Archive for the ‘História’ Category

FBN I 06 de agosto de 1945: EUA lançam a bomba atômica sobre Hiroshima

agosto 6, 2017

Considerado um dos maiores desastres da história, o avião americano B-29 “Enola Gay” lançou a bomba atômica batizada de “Little Boy” sobre a cidade japonesa de Hiroshima, arrasando-a e dizimando sua população. A partir de então, é celebrado no Japão o “Dia de Hiroshima”.

O atentado é a manchete do periódico A Manhã anunciando o lançamento da bomba atômica americana sobre a cidade japonesa de Hiroshima. Edição 01225, de 07 de agosto de 1945.

bomba

Leia a matéria completa em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=116408&PagFis=27460

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FBN | 03 de agosto de 1958: Nautilus realiza a primeira navegação abaixo da camada de gelo do Polo Norte

agosto 3, 2017
No dia 30 de setembro de 1954 o submarino americano Nautilus entrou em operação. Ele foi o primeiro submarino movido a energia nuclear que, dentre muitas vantagens, pode-se destacar a maior autonomia. Além disso, foi o pioneiro na realização de uma navegação histórica por baixo da camada de gelo do Polo Norte, em 03 de agosto de 1958.
submarino

Submarino Nautilus. A Divulgação (PR), 1958\Edição 00007

“A Proesa de “Nautilus”

Pela primeira vez na história do mar, um submarino logrou atingir o Polo Norte, passando sob o ponto geográfico que assinala aquele extremo polar, sob o Polo, porquanto o submarino “Nautilus” cursou por baixo da carapaça de gelo que existe no Polo, gelo eterno e dificilmente dominável.

O submarino “Nautilus” da marinha norte-americana é um barco movido pela energia atômica, fato que tornou possível tão magnífico feito de navegação submarina”

(A Divulgação (PR). Ano 1958\Edição 00007)
Leia mais uma reportagem sobre o feito do submarino Nautilus, acessando: http://memoria.bn.br/DocReader/119601/14064?pesq=Nautilus
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FBN | 02 de agosto de 1934: Adolf Hitler se torna o führer da Alemanha

agosto 2, 2017

Há 83 anos, após o falecimento do marechal Von Hindenburg, Adolf Hitler assumiu o poder na Alemanha. Ele passou a se denominar Führer (Líder) pela junção das funções de presidente e chanceler, por meio de uma deliberação admitida pelo parlamento. Tal função foi confirmada quando, aproximadamente,  89,9% do eleitorado a consentiu através de um plebiscito. Apesar de sofrer com oposições à sua liderança, com o decorrer do tempo, Hitler soube utilizar seu poder para obter o apoio do povo.

No dia em que Hitler se tornou líder da Alemanha, o jornal A Noite trouxe a seguinte notícia em sua capa:

“Falleceu o marechal Von Hinderburg

Hitler assume a presidencia do Reich

Ordenado ao Exercito e á Armada allemães que prestem immediatamente juramento de fidelidade ao “Fuehrer””

hitler

Jornal A Noite. Ano de 1934/Edição 08148. Acervo Fundação Biblioteca Nacional

Leia a matéria na íntegra: http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/18900

Pesquise mais sobre Adolf Hitler nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 1ª Guerra Mundial: Há 103 anos, a Alemanha declarou guerra à Rússia

agosto 1, 2017

No dia 1º de Agosto de 1914, a Alemanha declarou guerra à Rússia, quatro dias após a Áustria-Hungria ter declarado guerra à Sérvia. No mesmo dia, a França determinou que suas forças armadas fizessem uma concentração geral. Começavam, então, os primeiros indícios do começo da primeira guerra mundial, que mobilizou 70 milhões de soldados, deixando, aproximadamente, 10 milhões de mortos e 20 milhões de feridos.

Um dia após a Alemanha ter declarado guerra à Rússia, o jornal O Paiz trouxe a seguinte capa:

“Uma grande catastrophe
A Europa conflagrada
A Allemanha declara guerra á Russia

E’ já inevitavel o formidavel choque de armas, tão temido, tão esperado.”

alemanha declara guerra a russia

Jornal O Paiz (RJ). Ano 1914/Edição 10891. Acervo Fundação Biblioteca Nacional

Leia a matéria completa em: http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/24057

Pesquisa mais sobre a primeira guerra mundial nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN I História – 18 de Julho de 1841: Coroação do Imperador Dom Pedro II

julho 18, 2017
D. Pedro II - Coleção Thereza Christina Maria

D. Pedro II – Coleção Thereza Christina Maria

Aos 15 anos de idade, depois de uma manobra que oficializou a redução da sua maioridade, D. Pedro II foi coroado, em cerimônia solene, Imperador do Brasil.

O jornal Diário do Rio de Janeiro, na edição 00157, de 19 de julho de 1841 publicava a seguinte nota:

18 de julho – A SAGRAÇÃO E COROAÇÃO DO SENHOR D. PEDRO II

Teve logar a cerimônia augusta, a solemne invocação da divindade para que se digne derramar os thesouros de sua infinita bondade sobre o reinado do Sr. D. Pedro 2º, aclamado em 7 de abril de 1831 imperador do Brasil o seu defensor perpétuo; a consagração religiosa é um acto importante para o christão; a política fria e severa não a desdenha, pelo contrário a applaude e preside a ella…

 

Leia a matéria na integra: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&PagFis=24242

Foto: Paris [França : [s.n.], 1890]. Busto do Imperador idoso, voltado para a esquerda.

 http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon852419/icon852419.jpg

 

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FBN | 11 de julho de 1836 – nascimento de Carlos Gomes

julho 11, 2017

A maioria dos brasileiros conhece um trecho de uma das principais obras de Carlos Gomes, a ópera “O Guarani”. Se você está se perguntando qual é clique aqui: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/…/pas_mus/1041748.mp3.

 

 

“O Guarani”, criada por Carlos Gomes e baseada no livro homônimo de José de Alencar, foi o primeiro sucesso de uma obra musical brasileira no exterior. Ele começou sua composição entre 1867 e 1868, mas ela só foi finalizada mais tarde, e teve sua estréia no dia 19 de março de 1870, no Teatro Alla Scalla de Milão, na Itália.

Carlos Gomes é considerado um dos maiores compositores da história do Brasil e para homenageá-lo e celebrar essa data a Fundação Biblioteca Nacional destaca em seu acervo as partituras e os arquivos sonoros de “O Guarani”: https://www.bn.gov.br/…/destaques-do-a…/guarani-carlos-gomes.

 

 

Para conhecer um pouco mais sobre sua história com um olhar contemporâneo ao seu tempo, pois faleceu em 16 de setembro de 1896, leia a biografia publicada no periódico “Revista Musical” de 04 de janeiro de 1879, que é possível ser consultada da Hemeroteca Digitalhttp://memoria.bn.br/docreader/146633/1.

 

Brasiliana Fotográfica | Registros da Guerra do Paraguai (1864 – 1870)

abril 10, 2017

 

A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores registros de aspectos da Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Sua iconografia fotográfica é escassa, apesar da importância do evento e do fato de que na época já existia um bom número de fotógrafos atuando no continente. Porém, segundo o historiador André Toral: O registro fotográfico da guerra do Paraguai contra a Tríplice Aliança (1864-1870) foi, em termos gerais, uma continuidade do tipo de fotografia que se fazia na época. Mas foi, também, mais do que isso. A cobertura in loco e a força do assunto trouxeram maneiras inovadoras de se representar o conflito, o que colaborou para a constituição de uma linguagem fotográfica com características próprias em relação à pintura ou gravura do período dedicadas à guerra.

 

 

Para continuar lendo acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8034

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FBN | Documentos Literários: Josephina Álvares de Azevedo, jornalista e dramaturga

março 24, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, dá destaque a Josephina Álvares de Azevedo, precursora do movimento feminista no Brasil.

Natural de Pernambuco, onde nasceu em 1851, Josephina era prima – ou, segundo alguns biógrafos, meio-irmã — do poeta Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Não existe muita informação sobre seus primeiros anos; a pesquisadora Valéria Souto-Maior afirma que teria vivido no Recife até 1878, quando se mudou para São Paulo. Em 1888, começou a publicar o jornal “A Família”, dedicado à educação da mulher. Era voltado principalmente para as mães de família, que, segundo Josephina, precisavam se instruir a fim de poder formar bons cidadãos.

 

a familia

 

De periodicidade semanal, o jornal foi publicado em São Paulo durante alguns meses, depois se transferiu para o Rio de Janeiro. Com a proclamação da República, passou a defender o voto feminino, frequentemente apontando o atraso do Brasil, em relação a outros países. Josephina Álvares de Azevedo foi especialmente crítica em relação a Benjamim Constant e às ideias positivistas, às quais atribuiu o decreto que impedia o acesso das mulheres ao ensino superior.

Em 1890, quando o pedido de alistamento de uma mulher — Isabel de Matos — no Colégio Eleitoral foi negado por um parecer do ministro Cesário Alvim, Josephina escreveu uma peça intitulada “O Voto Feminino”, que foi encenada no Teatro Recreio Dramático, no Rio de Janeiro. Também foi autora de contos, poemas e, principalmente, artigos, que reuniu e publicou sob a forma de coletâneas.

O periódico “A Família” continuou a circular, quase ininterruptamente, até 1897, contando com a colaboração de mulheres de várias partes do Brasil. Segundo a pesquisadora Karine da Rocha Oliveira, isso tornou possível conhecer a produção literária e o avanço no ideário e nos esforços para a emancipação feminina em outros lugares que não o Rio de Janeiro.

A Divisão de Manuscritos possui uma carta de Josephina Álvares de Azevedo, na qual oferece ao destinatário uma assinatura do jornal “A Família”. O documento pertence à Coleção Galvão.

 

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O periódico “A Família” está digitalizado e pode ser consultado no link da Biblioteca Digital:
http://memoria.bn.br/DocReader/379034/390

Recomendamos ainda o trabalho da pesquisadora Karine da Rocha Oliveira, realizado em 2009, com o apoio do Programa Nacional de Apoio à Pesquisa da Biblioteca Nacional – PNAP e disponível online: http://bit.ly/2nPZuZG

 

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FBN | História – A Chegada da Família Real a Salvador 22 de janeiro de 1808

janeiro 22, 2017

No dia 22 de janeiro de 1808, após quase dois meses no mar, os navios que traziam ao Brasil a família real portuguesa e sua comitiva chegaram a Salvador. O conde da Ponte, governador da Bahia, os recebeu em meio a muitos festejos, com repique de sinos, salva de canhões e fanfarras.

 

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Chegada de D. João à Bahia, de Cândido Portinari

D. João, o príncipe regente, permaneceu na Bahia apenas 35 dias, mas, nesse espaço de tempo, assinou dois documentos importantes: a famosa Carta de Abertura dos Portos, que franqueava os portos brasileiros às nações que estivessem em paz com Portugal, e a Decisão Régia de 18 de fevereiro de 1808, na qual fundava a Escola Médico-Cirúrgica da Bahia. Além disso, tal como aconteceu com o Rio de Janeiro, a cidade de Salvador começou a receber uma grande quantidade de estrangeiros através de seu porto, o que ocasionou grandes mudanças nos costumes e na vida social da cidade.

 

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Quadro da Baronesa de Jaguaripe, de autor desconhecido, e mobiliário do século XIX

Em 2008, ano do bicentenário da chegada da família real, o Museu de Arte da Bahia abrigou a exposição “A Bahia nos Tempos de D. João”, reunindo um grande conjunto de documentos e artefatos relativos à passagem da família real por Salvador e suas consequências para a cidade.
As Divisões de Manuscritos e de Iconografia possuem exemplares da publicação feita por ocasião dessa mostra, que também conta com textos escritos por especialistas.

 

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Título do catálogo:

A Bahia na época de D.João : a chegada da corte portuguesa, 1808 / [textos, Maria José de Souza Andrade, Sylvia Menezes de Athayde ; fotografia, Sergio Benutti]. Salvador : Museu de Arte da Bahia : Solisluna, 2008.

Todas as imagens foram retiradas do catálogo acima mencionado.

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FBN | Série Verão Carioca – Pelas Nossas Praias

janeiro 11, 2017

banho-de-mar-galera

 

A Revista CARETA edição do dia 03 de fevereiro de 1917 dizia:

“Sempre animadas, com o calor intenso dos ultimos dias maior ainda tem sido o movimento de banhistas em nossas praias e os lugares escolhidos pela élite carióca para os seus brincos recreativos com as ondas, dando ás paysagens que margeam ao mar nova vida, desvendam-lhes o mysterio sagrado das fórmas esculpturaes…”