Posts Tagged ‘Biblioteca Nacional’

FBN | 1º de agosto: Dia do Poeta de Literatura de Cordel

agosto 1, 2017

A Fundação Biblioteca Nacional tem o prazer de parabenizar a todos os poetas da literatura de cordel, os de primeira e segunda geração, nesse dia de homenagem.

Os cordelistas pioneiros conseguiram atingir os locais mais afastados do território nordestino e conquistar um público vasto e particular para essa literatura, através de vendedores distribuídos por todas as partes do Nordeste e tipografias imprimindo folhetos em diferentes cidades.

Os poetas de segunda geração entraram para o espaço da literatura de cordel quando o sistema de produção e distribuição de folhetos já estava definido e grande parte dos cordelistas de primeira geração já havia falecido.

O nome “cordel” decorre da maneira como tradicionalmente os folhetos eram exibidos para venda, suspensos em cordas, cordéis ou barbantes.

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Parte da exposição “Pernambuco 1817, a revolução”

Em homenagem a esses poetas, a Fundação Biblioteca Nacional convida a todos para a mostra “Pernambuco 1817, a revolução”, localizada no espaço para mostras do 3º andar. A exposição estará disponível até o dia 15 de agosto com o horário de visitação de segunda a sexta, das 10h às 17h e sábado das 10:30h às 15h.

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FBN | 30 de julho de 1866, nasce o pintor Eliseu Visconti

julho 30, 2017
Estudos dos painéis da Biblioteca Nacional : Progresso e Solidariedade Humana. Eliseu Visconti.

Estudos dos painéis da Biblioteca Nacional : Progresso e Solidariedade Humana.
Eliseu Visconti.

Nascido em Salerno, na Itália, em 30 de julho de 1866, Eliseu d’Angelo Visconti veio para o Brasil ainda menino. Em 1892,  venceu o primeiro concurso da República para o prêmio de viagem ao estrangeiro, oferecido pela Escola Nacional de Belas Artes, seguindo, no ano seguinte, para a França. Depois de abandonar a École Nationale et Speéciale des Beaux-Arts, Visconti matriculou-se na École Guérin, onde foi aluno de Eugéne Grasset, considerado uma das mais destacadas expressões do Art Nouveau.

Sua primeira exposição individual foi realizada em 1901, na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, ocasião na qual expôs trabalhos de arte resultantes do aprendizado com Grasset. Desenhou selos, ex-libris, cerâmicas, tecidos, papéis de parede, cartazes e luminárias, sendo convidado, inclusive, pelo prefeito Pereira Passos, para executar os trabalhos de decoração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, realizados em Paris. Durante o período de permanência na França, no início do século XX, Visconti assimilou, definitivamente, as lições do impressionismo, incorporadas essencialmente às paisagens de Saint Hubert. Faleceu em 15 de outubro de 1944, aos 78 anos de idade. (Fonte: http://www.cultura.rj.gov.br).

A conquista do ar em 19 de Ourtubro de 1901 [Iconográfico] : O Beijo da Gloria a Santos-Dumont. Eliseu Visconti.

A conquista do ar em 19 de Ourtubro de 1901 [Iconográfico] : O Beijo da Gloria a Santos-Dumont.
Eliseu Visconti.

Para ter acesso a outros itens referentes a Eliseu Visconti, como desenhos e manuscritos, consulte a BNDigital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I 29 de julho de 1846, nasce Isabel de Bragança Bourbon e Orleans, a princesa d. Isabel

julho 29, 2017
J. Cortois. Isabel, Princesa do Brasil [Iconográfico] / Acervo FBN

J. Cortois. Isabel, Princesa do Brasil [Iconográfico] / Acervo FBN

Nascida em 29 de julho de 1846, no Palácio de São Cristóvão, Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança Bourbon e Orleans, filha do imperador d. Pedro II e da imperatriz d. Teresa Cristina, tornou-se herdeira do trono após a morte de seus irmãos d. Afonso, em 1847, e Pedro Afonso, em 1850. Entre suas realizações mais conhecidas estão a sanção da lei do Ventre-Livre, em 28 de setembro de 1871, que declarava livres todos os filhos de escravos nascidos a partir daquela data, e a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, segundo a qual “ficavam libertos todos os escravos do Brasil”. (fonte: http://www.museuimperial.gov.br)
Joaquim Insley Pacheco. Isabel, Princesa do Brasil, 18? / Acervo FBN

Joaquim Insley Pacheco. Isabel, Princesa do Brasil, 18? / Acervo FBN

Para ter acesso a fotos e documentos referentes à princesa d. Isabel e ao Brasil Imperial, consulte a BNDigital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | 28 de julho de 1938, morre Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião

julho 28, 2017
Retrato de Lampião - Revista o Cruzeiro

Retrato de Lampião – Revista o Cruzeiro

Embora não haja um consenso sobre sua data de nascimento, Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, morreu em 28 de julho de 1938, no Sergipe.  Também apelidado de “rei do cangaço” e “governador do sertão”, Virgulino, na companhia de seus seguidores, atuou numa época em que o sertão nordestino era dominado pela figura dos coronéis — grandes proprietários de terra —, que, não raro, agiam por cima da lei (fonte: http://basilio.fundaj.gov.br/).

A revista “O Cruzeiro”, em sua edição do dia 31 de março de 1962, traz uma reportagem sobre o cangaceiro intitulada “Na trilha de Lampião”, em que é narrada parte de sua trajetória. Para acessá-la em nossa Hemeroteca Digital, clique em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=003581&PagFis=142096

Lampião - Acervo Biblioteca Nacional

Lampião – Acervo Biblioteca Nacional

A BNDigital disponibiliza, também, para consulta e download, uma fotografia de Virgulino Ferreira da Silva: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon1267163/icon1267163.htm.  Para explorar o acervo da BNDigital, visite: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I História – 18 de Julho de 1841: Coroação do Imperador Dom Pedro II

julho 18, 2017
D. Pedro II - Coleção Thereza Christina Maria

D. Pedro II – Coleção Thereza Christina Maria

Aos 15 anos de idade, depois de uma manobra que oficializou a redução da sua maioridade, D. Pedro II foi coroado, em cerimônia solene, Imperador do Brasil.

O jornal Diário do Rio de Janeiro, na edição 00157, de 19 de julho de 1841 publicava a seguinte nota:

18 de julho – A SAGRAÇÃO E COROAÇÃO DO SENHOR D. PEDRO II

Teve logar a cerimônia augusta, a solemne invocação da divindade para que se digne derramar os thesouros de sua infinita bondade sobre o reinado do Sr. D. Pedro 2º, aclamado em 7 de abril de 1831 imperador do Brasil o seu defensor perpétuo; a consagração religiosa é um acto importante para o christão; a política fria e severa não a desdenha, pelo contrário a applaude e preside a ella…

 

Leia a matéria na integra: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&PagFis=24242

Foto: Paris [França : [s.n.], 1890]. Busto do Imperador idoso, voltado para a esquerda.

 http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon852419/icon852419.jpg

 

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Prêmio Literário Biblioteca Nacional

julho 12, 2017

 

Atenção! Falta menos de um mês para o fim das inscrições para o Prêmio Literário da Biblioteca Nacional.
As inscrições serão recebidas até 08 de agosto de 2017. Participe!
Neste vídeo Eucanaã Ferraz, premiado em 2002 e jurado em 2007 e 2009, fala um pouco sobre esta premiação.
Para saber mais detalhes veja o edital: http://www.bn.gov.br/…/edital-publico-premios-literarios-fu…

Dia 06 de julho acontece mais uma edição do programa “Diálogos”

julho 3, 2017

O encontro que o “Diálogos” promoverá esta semana vai abordar o tema: Ser jovem na periferia.
Jovens, negros e pobres, o alvo maior da violência nas favelas, mostram todas as estatísticas. Mas são eles também que estão criando uma cultura potente e inovadora.
Neste encontro vamos ouvir o depoimento de Raul Santiago, do jornal comunitário Papo Reto, sobre a nova cultura gestada nestes territórios, discutir a política de segurança e as ações contra a violência com Eliana Silva, da Redes da Maré e o defensor público da área de direitos humanos Daniel Lozoya Constant Lopes. A mediação é da jornalista Helena Celestino.

 

 

O “Diálogos” acontece toda quinta às 18h30, e é transmitido ao vivo pelo Youtube, inscreva-se no canal para acompanhar: 

 

Para saber mais sobre as próximas edições:

FBN | Série Documentos Literários: A Encrenca Européa

junho 29, 2017

Próximo à data em que se completa mais um ano desde o Atentado de Sarajevo (28 de junho de 1914), que vitimou o herdeiro do Império Austro-Húngaro, Francisco Fernando, e contribuiu para o início da Primeira Guerra Mundial, a Série Documentos Literários apresenta o mapa satírico “A Encrenca Européa”, da autoria de Raul Pederneiras.

O professor, escritor e artista carioca Pederneiras (1874 – 1953) iniciou suas atividades em 1898, no jornal “O Mercúrio”, e colaborou com vários periódicos de alta circulação, tais como “O Malho”, “Fon-Fon”, “Revista da Semana” e “Jornal do Brasil”. Foi um dos caricaturistas mais aclamados das primeiras décadas do século XX, juntamente com J. Carlos (José Carlos de Brito e Cunha) e K. Lixto (Calixto Cordeiro). Segundo o pesquisador Rogério de Souza Silva, era um mestre da sátira e do trocadilho, sempre certeiro em suas críticas ao estado de coisas no país. Era também muito hábil em se adequar a exigências editoriais, produzindo imagens e textos sob encomenda sem, contudo, perder sua identidade como artista.

“A Encrenca Europea” é um mapa satírico publicado a 22 de agosto de 1914, pouco após a deflagração da Primeira Guerra Mundial. Foi patrocinado por uma instituição financeira de nome Globo, que oferecia empréstimos e seguros e que veicula informações nas bordas do documento.

O mapa reflete o talento de Pederneiras tanto na arte quanto nas palavras, denominando algumas regiões europeias de maneira brincalhona (“Lugar onde Judas perdeu as botas”, “Mancha — que limpa”) e apresentando os países como pessoas belicosas, usando roupas que identificam sua nacionalidade. A França é uma mulher com barrete frígio, a Espanha traz uma rosa entre os dentes, o Império Russo se apresenta como um bando de velhos agasalhados que lembram São Nicolau. Portugal é representado por um personagem de caricatura, o “Zé Povinho”, criado pelo artista Raphael Bordallo Pinheiro (1846 – 1905) que se tornou a personificação do homem do povo português. Curiosamente, “Zé Povo” — que mudava de aparência de acordo com o artista e com o momento político — foi um personagem produzido por vários caricaturistas, entre os quais Raul Pederneiras, em periódicos brasileiros do final do século XIX e início do XX.

O mapa “A Encrenca Européa” está na Divisão de Cartografia da Biblioteca Nacional e pode ser consultado através do link da BN Digital

FBN | 29 de junho de 1895, morre Floriano Peixoto

junho 29, 2017

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Nascido em Maceió, Alagoas, Floriano Vieira Peixoto foi enviado ao Rio de Janeiro aos dezesseis anos para concluir os estudos e ingressar na Escola Militar, dando continuidade a uma tradição familiar de militares envolvidos na política. Ascendeu na hierarquia durante a Guerra do Paraguai e, com a proclamação da República, foi vice-presidente de Deodoro da Fonseca. Com a renúncia deste em novembro de 1891, Floriano assume a presidência de um governo sustentado pela unidade das Forças Armadas. Demitiu todos os governadores que apoiavam Deodoro; perseguiu opositores e desterrou vários para a Amazônia, ameaçando inclusive os juízes do Supremo Tribunal que pensassem em emitir habeas corpus para os exilados. Fez alianças com partidos mais progressistas e com políticos paulistas que permitiram o aumento da base política e a manutenção da unidade da República mediante a supressão das várias revoltas ocorridas em seu governo – entre elas, a Revolta da Armada, abordada por Lima Barreto em Triste Fim de Policarpo Quaresma.

“Quaresma pôde então ver melhor a fisionomia do homem que ia feixar em suas mãos, durante quase um ano, tão fortes poderes, poderes de Imperador Romano, pairando sobre tudo, limitando tudo, sem encontrar obstáculo algum aos seus caprichos, às suas fraquezas e vontades, nem nas leis, nem nos costumes, nem na piedade universal e humana. Era vulgar e desoladora. O bigode caído; o lábio inferior pendente e mole a que se agarrava uma grande “mosca”; os traços flácidos e grosseiros; não havia nem o desenho do queixo ou olhar que fosse próprio, que revelasse algum dote superior. Era um olhar mortiço, redondo, pobre de expressões, a não ser de tristeza que não lhe era individual, mas nativa, de raça; e todo ele era gelatinoso – parecia não ter nervos. Não quis o major ver em tais sinais nada que lhe denotasse o caráter, a inteligência e o temperamento. Essas cousas não vogam, disse ele de si para si.”

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta ou download a edição especial nº 21 do periódico “A Setta – orgam infantil republicano” de 29 de junho de 1897 consagrada a memória do Marechal F. Peixoto.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1309059/mss1309059.pdf

Leia também o artigo de Silvio Vieira Peixoto publicado em 1936. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1351924/mss1351924.pdf

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FBN | Homenagem – 27 de junho de 1908, nasce Guimarães Rosa

junho 27, 2017
Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

 

João Guimarães Rosa, contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo (MG) em 27 de junho de 1908. Foi o terceiro ocupante da cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras.

Formado em Medicina (1930) estreou na vida  literária em 1929 na revista O Cruzeiro,com o conto “O mistério de Highmore Hall”. Em 1936  recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras pela coletânea de versos Magma.

Como diplomata foi cônsul em Hamburgo (1938-42), secretário de embaixada brasileira em Bogotá (1942-44), chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946), primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51), secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz (1948) e representante do Brasil junto a UNESCO.

Além do Prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a “Magma”, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d’Oliveira pelo livro “Sagarana” (1946), o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro pelo clássico  “Grande sertão: Veredas”. Em 1956 foi agraciado com o Prêmio Carmen Dolores Barbosa, em 1957 pelo  Prêmio Paula Brito. Em 1963 sua obra  “Primeiras estórias” recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil. (Fonte: ABL)

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Consulte as obras Guimarães Rosa no acervo da Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional:  http://www.bn.br/explore/acervos/obras-gerais

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