Archive for the ‘homenagem’ Category

FBN I 19 de agosto – Dia Nacional do Historiador

agosto 19, 2017

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Fotografia de Joaquim Nabuco. [Acervo Iconográfico]

A Fundação Biblioteca Nacional parabeniza todos os historiadores brasileiros e, em especial, aqueles que integram o seu quadro de servidores e pesquisadores, pelo Dia Nacional do Historiador, celebrado em 19 de agosto.

A data foi escolhida para homenagear o nascimento de Joaquim Aurélio Barreto Nabuco Araújo (1849 – 1910) e regulamentada em 2009 pela lei nº 12.130.

Joaquim Nabuco participou ativamente da instalação da Academia Brasileira de Letras, onde ocupou a Cadeira nº 27. Foi escritor e diplomata. Estudou humanidades no Colégio Pedro II, bacharelando-se em letras. Concluiu a faculdade de Direito em 1870. Tornou-se adido de primeira classe em Londres, depois em Washington, de 1876 a 1879.

Abolicionista, foi eleito deputado geral por sua província, afastando-se da vida pública logo após a proclamação a República para dedicar-se à sua obra e ao estudo, permaneceu no execício da advocacia e atuou também como jornalista.

Amigo de personalidades da vida literária brasileira como Machado de Assis, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, participou da criação da Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897. (Fonte: Academia Brasileira de Letras)

Conheça mais sobre Joaquim Nabuco acessando a Biblioteca Nacional Digital: http://bndigital.bn.br/

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FBN | 18 de agosto de 1850, morre Honoré de Balzac

agosto 18, 2017

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Nascido na cidade de Tours, França, em 20 de maio de 1799, Honoré de Balzac é considerado como um dos escritores mais expressivos do século XIX. Entre suas obras mais famosas, está A Comédia Humana, uma antologia composta de 89 romances, novelas e histórias curtas. Balzac morreu em Paris, aos 51 anos.

A Biblioteca Nacional presta homenagem a Honoré de Balzac divulgando, para consulta e download, o manuscrito de  “Les Célibataires”, disponível em: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/literatura/mss_I_07_17_013_n06.pdf

Para acessar outros documentos manuscritos referente ao autor francês em nossa BNDigital, acesse: http://bndigital.bn.br/

#FBNnamidia #bibliotecanacional #fundacaobibliotecanacional

Brasiliana Fotográfica | O pintor Victor Meirelles e a fotografia

agosto 17, 2017

Na semana do Dia Internacional da Fotografia, comemorado anualmente no dia 19 de agosto, a Brasiliana Fotográfica lembra um texto escrito pelo renomado pintor brasileiro, Victor Meirelles (1832 – 1903), na ocasião em que foi jurado da seção “Fotografia”, da II Exposição Nacional de 1866. Segundo Tadeu Chiarelli, com esse texto, o pintor traçou …aquela que talvez seja a primeira história da fotografia escrita no Brasil (talvez a primeira em língua portuguesa)…

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Vitor Meireles, 18? / Acervo FBN

‘A descoberta da fotografia, importante auxiliar das artes e ciências, e que há mais de meio século preocupava o espírito de doutos tornando-se objeto de estudo de alguns sábios da Inglaterra e da França, só nesses últimos tempos atingiu ao grande aperfeiçoamento que apresenta e que bem pouco deixa a desejar’.

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A Primeira Missa do Brasil (1861), óleo de Victor Meirelles / Acervo do Museu Nacional de Belas Artes

Para ver mais imagens e ler mais, acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=9392

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FBN | 17 de agosto de 1841, nasce Fagundes Varela

agosto 17, 2017
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Fagundes Varella. Desenho de Garnier, M.J. [Acervo Iconográfico]

Luís Nicolau Fagundes Varela, poeta brasileiro e patrono da cadeira de n. 11 da Academia Brasileira de Letras, nasceu no dia 17 de agosto de 1841, em Rio Claro, RJ. Tentou carreira jurídica matriculando-se na Faculdade de Direito mas nunca terminou, preferiu a literatura e dissipou-se na boêmia. Vivendo na última fase do Romantismo, a sua poesia revela um hábil artista do verso. Em “Arquétipo”, um dos primeiros poemas, faz profissão de fé de tédio romântico, em versos brancos. Embora o preponderante em sua poesia seja a angústia e o sofrimento, evidenciam-se outros aspectos importantes: o patriótico, em O estandarte auriverde (1863) e Vozes da América (1864); o amoroso, na fase lírica, dos poemas ligados à Natureza, e, por fim, o místico e religioso. O poeta não deixa de lado, também, os problemas sociais, como o Abolicionismo.

Seu primeiro filho, Emiliano, morreu aos três meses de idade, inspirando-lhe um dos seus mais belos poemas, “Cântico do Calvário”. (Fonte: ABL)

CÂNTICO DO CALVÁRIO
À memória de meu filho
Morto a 11 de dezembro de 1863

Eras na vida a pomba predileta
Que sobre um mar de angústias conduzia
O ramo da esperança!… eras a estrela
Que entre as névoas do inverno cintilava
Apontando o caminho ao pegureiro!…
Eras a messe de um dourado estio!…
Eras o idílio de um amor sublime!…
Eras a glória, a inspiração, a pátria,
O porvir de teu pai! – Ah! no entanto,
Pomba – varou-te a flecha do destino!
Astro – engoliu-te o temporal do norte!
Teto, caíste! Crença, já não vives!
Correi, correi, oh! lágrimas saudosas,
Legado acerbo da ventura extinta,
Dúbios archotes que a tremer clareiam
A lousa fria de um sonhar que é morto! (…)

Para ler o poema completo e muitos outros, acesse o livro “Poemas” de Fagundes Varela disponível em nosso Acervo Digital: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/varella.pdf

A Fundação Biblioteca Nacional também presta homenagem ao poeta divulgando, para consulta e download, o manuscrito intitulado “Oh perfumada flor dos meus sonhares”, disponível em: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_15_014/mss_I_07_15_014.pdf

Pesquise mais sobre Fagundes Varela acessando: http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital

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FBN | 15 de agosto de 1909, morre Euclides da Cunha

agosto 15, 2017

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Fotografia de Euclides da Cunha. [Acervo Iconográfico]

Euclides da Cunha é, para muitos, uma figura controversa. Filho de pequenos fazendeiros no Vale do Paraíba, passou por vários colégios antes de se decidir pela Engenharia como carreira. Após frequentar brevemente a Escola Politécnica, ingressou na Escola Militar da Praia Vermelha, onde os mestres transmitiam aos alunos um saber imbuído dos princípios do Positivismo de Auguste Comte. Mesclados às ideias de Darwin e Spencer e aos ideais libertários que trazia desde a adolescência, esses valores acompanhariam o escritor durante toda a vida, refletindo-se em seus textos: artigos de jornal, ensaios, poemas, cadernetas repletas de cálculos e, principalmente, os diários de sua expedição a Canudos, que se constituiriam na matriz de sua grande obra, “Os Sertões”.

Embora, a rigor, possa ser considerado autor desse único livro – o que, ele próprio, antecipou em uma carta ao editor Agustin de Vedia –, Euclides da Cunha exerceu grande influência no pensamento nacional, quer pela nova dimensão conferida por seus escritos a questões brasileiras, quer pelo entusiasmo com que defendia seus ideais. Sua vida pessoal foi marcada pela paixão e pela tragédia: traído pela esposa, morreu na troca de tiros com o amante dela, o cadete Dilermando de Assis, fato que se repetiu com “Quidinho”, em 1916, quando tentou vingar a morte do pai.

Em sua homenagem, a Fundação Biblioteca Nacional divulga a disponibilidade de alguns materiais referentes a Euclides da Cunha em seu Acervo Digital. Você pode pesquisá-los aqui: http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital/

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FBN | 10 de agosto de 1823, nasce Gonçalves Dias

agosto 10, 2017

 

gonçalves dias

Gravura de Gonçalves Dias. [Acervo Iconográfico]

Nascido em 10 de agosto de 1823, na cidade de Caxias, Maranhão, Antônio Gonçalves Dias foi um poeta, professor, crítico de história e etnólogo brasileiro. Em 1838, embarcou para Portugal com a intenção de prosseguir seus estudos, iniciados no Brasil com o Prof. Ricardo Leão Sabino, quando seu pai faleceu. Com a ajuda da madrasta, pôde viajar e matricular-se no curso de Direito em Coimbra, cidade na qual ligou-se a poetas que Fidelino de Figueiredo chamou de “medievalistas”. Em 1843, escreveu a “Canção do exílio”, uma das mais conhecidas poesias da língua portuguesa (Fonte: ABL).

Canção do Exílio

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Gonçalves Dias, “Primeiros cantos” (1847).

A Biblioteca Nacional presta homenagem a Gonçalves Dias divulgando, para consulta e download, o poema “Se te amo não sei”, disponível em: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I06_03_025.pdf

Diversos outros documentos, entre manuscritos e livros digitalizados, podem ser encontrados em nossa BNDigital, no endereço: http://bndigital.bn.br/

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FBN | 09 de agosto: Dia Internacional dos Povos Indígenas

agosto 9, 2017

No dia 09 de agosto é celebrado O Dia Internacional dos Povos Indígenas, instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano de 1995, se tornando um momento de reflexão e de cobrança para que os diretos dos índios sejam assegurados. A data surgiu após as reuniões que foram iniciadas em Genebra, onde grupos indígenas buscavam garantir suas condições de vida e seus direitos humanos, uma vez que eram marginalizados.

Fotografia de Marc Ferrez. Indumentárias indígenas, foto 1 (1875). Índios da América do Sul – Usos e costumes. [Acervo Iconográfico]

O movimento causou atitude de reflexão sobre tais condições subumanas as quais lhe eram submetidos, além do direito a terra e ao resgate de sua cultura. Neste evento, ainda foram debatidos os impactos sofridos pelos aborígines e a promoção da manutenção de sua cultura pelo mundo. Um patrimônio histórico e cultural que deve ser preservado por suas riquezas, sabedoria milenar e contribuições para a diversidade das civilizações.

Fotografia de Marc Ferrez. Indumentárias indígenas, foto 2 (1875). Índios da América do Sul – Usos e costumes. [Acervo Iconográfico]

Com o passar dos anos, através da reunião, foi instituída a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. A Comissão dos Direitos Humanos também atuou no projeto, a fim de garantir tais direitos.  (fonte: Instituto Amazônia)

Pesquise mais sobre os povos indígenas em nosso Acervo Digital: http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital/

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Brasiliana Fotográfica | Memória das lutas feministas

agosto 8, 2017

Nas quase 500 fotografias que integram o fundo Federação Brasileira pelo Progresso Feminino – FBPF -, do Arquivo Nacional, evidencia-se a rede formada por mulheres em várias partes do mundo – dos Estados Unidos à Turquia, da Argentina à República Tcheca – na luta por seus direitos, por trabalho, educação, mas, sobretudo, por representatividade política através do voto.

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Anônimo. Berta Lutz no avião do qual se lançaram panfletos de propaganda pelo voto feminino, 1927. Natal, Rio Grande do Norte / Acervo Arquivo Nacional

A estas imagens que informam sobre congressos, assembleias, alistamentos, encontros de caráter político e tantas iniciativas voltadas para o universo feminino somam-se retratos daquelas que romperam com os papéis reservados a elas, sobretudo, nos anos 1920 a 1940. São aviadoras: Ruth Rowland Nichols e Jean Gardner Batten; juízas de paz como Mabel Moir-Byres; as cientistas Marie Curie e Bertha Lutz; engenheiras como Carmen Portinho; políticas como Frances Coralie Perkins, secretária do Trabalho nos Estados Unidos, de 1933 a 1945, e a principal arquiteta do New Deal. Entre as brasileiras, destacam-se, ainda, as fotografias das primeiras eleitoras como Esther Caldas, no estado de Alagoas, e das mulheres eleitas, a começar por Alzira Soriano, a primeira prefeita do Brasil e da América do Sul.

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Maria José Salgado Lages, primeira mulher eleita deputada da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas e deputados após cerimônia de posse em Maceió, 26/05/1935. Maceió, Alagoas / Acervo Arquivo Nacional

Para ver mais imagens e ler mais, acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=9787

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FBN | 06 de agosto de 2001, morre Jorge Amado

agosto 6, 2017

jorge amado

Jorge Amado no jornal Tribuna da Imprensa. Ano 2000\Edição 15349. [Acervo Hemeroteca Digital]

O escritor nasceu a 10 de agosto de 1912, filho de um fazendeiro de cacau estabelecido em Itabuna, sul da Bahia. Com um ano de idade, foi para Ilhéus, onde passou a infância e fez os primeiros estudos. Era muito jovem quando começou a trabalhar em jornais e a participar da vida literária. Em 1931, aos 19 anos, publicou seu primeiro romance, “O país do carnaval”.

Jorge Amado se formou em 1935 pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro. Militante comunista, foi obrigado a se exilar entre 1941 e 1942, e empreendeu longa viagem pela América Latina. Ao voltar, separou-se da esposa, Matilde Garcia Rosa. Em 1945, foi eleito membro da Assembléia Nacional Constituinte pelo PCB. Foi ele o autor da lei, ainda em vigor, que assegura o direito à liberdade de culto religioso no Brasil.

Nesse mesmo ano, Jorge Amado se casou com Zélia Gattai, com quem teria os filhos João Jorge e Paloma. A filha nasceu em Praga, durante o exílio imposto à família pela perseguição movida aos membros do PCB, que em 1947 fora declarado ilegal. O escritor estava na Europa quando morreu Lila, filha do primeiro casamento.

De volta ao Brasil, ele se afastou da militância política e passou a se dedicar à literatura. Aos vários livros já escritos, entre eles obras-primas como “Jubiabá” e “Capitães da areia”, somaram-se inúmeros outros, como “Mar morto”, “Gabriela: cravo e canela”, “Tenda dos milagres”, “Tieta do Agreste” e “Tocaia grande: a face obscura”.

Integrante, desde 1961, da Academia Brasileira de Letras, Jorge Amado recebeu prêmios nacionais e internacionais e teve sua obra adaptada para cinema, teatro e televisão. É um dos autores mais traduzidos e conhecidos da literatura brasileira.

Jorge Amado morreu em Salvador, no dia 6 de agosto de 2001. Em 2012, quando teria completado cem anos de idade, a Biblioteca Nacional o homenageou com uma mostra composta por manuscritos e fotografias pertencentes a várias coleções.

Pesquise mais sobre o escritor Jorge Amado em nosso Acervo Digital: http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital/

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FBN I 05 de agosto de 1955: morre Carmem Miranda

agosto 5, 2017

carmem miranda

Em edição extra, datada de 05 de agosto de 1955 o periódico A NOITE publicava na primeira página:

CARMEM MIRANDA MORREU!

Desaparece a embaixatriz da música brasileira nos Estados Unidos – Anos a fio a serviço do nosso folclore – A visita de despedida dos seus fãs e de seus amigos – Carmem Miranda, uma página que se fecha na partitura da música popular.

Carmem Miranda morreu – notícia transmitida, em primeira mão, pelo “Repórter Esso”, às 17,45 de hoje, causou a maior emoção em tôda a cidade.  A notícia decorrerá de uma informação de Aurora Miranda, ao “Repórter Esso”, e pouco minutos após a “United Press” a confirmava.

Carme Miranda morreu em sua casa em Hollywood, as 4 horas da madrugada de hoje, o que corresponde às 9 horas pelo nosso meridiano.

A notícia de sua morte causou não apenas grande emoção em todos os círculos da cidade – principalmente os radiofônicos e nas camadas populares – como também enorme surprêsa, uma vez que o povo carioca estava longe de imaginar que Carmem Miranda, que deixára o Rio há três meses atrás, fôsse desaparecer tão bruscamente.

Com a morte de Carmem Miranda, perde o Brasil uma de suas mais poderosas vocações artísticas de todos os tempos… 

Leia a edição extra completa na Hemeroteca Digital Brasileira: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_05&PagFis=31423&Pesq=Carmem%20miranda

Escute trechos das principais músicas com Carmem Miranda, do acervo da Biblioteca Nacional – Projeto Passado Musical: http://arquivo.bn.br/site/pages/bibliotecaDigital/passadomusical/script/Busca.asp

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