FBN | 16 de maio: Aniversário de Nova Friburgo

maio 16, 2017

“O local que hoje constitui o município de Nova Friburgo se estabeleceu em uma área indígena conhecida nos tempos do império como “sertão ocupado por várias nações dos índios brabos”. Os primeiros habitantes nativos da região eram povos das tribos Puri, Puri-Coroado e Guayacaz, que viviam em cabanas simples nas margens dos rios.

Os primeiros europeus que chegaram à região foram os portugueses, atraídos pelo cultivo do café, que se expandiu a partir de Cantagalo. Junto com eles, vieram os escravos africanos, que trabalhavam na lavoura e nos serviços caseiros. No atual distrito de Lumiar, em Benfica, e em São Pedro da Serra, há evidências culturais de quilombos formados por negros e suas famílias, foragidos das fazendas de Cantagalo e da Baixada Fluminense.

Atualmente, a cultura da cidade é fortemente influenciada pela colonização europeia. Tanto, que no centro da cidade, um dos principais pontos turísticos é a Praça das Colônias. O local frequentemente recebe eventos relacionados às dez nações que colonizaram Nova Friburgo. Outro traço forte da cultura municipal é a trova, uma modalidade literária de poesia. Ao falar da cultura friburguense, não se pode esquecer de mencionar as centenárias bandas Euterpe Friburguense, Campesina Friburguense e Euterpe Lumiarense. A primeira, foi fundada em 1863. Sete anos depois, em 1870 veio a Campesina Friburguense. A caçula das sociedades musicais, a Euterpe Lumiarense, data de 1891.

A alta estação turística de Nova Friburgo é o inverno. Com temperaturas baixas, a cidade recebe muitos visitantes em busca de curtir o frio da serra e se deliciar com a gastronomia e também os dois festivais de inverno que integram o calendário de eventos municipal. Entre os meses de julho e agosto, Friburgo é palco do Festival Sesc de Inverno, que está na sua 13ª edição, e do Festival de Inverno de Nova Friburgo, na sua 12ª edição. Enquanto a programação oferecida pelo Sesc inclui música, artes plásticas, cinema, literatura, oficinas e várias formas de arte popular, o outro Festival tem a proposta de oferecer música clássica e erudita de qualidade, como nomes internacionais. A dança também marca presença na cultura de Friburgo. Há 26 anos, a cidade recebe o Encontro Sesc de Dança, que é uma referência do gênero no estado, sempre com artistas de peso no cenário nacional.” (Fonte: Prefeitura de Nova Friburgo).


Em homenagem ao aniversário de Nova Friburgo, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, uma série de fotos históricas sobre a cidade. Para saber mais sobre a cidade, explore o acervo digital em: bndigital.bn.gov.br

FBN | Série Periódicos Brasileiros – Diario de Noticias

maio 15, 2017

O Diario de Notícias foi um matutino de tamanho standard lançado a 12 de junho de 1930 no Rio de Janeiro (RJ), por três jornalistas egressos de O Jornal, dos Diários Associados: Orlando Ribeiro Dantas (o regente da iniciativa e diretor da nova folha), Nóbrega da Cunha e Alberto Figueiredo Pimentel Segundo. Inicialmente propriedade de uma sociedade anônima presidida por Manoel Magalhães Machado, com Aurélio Silva como secretário, o periódico surgiu moderno e arrojado, contextualizado na guinada que consolidou a estrutura empresarial na imprensa brasileira. Após se firmar como um dos mais importantes diários do jornalismo brasileiro, tendo apoiado e, sobretudo, combatido a política de diversos governos distintos, ocasião em que se mostrou ambivalente, circulou até novembro de 1976, após falhar em seu projeto de colher dividendos ao adotar uma linha favorável ao governo militar instaurado com o golpe de 1964.

Leia mais em: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/diario-de-noticias-rio-de-janeiro-1930/

#FBN #BN #PeriódicosBrasileiros #DiariodeNoticias

Brasiliana Fotográfica | Dia das Mães

maio 14, 2017

Com uma fotografia da imperatriz Teresa Cristina (1822 – 1889) com suas filhas Isabel (1846 – 1921) e Leopoldina (1847 – 1871), a Brasiliana Fotográfica faz uma homenagem ao Dia das Mães. A fotografia destacada é de autoria do francês Revert Henrique Klumb (c. 1826 – c. 1886), considerado o fotógrafo preferido da família imperial brasileira e um dos primeiros fotógrafos estrangeiros a se estabelecer no Brasil. Foi agraciado com o título de “Photographo da Caza Imperial”, em 1861.

Leia na íntegra em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8448

FBN | Homenagem – Dia das Mães

maio 14, 2017

 

Em homenagem ao Dia das Mães, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza esta imagem, pertencente ao Arquivo Arthur Ramos. Nele, o futuro médico, etnólogo e folclorista (1903 – 1949) é retratado no colo de sua mãe, Ana Ramos, tendo ao lado dois de seus irmãos usando trajes de marinheiro, como era comum às crianças dos primeiros anos do século XX.

Por sua importância para as Ciências Sociais e o estudo das relações raciais no Brasil, o Arquivo Arthur Ramos recebeu a nominação no Programa Memória do Mundo da UNESCO. O arquivo está sob a guarda da Divisão de Manuscritos e em processo de digitalização.

Acesse a fotografia em: http://bit.ly/2q3CyV8

#FBN #BN #DiadasMães #AnaRamos#ArthurRamos

FBN I História – 13 de maio de 1888 – Princesa Isabel assina a lei Áurea

maio 13, 2017
Minuta do decreto de "extinção da escravatura" (Acervo FBN)

Minuta do decreto de “extinção da escravatura” (Acervo FBN)

No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança, assinou a Lei Áurea, que decretava a libertação dos escravos.
 
A Biblioteca Nacional relembra a data disponibilizando imagens do documento original da minuta do decreto de extinção da escravatura, e também de uma das mais impactantes galerias de fotos do portal Brasiliana Fotográfica, a “Galeria do Dia da Abolição da Escravatura”.
 
Conheça um pouco mais sobre a Princesa Isabel em: http://bndigital.bn.br/?attachment_id=20554
 
Veja, ainda, o original da minuta do “decreto de extinção da escravatura”: https://blogdabn.files.wordpress.com/2016/05/minuta-do-decreto.pdf
 
 
#FBN #BN #Abolição #AboliçãodaEscravatura #LeiÁurea

 

Albert Henschel. Negra Vendedora de Frutas, c.1870 / Acervo FBN

FBN | Antonio Candido – Homenagem

maio 12, 2017
A Fundação Biblioteca Nacional expressa seu pesar pela morte de Antonio Candido, aos 98 anos de idade, na manhã de hoje. O sociólogo, ensaísta e professor universitário foi um vulto importantíssimo no panorama cultural brasileiro, autor de extensa obra nos campos da Literatura e das Ciências Sociais. Muito ativo no campo da política, militou no Partido Socialista Brasileiro e ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores. Foi também colaborador dos jornais “Folha da Manhã” e “Diário de São Paulo”.
Antonio Candido recebeu vários prêmios por seus trabalhos de crítica e análise literária, entre eles o Jabuti, o Camões e o Machado de Assis. Em 1996 foi agraciado com o Prêmio Anísio Teixeira, concedido a trabalhos na área de Educação. Dentre suas obras destacam-se o conjunto de artigos “Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária” (1965) e “Formação da literatura brasileira” (1975), entre muitas outras.
A Biblioteca Nacional possui em seu acervo de Obras Gerais os livros de Antonio Candido, recebidos através do Depósito Legal. A Divisão de Manuscritos possui uma carta escrita por Antonio Candido ao jornalista Alberto Dines, na qual discorre sobre a importância da obra do escritor austríaco Stefen Zweig. A carta pertence à Coleção Alberto Dines, doada pelo titular.

FBN | Série Documentos Literários – Brava Gente Brasileira: um Hino de Evaristo da Veiga

maio 12, 2017

 

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, homenageia Evaristo da Veiga, autor da letra do Hino da Independência, no aniversário de sua morte.

Evaristo Ferreira da Veiga e Barros (Rio de Janeiro, 8 de outubro de 1799 – 12 de maio de 1837) era filho de um professor português que, mais tarde, abriria uma livraria na rua da Alfândega, no centro da cidade. Estudante aplicado, era um ávido leitor das obras europeias vendidas na loja, interessando-se por jornalismo e pela impressão de livros. Dedicou-se, ainda, à poesia, com influência tardia dos poetas do Arcadismo. Vários de seus poemas de juventude homenageavam membros da Família Real e deixam claro que se considerava um súdito da Coroa portuguesa. Mais tarde, porém, aderiu ao crescente movimento pela independência do Brasil, o que ficou patente em seus versos e, especialmente, nos vários hinos que escreveu.

 

 

O mais famoso destes é o Hino da Independência, que não surgiu com esse nome, nem foi escrito após o Sete de Setembro. Na verdade, as tão conhecidas estrofes iniciadas com “Já podeis, filhos da Pátria” – e não “da Pátria filhos”, como em versões posteriores – foram escritas um mês antes da Independência, em agosto de 1822, sob o título “Hymno Constitucional Brasiliense”. O manuscrito teria sido musicado pelo maestro Marcos Portugal, que foi professor de música de d. Pedro I. Este, algum tempo depois, compôs uma nova música para aqueles versos, e chegou-se a pensar que também tinha escrito a letra, mas Evaristo da Veiga conseguiu provar sua autoria em 1833. Nessa época, já havia fundado seu próprio jornal, a “Aurora Fluminense” (que circulou entre 1827 e 1835), e se tornado um opositor do que denunciava como “a indiferença” por parte do Governo. Foi, ainda, deputado, defendendo até o fim da vida a Constituição Brasileira. Segundo Otávio Tarquínio de Souza, que escreveu sua biografia na coleção “História dos Fundadores do Império do Brasil” (1957), Evaristo da Veiga teve grande influência na política do seu tempo e contribuiu para criar um ambiente liberal nos primeiros anos da Regência.

O Hino da Independência foi deixado de lado por algum tempo, voltando a ser executado, com a música do maestro Portugal, a partir do centenário da Independência, em 1922. Mais tarde, os originais de cada hino foram estudados por uma comissão, da qual fez parte Heitor Villa-Lobos, e a melodia oficial passou a ser a composta por d. Pedro I.

O manuscrito original com a letra, ainda intitulado “Hymno Constitucional Brasiliense”, foi doado por Júlio B. Ottoni à Biblioteca Nacional juntamente com as letras de outros hinos escritos por Evaristo da Veiga. Os documentos se encontram sob a guarda da Divisão de Manuscritos. Um fac-símile do “Hymno” foi digitalizado e pode ser consultado no link da BN Digital:

http://objdigital.bn.br/…/mss_I_07_15_0…/mss_I_07_15_020.pdf

FBN | Workshop: “De D. João V a D. João VI: temas e problemas de história do livro” – Inscrições Abertas!

maio 8, 2017

O Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras (PLANOR) da Fundação Biblioteca Nacional oferece, anualmente, eventos gratuitos e com certificação, que objetivam capacitar e instruir profissionais nos âmbitos de acervo raro e memória.

Dando início à programação do PLANOR, a Fundação Biblioteca Nacional oferece ao público o Workshop: “De D. João V a D. João VI: temas e problemas de história do livro”, a ser realizado em 26/05/2017, das 14 às 17h, no Auditório Machado de Assis.

Serão disponibilizadas 100 vagas (70 para profissionais e 30 para estudantes). São aptos para participar do evento os profissionais bibliotecários, historiadores, pesquisadores e estudantes das áreas de ciências humanas.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail: planor.eventos@bn.gov.br

Participe!

FBN | 7 de maio de 1945: termina a II Guerra Mundial

maio 7, 2017

Em 8 de maio de 1945, o jornal ‘A Noite’ publicou em sua primeira página:

OS CHEFES ALIADOS PROCLAMAM A VITÓRIA!

Churchill, Truman e De Gaulle anunciam a cessação da Luta na Europa – “Dia solene e glorioso”, acrescenta o presidente americano – Advertência ao Japão – Einsenhower também anuncia o fim da luta, que será confirmado em Berlim – Rendição incondicional aos aliados e à Rússia – As hostilidades terminarão em minuto após a meia-noite de hoje.”

Para ler a reportagem na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/348970_04/33646

#FBN #SegundaGuerraMundial #Aliados #ANoite #IIGM #FBN #HemerotecaDigital

FBN | 06 de maio de 1937 – O Dirigível Hindemburg explode no ar

maio 6, 2017
Foto: Jornal Correio Paulistano 07/05/1937

Foto: Jornal Correio Paulistano 07/05/1937

O dirigível LZ 129 Hindenburg, foi  construído pela empresa Luftschiffbau-Zeppelin GmbH, na Alemanha. Considerado a maior nave a voar, foi um ícone da propaganda nazista e da indústria alemã . Seu primeiro voo foi em 1936 e  quatorze meses depois em 6 de maio de 1937, explodiu no ar, gerando perplexidade mundial.

No Brasil, o jornal Correio Paulistano do dia 07 de maio publicou em sua primeira página: ” O Hindemburg explodiu. O gigantesco dirigível desappareceem chamas ao terminar a sua 21ª viagem para a América do Norte. Estavam a bordo 39 passageiros e 61 membros da tripulação registrando-se, assim. uma hecatombe”.

Leia a matéria na integra em:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=090972_08&PagFis=18216

Leia mais sobre o Hindemburg na Hemeroteca Digital Brasileira.