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FBN | Homenagem – 24 de junho de 1820, nasceu Joaquim Manuel de Macedo

junho 24, 2017
fonte: ABL

Foto: ABL

Joaquim Manuel de Macedo  nasceu em 24 de junho de 1820, e faleceu em 11 de abril de 1882. Foi jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista. É o patrono da cadeira nº 20 na Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Salvador de Mendonça.

Em 1844 formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro,  mesmo ano em que publicou  A Moreninha. Em 1849, junto com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias fundou a revista Guanabara. Abandonou a Medicina e foi professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II e lecionou  para filhos da princesa Isabel. Foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81) além de membro do Instituto Histórico (1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). (fonte: ABL)

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional possui alguns documentos assinados por Joaquim Manuel de Macedo. Dentre eles se encontram duas cartas endereçadas a frei Camilo de Monserrate, o qual, assim como ele, era professor do Colégio Pedro II, e a quem envia anotações sobre alguns pontos de Geografia e História Antiga, ministrados no ano anterior. As cartas pertencem à Coleção Camilo de Monserrate, que, em 1853, se tornou diretor da Biblioteca Nacional.

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Suas obras:

Considerações sobre a nostalgia, 1844.
Discurso que na augusta presença de S. M. Imperial, na ocasião de tomar o grau de em medicina recitou Joaquim Manuel de Macedo, 1844.
A Moreninha, 1844.
O moço louro, 1845.
Os dois amores, 1848.
O cego, 1849.
Rosa, 1849.
Cobé, 1854.
Vicentina, 1854.
O forasteiro, 1855.
A carteira de meu tio, 1855.
Memórias do sobrinho do meu tio, 2 vols, 1867-1868.
O fantasma branco, ópera, 1856.
A nebulosa, 1857.
O primo da Califórnia, 1858.
Amor e pátria, 1859
O sacrifício de Isaac, 1859
Luxo e vaidade, 1860
Lições de História do Brasil, 1851
Os romances da semana, 1861
Cântico, 1862.
Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro, 2 vols, 1862-1863.
Lusbela, 1863.
O novo Otelo, 1863.
Teatro, 1863.
A torre em concurso, 1863.
Questão Janrard, 1864.
O culto do dever, 1865.
Mazelas da atualidade, 1867.
A luneta mágica, 1869.
Nina, 1869.
O Rio do quarto, 1869.
As vítimas-algozes, 1869.
As mulheres de mantilha, 1870.
A namoradeira, 1870.
Remissão de pecados, 1870.
Um noivo, duas noivas, 1871.
Os quatro pontos cardeais, 1872.
Misteriosa, 1872.
Cincinato quebra-louça, 1873.
Noções de Corografia do Brasil, 1873.
A baronesa do amor, 1876.
Ano biográfico brasileiro, 3 vols. 1876-1880.
Vingança por vingança, 1877.
Memórias da Rua do Ouvidor, 1878.
Mulheres célebres, 1878.
Antonica da Silva, 1880.

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Brasiliana Fotográfica | A via elevada da Perimetral

junho 23, 2017

 

O primeiro delineamento da Perimetral, em 1946, foi elaborado pelo Departamento de Urbanismo da Prefeitura do Distrito Federal, na administração de Hildebrando de Araújo Góis (1946-7), e previa a inauguração de uma via sem qualquer elevação. À sua concepção acompanhou a execução de outros planos que projetavam o Rio para a volumosa circulação de veículos automotores. Assim, a partir da implantação de um complexo viário que afirmava o predomínio do carro e do ônibus como meios de transporte da cidade, desprezava-se a escala do pedestre.

Leia na íntegra em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=9138

FBN | Série Documentos Literários: 23 de junho – aclamação de D. Miguel como rei de Portugal

junho 23, 2017

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, recorda a aclamação de D. Miguel, irmão mais novo de D. Pedro I, que foi rei de Portugal entre 1828 e 1834.

Apelidado, no período em que ocupou o trono, de “Tradicionalista” e “Absolutista”, ou ainda “Absoluto”, D. Miguel (Queluz, Portugal, 1802 – Karlsruhe, Alemanha, 1866) é uma figura controversa na História de Portugal. De mentalidade conservadora e fortemente católico, esteve ao lado do pai, D. João VI, na revolução de 1823, conhecida como “Vilafrancada”, mas se revoltou a seguir e foi exilado em Viena. Para regressar a Portugal, aceitou um arranjo em que se casaria com sua sobrinha, Maria da Glória, em nome de quem D. Pedro havia abdicado do trono português; pouco depois, no entanto, convocou as Cortes Gerais do reino e se fez proclamar rei com o título de D. Miguel I. Para muitos isso foi visto como uma usurpação, mas Miguel tinha também seus apoiadores, segundo os quais a ascensão de D. Pedro ao trono do Brasil – agora reconhecido como um país independente – significava a perda de seus direitos de sucessão à coroa portuguesa.

O reinado de Miguel I foi marcado por motins em várias partes do país. As primeiras vitórias foram das tropas miguelistas; ele chegou a dominar todo o território português à exceção da Ilha Terceira, nos Açores, onde se refugiaram muitos de seus oponentes. Foi dos Açores também que, alguns anos mais tarde, D. Pedro I iniciaria sua ofensiva para retomar a coroa, apoiado por exércitos estrangeiros. A guerra se encerrou em 1834, com a abdicação de D. Miguel em favor de Maria da Glória – agora D. Maria II – e seu banimento de Portugal, onde nunca mais voltaria a pisar.

Durante a disputa pelo trono, quando buscava fortalecer sua posição por meio de reconhecimento internacional, Miguel fez publicar um longo manifesto em que argumentava a favor de seus direitos e alegava a ilegitimidade das pretensões do irmão e da sobrinha. A Divisão de Obras Gerais possui um exemplar, que pode ser consultado na íntegra através do link

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1334804/drg1334804.pdf

Também na BN Digital, duas cópias de uma mesma gravura de D. Miguel, pertencentes ao acervo da Divisão de Iconografia. Uma o identifica como “Regente dos Reinos de Portugal e Algarves e Lugar-Tenente de Sua Majestade Fidelíssima”, título que deteve brevemente, antes de tomar posse da coroa. A outra, evidentemente de tiragem posterior, está legendada em alemão e o chama de “Tirano de Portugal”.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon552893.jpg

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon334976.jpg

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FBN | 21 de junho de 1839 nasceu Joaquim Maria Machado de Assis

junho 21, 2017

 

Em 21 de junho de 1839 nasceu, no Rio de Janeiro, Joaquim Maria Machado de Assis, filho do brasileiro Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis, moradores do morro do Livramento. Foi poeta, romancista, contista, cronista, dramaturgo, folhetinista, jornalista, crítico literário e teatral. Como prosador, alcançou sucesso e admiração ainda em vida e produziu o conjunto de obra amplamente considerado como o mais importante da literatura brasileira. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e seu primeiro presidente.

Curioso e amante dos livros desde muito cedo, Machado educou-se em escolas públicas e não frequentou universidades. Buscando deixar o subúrbio rural, ascender socialmente e desenvolver-se intelectualmente, o jovem pobre e negro passou a frequentar o centro da cidade, onde firmou amizades com Francisco de Paula Brito (que o apadrinhou e empregou em sua livraria e tipografia) e Manuel Antônio de Almeida (autor de Memórias de um Sargento de Milícias). Aos 17, estava empregado na Imprensa Nacional, de onde saiu para colaborar com jornais e dar início a uma bem sucedida carreira como funcionário público – chegaria a diretor-geral da Contabilidade no Ministério Federal da Indústria, Viação e Obras Públicas. Em 1869, conheceu Carolina Augusta Xavier de Novais, portuguesa e culta, com quem se casou e viveu uma vida conjugal harmônica e sem sobressaltos pelos próximos 35 anos.. Juntos, moraram na Lapa, Catete e Largo do Machado até fixarem-se no bairro do Cosme Velho. Ao final da vida, em 1908, Machado de Assis teria a admiração quase unânime dos artistas e intelectuais brasileiros, o reconhecimento do público e a amizade pessoal de figuras como Joaquim Nabuco e o Visconde do Rio Branco.

O estilo machadiano é reconhecível pelo tom polidamente irônico, ao mesmo tempo educado e irreverente – pela camada fina de boas maneiras sob a qual se esconde uma crítica impiedosa das convenções sociais e do ridículo da existência humana.

Se, por um lado, a obra de Machado foi geralmente objeto de reverência e admiração no Brasil e em Portugal ainda durante a vida do autor, a barreira da língua fez com que sua grandeza permanecesse desconhecida no restante do mundo. A divulgação de sua obra e as traduções, feitas principalmente nas últimas décadas do séc. 20, confirmaram em Machado um genial elaborador da prosa literária, cuja obra permanece revelando riquezas e influenciando escritores de outras gerações, culturas e línguas. Como escreveu Antonio Candido:

“O fato de sua obra encontrar atualmente certo êxito no exterior parece mostrar a capacidade de sobreviver, isto é, de se adaptar ao espírito do tempo, significando alguma coisa para as gerações que leram Proust e Kafka, Faulkner e Camus, Joyce e Borges. (…) Na razão inversa de sua prosa elegante e discreta, do seu tom humorístico e ao mesmo tempo acadêmico, avultam para o leitor atento as mais desmedidas surpresas. A sua atualidade vem do encanto quase intemporal do seu estilo e desse universo oculto que sugere os abismos prezados pela literatura do século XX”. (“Esquema de Machado de Assis”, em Vários Escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1970).

Leia a carta de Machado ao Visconde do Rio Branco referindo-se à passagem da data comemorativa da promulgação da “Lei do Ventre Livre”:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I32_36_025.pdf

Acesse a obra completa de Machado de Assis disponível para download: http://machado.mec.gov.br/

 

 

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FBN | Perfil: Tereza Cristina França e a biografia de Domício da Gama, diplomata e fundador da ABL

junho 20, 2017
Escrever uma biografia sobre Domício da Gama, diplomata e membro fundador da Academia Brasileira de Letras: este é o desafio a que se propõe Tereza Cristina Nascimento França, doutora em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e pesquisadora residente do Programa de Residência em Pesquisa na Biblioteca Nacional, edição 2016.
 
Leia mais em: http://bit.ly/2swAbLK

Brasiliana Fotográfica | Um fotógrafo inglês na Bahia: Benjamin Robert Mulock

junho 19, 2017
 
Entre 1º de novembro de 1859, quando chegou ao Brasil, e abril de 1862, quando voltou à Inglaterra, o fotógrafo e engenheiro inglês Benjamin Robert Mulock (1829 – 1863) documentou a construção da estrada de ferro Bahia a São Francisco, uma das primeiras do Brasil, cuja primeira seção foi inaugurada em 28 de junho de 1860. Vinte e sete dessas fotografias, que narram a história da construção da ferrovia, e também 32 imagens da cidade de Salvador e do interior da Bahia, atribuídas a Mulock, foram presenteadas a d. Pedro II pelo empreiteiro da obra, o engenheiro civil inglês John Watson (1816-1890), por volta de 1861.
 

FBN | História – 18 de junho de 1908 o navio Kasato-Maru, chega ao Brasil com os primeiros imigrantes japoneses

junho 18, 2017
Foto: Gazeta de Notícias - 21/03/1917

Foto: Gazeta de Notícias – 21/03/1917

Dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru atracou em Santos em com os primeiros 781 imigrantes japoneses, de 165 famílias para o Brasil. Segundo registros históricos,  os imigrantes do Kasato Maru seguiram imediatamente para São Paulo,  e de lá foram levados para as fazendas de café da Alta Sorocabana.

No dia 16 de agosto do mesmo ano, o jornal Gazeta de Notícias destinava boa parte da página 3 um artigo alusivo aos acontecimentos que sucederam a chegada dos primeiros imigrantes japoneses:

“A Bordo do Japonez

…Partindo há 40 dias de Yokoama deixou em Santos cerca de 700 emigrantes. São esses os primeiros amarellos que vêe, em terras do sul, em procura de vida fácil que não mais se encontra, nas três mil ilha do Japão…”

Continue lendo a matéria sobre a chegada dos imigrantes japoneses no Brasil:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&PagFis=18023

Pesquise mais sobre a história da imigração japonesa nas páginas dos periódicos da Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital

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FBN | Série Documentos Literários – O Decameron ilustrado por Tito Lessi

junho 17, 2017

A Série Documentos Literários continua a homenagear o escritor italiano Giovanni Boccaccio (1313 – 1375), considerado o fundador da novelística ocidental.

Em 1909, a editora florentina Fratelli Alinari publicou uma edição em fascículos do “Decameron”, ilustrada pelo prestigiado pintor italiano Tito Lessi (Florença, 1858 – 1917). Esgotada a tiragem, anunciou, em 1927, uma edição da obra completa, com  1.000 exemplares, sendo os primeiros 150 de luxo e numerados. Para isso, lançou uma subscrição, prática comum naquela época, na qual os assinantes se comprometiam a pagar previamente pela aquisição da obra.

A Fundação Biblioteca Nacional possui um anúncio publicitário da edição, surgida em 1928, e a respectiva folha de subscrição. Ambas se encontram sob a guarda da Divisão de Iconografia e podem ser consultadas na BN Digital pelo link

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1495474/icon1495474.pdf

FBN | Série Documentos Literários – O “Decameron” de Boccaccio

junho 16, 2017
 
A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, homenageia o escritor Giovanni Boccaccio, no seu aniversário de nascimento.
 
Filho de um mercador toscano, Boccaccio nasceu em Paris (16 de junho de 1313), mas logo se mudou com a família para Florença, onde passou a infância. Deveria seguir a carreira dos negócios, mas, apaixonado pelas letras desde cedo, acabou por estudar Direito Canônico em Nápoles. Ali teve acesso a manuscritos de poesia trovadoresca por intermédio do bibliotecário real, Paolo da Perugia, e conheceu discípulos daquele que seria seu grande mestre, Francesco Petrarca (1304 – 1374).
 
Boccaccio regressou à Toscana em 1341, trazendo uma série de poemas em que tratava de temas comuns nas novelas de cavalaria, mas com uma dose maior de realismo. Em 1348, em meio a uma epidemia de peste que grassava em Florença, refugiou-se em Nápoles, onde escreveu a maior e mais conhecida de suas obras: o “Decameron” (do grego “Dez Dias”), conjunto de cem narrativas que tratam de temas como o amor, a fortuna, a virtude, a traição, a religiosidade. Com influências de Dante e Petrarca, e dando nova roupagem a tramas que provinham de fábulas e contos populares, esse livro viria a ser considerado a base da novelística ocidental e inspiraria obras que por sua vez se tornariam marcos da literatura, tais como “The Canterbury Tales”, a coleção de novelas inglesas de Geoffrey Chaucer (1343 – 1400).
 
Giovanni Boccaccio escreveu até pouco antes de sua morte (Certaldo, 21 de dezembro de 1375), dedicando-se, além das novelas, a estudos clássicos e enciclopédicos. Entretanto, nenhum de seus trabalhos se tornou tão conhecido quanto o “Decameron”. Escrita em florentino e completada por volta de 1353, a obra, inicialmente, circulou em manuscritos diversos dentro dos círculos de mercadores e burgueses, sofrendo várias modificações. Petrarca, que Boccaccio conhecera pessoalmente em 1350, traduziu uma das novelas para o latim, usado pelos intelectuais, e logo surgiram outras traduções na Itália e fora dela.
 
O surgimento da imprensa auxiliou ainda mais na difusão do livro, que alcançou grande sucesso nos séculos XV e XVI. Isso continuou mesmo depois de ser incluído no “Índice dos livros proibidos” (1559) e ter passado por vários expurgos. Contemporaneamente, adaptações cinematográficas, destacando-se a de Pier Paolo Pasolini (1971), ajudaram a popularizar a obra, que foi traduzida em dezenas de línguas e é continuamente reeditada.
 
A Fundação Biblioteca Nacional possui uma edição de 1573 do “Decameron”, publicada na Stamperia dei Giunti, em Florença. Pertenceu à Real Biblioteca e está sob a guarda da Divisão de Obras Raras, podendo ser consultada pelo link
 

FBN | 15 de junho de 1962: o Acre é elevado à categoria de Estado

junho 15, 2017

“Acre é um dos 27 estados brasileiros. Ele é o 15º em extensão territorial, com uma superfície de 164.221,36 Km², correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional.

O Estado está situado num planalto com altitude média de 200 m, localizado no sudoeste da Região Norte, entre as latitudes de -7°06´56 N e longitude – 73º 48′ 05″N, latitude de – 11º 08′ 41″S e longitude – 68º 42′ 59″S.

Os limites do Estado são formados por fronteiras internacionais com Peru (O) e Bolívia (S) e por divisas estaduais com os estados do Amazonas (N) e Rondônia (L). As cidades mais populosas são: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.

Unificada a partir de 1920, a administração do Acre passou a ser exercida por um governador nomeado pelo Presidente da República. Até que em 15 de Junho de 1962 foi sancionada pelo Presidente da República João Goulart a Lei 4.070, que elevou o Acre a categoria de Estado. E em Outubro de 1962 foi eleito o primeiro governador do Estado do Acre, José Augusto de Araújo.” Fonte: www.ac.gov.br

Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a ‘Carta geographica do Territorio do Acre”, disponível em: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart163015/cart163015.jpg

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