FBN | 13 de setembro – Dia Nacional da Cachaça

setembro 13, 2017

cachaça

Rótulo. Cachaça Fina: especialidade da Casa Camarinha. 19? [Acervo Iconográfico]

Hoje, dia 13 de setembro, é celebrado o Dia Nacional da Cachaça.

Além de ser uma das bebidas mais populares do Brasil, ela também movimenta o turismo em algumas regiões do País. Obtida com a destilação do caldo de cana-de-açúcar fermentado, o produto é considerado patrimônio histórico e cultural. O Nordeste e alguns Estados do Sudeste são fortes na produção da bebida.

As expressões “cachaça”, “Brasil” e “cachaça do Brasil” são protegidas por lei. O uso desses termos é restrito aos produtores estabelecidos no País, ou seja, qualquer outra aguardente de cana-de-açúcar produzida fora do território brasileiro não pode levar o nome de “cachaça”. (Fontes: Portal Brasil e Planalto)

Em homenagem à comemoração, a Biblioteca Nacional divulga a disponibilidade, para consulta e download, do manuscrito mais antigo presente na BNDigital relacionado à cachaça. O documento é de 1º de agosto de 1808 e se refere à arrematação do subsídio das cachaças. Você pode acessá-lo através do endereço: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1436001_1448077/mss1444064.pdf

Além disso, também é divulgada a disponibilidade, para consulta e download, de um rótulo intitulado: Cachaça fina: especialidade da Casa Camarinha. Você pode acessá-lo através do link: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1501157/icon1501157.html

Pesquise mais sobre a cachaça em nosso Acervo Digital:  http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital

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FBN | 12 de setembro de 1720: criada a Capitania de Minas Gerais

setembro 12, 2017

minas

Com a crescente extração de ouro no interior do Brasil a Coroa Portuguesa criou uma nova capitania. A BNDigital reúne vasta documentação do assunto no Projeto Resgate.

O documento é um acervo documental sobre Minas Gerais no período colônia, reunindo títulos do Arquivo Histórico ultramarino, que integra o Projeto Resgate Barão do Rio Branco da BNDigital.

http://resgate.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=011_MG&amp%3BPagFis=0

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FBN | 12 de setembro de 1854 – criação do Instituto Benjamin Constant

setembro 12, 2017
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Instituto Benjamin Constant. Revista da Semana. 17/10/1956.

Criado por D. Pedro II em 12 de setembro de 1854, por meio do Decreto Imperial n° 1.428, o Instituto Benjamin Constant (IBC) só foi inaugurado, solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome inicial de Imperial Instituto dos Meninos Cegos. (Fonte: Instituto Benjamin Constant).

A Biblioteca Nacional homenageia o aniversário da instituição resgatando uma fotografia originalmente publicada na Revista da Semana, edição de 17 de outubro de 1956.

Para acessar a publicação, visite: http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/16208

Para conhecer mais sobre o IBC, acesse: http://www.ibc.gov.br/

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Mostra: EBAL (Editora Brasil-América Limitada)

setembro 11, 2017

A exposição sobre a EBAL, realizada pela Divisão de Manuscritos, ficará disponível até o fim do mês de outubro, no próprio setor (3º andar da Biblioteca Nacional). Esta pequena mostra reúne alguns documentos significativos e presta uma homenagem a Adolfo Aizen, que, em artigos e entrevistas, sempre defendeu a importância dos quadrinhos para a aquisição do prazer da leitura. Conheça um pouco mais nos visitando de segunda a sexta das 10 às 18h!

A EBAL – sigla pela qual ficou conhecida a Editora Brasil-América Limitada – foi uma das mais importantes editoras de quadrinhos do Brasil. Seu fundador foi Adolfo Aizen (Ekarerinoslav, Rússia, 1907 – Rio de Janeiro, 1945), que já tinha experiência à frente de editoras desde os anos 1930.

Em 1945, tendo como parceira a argentina Editorial Abril, Aizen fundou a EBAL, cujo primeiro título, Seleções Coloridas, teve apenas 17 edições. As revistas, impressas na Argentina, traziam histórias de personagens da Disney — incluindo as primeiras desenhadas por Carl Barks – e, a partir do n. 11, de personagens de outras empresas licenciadas pela Abril.

O primeiro título publicado pela EBAL sem a editora argentina foi a revista O Heroi, focado em histórias de aventura. Em novembro de 1947 foi lançado Superman, o título mais duradouro da editora com um único herói, publicado até 1983. Através da EBAL chegaram ao Brasil as publicações da Marvel e, mais tarde, da DC Comics. Além de traduzir os trabalhos de artistas estrangeiros, entre os quais Alex Raymond (Flash Gordon), Lee Falk (Fantasma) e Hal Foster (Príncipe Valente), a editora publicou nacionais, incluindo super-heróis como O Judoka (criado por Pedro Anísio e Eduardo Baron; durou 52 edições), versões quadrinizadas de clássicos da literatura e de episódios da história do Brasil.

Durante as décadas 1950-60, a EBAL liderou a publicação de quadrinhos no Brasil. Chegou a ter 50 títulos diferentes nas bancas e tiragens de 150 mil exemplares. Nos anos 1970, porém, acompanhando a queda na venda de quadrinhos em todo o mundo, iniciou-se um declínio que culminaria com a morte de Adolfo Aizen. A última publicação foi uma edição do Príncipe Valente, em 1995.

Nos anos 2000-2001, a Coleção EBAL foi doada à Biblioteca Nacional pelo filho de Adolfo Aizen, Naumim. O acervo foi distribuído entre as Divisões de Periódicos, Iconografia e Manuscritos.

 

FBN | 10 de setembro de 1930: nasce Ferreira Gullar

setembro 10, 2017

Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro é José de Ribamar Ferreira, nasceu em São Luís do Maranhão, em 10 de setembro de 1930.

ferreira gullar

Tribuna da Imprensa (RJ). Ano 1980\Edição 09389. [Acervo Hemeroteca Digital]

Aos dezoito anos, passou a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero-Recreativo, onde, aos domingos, havia leitura de poemas. Descobriu a poesia moderna ao ler os poemas de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira, que o fez aderir a esse tipo de fazer poesia e adotar uma atitude totalmente oposta à que tinha anteriormente, tornando-se um poeta experimental radical, que tinha como lema uma frase de Gauguin: “Quando eu aprender a pintar com a mão direita, passarei a pintar com a esquerda, e quando aprender a pintar com a esquerda, passarei a pintar com os pés”, ou seja, nada de fórmulas: o poema teria que ser inventado a cada momento.

“Eu queria que a própria linguagem fosse inventada a cada poema”, diria ele mais tarde. E assim nasceu o livro que o lançaria no cenário literário do país em 1954: A Luta Corporal. Os últimos poemas deste livro resultam de uma implosão da linguagem poética, e provocariam o surgimento na literatura brasileira da “poesia concreta”, de que Gullar foi um dos participantes e, em seguida dissidente, passando a integrar um grupo de artistas plásticos e poetas do Rio de Janeiro: o grupo neoconcreto.

Entrou para o partido comunista e passou a escrever poemas sobre política e participar da luta contra a ditadura militar que havia se implantado no país, em 1964. Foi processado e preso na Vila Militar. Mais tarde, teve que abandonar a vida legal, passar à clandestinidade e, depois, ao exílio. Deixou clandestinamente o país e foi para Moscou, depois para Santiago do Chile, Lima e Buenos Aires. Voltou para o Brasil em 1977, quando foi preso e torturado. Libertado por pressão internacional, voltou a trabalhar na imprensa do Rio de Janeiro e, depois, como roteirista de televisão.

Em 1980, publicou Na vertigem do dia e Toda Poesia, livro que reuniu toda sua produção poética até então. Voltou a escrever sobre arte na imprensa do Rio e São Paulo, publicando, nesse campo, dois livros: Etapas da arte contemporânea (1985) e Argumentação contra a morte da arte (1993), onde discute a crise da arte contemporânea.

Outro campo de atuação de Ferreira Gullar é o teatro. Após o golpe militar, ele e um grupo de jovens dramaturgos e atores fundou o Teatro Opinião, que teve importante papel na resistência democrática ao regime autoritário. Nesse período, escreveu, com Oduvaldo Vianna Filho, as peças Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come e A saída? Onde fica a saída? De volta do exílio, escreveu a peça Um rubi no umbigo, montada pelo Teatro Casa Grande em 1978.

Em 2002, Ferreira Gullar foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura. Alguns anos mais tarde, no dia 4 de dezembro de 2016, o poeta faleceu no Rio de Janeiro. (Fonte: ABL)

Acesse o link para ler a matéria em entrevista a Ferreira Gullar do jornal Tribuna da Impressa de 11 de junho de 1980: http://memoria.bn.br/DocReader/154083_04/1727

Pesquise mais sobre Ferreira Gullar nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 9 de setembro de 1909 – morre Guimarães Passos

setembro 9, 2017
guimarães passos

Guimarães Passos [Acervo Iconográfico]

Sebastião Cícero Guimarães Passos, poeta e jornalista, nasceu em Maceió – Alagoas, no dia 22 de março de 1867.

Quando foi para o Rio de Janeiro, entrou para a redação dos jornais, fazendo parte do grupo de Paula Ney, Olavo Bilac, Coelho Neto, José do Patrocínio, Luís Murat e Artur Azevedo. Colaborou com a Gazeta da Tarde, a Gazeta de Notícias e A Semana. Nas suas colunas publicava crônicas e versos. Nos vários lugares em que trabalhou, escrevia também sob pseudônimos: Filadelfo, Gill, Floreal, Puff, Tim e Fortúnio.

Com a declaração da revolta de 6 de setembro de 1893, aderiu ao movimento. Fez parte do governo revolucionário instalado no Paraná, e lutou contra Floriano Peixoto. Vencida a revolta, conseguiu fugir. Exilou-se em Buenos Aires durante 18 meses e colaborou nos jornais La Nación e La Prensa, fazendo conferências sobre temas literários relacionados ao Brasil.

Guimarães Passos foi também humorista na sua colaboração para O Filhote, reunida depois no livro Pimentões, que publicou em parceria com Olavo Bilac. Ao tratar de Versos de um simples, José Veríssimo viu nele o “poeta delicado, de emoção ligeira e superficial, risonho, de inspiração comum, mas de estro fácil, como o seu verso, natural e espontâneo, poeta despretensioso, poeta no sentido popular da palavra”.

Em 1896, de volta do exílio, foi um dos primeiros poetas chamados para formar a Academia Brasileira de Letras. Guimarães Passos faleceu em Paris, França, no dia 9 de setembro de 1909. (Fonte: ABL)

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FBN | 8 de setembro – Dia Internacional do Jornalista

setembro 8, 2017

A Biblioteca Nacional presta homenagem ao Dia Internacional do Jornalista através da figura José do Patrocínio.

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José do Patrocínio. Acervo FBN.

José Carlos do Patrocínio foi um jornalista, orador, poeta e romancista nascido em Campos, no Rio de Janeiro, em 9 de outubro de 1853. Filho natural do vigário da paróquia de Campos dos Goytacazes, passou a infância na fazenda paterna da Lagoa de Cima, onde pôde observar, desde criança, a situação dos escravos, que sofriam constantes castigos.

Patrocínio começou sua carreira de jornalista na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, onde, em 1879, iniciou a campanha pela Abolição. Em 1881, passou para a Gazeta da Tarde, periódico que adquirira com a ajuda do sogro, e, em setembro de 1887, foi dirigir a Cidade do Rio, que ele mesmo havia fundado. Foi, inclusive, de sua tribuna da Cidade do Rio que ele saudou, em 13 de maio de 1888, o advento da Abolição, pela qual tanto lutara. (Fonte: ABL)

O Dia Internacional do Jornalista, por sua vez, é celebrado em memória a Julius Fučík, jornalista tcheco que foi preso, torturado e executado por nazistas, em 1943. Julius era membro do Partido Comunista da Tchecoslováquia.

Para saber mais sobre José do Patrocínio, consulte a BNDigital através do endereço: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | Documentos Literários – Álbum da Cidade do Rio de Janeiro

setembro 8, 2017

avenida rio branco

No âmbito das comemorações do aniversário da Independência do Brasil, apresentamos o Álbum da Cidade do Rio de Janeiro, publicado em 1922.

antiga estalagem

No início do século XX, o Rio de Janeiro, então capital federal, passou por um grande plano de urbanização, anunciado no discurso de posse de Rodrigues Alves como presidente da República, em 1902. As reformas se iniciaram durante o governo de Pereira Passos, prefeito do Rio entre 1902 e 1906. Foram mudanças estruturais, que abriram e alargaram avenidas e demoliram casarios inteiros – não foi à toa que a reforma ficou conhecida como “Bota Abaixo”.

biblioteca nacional

Nesse período, e nos anos subsequentes, a fotografia foi muito utilizada como forma de registro e como apoio na divulgação dos trabalhos que levavam a capital a assumir uma nova “cara”. Fotógrafos como Marc Ferrez e Augusto Malta foram contratados para documentar os novos prédios e avenidas e a forma como se integravam à paisagem natural, fortalecendo a imagem do Rio de Janeiro como Cidade Maravilhosa. Assim foram publicados importantes álbuns fotográficos, como “Avenida Central” (1906) e “Vues de Rio de Janeiro – Brèsil” (1910).

largo da carioca

O presente documento se intitula “Álbum da cidade do Rio de Janeiro em Comemoração do 1º Centenário da Independência do Brasil – 1822 – 1922”. É uma edição da Prefeitura do Distrito Federal, do qual era prefeito Carlos Sampaio (1920-1922). Segundo a pesquisadora Maria Pace Chiavari, esse álbum “se apresenta como o fechamento do amplo projeto urbano”, quando a cidade já havia passado por uma profunda transformação. Foi em 1922 que se pôs abaixo o Morro do Castelo, bem como se iniciou a Exposição Internacional do Centenário da Independência, que durou de setembro de 1922 até julho de 1923 e contou com vários pavilhões destinados a países estrangeiros.

panorama

A Biblioteca Nacional possui uma cópia do Álbum em sua Divisão de Iconografia, nele você encontra diversas outras fotografias da cidade do Rio de Janeiro, não deixe de conferir. A obra pode ser consultada pela BN Digital, acessando o link: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325335/icon325335.pdf

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FBN | 7 de setembro de 1873: lançamento do jornal O Sexo Feminino

setembro 7, 2017

Em Campanha, no Sul de Minas, a professora Francisca Senhorinha da Motta Diniz lança o jornal O Sexo Feminino, pioneiro na defesa da emancipação feminina: “O século XIX, século das luzes, não se fundará sem que os homens se convenção de que metade dos males que os apprimem é devida ao descuido, que elles tem tido da educação das mulheres, e ao falso supposto de pensarem que a mulher não passa de um traste de casa (…)”.

o sexo feminino

O Sexo Feminino. Ano 1873\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ler o jornal na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/706868/1

Pesquise outras edições de “O Sexo Feminino” em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN I 7 de setembro de 1822: D. Pedro proclama a Independência

setembro 7, 2017

7 de setembro

Correio do Rio de Janeiro. Ano 1822\Edição 00003. [Acervo Hemeroteca Digital]

Embora proclamada no dia 7 de setembro de 1822, a primeira notícia na imprensa oficial sobre a independência foi publicada no dia 21 do mesmo mês em edição extraordinária do Jornal Correio do Rio de Janeiro, edição 0003.

No mesmo jornal, encontra-se o edital/decreto assinado por José Bonifácio, alertando para cautela em condutas contrárias à Independência e ao mesmo tempo, anistiando eventuais opositores.

A manchete do jornal dizia:

“Está inteiramente rasgado o véo do Misterio! Assim o pedia a honra de todos os Portuguezes do Brasill, a sua Liberdade, a sua futura grandeza, a Gloria do Seu Primeiro Cidadão do Seu primeiro Imperador , do Primeiro dos Principes, do Immortal Pedro!!!”

Leia na integra a edição extraordinária do Jornal: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=749370&PagFis=593

Pesquise mais sobre a Proclamação da Independência do Brasil nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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