Archive for the ‘Biblioteca Nacional’ Category

Brasiliana Fotográfica | A foto em foco

junho 6, 2017

Em nota publicada dia 27 de maio pelo jornal Folha de S.Paulo na coluna Painel das Letras, assinada por Maurício Meireles, a historiadora Lilia Moritz Schwarcz teria afirmado que houve uma montagem na fotografia de Antonio Luiz Ferreira, que registrou, em 17 de maio de 1888, a missa campal realizada no Rio de Janeiro para celebrar a Abolição da Escravatura. Foi dito na coluna que os rostos de personalidades, entre elas Machado de Assis, que aparecem no palanque onde estava a Princesa Isabel, foram encaixados “de forma artificial” pelo fotógrafo.

A mesma coluna Painel das Letras do dia 3 de junho faz correções. Numa delas a historiadora Lilia Schwarcz diz “não assegurar que a imagem tenha sido manipulada” ou que Machado de Assis tenha sido “incluído artificialmente ali”, pois o escritor “não é alvo de sua pesquisa”. A coluna relata também que o Instituto Moreira Salles, “detentor da imagem”, reagiu afirmando “não haver evidência de manipulação da fotografia”. E que “a inclusão de personagens nela seria impossível sem deixar vestígios”.

 

Detalhe da foto, com Machado de Assis ao centro

Imagem: Detalhe da foto, com Machado de Assis ao centro

 

Para continuar lendo acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=9042

 

Brasiliana Fotográfica | Registros da Guerra do Paraguai (1864 – 1870)

abril 10, 2017

 

A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores registros de aspectos da Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Sua iconografia fotográfica é escassa, apesar da importância do evento e do fato de que na época já existia um bom número de fotógrafos atuando no continente. Porém, segundo o historiador André Toral: O registro fotográfico da guerra do Paraguai contra a Tríplice Aliança (1864-1870) foi, em termos gerais, uma continuidade do tipo de fotografia que se fazia na época. Mas foi, também, mais do que isso. A cobertura in loco e a força do assunto trouxeram maneiras inovadoras de se representar o conflito, o que colaborou para a constituição de uma linguagem fotográfica com características próprias em relação à pintura ou gravura do período dedicadas à guerra.

 

 

Para continuar lendo acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8034

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FBN | Série Documentos Literários – De escritor para editor: carta de Coelho Neto a Gelormini

abril 7, 2017

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta do escritor Coelho Neto ao editor italiano Gelormini.

Henrique Maximiano Coelho Neto (1864 – 1934) foi um dos mais prolíficos escritores brasileiros de sua época. Além de romances, contos e discursos que compõem uma obra de mais de cem volumes, ele publicava artigos quase diariamente, sobre assuntos diversos, muitas vezes usando pseudônimos. E, embora seu estilo fosse considerado ultrapassado pelos críticos da Semana de Arte Moderna, ele continuou a produzir e a ter notoriedade, tanto que, em 1928, um concurso promovido pela revista “O Malho” o agraciou com o título de “Príncipe dos Prosadores”.

Como a maioria dos escritores, Coelho Neto mantinha uma intensa correspondência acerca de assuntos literários e de seu trabalho. Esta carta, datada de 29 de março de 1907, foi endereçada ao editor italiano F. L. Gelormini, a quem o escritor envia um número do jornal “Fanfulla” – publicado pela colônia italiana desde 1893, que desde 2014 existe apenas em formato digital –, um romance e dois livros de contos. Na carta, em que agradece o interesse de Gelormini em traduzir suas obras, Coelho Neto “quase garante” o sucesso junto ao público europeu, não pelo seu próprio mérito, mas “pelo que há de grandioso na paisagem, de esplêndido nos dias de sol, de augusto e sugestivo nos lugares magníficos”.

 

Nenhum texto alternativo automático disponível.

 

A carta pertence à Coleção Adir Guimarães, integrada, principalmente, por correspondência de escritores brasileiros. Está sob a guarda da Divisão de Manuscritos e pode ser consultada na BN Digital acessando o link:

http://objdigital.bn.br/acerv…/div_manuscritos/mss467147.pdf

Outro post sobre Coelho Neto da Série Documentos Literários:
https://blogdabn.wordpress.com/…/fbn-serie-documentos-lite…/

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FBN | Documentos Literários: “Seminário dos Ratos” de Lygia Fagundes Telles

março 31, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Manuscritos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, traz um trecho do manuscrito do conto “Seminário dos Ratos”, de Lygia Fagundes Telles – a primeira escritora brasileira a ser indicada para o Prêmio Nobel.

Paulistana, nascida a 19 de abril de 1923, a autora passou a infância em cidades do interior de São Paulo. Com apenas quinze anos, lançou seu primeiro livro de contos, “Porão e Sobrado”, e em 1941 ingressou na Faculdade de Direito em São Paulo, onde participou de debates literários com escritores como Mário de Andrade e Oswald de Andrade e escreveu para jornais acadêmicos. As publicações se sucederam, entre livros de contos – foram muitos, publicados ao longo de décadas — e os romances “Ciranda de pedra”, “Verão no aquário”, “As meninas” e “As horas nuas”.

O reconhecimento por seu trabalho não tardou a surgir, sob a forma de prêmios como o Grande Prêmio Internacional Feminino para Estrangeiros, da França (1970), o Prêmio Camões, de Portugal (2005, pelo conjunto da obra), e o brasileiro Jabuti (que conquistou em 1966, 1974 e 2001). Em 2016, foi indicada para o prêmio Nobel de Literatura, que acabou sendo conferido a Bob Dylan. A autora é ainda membro da Academia Brasileira de Letras, onde tomou posse em 1987.

Com sua prosa rica, intimista e frequentemente carregada de simbolismo, Lygia, em seus contos e romances, mostra ser uma profunda conhecedora da alma e da natureza humana. Seu livro “Seminário dos Ratos”, publicado em 1977 e com o qual conquistou o prêmio Pen Club do Brasil, traz quatorze contos que transitam entre a realidade – contendo, em vários casos, uma boa dose de crítica social, como – e uma atmosfera insólita, onírica, que resvala no realismo mágico e na própria literatura de fantasia. O conto que dá título ao livro traz os ratos como agentes perturbadores da ordem, que começam por desafiar as soluções propostas pela burocracia para deflagrar, por fim, o pânico e a catástrofe.

 

A Coleção Literatura da Divisão de Manuscritos possui três folhas do original desse conto, datilografadas, com emendas e rabiscos pela autora. O documento foi digitalizado e está disponível para consulta no link da BN Digital:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_17_014F/mss_I_07_17_014F.pdf

FBN | Documentos Literários: Josephina Álvares de Azevedo, jornalista e dramaturga

março 24, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, dá destaque a Josephina Álvares de Azevedo, precursora do movimento feminista no Brasil.

Natural de Pernambuco, onde nasceu em 1851, Josephina era prima – ou, segundo alguns biógrafos, meio-irmã — do poeta Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Não existe muita informação sobre seus primeiros anos; a pesquisadora Valéria Souto-Maior afirma que teria vivido no Recife até 1878, quando se mudou para São Paulo. Em 1888, começou a publicar o jornal “A Família”, dedicado à educação da mulher. Era voltado principalmente para as mães de família, que, segundo Josephina, precisavam se instruir a fim de poder formar bons cidadãos.

 

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De periodicidade semanal, o jornal foi publicado em São Paulo durante alguns meses, depois se transferiu para o Rio de Janeiro. Com a proclamação da República, passou a defender o voto feminino, frequentemente apontando o atraso do Brasil, em relação a outros países. Josephina Álvares de Azevedo foi especialmente crítica em relação a Benjamim Constant e às ideias positivistas, às quais atribuiu o decreto que impedia o acesso das mulheres ao ensino superior.

Em 1890, quando o pedido de alistamento de uma mulher — Isabel de Matos — no Colégio Eleitoral foi negado por um parecer do ministro Cesário Alvim, Josephina escreveu uma peça intitulada “O Voto Feminino”, que foi encenada no Teatro Recreio Dramático, no Rio de Janeiro. Também foi autora de contos, poemas e, principalmente, artigos, que reuniu e publicou sob a forma de coletâneas.

O periódico “A Família” continuou a circular, quase ininterruptamente, até 1897, contando com a colaboração de mulheres de várias partes do Brasil. Segundo a pesquisadora Karine da Rocha Oliveira, isso tornou possível conhecer a produção literária e o avanço no ideário e nos esforços para a emancipação feminina em outros lugares que não o Rio de Janeiro.

A Divisão de Manuscritos possui uma carta de Josephina Álvares de Azevedo, na qual oferece ao destinatário uma assinatura do jornal “A Família”. O documento pertence à Coleção Galvão.

 

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O periódico “A Família” está digitalizado e pode ser consultado no link da Biblioteca Digital:
http://memoria.bn.br/DocReader/379034/390

Recomendamos ainda o trabalho da pesquisadora Karine da Rocha Oliveira, realizado em 2009, com o apoio do Programa Nacional de Apoio à Pesquisa da Biblioteca Nacional – PNAP e disponível online: http://bit.ly/2nPZuZG

 

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FBN | Perfil: Carlos Ziller e as viagens interplanetárias na literatura europeia

março 16, 2017

 

Uma viagem pelo espaço sideral de carona na imaginação de um missionário jesuíta da época do Brasil colonial. Eis o tema a ser investigado pelo pesquisador residente Carlos Ziller Camenietzki, bolsista do Programa de Residência em Pesquisa na Biblioteca Nacional na edição 2016.

 

 

O tema das viagens interplanetárias foi recorrente na literatura europeia do século XVII, com a publicação de diversas obras de ficção e de reflexão filosófica. Em boa parte, esses livros foram escritos por astrônomos e por gente interessada em Astronomia, gerando, inclusive, algumas obras clássicas, fruto de um cenário literário que então florescia na Europa.


Leia mais em: http://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2017/03/carlos-ziller-viagens-interplanetarias-literatura

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Brasiliana Fotográfica | O prefeito Pereira Passos e o fotógrafo Augusto Malta

março 10, 2017

Foi na gestão do engenheiro Francisco Pereira Passos como prefeito do Rio de Janeiro que, pela primeira vez, a prefeitura contratou um fotógrafo, o alagoano Augusto Malta, para documentar as obras da cidade. Na imagem abaixo, do ateliê de Malta, há um retrato de Pereira Passos, um senhor de cabelo, barba e bigode brancos, na parede à esquerda do fotógrafo.

 


Para ler mais sobre acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7566

Brasiliana Fotográfica | São Paulo sob as lentes do fotógrafo Guilherme Gaensly

janeiro 25, 2017

 

Guilherme Gaensly. A imagem zero. Obras na Rua 25 de Março, 5 de julho de 1899. São Paulo, SP / Acervo da Light

Guilherme Gaensly. A imagem zero. Obras na Rua 25 de Março, 5 de julho de 1899. São Paulo, SP / Acervo da Light

 

A Brasiliana Fotográfica homenageia os 463 anos de São Paulo, a maior cidade da América do Sul e a quarta maior do mundo, com imagens produzidas pelo suíço Guilherme Gaensly (1843 – 1928). Ele nasceu em Wellhausen, cantão de Thurgau, e foi para Salvador, na Bahia, aos 5 anos de idade. Em 1871, após um período de aprendizado no ateliê de Alberto Henschel (1827 – 1882) na capital baiana, estabeleceu-se como fotógrafo. Destacou-se como retratista e como fotógrafo de paisagens urbanas e rurais. Em 1882, Rodolpho Lindemann (c. 1852 – 19?) tornou-se seu sócio e, em 1894, a próspera empresa Gaensly & Lindemann abriu uma filial em São Paulo, onde Gaensly foi morar.

 

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7260

 

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FBN | História – A Chegada da Família Real a Salvador 22 de janeiro de 1808

janeiro 22, 2017

No dia 22 de janeiro de 1808, após quase dois meses no mar, os navios que traziam ao Brasil a família real portuguesa e sua comitiva chegaram a Salvador. O conde da Ponte, governador da Bahia, os recebeu em meio a muitos festejos, com repique de sinos, salva de canhões e fanfarras.

 

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Chegada de D. João à Bahia, de Cândido Portinari

D. João, o príncipe regente, permaneceu na Bahia apenas 35 dias, mas, nesse espaço de tempo, assinou dois documentos importantes: a famosa Carta de Abertura dos Portos, que franqueava os portos brasileiros às nações que estivessem em paz com Portugal, e a Decisão Régia de 18 de fevereiro de 1808, na qual fundava a Escola Médico-Cirúrgica da Bahia. Além disso, tal como aconteceu com o Rio de Janeiro, a cidade de Salvador começou a receber uma grande quantidade de estrangeiros através de seu porto, o que ocasionou grandes mudanças nos costumes e na vida social da cidade.

 

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Quadro da Baronesa de Jaguaripe, de autor desconhecido, e mobiliário do século XIX

Em 2008, ano do bicentenário da chegada da família real, o Museu de Arte da Bahia abrigou a exposição “A Bahia nos Tempos de D. João”, reunindo um grande conjunto de documentos e artefatos relativos à passagem da família real por Salvador e suas consequências para a cidade.
As Divisões de Manuscritos e de Iconografia possuem exemplares da publicação feita por ocasião dessa mostra, que também conta com textos escritos por especialistas.

 

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Título do catálogo:

A Bahia na época de D.João : a chegada da corte portuguesa, 1808 / [textos, Maria José de Souza Andrade, Sylvia Menezes de Athayde ; fotografia, Sergio Benutti]. Salvador : Museu de Arte da Bahia : Solisluna, 2008.

Todas as imagens foram retiradas do catálogo acima mencionado.

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FBN I 21 de Janeiro – Há 104 anos falecia Aluísio Azevedo

janeiro 21, 2017

Aluísio Azevedo (Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo), caricaturista, jornalista, romancista e diplomata, nasceu em São Luís, MA, em 14 de abril de 1857, e faleceu em Buenos Aires, Argentina, em 21 de janeiro de 1913.

 

 

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Era filho do vice-cônsul português David Gonçalves de Azevedo e de D. Emília Amália Pinto de Magalhães e irmão mais moço do comediógrafo Artur Azevedo. Sua mãe havia casado, aos 17 anos, com um comerciante português. O temperamento brutal do marido determinou o fim do casamento. Emília refugiou-se em casa de amigos, até conhecer o vice-cônsul de Portugal, o jovem viúvo David. Os dois passaram a viver juntos, sem contraírem segundas núpcias, o que à época foi considerado um escândalo na sociedade maranhense.

Da infância à adolescência, Aluísio estudou em São Luís e trabalhou como caixeiro e guarda-livros. Desde cedo revelou grande interesse pelo desenho e pela pintura, o que certamente o auxiliou na aquisição da técnica que empregará mais tarde ao caracterizar os personagens de seus romances. Em 1876, embarcou para o Rio de Janeiro, onde já se encontrava o irmão mais velho, Artur. Matriculou-se na Imperial Academia de Belas Artes, hoje Escola Nacional de Belas Artes. Para manter-se fazia caricaturas para os jornais da época, como O Fígaro, O Mequetrefe, Zig-Zag e A Semana Ilustrada. A partir desses “bonecos”, que conservava sobre a mesa de trabalho, escrevia cenas de romances.

A morte do pai, em 1878, obrigou-o a voltar a São Luís, para tomar conta da família. Ali começou a carreira de escritor, com a publicação, em 1879, do romance Uma lágrima de mulher, típico dramalhão romântico. Ajuda a lançar e colabora com o jornal anticlerical O Pensador, que defendia a abolição da escravatura, enquanto os padres mostravam-se contrários a ela. Em 1881, Aluísio lança O mulato, romance que causou escândalo entre a sociedade maranhense pela crua linguagem naturalista e pelo assunto tratado: o preconceito racial. O romance teve grande sucesso, foi bem recebido na Corte como exemplo de Naturalismo, e Aluísio pôde retornar para o Rio de Janeiro, embarcando em 7 de setembro de 1881, decidido a ganhar a vida como escritor.

Quase todos os jornais da época tinham folhetins, e foi num deles que Aluísio passou a publicar seus romances. A princípio, eram obras menores, escritas apenas para garantir a sua sobrevivência. Depois, surgiu nova preocupação no universo de Aluísio: a observação e análise dos agrupamentos humanos, a degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante, principalmente o português. Dessa preocupação resultariam duas de suas melhores obras: Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). De 1882 a 1895 escreveu sem interrupção romances, contos e crônicas, além de peças de teatro em colaboração com Artur de Azevedo e Emílio Rouède.

 

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Em 1895 ingressou na diplomacia, momento em que praticamente cessa sua atividade literária. O primeiro posto foi em Vigo, na Espanha. Depois serviu no Japão, na Argentina, na Inglaterra e na Itália. Passara a viver em companhia de D. Pastora Luquez, de nacionalidade argentina, junto com os dois filhos, Pastor e Zulema, por ele adotados. Em 1910, foi nomeado cônsul de 1ª. classe, sendo removido para Assunção. Buenos Aires foi seu último posto. Ali faleceu, aos 56 anos. Foi enterrado naquela cidade. Seis anos depois, por uma iniciativa de Coelho Neto, a urna funerária de Aluísio Azevedo chegou a São Luís, onde o escritor foi sepultado.

Fonte: Academia Brasileira de Letras

A Biblioteca Nacional homenageia Aluísio Azevedo disponibilizando para consulta um exemplar do primeiro milhar impresso de “O Cortiço”: http://objdigital.bn.br/…/div_obrasraras/or15820/or15820.pdf

Imagem disponível em:
http://objdigital.bn.br/…/div…/icon960829/icon960829_030.jpg

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