Archive for the ‘curiosidades históricas’ Category

FBN | 28 de agosto de 1941: estreia o Repórter Esso

agosto 28, 2017

O Repórter Esso, noticiário criado nos Estados Unidos pela United Press Association (UPA) e patrocinado pela Standard Oil New Jersey (Esso), estreia na Rádio Nacional um ano antes da entrada do Brasil na Segunda Guerra. Sua criação no país deveu-se, em grande parte, à necessidade de se contrapor ao noticiário da Rádio Berlim, que chegava a diversos países das Américas Central e do Sul. A última edição foi em 31 de dezembro de 1968.

No dia de sua estreia, o jornal A Noite trazia o seguinte anúncio:

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A Noite. Ano 1941\Edição 10613. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ter acesso ao jornal, clique no endereço: http://memoria.bn.br/docreader/348970_04/10678

FBN | Documentos Literários: Originais de Marques Rebelo encaminhados por Drummond

agosto 26, 2017

A Série Documentos Literários, colaboração da Divisão de Manuscritos, homenageia o conhecido autor Marques Rebelo no aniversário de sua morte.

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A casa das três rolinhas de Marques Rebêlo (1936). Página 1. [Acervo Divisão de Manuscritos]

Marques Rebelo é o pseudônimo de Eddy Dias da Cruz, que nasceu no Rio de Janeiro a 6 de janeiro de 1907 e passou sua infância em Minas Gerais. Sua família sofreu com a gripe espanhola, que grassou no Brasil em 1918 e 1919; mais tarde, isso se refletiu num dos seus contos mais conhecidos, “Vejo a Lua no Céu”, que seria transformado em telenovela em 1976. Leitor voraz, foi discípulo, na adolescência, do filólogo Mário Barreto, de quem adquiriu o gosto pelo estudo dos clássicos portugueses. Cursou três anos de Medicina, que abandonou para se dedicar à escrita e ao comércio. Mais tarde, voltou-se para o jornalismo e se bacharelou em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade do Brasil.

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A casa das três rolinhas de Marques Rebêlo (1936). Página 2. [Acervo Divisão de Manuscritos]

Marques Rebelo é autor de vários romances, sendo os mais famosos “Marafa” (1935), com o qual, no mesmo ano, ganhou o Grande Prêmio de Romance Machado de Assis, e “A Estrela Sobe” (1939), levado ao cinema por Bruno Barreto, em 1974. A trilogia “O Espelho Partido”, publicada entre 1959 e 1968, é, contudo, considerada sua obra-prima, um exemplo de ficção autobiográfica com toques machadianos. O autor também escreveu contos, crônicas, biografias, livros didáticos e obras para crianças e jovens. O primeiro, publicado em 1937, foi “A Casa das Três Rolinhas”, em parceria com Arnaldo Tabayá, pseudônimo do médico Miguel Pereira da Motta, filho. Morto este no mesmo ano, o manuscrito original foi doado por Marques Rebelo à Biblioteca Nacional, onde o chefe de gabinete – Carlos Drummond de Andrade – o encaminhou ao diretor Rodolfo Garcia.

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A casa das três rolinhas de Marques Rebêlo (1936). Página 3. [Acervo Divisão de Manuscritos]

Membro da Academia Brasileira de Letras desde 1964, agraciado em 1960 e 1963 com o Prêmio Jabuti (por dois volumes de sua trilogia “O Espelho Partido”), promotor de artistas plásticos e fundador de vários museus de artes no Brasil, Marques Rebelo faleceu a 26 de agosto de 1973. Os originais de “A Casa das Três Rolinhas” estão sob a guarda da Divisão de Manuscritos e podem ser consultados na íntegra pelo link da BN Digital: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_19_008A/mss_I_07_19_008A.pdf

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A casa das três rolinhas de Marques Rebêlo (1936). Página 131. [Acervo Divisão de Manuscritos]

FBN | 25 de agosto de 1961: Jânio Quadros renuncia à presidência

agosto 25, 2017
O presidente Jânio Quadros renunciou o cargo de presidente da República após sete meses de governo, pegando de surpresa todo o Brasil, no dia 25 de agosto de 1961. Uma expressão ficou popular no país por conta de uma referência feita pelo famoso Repórter Esso, da qual Jânio Quadros não utilizou: “forças ocultas”. Jânio teria dito que a imposição de “forças ocultas” o teria feito renunciar, mas ele não revelou que “forças” eram essas.
No dia seguinte, o jornal Diario de Noticias estampou em sua capa seguinte matéria:
“Renúncia de Jânio emociona o país
A Carta-Renúncia
Foi a seguinte a carta-renúncia que o sr. Jânio Quadros enviou ao Congresso Nacional e ao País:
Nesta data, e por êste instrumento, deixando com o ministro da Justiça as razões do meu ato, renuncio ao mandato de presidente da República.
Fui vencido pela reação e, assim, deixo o govêrno. Nestes seis meses, cumpri o meu dever. Tenho-o cumprido, dia e noite, trabalhando infatigàvelmente, sem prevenções, sem rancores. Mas, baldaram-se os meus esforços para conduzir esta Nação pelo caminho da sua verdadeira libertação política e econômica, o único que possibilitará o progresso efetivo e a justiça social, a que tem direito seu generoso povo. (…)”
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Diario de Noticias. Ano 1961\Edição 11898. [Acervo Hemeroteca Digital]

Leia a matéria e carta completa, acessando: http://memoria.bn.br/docreader/093718_04/16140
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FBN | 25 de agosto: Dia do Soldado

agosto 25, 2017

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Gravura intitulada Luiz Alves de Lima e Silva: Duque de Caxias, Marechal do exercito, Senador, Ministro do Estado, General invicto, Heroe da guerra do Paraguay. [Acervo Iconográfico]

No dia 25 de agosto é comemorado o Dia do Soldado. Essa celebração homenageia a data de nascimento de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, considerado o patrono do Exército Brasileiro.

Filho de Francisco de Lima e Silva (comandante da expedição militar contra a confederação do Equador), aos cinco anos de idade, recebeu o título de Cadete da 1ª Classe, no 1° Regimento de Infantaria de Linha do Rio de Janeiro. Cursou a Academia Real Militar entre 1818 e 1821. Em 1823, o Batalhão do Imperador, do qual fazia parte, foi destacado para a Bahia, onde pacificaria  um movimento contra a independência, comandado pelo General Madeira de Melo. Em 1825, junto com o Batalhão do Imperador, participou da campanha da Cisplatina. Em 1837, já promovido a tenente-coronel, Caxias é escolhido para pacificar a província do Maranhão, onde havia iniciado o movimento da Balaiada. Em 1839, é promovido a coronel e nomeado presidente da província do Maranhão e Comandante Geral das forças em operações.

Em 1841, em atenção aos serviços prestados na pacificação do Maranhão, foi-lhe conferido o título nobiliárquico de Barão de Caxias. É promovido a brigadeiro e eleito deputado à assembléia legislativa pela província do Maranhão. Já em março de 1842, é investido no cargo de Comandante das Armas da Corte. Em maio de 1842, o Partido Liberal iniciou um levante na província de São Paulo. O brigadeiro Lima e Silva é nomeado comandante-chefe das forças em operações na província e seu vice-presidente. Cumprida a missão em pouco mais de um mês, o governo nomeia Caxias comandante do exército pacificador em Minas Gerais. Já no início do mês de setembro, a revolta estava abafada e a província, pacificada. No sul do império, a Guerra dos Farrapos persistia, mais de dez presidentes de província e generais se haviam sucedido desde o início da luta, sempre sem êxito. Em 1842, o governo imperial nomeou Caxias comandante-chefe do Exército em operações e presidente da província do Rio Grande do Sul. Em 1° de março de 1845, é assinada a paz de Ponche Verde, dando fim à Revolução Farroupilha. Caxias é proclamado não só Conselheiro da Paz, como também “O Pacificador do Brasil”.

Em 1845, Caxias é efetivado no posto de marechal-de-campo e elevado a conde. Em seguida, foi indicado pelo Rio Grande para senador do império. Em junho de 1851 foi nomeado presidente do Rio Grande e comandante-chefe do Exército do Sul. Sua principal missão era a de preparar o Império para uma luta nas fronteiras dos pampas gaúchos. Em setembro de 1851, Caxias adentra o Uruguai, batendo as tropas do presidente uruguaio Manuel Oribe e diminuindo as tensões que existiam naquela parte da fronteira. Em 1852, é promovido ao posto de tenente-general e recebe a elevação ao título Marquês de Caxias.
Em 1853, passa a tomar parte direta na elevada administração do Estado e, em 1855, é investido do cargo de ministro da guerra. Em 1857, por moléstia do Marquês de Paraná, assume a presidência do Conselho de Ministros do Império, cargo que voltaria a ocupar, em 1861, cumulativamente com o de ministro da guerra. Em 1862, foi graduado marechal-do-exército, assumindo novamente a função de senador no ano de 1863.

Em 1865, tem início a Guerra da Tríplice Aliança, reunindo Brasil, Argentina e Uruguai contra as forças paraguaias de Solano López. Em 1866, Caxias é nomeado comandante-chefe das forças do império em operações contra o Paraguai, mesma época em que é efetivado marechal-do-exército. Em janeiro de 1869, Caxias dá por encerrada sua participação na guerra com a tomada Assunção, capital do Paraguai. Caxias tem seu título nobiliárquico elevado a duque, mercê de seus relevantes serviços prestados na guerra contra o Paraguai. Caxias foi o único Duque brasileiro.

Em 1875, pela terceira vez, é nomeado Ministro da Guerra e presidente do Conselho de Ministros. Caxias ainda participaria de fatos marcantes da história do Brasil, como a “Questão Religiosa”, o afastamento de Dom Pedro II e a regência da Princesa Isabel. No dia 7 de maio de 1880, morre o Duque de Caxias.

Saiba mais sobre Luiz Alves de Lima e Silva no Dossiê Guerra do Paraguai disponível na BNDigital: http://bndigital.bn.br/dossies/guerra-do-paraguai/?sub=contexto-historico%2F

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FBN | 21 de agosto de 1853, morre Maria Quitéria

agosto 21, 2017

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Gravura intitulada “Dona Maria de Jesus” (1824). [Acervo Iconográfico]

Maria Quitéria de Jesus Medeiros nasceu provavelmente em 1792 na Comarca de Nossa Senhora do Rosário, em Feira de Santana (BA). Quando em 1822, os partidários da Independência do Brasil começaram a percorrer a Bahia à procura de voluntários e doações para a luta contra os portugueses, Maria Quitéria pediu permissão ao pai para se alistar, mas ele não deixou. Ela então se disfarçou de homem, tomando roupas emprestadas do cunhado e, contra a vontade do pai, alistou-se no regimento de artilharia, como o soldado Medeiros. Depois foi transferida para a infantaria e passou a integrar o Batalhão dos Voluntários do Imperador, tornando-se a primeira mulher a pertencer a um unidade militar no Brasil.

Duas semanas depois, foi descoberta pelo pai, que a procurava. Entretanto, devido à facilidade com que manejava as armas e por sua disciplina, o major Silva e Castro não permitiu que ela fosse desligada do grupo. Maria Quitéria conquistou o respeito dos companheiros, assumiu a sua condição feminina e não precisou mais usar roupas masculinas. Destacou-se pelo seu entusiasmo e bravura. Sua luta influenciou outras mulheres, formando um grupo feminino liderado por ela.

Depois que D. Pedro I declarou a Independência do Brasil, em 7 de setembro, as tropas portuguesas continuaram lutando no País. Na batalha que ocorreu na foz do rio Paraguaçu, em solo baiano, o grupo de mulheres comandadas por Quitéria se destacou. Quando os portugueses foram derrotados, em julho de 1823, Maria Quitéria foi reconhecida como heroína das guerras pela Independência e homenageada pelo imperador, recebendo o título de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro.

Apesar de suas lutas e conquistas pelo país, Maria Quitéria passou a viver no anonimato após o casamento com o Gabriel Pereira de Brito, com quem teve uma filha, Luísa Maria da Conceição. A heroína faleceu em Salvador no ano de 1853.

Maria Quitéria é patrona do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro, Sua independência pessoal serviu de incentivo para os futuros movimentos feministas. Em 1953, aos cem anos de sua morte, o governo brasileiro decretou que o retrato de Maria Quitéria fosse inaugurado em todos os estabelecimentos, repartições e unidades do Exército do Brasil. (Fonte: Portal Brasil)

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FBN | Há 42 anos, a sonda Viking 1 foi lançada rumo a Marte

agosto 20, 2017

No dia 20 de agosto de 1975, aconteceu o primeiro teste da NASA de uma nave enviada da Terra para pousar em Marte. A nave Viking 1, foi autora das primeiras imagens em alta resolução do planeta vermelho, juntamente com uma nave bastante similar lançada um pouco depois, a Viking 2.

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Tribuna da Imprensa (RJ). Ano 1975\Edição 07989. [Acervo Hemeroteca Digital]

Um dia após o seu lançamento, o jornal O Estado de Mato Grosso trouxe a seguinte reportagem:

“”Viking” Viaja Rumo a Marte”

“(…) Os Estados Unidos lançaram ontem em direção a Marte a sonda espacial “Viking”. Trata-se do mais importante projeto científico deste ano. Uma segunda sonda será lançada ainda no corrente mês. Cápsulas lançadas dessas espaçonaves descerão na superfície de Marte e pesquisarão o solo marciano, em busca de formas de vida. Trata-se, portanto, do mais arrojado empreendimento científico já levado a efeito. As primeiras informações fornecidas pela NASA diziam dos resultados positivos do lançamento. As duas espaçonaves somente chegarão a Marte no próximo ano.”

Essa matéria consta na edição 07153 do ano de 1975. Você acessá-la através do link da BNDigital: http://memoria.bn.br/DocReader/098086/23968

Pesquise mais sobre a sonda Viking 1 nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | Documentos Literários: Um Alvará de D. Sebastião, o Desejado, nos Manuscritos da Inquisição de Goa

agosto 4, 2017
A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta um alvará passado por D. Sebastião, rei de Portugal que desapareceu durante a batalha de Alcácer-Quibir, também chamada “Batalha dos Três Reis”, a 4 de agosto de 1578.
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Página 1 do Alvará de D. Sebastião. [Acervo Divisão de Manuscritos]

Nascido a 20 de janeiro de 1554, D. Sebastião era filho póstumo de D. João Manuel, príncipe herdeiro de Portugal, e aos três anos de idade herdou o trono de seu avô, D. João III. Assumiu o reino aos quatorze anos, após um período de regência, e manifestou grande disposição para a vida militar, além de um intenso fervor religioso. Preocupado com o avanço dos muçulmanos sobre Marrocos — de onde, acreditava, poderiam tentar retornar à Península Ibérica –, ele promoveu uma espécie de cruzada, que culminou com a batalha entre os portugueses, aliados às tropas do sultão Mulei Mohammed, e as tropas do tio de Mohammed, Abd al-Malik, que tinha o apoio dos otomanos.
A contenda travada em Alcácer-Quibir – nome da cidade situada entre Tânger e Fez, no Marrocos – levou não apenas à derrota dos portugueses como ao desaparecimento de D. Sebastião, cuja figura desde então se revestiu de características místicas que o ligam ao nacionalismo e à ideia de um “redentor” que um dia ressurgirá para auxiliar Portugal em seus momentos mais sombrios, algo próximo do que é o Rei Artur para os britânicos. Essa crença é conhecida como Sebastianismo, ao passo que o rei ganhou as alcunhas de “O Desejado” e “O Adormecido”.
O documento aqui apresentado data de 15 de fevereiro de 1576, dois anos antes da Batalha dos Três Reis. Trata-se de um alvará no qual D. Sebastião determinava que a justiça real não castigasse as pessoas consideradas apóstatas em Goa, possessão portuguesa na Índia. Ali, em 1560, foi instituído um Tribunal do Santo Ofício, cujo intuito parece ter sido menos o de punir o que fosse considerado um delito contra a fé católica do que o de converter a população do Oriente ao Cristianismo, funcionando, assim, como instrumento de dominação e controle social.
A Biblioteca Nacional possui nove códices que reúnem aproximadamente 1.600 documentos da Inquisição de Goa, entre os quais se encontram a correspondência dos oficiais, listas de réus, breves, provisões, alvarás e ordens régias. Abrangendo um longo período entre os séculos XVI e XIX, os códices estão sob a guarda da Divisão de Manuscritos.
Alvará de D. Sebastião:
Texto da pesquisadora Patrícia Souza de Faria acerca dos manuscritos da Inquisição de Goa na BN Digital:
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FBN | 03 de agosto de 1958: Nautilus realiza a primeira navegação abaixo da camada de gelo do Polo Norte

agosto 3, 2017
No dia 30 de setembro de 1954 o submarino americano Nautilus entrou em operação. Ele foi o primeiro submarino movido a energia nuclear que, dentre muitas vantagens, pode-se destacar a maior autonomia. Além disso, foi o pioneiro na realização de uma navegação histórica por baixo da camada de gelo do Polo Norte, em 03 de agosto de 1958.
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Submarino Nautilus. A Divulgação (PR), 1958\Edição 00007

“A Proesa de “Nautilus”

Pela primeira vez na história do mar, um submarino logrou atingir o Polo Norte, passando sob o ponto geográfico que assinala aquele extremo polar, sob o Polo, porquanto o submarino “Nautilus” cursou por baixo da carapaça de gelo que existe no Polo, gelo eterno e dificilmente dominável.

O submarino “Nautilus” da marinha norte-americana é um barco movido pela energia atômica, fato que tornou possível tão magnífico feito de navegação submarina”

(A Divulgação (PR). Ano 1958\Edição 00007)
Leia mais uma reportagem sobre o feito do submarino Nautilus, acessando: http://memoria.bn.br/DocReader/119601/14064?pesq=Nautilus
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FBN I História – 18 de Julho de 1841: Coroação do Imperador Dom Pedro II

julho 18, 2017
D. Pedro II - Coleção Thereza Christina Maria

D. Pedro II – Coleção Thereza Christina Maria

Aos 15 anos de idade, depois de uma manobra que oficializou a redução da sua maioridade, D. Pedro II foi coroado, em cerimônia solene, Imperador do Brasil.

O jornal Diário do Rio de Janeiro, na edição 00157, de 19 de julho de 1841 publicava a seguinte nota:

18 de julho – A SAGRAÇÃO E COROAÇÃO DO SENHOR D. PEDRO II

Teve logar a cerimônia augusta, a solemne invocação da divindade para que se digne derramar os thesouros de sua infinita bondade sobre o reinado do Sr. D. Pedro 2º, aclamado em 7 de abril de 1831 imperador do Brasil o seu defensor perpétuo; a consagração religiosa é um acto importante para o christão; a política fria e severa não a desdenha, pelo contrário a applaude e preside a ella…

 

Leia a matéria na integra: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&PagFis=24242

Foto: Paris [França : [s.n.], 1890]. Busto do Imperador idoso, voltado para a esquerda.

 http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon852419/icon852419.jpg

 

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FBN | 11 de julho de 1836 – nascimento de Carlos Gomes

julho 11, 2017

A maioria dos brasileiros conhece um trecho de uma das principais obras de Carlos Gomes, a ópera “O Guarani”. Se você está se perguntando qual é clique aqui: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/…/pas_mus/1041748.mp3.

 

 

“O Guarani”, criada por Carlos Gomes e baseada no livro homônimo de José de Alencar, foi o primeiro sucesso de uma obra musical brasileira no exterior. Ele começou sua composição entre 1867 e 1868, mas ela só foi finalizada mais tarde, e teve sua estréia no dia 19 de março de 1870, no Teatro Alla Scalla de Milão, na Itália.

Carlos Gomes é considerado um dos maiores compositores da história do Brasil e para homenageá-lo e celebrar essa data a Fundação Biblioteca Nacional destaca em seu acervo as partituras e os arquivos sonoros de “O Guarani”: https://www.bn.gov.br/…/destaques-do-a…/guarani-carlos-gomes.

 

 

Para conhecer um pouco mais sobre sua história com um olhar contemporâneo ao seu tempo, pois faleceu em 16 de setembro de 1896, leia a biografia publicada no periódico “Revista Musical” de 04 de janeiro de 1879, que é possível ser consultada da Hemeroteca Digitalhttp://memoria.bn.br/docreader/146633/1.