Archive for the ‘FBN’ Category

FBN | Homenagem – 20 de outubro – Dia do Poeta

outubro 20, 2017

Celebrado em 20 de outubro, o Dia do Poeta foi criado em razão do Movimento Poético Nacional, que surgiu na mesma data, em 1976, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia.

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Em homenagem aos poetas, a Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta e download “Se uma gota de orvalho em meio ao oceano…”, de Adelina Lopes Vieira.

Para acessar o documento, clique em:
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_15_021/mss_I_07_15_021.pdf

Explore, também, o acervo digital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | 18 de outubro – Dia do Médico

outubro 18, 2017

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Em homenagem ao dia do médico, celebrado em 18 de outubro, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o livro “Dialogo da perfeyçam [e] partes que sam necessarias ao bom medico”, escrito por Afonso de Miranda, em 1562. Já na capa da obra, consta a seguinte informação:

Dirigido ao muyto alto & ferenifsimo Principe Rey dom Sebaftiam, primevro defte nome. Noffo fenhor.
Em Lixboa
Per Ioam Alvarez impreffor delRey.
Anno de MDLXII”

Para conhecer outras publicações referentes à história da medicina, explore o acervo digital em http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I História – 17 de outubro de 1937 – Falecia o pintor Antônio Parreiras

outubro 17, 2017

No dia 17 de outubro de 1937, falecia, em Niterói, Antônio Parreiras que foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon.

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

Confira alguns aspectos de sua linha do tempo:

“(…)1909-  sua pintura de nu, “Fantasia”, é muito elogiada pela imprensa parisiense e é noticiada sua iminente volta ao Brasil (…). Devido ao sucesso da obra, torna-se associado da Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres de Paris (…). Retorna ao Brasil (…).

Década de 10 – vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.

1910 – inscreve no Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts a pintura “Frineia”. Apresenta posteriormente “Dolorida” (1910), “Flor Brazileira”(1913), “Nonchalance”(1914), e “Modelo em Repouso”(1920).. 1927 – notícia sobre a publicação de seu livro de memórias, “História de um pintor contada por ele mesmo”, que o conduziu à Academia Fluminense de Letras (…).

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a "Flor Brazileira", 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a “Flor Brazileira”, 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

(…) 1936 – Parreiras realiza com dificuldades, pois já estava doente e debilitado, a sua última grande obra, o tríptico “Fundação da Cidade do Rio de Janeiro”, encomendado pelo prefeito Pedro Ernesto (1884-1942).

1937 – suas últimas telas são “A Tarde” e “O Fogo”. Em 17 de outubro, falece, em Niterói (…).

1942- inauguração, em 21 de janeiro, do Museu Antônio Parreiras, em Niterói. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, foi o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista (…). O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.”

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

Conheça mais imagens e fatos sobre a história de Antônio Parreiras em http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2490

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FBN | 16 de outubro de 1793 – morre Maria Antonieta

outubro 16, 2017

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Arquiduquesa da Áustria e rainha da França, Maria Antonieta era filha do imperador Francisco I da Alemanha e da imperatriz Maria Thereza, rainha da Hungria e da Boêmia. Casou-se com Luís XVI ao 14 anos, em 1770, sendo coroada junto ao marido apenas em 1774. Num primeiro momento, a delfina (herdeira) foi bem acolhida, apesar de ser estrangeira. A boa recepção, contudo, não durou muito tempo.

Conforme esclarece a Enciclopédia Brasileira Mérito: “Nada poderia salvar Maria Antonietta do odio popular que a perseguia. A passo e passo, a infeliz mulher havia de subir um doloroso calvario: foram as jornadas de Outubro de 1789, o 20 de Junho, o 10 de Agosto e por fim o 16 de Outubro, em que << assentada numa prancha com as mãos amarradas por uma corda segura pelo carrasco>>, ella foi ao supplicio. Expirou da maneira mais dura a sua levianidade, as suas fraquezas, e as suas inconsequencias anteriores; levaram-na a cadafalso tanto as calumnias da côrte como o furor revolucionario”.

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Para saber mais sobre a França Absolutista e a França pós-Revolução, acesse a BNDigital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I Documento da Semana: 15 de outubro 1864 – Casamento da Princesa Isabel e Conde d’Eu

outubro 15, 2017

Herdeira do Trono Imperial Brasileiro, a Princesa Isabel se casou na Capela Imperial do RJ com o francês Gaston d’Orléans, o Conde d`Eu. Muitos foram às celebrações no Largo do Paço.

 

O documento é uma fotografia intitulada “Parada no Largo do Paço por ocasião do casamento da Princesa Isabel com o Conde d’Eu”, de autoria de Arsênio da Silva.

Veja no link: http://objdigital.bn.br/…/div_ico…/icon843658/icon843658.jpg

FBN | Arquivo Lima Barreto no Programa Memória do Mundo da UNESCO

outubro 13, 2017

Com muito prazer e orgulho informamos que o Arquivo Lima Barreto, que integra o acervo da Divisão de Manuscritos, foi incluído no Programa Memória do Mundo – MoW, estabelecido pela UNESCO para promover a visibilidade, a preservação e a difusão de documentos e coleções de reconhecido valor universal.

O arquivo se compõe de aproximadamente 1126 documentos, entre cartas, originais literários – entre os quais pelo menos uma crônica inédita, “Portugueses na Áfria” –, recortes de periódicos e documentos pessoais de Afonso Henriques de Lima Barreto (Rio de Janeiro, 13 de maio de 1881 – 01 de novembro de 1922). Entre os correspondentes encontram-se nomes como Monteiro Lobato, Olavo Bilac, Paschoal Carlos Magno e Herbert Moses. O conjunto é de grande interesse não apenas para os pesquisadores de Literatura Brasileira como também para os cientistas sociais e historiadores, principalmente os que trabalham com questões ligadas às relações inter-raciais, visto ser Lima Barreto negro e de origem modesta, o que acarretou implicações sociais e contribuiu para adiar seu reconhecimento como escritor.

O Arquivo Lima Barreto é o décimo-segundo acervo da Fundação Biblioteca Nacional a receber o registro da Memória do Mundo.

Para conhecer os outros, visite o site : https://www.bn.gov.br/explore/memoria-mundo

Os documentos que integram o arquivo estão em processo de digitalização, sendo que alguns foram digitalizados a partir de microfilme. A pesquisa pode ser feita pelo nome do escritor, no catálogo da BN Digital. Em destaque, um dos manuscritos de “Clara dos Anjos”, datado de 1919.

Veja o documento na íntegra:
http://objdigital.bn.br/…/div_man…/mss1428141/mss1428141.pdf

Brasiliana Fotográfica | Manguinhos e os sertões

outubro 9, 2017

A Brasiliana Fotográfica traz a seus leitores fotografias relativas ao tema Manguinhos e os sertões, do acervo de um dos parceiros do portal, a Casa de Oswado Cruz/Fiocruz. Manguinhos é o bairro onde se situa a instituição. As imagens correspondentes às viagens – produzidas por fotógrafos especialmente contratados para tais missões – registram a associação do Instituto Oswaldo Cruz aos esforços governamentais de interiorização do Estado brasileiro nas primeiras décadas do século XX. Cobrindo as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, as imagens construíram um inventário pioneiro do interior do Brasil.

 

Imagem: Anônimo. Expedição do Instituto Oswaldo Cruz ao Amazonas e Acre: Carlos Chagas e Pacheco Leão na Amazônia, 1913. São Gabriel da Cachoeira, Rio Negro, Amazonas / Acervo Casa de Oswaldo Cruz

 

Para continuar lendo acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8684

 

FBN | Documentos Literários: Uma Carta do Autor de “Inocência”

outubro 6, 2017

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta de Alfredo d´Escragnolle Taunay, mais conhecido pelo título – visconde de Taunay – ao militar e historiador José Arthur Montenegro.

Taunay (Rio, 22/01/1843 – 25/01/1899) foi engenheiro militar, professor, escritor e historiador, entre outras atividades. Lutou na Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870, e em seguida entrou para a carreira política, tendo sido eleito duas vezes deputado pela Província de Goiás e, mais tarde, nomeado presidente da província de Santa Catarina (junho de 1876 a janeiro de 1877). Seu nome, entretanto, é mais conhecido pelo trabalho como escritor, especialmente por duas obras: o diário de guerra “La Retraite de Laguna” — publicado em francês em 1871 e que só três anos depois ganharia uma tradução em português — e o romance “Inocência” (1872), que saiu primeiramente em folhetins no periódico “A Nação”, sob o pseudônimo de Sílvio Dinarte.

“Inocência” conta a história de amor um tanto ingênua entre uma jovem sertaneja e um rapaz que viaja apregoando seus conhecimentos como farmacêutico, tendo como pano de fundo a natureza e os costumes do sertão de Mato Grosso. Para alguns autores, esse seria o melhor de todos os romances brasileiros de temática campestre, o que se deve, talvez, às características apontadas pelo crítico Antonio Cândido: senso prático, refinamento estético, consciência dos problemas econômicos e sociais e o bom uso da memória do autor, que havia viajado pelo sertão. O crítico diz ainda que Taunay foi o único do seu tempo a escrever a respeito do “eu”; que tinha suas obras em bom conceito e estava convencido de que ficariam para a posteridade.

A carta escrita pelo visconde de Taunay a José Arthur Montenegro a 19 de agosto de 1893 reforça, justamente, essa impressão. Ele informa que um intelectual japonês pretende traduzir “Inocência” para o seu idioma a partir de uma versão em inglês e afirma, orgulhoso, que seu livro “corre mundo”, ao mesmo tempo que lamenta “não ter sido ajudado pelo aplauso público” de seu país. Tece críticas a outros escritores e volta a falar de “Inocência”, que emprestou ao escritor Mário de Artagão a fim de ver “a vibração daquele belo talento ao toque da minha pena, tão mal apreciada no Brasil”.

O documento original está sob a guarda da Divisão de Manuscritos e pode ser consultado através do link da BN Digital:
http://objdigital.bn.br/…/div_m…/mss459500/mss459500_018.pdf

FBN | 4 de outubro de 1669: morre o pintor holandês Rembrandt

outubro 4, 2017
[Rembrandt com boné caído] [Iconográfico] [c.1631]

[Rembrandt com boné caído] [Iconográfico]
[c.1631]

Nascido em Leida, nos Países Baixos, em 1606, Rembrandt Harmenszoon van Rijn é considerado por muitos como um dos grandes nomes da arte europeia.

 

[A leitora] [Iconográfico] 1634

[A leitora] [Iconográfico]
1634

De acordo com a Encyclopedia e Diccionario Internacional (1935), “o genio do artista era essencialmente realista, no sentido de a verdade da natureza ser constantemente o seu guia, mas também idealista no fundo, pela grande expressão que sabia dar a todas as cousas. O seu mais original meio de effeito nascia da distribuição da luz e da sombra. Nunca ninguem levou tão longe o estudo do claro-escuro expressivo”.

 

[O camponês e sua família] [Iconográfico] [c.1652]

[O camponês e sua família] [Iconográfico]
[c.1652]

[Retrato de Jan Cornelis Sylvius] [Iconográfico] 1633

[Retrato de Jan Cornelis Sylvius] [Iconográfico]
1633

Para conhecer mais sobre o artista, acesse a BNDigital através do link: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | 3 de outubro de 1931: é instituído, pela primeira vez, o horário de verão no Brasil

outubro 3, 2017
Diario de Noticias. 03/10/1931. p. 3.

Diario de Noticias.
03/10/1931.
p. 3.

 

Por meio do decreto 20.466 de 1 de outubro de 1931, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, estabeleceu o horário de verão no Brasil. A respeito do assunto, o jornal “Diario de Noticias” publicou:

“Foi instituido o horario de verão

Todos os relogios, hoje, serão adeantados em sessenta minutos”

Para ler o resto da notícia, acesse: http://bit.ly/2cNSrH1

Outras edições do Diario de Noticias, assim como de diversos outros periódicos, podem ser acessadas na Hemeroteca Digital, em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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