venham a ter vez, com o requisito único da qualidade. Avessa a ser
porta-voz de um grupo, de uma ideologia política ou
literária, dos papos de papas e seitas que supõem deter a
verdade do verbo, Poesia sempre deseja que em suas páginas ressoem a polifonia, a pluralidade.”

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Em 20 anos, foram publicados 36 volumes, 26 dos quais dedicados a poesias nacionais – os primeiros dez números trataram da poesia latino-americana, portuguesa, norte-americana, alemã, francesa, italiana, espanhola, israelense, britânica e russa. 
A revista é ilustrada com desenhos e estampas do acervo iconográfico da Biblioteca Nacional.
Ainda em março, será lançado o número 37, voltado à poesia indígena no Brasil. Uma proposta que, segundo o editor desse número, o poeta Afonso Henriques Neto, “apresenta o viés (…) corajoso, de propugnar pela inserção dos cantos ameríndios na história da poesia brasileira.”

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