Brasiliana Fotográfica | 2 anos de Brasiliana

abril 17, 2017


O portal Brasiliana Fotográfica, uma iniciativa da Fundação Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles, completa hoje dois anos com mais de 10 milhões de visualizações e mais de 6 milhões de pesquisas realizadas. Nesse período, foram publicados 90 artigos, que fornecem um panorama da fotografia no Brasil desde as suas origens no século XIX até as primeiras décadas do século XX.

Leia mais em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5219

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FBN | 16 de abril de 2007: morre Maria Lenk

abril 16, 2017

lenk

Maria Emma Hulga Lenk Zigler foi a primeira mulher brasileira e sul-americana a participar dos Jogos Olímpicos.

Segundo registros do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), nos jogos olímpicos de Los Angeles, em 1932, dos 82 atletas que integravam a delegação brasileira, havia apenas uma mulher. Por questões financeiras, somente 67 atletas da delegação participaram dos jogos pois  “para cada passageiro que deixasse o navio Itaquicê, em que viajaram durante um mês, as autoridades locais cobravam um dólar. Como os recursos eram escassos, os organizadores decidiram que só desceriam os que tinham chances de medalha.

A participação feminina foi da nadadora Maria Lenk, que aos 17 anos, a primeira sul-americana em uma competição olímpica. Ela nadou em três provas: 100m livre, 100m costas e 200m peito.

Em 1942, Maria Lenk resolveu parar de competir para se dedicar a criação da primeira escola de educação física do Brasil, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde também foi professora e a primeira diretora mulher.

Sem se afastar das piscinas, Lenk seguiu participando de torneios de masters até o fim da vida. (fonte: http://espnw.espn.uol.com.br/)

Conheça um pouco da vida de Maria Lenk e sua contribuição ao esporte nas páginas do Jornal a Noite, que em 1920

De outubro de 1931 trazia em suas páginas a seguinte manchete: “Campeonato feminino de natação, Maria Lenk e Marina Cruz as duas principais concorrentes”.

Leia a matéria:  http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_03&PagFis=6220

Pesquise sobre Maria Lenk e sua trajetória nas páginas do Jornal A Noite:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_03&PagFis=8464&Pesq=maria%20lenk

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Maria Lenk

FBN | 15 de abril – Dia Mundial do Desenhista e nascimento de Leonardo da Vinci

abril 15, 2017
Leonardo, da Vinci, 1452-1519 - Retratos

Leonardo, da Vinci, 1452-1519 – Retratos

Estátua em homenagem a Leonardo da Vinci

A data foi escolhida em homenagem aos profissionais de desenho e teve como base o nascimento do “grande gênio” mundial, o italiano Leonardo da Vinci, que nasceu no dia 15 de abril de 1452 na cidade de  Vinci, na Itália. Leonardo di Ser Piero da Vinci é considerado um dos maiores artistas renascentistas e marcou presença em vários segmentos da arte, principalmente com o  desenho, que usava como frequência para embasar e registrar seus  e inventos.

Explore a BNDigital para saber mais deste e de outros artistas: bndigital.bn.br

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FBN | Série Documentos Literários – 14 de abril de 1857: nasce Aluísio de Azevedo

abril 14, 2017

 

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, homenageia o escritor Aluísio de Azevedo em seu aniversário de nascimento.

Mais conhecido por sua obra literária e, especialmente, pelo romance “O Cortiço”, Aluísio Tancredo Belo Gonçalves de Azevedo (São Luís, 14 de abril de 1857 — Buenos Aires, 21 de janeiro de 1913) foi também cronista, jornalista, pintor e diplomata. Era filho de David Gonçalves de Azevedo, vice-cônsul português, e irmão do dramaturgo e jornalista Artur Azevedo, com o qual escreveria algumas peças a quatro mãos. Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e trabalhou como caricaturista em jornais como O Mequetrefe e A Semana Ilustrada.

Com a morte do pai, Aluísio de Azevedo regressou ao Maranhão, onde publicou seus primeiros romances, “Uma Lágrima de Mulher” (1879), obra de cunho romântico e sentimental, e “O Mulato” (1881). Este foi lançado em plena campanha abolicionista e provocou um choque na sociedade, pelas denúncias relativas à questão racial. O livro porém,, fez sucesso na Corte, para onde o escritor se transferiu alguns anos mais tarde e onde publicou vários outros trabalhos. A estética naturalista de “O Mulato”, influenciada principalmente por Émile Zola (1840-1902), autor de obras como “Germinal” e “A Besta Humana”, voltou a aparecer em livros como “Casa de Pensão” (1884), inspirado numa crônica policial, e “O Cortiço” (1890), considerado por muitos sua obra-prima, no qual retrata com realismo e uma certa crueza vários temas considerados tabu: a homossexualidade, o adultério e, mais uma vez, as relações interraciais.

 

 

Em 1895, o escritor se tornou diplomata, servindo em países europeus, no Japão – onde fez muitos apontamentos, mais tarde reunidos em livro, que seria publicado em 1984 –, no Paraguai e na Argentina, onde viria a falecer. Por iniciativa de Coelho Neto, seu confrade na Academia Brasileira de Letras, seus restos mortais foram transferidos de Buenos Aires para a capital maranhense, São Luís, onde estão até hoje.

O conjunto da obra de Aluísio de Azevedo inclui contos, crônicas, poemas e peças teatrais, algumas delas tidas como excessivamente românticas, outras consideradas como trabalhos de cunho comercial. Os mais conhecidos, porém, bastam para afirmá-lo como um dos grandes nomes da Literatura Brasileira.
A Biblioteca Nacional possui um dos primeiros mil exemplares impressos de “O Cortiço”, publicado em 1890 pela Editora Garnier.

O original está sob a guarda na Divisão de Obras Raras, e a obra pode ser consultada através do link da BN Digital :

http://bit.ly/2oXTA9J

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FBN | 13 de abril: aniversário de Fortaleza

abril 13, 2017

“Capitania dependente, o Ceará teve a sua formação econômica iniciada no século XVII com a pecuária, para fornecer carne e tração à economia açucareira estabelecida na Zona da Mata. E Fortaleza, fundada em 13 de abril de 1726, ficou à margem.
 
Nessa fase, a cidade primaz era Aracati. Icó, Sobral e Crato também ocupavam o primeiro nível na hierarquia urbana no final do século XVIII.
 
Ao contrário de Aracati, de Icó e de outras vilas setecentistas fundadas nas picadas das boiadas, Fortaleza achava-se longe dos principais sistemas hidrográficos cearenses – as bacias dos rios Jaguaribe e Acaraú – e, portanto, à margem da atividade criatória, ausente dos caminhos por onde a economia fluía no território.
Por todos os setecentos, a vila não despertou grandes interesses do Reino, não tendo desenvolvido qualquer atividade terciária.
 
Mas, em 1799, coincidindo com o declínio da pecuária (a Seca Grande de 1790-1793 liquidou com a atividade), a Capitania tornou-se autônoma, passando a fazer comércio direto com Lisboa, através, preferencialmente, de Fortaleza, que se torna a capital.” (fonte: https://www.fortaleza.ce.gov.br)
 

Em homenagem ao aniversário de Fortaleza, a BNDigital disponibiliza, para consulta e download, 2 mapas da cidade:

 
 
Planta da cidade da Fortaleza:
 
Explore a BNDigital para conhecer mais!
 
bndigital.bn.gov.br
 
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FBN | Homenagem – 12 de abril de 1863, nasce Raul Pompeia

abril 12, 2017
Foto: Acervo ABL

Foto: Acervo ABL

Raul D’Ávila Pompeia nasceu em Angra dos Reis, e faleceu no Rio de Janeiro, em 25 de dezembro de 1895. Patrono da cadeira nº 33 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Domício da Gama.

Filho de Antônio de Ávila Pompeia e de Rosa Teixeira Pompeia, estudou no Colégio Abílio, dirigido pelo educador Abílio César Borges, o Barão de Macaúbas, logo destacou-se como aluno aplicado, com o gosto dos estudos e leituras, desenhista e caricaturista. Redigia e ilustrava do próprio punho o jornalzinho O Archote.

Em 1879, transferiu-se para o Colégio Pedro II, para fazer os preparatórios, e onde se projetou como orador e publicou o seu primeiro livro, Uma tragédia no Amazonas (1880).

Na década de 1880 começou o curso de Direito em São Paulo, engajou-se nas campanhas abolicionista e republicana. Escreveu em jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro, frequentemente sob o pseudônimo Rapp, um dentre os muitos que depois adotaria.

Em São Paulo escreveu para o Jornal do Comércio, com destaque para “as Canções sem metro”, poemas em prosa.  Também publicou, em folhetins da Gazeta de Notícias, a novela antimonárquica As joias da Coroa.

A partir de 1885, dedicou-se ao jornalismo, escrevendo crônicas, folhetins, artigos, contos e participando da vida boêmia das rodas intelectuais. Escreveu O Ateneu, “crônica de saudades”, romance de cunho autobiográfico, que conta o drama de um menino é colocado num internato da época.

Em 1889, colaborou em A Rua, de Pardal Mallet, e no Jornal do Comércio.  Após a proclamação da República, foi nomeado professor de mitologia da Escola de Belas Artes e, logo a seguir, diretor da Biblioteca Nacional onde esteve por apenas um ano, de 1894 até 1895.

Suas obras:

Uma tragédia no Amazonas. Rio de Janeiro: Tipografia Cosmopolita, 1880.
As joias da Coroa. Rio de Janeiro: Gazeta de Notícias, março-maio 1882.
O Ateneu. Rio de Janeiro: Tipografia da Gazeta de Notícias, 1888.
O Ateneu. 2.ed, revista e ilustrada pelo autor. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1905.
Canções sem metro. Rio de Janeiro: Tip. Aldina, 1900.
Festas nacionais, de Rodrigo Octavio. (prefácio) Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1893.
Obras. Org. Afrânio Coutinho. Vols. I a IX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / OLAC, 1981-1983. Vol. X. Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal de Angra dos Reis / OLAC, 1991.

(Fonte:ABL)

Leia “O Ateneu” em versão digitada:http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/oateneu.pdf

Conheça mais sobre a vida e a obra de Raul Pompeia na BNDigital: http://bndigital.bn.br/

 

FBN | 11 de abril de 1882: morre Joaquim Manuel de Macedo

abril 11, 2017
fonte: ABL

Foto: ABL

Joaquim Manuel de Macedo  nasceu em 24 de junho de 1820, e faleceu em 11 de abril de 1882. Foi jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista. É o patrono da cadeira nº 20 na Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Salvador de Mendonça.

Em 1844 formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro,  mesmo ano em que publicou  A Moreninha. Em 1849, junto com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias fundou a revista Guanabara. Abandonou a Medicina e foi professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II e lecionou  para filhos da princesa Isabel. Foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81) além de membro do Instituto Histórico (1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). (fonte: ABL)

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional possui alguns documentos assinados por Joaquim Manuel de Macedo. Dentre eles se encontram duas cartas endereçadas a frei Camilo de Monserrate, o qual, assim como ele, era professor do Colégio Pedro II, e a quem envia anotações sobre alguns pontos de Geografia e História Antiga, ministrados no ano anterior. As cartas pertencem à Coleção Camilo de Monserrate, que, em 1853, se tornou diretor da Biblioteca Nacional.

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Suas obras:

Considerações sobre a nostalgia, 1844.
Discurso que na augusta presença de S. M. Imperial, na ocasião de tomar o grau de em medicina recitou Joaquim Manuel de Macedo, 1844.
A Moreninha, 1844.
O moço louro, 1845.
Os dois amores, 1848.
O cego, 1849.
Rosa, 1849.
Cobé, 1854.
Vicentina, 1854.
O forasteiro, 1855.
A carteira de meu tio, 1855.
Memórias do sobrinho do meu tio, 2 vols, 1867-1868.
O fantasma branco, ópera, 1856.
A nebulosa, 1857.
O primo da Califórnia, 1858.
Amor e pátria, 1859
O sacrifício de Isaac, 1859
Luxo e vaidade, 1860
Lições de História do Brasil, 1851
Os romances da semana, 1861
Cântico, 1862.
Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro, 2 vols, 1862-1863.
Lusbela, 1863.
O novo Otelo, 1863.
Teatro, 1863.
A torre em concurso, 1863.
Questão Janrard, 1864.
O culto do dever, 1865.
Mazelas da atualidade, 1867.
A luneta mágica, 1869.
Nina, 1869.
O Rio do quarto, 1869.
As vítimas-algozes, 1869.
As mulheres de mantilha, 1870.
A namoradeira, 1870.
Remissão de pecados, 1870.
Um noivo, duas noivas, 1871.
Os quatro pontos cardeais, 1872.
Misteriosa, 1872.
Cincinato quebra-louça, 1873.
Noções de Corografia do Brasil, 1873.
A baronesa do amor, 1876.
Ano biográfico brasileiro, 3 vols. 1876-1880.
Vingança por vingança, 1877.
Memórias da Rua do Ouvidor, 1878.
Mulheres célebres, 1878.
Antonica da Silva, 1880.

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FBN | 10 de abril de 1985 falecimento de Cora Coralina

abril 10, 2017

Nascida em 20 de agosto de 1889, na cidade de Goiânia, Goiás, Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas adotou o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1910, já tinha um conto publicado sob seu pseudônimo no Anuário Histórico Geográfico e Descritivo do Estado de Goiás.

Em 1983, recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal de Goiás, após ter ganhado diversos prêmios ao longo de sua vida.

No ano de 1985, Cora Coralina faleceu em Goiânia, sua terra natal.

Em sua homenagem, a Biblioteca Nacional resgata em seu acervo a edição de maio/junho de 1984 do periódico “Mulherio” que dedicou algumas páginas a uma entrevista com Cora Coralina sobre sua história.

Leia na íntegra na hemeroteca: http://memoria.bn.br/DocReader/459488/346

Explore, também, a Hemeroteca Digital em: bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital

FBN | 10 de abril de 1970: Paul McCartney deixa os Beatles

abril 10, 2017

Em 11 de abril de 1970, o jornal “Correio da Manhã” publicou em sua primeira página a seguinte notícia:
 
“Agora êles são só três
 
Uma simples questão de família dissolveu o mais famoso conjunto de música popular do mundo: Paul McCartney, um dos quatro cabeludos que integravam The Beatles, brigou com Jack Lennon porque seu companheiro não concordou com a indicação de seu sogro (…)”
 
Leia a matéria na íntegra em: http://bit.ly/2nV63Gd
 
Explore a Hemeroteca Digital para conhecer este e outros periódicos: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/
 
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Brasiliana Fotográfica | Registros da Guerra do Paraguai (1864 – 1870)

abril 10, 2017

 

A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores registros de aspectos da Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Sua iconografia fotográfica é escassa, apesar da importância do evento e do fato de que na época já existia um bom número de fotógrafos atuando no continente. Porém, segundo o historiador André Toral: O registro fotográfico da guerra do Paraguai contra a Tríplice Aliança (1864-1870) foi, em termos gerais, uma continuidade do tipo de fotografia que se fazia na época. Mas foi, também, mais do que isso. A cobertura in loco e a força do assunto trouxeram maneiras inovadoras de se representar o conflito, o que colaborou para a constituição de uma linguagem fotográfica com características próprias em relação à pintura ou gravura do período dedicadas à guerra.

 

 

Para continuar lendo acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8034

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