A Biblioteca Nacional em números

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A Biblioteca Nacional do Brasil, considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo, e a maior biblioteca da América Latina foi criada oficialmente em 29 de outubro de 1810, no entanto, só foi franqueada ao público em 1814.

O núcleo original de seu poderoso acervo é oriundo da antiga livraria de D. José organizada sob a inspiração de Diogo Barbosa Machado, Abade de Santo Adrião de Sever, para substituir a Livraria Real, cuja origem remontava às coleções de livros de D. João I e de seu filho D. Duarte, e que foi consumida pelo incêndio que se seguiu ao terremoto de Lisboa de 1º de novembro de 1755.

O acervo trazido para o Brasil, composto de sessenta mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas, foi inicialmente acomodado numa das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na Rua Direita, hoje Rua Primeiro de Março no Rio de janeiro.

A 29 de outubro de 1810, um decreto do Príncipe Regente determina que no lugar que serviu de catacumba aos religiosos do Carmo se erija e acomode a Real Biblioteca e instrumentos de física e matemática, fazendo-se à custa da Fazenda Real toda a despesa conducente ao arranjo e manutenção do referido estabelecimento.

O acervo foi transferido para a atual sede, na Av. Rio Branco em 29 de outubro de 1910 e hoje conta com 3 milhões de periódicos, 3,5 milhões de obras ligadas a acervos especiais, cerca de 840 mil manuscritos e obras raras, além de mais 1,7 milhões de obras ou documentos ligados a iconografia, cartografia e música.

A surpresa e grandiosidade dos números da Biblioteca Nacional não param por aí. Com a digitalização e disponibilização online de boa parte do acervo, por meio da Hemeroteca Digital (hemerotecadigital.bn.br) e da BN Digital (bndigital.bn.br), a base de dados da Biblioteca foi acessada por mais de 4 milhões de usuários nos últimos 12 meses, o que corresponde a mais de 300 mil consultas mensais, em sua maioria feitas por pesquisadores e estudantes.

Já nas redes sociais a FBN alcançou em julho deste ano a marca de 100.000 seguidores no Facebook e outros 72.000 no Twitter. A soma das visualizações às matérias postadas no Facebook em abril, por exemplo, alcançou 581.499 visualizações, o que corresponde a uma média de 12.114 visualizações para cada matéria publicada.

Apesar dos números apresentados com a disponibilização do acervo digitalizado via internet estarem demonstrando franco crescimento ao longo dos anos, as consultas pessoais ao acervo e as visitas disponíveis diariamente também atraem um número expressivo de visitantes e pesquisadores.

Só em 2013, 79.745 pessoas tiveram acesso às instalações e a história da Biblioteca Nacional por meio das visitas orientadas, que são oferecidas de hora em hora inclusive aos sábados. O acesso pessoal ao acervo, contou com mais de 25 mil visitas de pesquisadores em busca de conhecimento e material para os mais diversos fins.

Pesquisadores não residentes no Rio de janeiro ainda podem contar com o apoio da Divisão de Informação Documental (DINF), que atende demandas de por email.

A fundação Biblioteca Nacional está localizada na Av. Rio Branco, 219 no centro da cidade do Rio de Janeiro e funciona de segunda a sexta das 9 às 20h e aos sábados das 9 às 15h.

Saiba mais em: www.bn.br

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