Posts Tagged ‘Acervo Biblioteca Nacional’

FBN | 1° de novembro de 1922 – morre Lima Barreto

novembro 1, 2017

Nascido em 13 de maio de 1881, na cidade do Rio de Janeiro, Afonso Henrique de Lima Barreto foi um jornalista e escritor brasileiro. Reconhecido por sua militância na imprensa, retratou as injustiças, os conflitos sociais e os preconceitos de sua época —  com os quais ele mesmo sofria. Contribuiu para veículos como o jornal “Correio da Manhã” e as revistas “Careta”, “Fon-Fon” e “O Malho”, além de ter escrito, ao longo de sua vida, diversos obras que o imortalizaram no cenário da literatura brasileira.

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A Biblioteca Nacional homenageia o escritor brasileiro disponibilizando, para consulta e download, o livro “Triste Fim de Policarpo Quaresma”.  Para acessar a obra, clique em:

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/or22535/or22535.pdf

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Para saber mais sobre Lima Barreto, explore o acervo digital: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I História – 17 de outubro de 1937 – Falecia o pintor Antônio Parreiras

outubro 17, 2017

No dia 17 de outubro de 1937, falecia, em Niterói, Antônio Parreiras que foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon.

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

Confira alguns aspectos de sua linha do tempo:

“(…)1909-  sua pintura de nu, “Fantasia”, é muito elogiada pela imprensa parisiense e é noticiada sua iminente volta ao Brasil (…). Devido ao sucesso da obra, torna-se associado da Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres de Paris (…). Retorna ao Brasil (…).

Década de 10 – vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.

1910 – inscreve no Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts a pintura “Frineia”. Apresenta posteriormente “Dolorida” (1910), “Flor Brazileira”(1913), “Nonchalance”(1914), e “Modelo em Repouso”(1920).. 1927 – notícia sobre a publicação de seu livro de memórias, “História de um pintor contada por ele mesmo”, que o conduziu à Academia Fluminense de Letras (…).

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a "Flor Brazileira", 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a “Flor Brazileira”, 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

(…) 1936 – Parreiras realiza com dificuldades, pois já estava doente e debilitado, a sua última grande obra, o tríptico “Fundação da Cidade do Rio de Janeiro”, encomendado pelo prefeito Pedro Ernesto (1884-1942).

1937 – suas últimas telas são “A Tarde” e “O Fogo”. Em 17 de outubro, falece, em Niterói (…).

1942- inauguração, em 21 de janeiro, do Museu Antônio Parreiras, em Niterói. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, foi o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista (…). O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.”

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

Conheça mais imagens e fatos sobre a história de Antônio Parreiras em http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2490

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FBN | 4 de outubro de 1669: morre o pintor holandês Rembrandt

outubro 4, 2017
[Rembrandt com boné caído] [Iconográfico] [c.1631]

[Rembrandt com boné caído] [Iconográfico]
[c.1631]

Nascido em Leida, nos Países Baixos, em 1606, Rembrandt Harmenszoon van Rijn é considerado por muitos como um dos grandes nomes da arte europeia.

 

[A leitora] [Iconográfico] 1634

[A leitora] [Iconográfico]
1634

De acordo com a Encyclopedia e Diccionario Internacional (1935), “o genio do artista era essencialmente realista, no sentido de a verdade da natureza ser constantemente o seu guia, mas também idealista no fundo, pela grande expressão que sabia dar a todas as cousas. O seu mais original meio de effeito nascia da distribuição da luz e da sombra. Nunca ninguem levou tão longe o estudo do claro-escuro expressivo”.

 

[O camponês e sua família] [Iconográfico] [c.1652]

[O camponês e sua família] [Iconográfico]
[c.1652]

[Retrato de Jan Cornelis Sylvius] [Iconográfico] 1633

[Retrato de Jan Cornelis Sylvius] [Iconográfico]
1633

Para conhecer mais sobre o artista, acesse a BNDigital através do link: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | Perfil: Eduardo da Cruz e o discurso feminista nos periódicos da colônia portuguesa no início do século XX

julho 17, 2017

Em tempos como o nosso, no qual as correntes migratórias e a luta feminista por direitos e visibilidade são assuntos cotidianos e estão em debate na mídia, o pesquisador Eduardo da Cruz, bolsista do Programa de Apoio à Pesquisa da Biblioteca Nacional 2016, propõe-se a dar visibilidade ao discurso feminista das mulheres de imigrantes portugueses no início do século XX, publicado em periódicos que eram mantidos pela colônia portuguesa no Brasil.

 

A Biblioteca Nacional, repositório da memória brasileira, guarda um importante acervo de periódicos, do qual fazem parte inúmeros jornais e revistas criados por imigrantes portugueses desde o século XIX, muitos dos quais ainda não foram analisados e devidamente divulgados.

Para saber mais sobre sua pesquisa, acesse: https://www.bn.gov.br/…/eduardo-cruz-discurso-feminista-nos…

FBN I 12 de junho – Dia dos Namorados

junho 12, 2017
Virgínia Vitorino - A poetisa dos Namorados

Virgínia Vitorino – A poetisa dos Namorados

O Dia dos Namorados em alguns países é chamado de “Dia de São Valentim” e é  comemorado no dia 14 de Fevereiro. No Brasil a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio.

Segundo historiadores, Valentim, que era bispo,  não acatou as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras. Mesmo sob o risco de prisão, continuou celebrando casamentos,  até ser preso e condenado à morte. Na prisão, recebia muitos bilhetes e flores de jovens dizendo que ainda acreditavam no amor.  Antes de sua morte, apaixonou-se  pela filha cega de um carcereiro, que “por milagre”, recuperou a visão, para quem escreveu uma mensagem de adeus, na qual assinou como “Seu Namorado”.

Desde primórdios da humanidade, o ato de namorar, recebeu diversos significados e representações. No acervo da Biblioteca Nacional, existem inúmeras obras que versam sobre o tema.

Para marcar a data, a BN disponibiliza uma série de versos extraídos do livro “Namorados”, da poetisa Virgínia Vitorino, cujo original é datado de 1918. Virgínia Villa Nova de Sousa Vitorino, poetisa e dramaturga portuguesa do século XX, foi homenageada na edição abril 9 de 1921 da Revista da Semana que publicou em uma página inteira dois poemas do livro de Virgínia Vitorino à quem, atribuíram, o título de de “A poetisa dos Namorados”.

 

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FBN | Homenagem – Dia das Mães

maio 14, 2017

 

Em homenagem ao Dia das Mães, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza esta imagem, pertencente ao Arquivo Arthur Ramos. Nele, o futuro médico, etnólogo e folclorista (1903 – 1949) é retratado no colo de sua mãe, Ana Ramos, tendo ao lado dois de seus irmãos usando trajes de marinheiro, como era comum às crianças dos primeiros anos do século XX.

Por sua importância para as Ciências Sociais e o estudo das relações raciais no Brasil, o Arquivo Arthur Ramos recebeu a nominação no Programa Memória do Mundo da UNESCO. O arquivo está sob a guarda da Divisão de Manuscritos e em processo de digitalização.

Acesse a fotografia em: http://bit.ly/2q3CyV8

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FBN | 06 de maio de 1937 – O Dirigível Hindemburg explode no ar

maio 6, 2017
Foto: Jornal Correio Paulistano 07/05/1937

Foto: Jornal Correio Paulistano 07/05/1937

O dirigível LZ 129 Hindenburg, foi  construído pela empresa Luftschiffbau-Zeppelin GmbH, na Alemanha. Considerado a maior nave a voar, foi um ícone da propaganda nazista e da indústria alemã . Seu primeiro voo foi em 1936 e  quatorze meses depois em 6 de maio de 1937, explodiu no ar, gerando perplexidade mundial.

No Brasil, o jornal Correio Paulistano do dia 07 de maio publicou em sua primeira página: ” O Hindemburg explodiu. O gigantesco dirigível desappareceem chamas ao terminar a sua 21ª viagem para a América do Norte. Estavam a bordo 39 passageiros e 61 membros da tripulação registrando-se, assim. uma hecatombe”.

Leia a matéria na integra em:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=090972_08&PagFis=18216

Leia mais sobre o Hindemburg na Hemeroteca Digital Brasileira.

 

FBN | História – 30 de abril de 1975 – fim da guerra do Vietnã

abril 30, 2017

 

No dia 01 de maio de 1975 os jornais brasileiros anunciavam o fim da guerra do Vietnã, ocorrido na véspera.

O periódico Diário de Notícias estampava em sua primeira página:

” Viets em Saigon e Hanói já falam na reunificação.

Com tanques decorados com bandeiras do Vietcong, o exército revolucionário entrou ontem em Saigon, poucas horas após anunciada oficialmente a rendição, e pôs fim uma guerra do novo governo do general Van Minh, o “Big” Minh.  Acabou assim uma guerra que durou 30 anos, contra franceses, japonese, norte-americanos e sul-vietnamitas, nas selvas da Indochina”.

Continue lendo o jornal em:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_05&PagFis=37946

Leia mais sobre a guerra do Vietnã na Hemeroteca Digital Brasileira.

 

FBN I Homenagem – 25 de janeiro, aniversário da Cidade de São Paulo

janeiro 25, 2017

Em 1553, os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega subiram a Serra do Mar a fim de buscar um local seguro para se instalar e catequizar os índios. Ao atingirem o planalto de Piratininga, encontraram o ponto ideal entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú, construindo, assim, um colégio no local. Finalizada a obra, celebraram uma missa em 25 de janeiro de 1554, dia que ficou conhecido como a fundação da cidade de São Paulo.

Em homenagem aos 463 anos da cidade de São Paulo, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza para seus leitores e internautas algumas fotografias históricas pertencentes do acervo da Divisão de Iconografia.

 

Manuel, F. (Frédéric) - Título: Avenida Paulista- 1906

Manuel, F. (Frédéric) – Título: Avenida Paulista- 1906

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon658729_967401_429/icon967411.jpg

 

Manuel, F. (Frédéric) - Título: Escola Normal inaugurada em 1894 e Praça da República- 1906

Manuel, F. (Frédéric) – Título: Escola Normal inaugurada em 1894 e Praça da República- 1906

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Renouleau, Jean Georges, 1845-1909 - Título: Faculdade de Direito de São Paulo - São Paulo, SP : Casa Jules Martim, [1880?]

Renouleau, Jean Georges, 1845-1909 – Título: Faculdade de Direito de São Paulo – São Paulo, SP : Casa Jules Martim, [1880?]

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Manuel, F. (Frédéric) - Título: Interior do Museu do Ipiranga- 1906

Manuel, F. (Frédéric) – Título: Interior do Museu do Ipiranga- 1906

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Manuel, F. (Frédéric) - Título: Palácio do governo - 1906

Manuel, F. (Frédéric) – Título: Palácio do governo – 1906

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Manuel, F. (Frédéric) - Título: Rua Direita - 1906

Manuel, F. (Frédéric) – Título: Rua Direita – 1906

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Manuel, F. (Frédéric) - Título: Rua Quinze de Novembro - 1906

Manuel, F. (Frédéric) – Título: Rua Quinze de Novembro – 1906

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Veja também o Álbum “Lembrança de São Paulo”, com fotos de Gaensly, Guilherme, (1902?): http://bit.ly/223PKqm

Pesquise mais sobre a cidade de São Paulo na BNDigital:  http://bndigital.bn.br/acervodigital

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FBN I 21 de Janeiro – Há 104 anos falecia Aluísio Azevedo

janeiro 21, 2017

Aluísio Azevedo (Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo), caricaturista, jornalista, romancista e diplomata, nasceu em São Luís, MA, em 14 de abril de 1857, e faleceu em Buenos Aires, Argentina, em 21 de janeiro de 1913.

 

 

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Era filho do vice-cônsul português David Gonçalves de Azevedo e de D. Emília Amália Pinto de Magalhães e irmão mais moço do comediógrafo Artur Azevedo. Sua mãe havia casado, aos 17 anos, com um comerciante português. O temperamento brutal do marido determinou o fim do casamento. Emília refugiou-se em casa de amigos, até conhecer o vice-cônsul de Portugal, o jovem viúvo David. Os dois passaram a viver juntos, sem contraírem segundas núpcias, o que à época foi considerado um escândalo na sociedade maranhense.

Da infância à adolescência, Aluísio estudou em São Luís e trabalhou como caixeiro e guarda-livros. Desde cedo revelou grande interesse pelo desenho e pela pintura, o que certamente o auxiliou na aquisição da técnica que empregará mais tarde ao caracterizar os personagens de seus romances. Em 1876, embarcou para o Rio de Janeiro, onde já se encontrava o irmão mais velho, Artur. Matriculou-se na Imperial Academia de Belas Artes, hoje Escola Nacional de Belas Artes. Para manter-se fazia caricaturas para os jornais da época, como O Fígaro, O Mequetrefe, Zig-Zag e A Semana Ilustrada. A partir desses “bonecos”, que conservava sobre a mesa de trabalho, escrevia cenas de romances.

A morte do pai, em 1878, obrigou-o a voltar a São Luís, para tomar conta da família. Ali começou a carreira de escritor, com a publicação, em 1879, do romance Uma lágrima de mulher, típico dramalhão romântico. Ajuda a lançar e colabora com o jornal anticlerical O Pensador, que defendia a abolição da escravatura, enquanto os padres mostravam-se contrários a ela. Em 1881, Aluísio lança O mulato, romance que causou escândalo entre a sociedade maranhense pela crua linguagem naturalista e pelo assunto tratado: o preconceito racial. O romance teve grande sucesso, foi bem recebido na Corte como exemplo de Naturalismo, e Aluísio pôde retornar para o Rio de Janeiro, embarcando em 7 de setembro de 1881, decidido a ganhar a vida como escritor.

Quase todos os jornais da época tinham folhetins, e foi num deles que Aluísio passou a publicar seus romances. A princípio, eram obras menores, escritas apenas para garantir a sua sobrevivência. Depois, surgiu nova preocupação no universo de Aluísio: a observação e análise dos agrupamentos humanos, a degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante, principalmente o português. Dessa preocupação resultariam duas de suas melhores obras: Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). De 1882 a 1895 escreveu sem interrupção romances, contos e crônicas, além de peças de teatro em colaboração com Artur de Azevedo e Emílio Rouède.

 

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Em 1895 ingressou na diplomacia, momento em que praticamente cessa sua atividade literária. O primeiro posto foi em Vigo, na Espanha. Depois serviu no Japão, na Argentina, na Inglaterra e na Itália. Passara a viver em companhia de D. Pastora Luquez, de nacionalidade argentina, junto com os dois filhos, Pastor e Zulema, por ele adotados. Em 1910, foi nomeado cônsul de 1ª. classe, sendo removido para Assunção. Buenos Aires foi seu último posto. Ali faleceu, aos 56 anos. Foi enterrado naquela cidade. Seis anos depois, por uma iniciativa de Coelho Neto, a urna funerária de Aluísio Azevedo chegou a São Luís, onde o escritor foi sepultado.

Fonte: Academia Brasileira de Letras

A Biblioteca Nacional homenageia Aluísio Azevedo disponibilizando para consulta um exemplar do primeiro milhar impresso de “O Cortiço”: http://objdigital.bn.br/…/div_obrasraras/or15820/or15820.pdf

Imagem disponível em:
http://objdigital.bn.br/…/div…/icon960829/icon960829_030.jpg

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