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FBN I História – 05 de novembro de 1849 – nasce Rui Barbosa

novembro 5, 2017

Sem título

Político, escritor, jurista e diplomata, Rui Barbosa de Oliveira nasceu em Salvador, no dia 5 de novembro de 1849, e faleceu no dia 1° de março de 1923, na cidade de Petrópolis.

Considerado um dos grandes brasileiros do final do século XIX e início do século XX, foi um dos organizadores da República e coautor da constituição da Primeira República com o político Prudente de Morais. Atuou, também, na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais.

Rui Barbosa, além disso, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, sendo presidente da instituição entre 1908 e 1919.

Conheça as obras escritas por Rui Barbosa consultando a BN Digital, no link bndigital.bn.br

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FBN | 27 de outubro de 1912 – inaugurado o bondinho do Pão-de-Açúcar

outubro 27, 2017
Acervo FBN

Acervo FBN

Conhecido por ser um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, a construção das obras do teleférico, com duração de 30 anos, foi autorizada em 1909 pelo Decreto Municipal no. 1260, de 29 de maio do mesmo ano. O trecho inicial do percurso, por sua vez, que ligava a Praia Vermelha e o Morro da Urca, foi inaugurado em 27 de outubro de 1912, quando subiram 577 pessoas ao Morro da Urca pelo preço de 2 mil réis pela viagem de ida e volta.

Acervo FBN.

Acervo FBN.

 

Para saber mais sobre o bondinho do Pão-de-Açúcar, visite: http://bndigital.bn.br/acervodigital

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FBN | 25 de outubro de 1936 – Hitler e Mussolini assinam aliança

outubro 25, 2017

Em sua edição de 26 de outubro de 1936, o jornal A Noite estampou a seguinte manchete:

Jornal A Noite 26/10/1936

Jornal A Noite
26/10/1936

“Pela paz na Europa
Firmado um pacto entre Italia e Allemanha

Os dois paizes reconhecem que o governo do general Franco conta com a maioria do povo hespanhol – havistaram-se Hitler e o conde Ciano”

Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/348970_03/36240

Outras edições do jornal A Noite podem ser encontradas na Hemeroteca Digital, no endereço http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 18 de outubro – Dia do Médico

outubro 18, 2017

medic

Em homenagem ao dia do médico, celebrado em 18 de outubro, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o livro “Dialogo da perfeyçam [e] partes que sam necessarias ao bom medico”, escrito por Afonso de Miranda, em 1562. Já na capa da obra, consta a seguinte informação:

Dirigido ao muyto alto & ferenifsimo Principe Rey dom Sebaftiam, primevro defte nome. Noffo fenhor.
Em Lixboa
Per Ioam Alvarez impreffor delRey.
Anno de MDLXII”

Para conhecer outras publicações referentes à história da medicina, explore o acervo digital em http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I História – 17 de outubro de 1937 – Falecia o pintor Antônio Parreiras

outubro 17, 2017

No dia 17 de outubro de 1937, falecia, em Niterói, Antônio Parreiras que foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon.

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

Confira alguns aspectos de sua linha do tempo:

“(…)1909-  sua pintura de nu, “Fantasia”, é muito elogiada pela imprensa parisiense e é noticiada sua iminente volta ao Brasil (…). Devido ao sucesso da obra, torna-se associado da Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres de Paris (…). Retorna ao Brasil (…).

Década de 10 – vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.

1910 – inscreve no Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts a pintura “Frineia”. Apresenta posteriormente “Dolorida” (1910), “Flor Brazileira”(1913), “Nonchalance”(1914), e “Modelo em Repouso”(1920).. 1927 – notícia sobre a publicação de seu livro de memórias, “História de um pintor contada por ele mesmo”, que o conduziu à Academia Fluminense de Letras (…).

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a "Flor Brazileira", 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a “Flor Brazileira”, 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

(…) 1936 – Parreiras realiza com dificuldades, pois já estava doente e debilitado, a sua última grande obra, o tríptico “Fundação da Cidade do Rio de Janeiro”, encomendado pelo prefeito Pedro Ernesto (1884-1942).

1937 – suas últimas telas são “A Tarde” e “O Fogo”. Em 17 de outubro, falece, em Niterói (…).

1942- inauguração, em 21 de janeiro, do Museu Antônio Parreiras, em Niterói. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, foi o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista (…). O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.”

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

Conheça mais imagens e fatos sobre a história de Antônio Parreiras em http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2490

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FBN | 3 de outubro de 1931: é instituído, pela primeira vez, o horário de verão no Brasil

outubro 3, 2017
Diario de Noticias. 03/10/1931. p. 3.

Diario de Noticias.
03/10/1931.
p. 3.

 

Por meio do decreto 20.466 de 1 de outubro de 1931, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, estabeleceu o horário de verão no Brasil. A respeito do assunto, o jornal “Diario de Noticias” publicou:

“Foi instituido o horario de verão

Todos os relogios, hoje, serão adeantados em sessenta minutos”

Para ler o resto da notícia, acesse: http://bit.ly/2cNSrH1

Outras edições do Diario de Noticias, assim como de diversos outros periódicos, podem ser acessadas na Hemeroteca Digital, em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN I 02 de outubro de 1932 – Revolução Constitucionalista

outubro 2, 2017

No dia 02 de outubro de 1932, o jornal O Imparcial publica na sua primeira página:

“A paz vai ser concluída – Telegrammas de ontem, á noite, dissipando nuvens de um dia de ansiedade, affirmam que está resolvida a pacificação do Brasil”

A Revolução Constitucionalista ou Guerra Paulista, movimento ocorrido no Estado de São Paulo, com objetivo da derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas, iniciada em julho, terminou  em outubro de 1932, com a promulgação de uma nova consituição para o Brasil.

imparcial

Saiba mais sobre a Revolução Constitucionalista de 1932 acessando: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 2 de outubro de 1992: Fernando Collor é afastado da presidência da República

outubro 2, 2017
No dia 2 de outubro de 1992, após denúncias de corrupção em seu governo, Fernando Collor de Mello foi afastado da presidência da República. Após seu desligamento, a presidência foi ocupado pelo seu vice-presidente Itamar Franco.
No dia seguinte ao acontecimento, o jornal Tribuna da Imprensa trouxe a seguinte matéria:
“Collor não se abala com vaias ao ser afastado da Presidência
[…] Às 10h20 de ontem, o presidente Fernando Collor assinou, diante da maioria de seu Ministério, a notificação de afastamento do cargo, levada a seu gabinete pelo senador Dirceu Carneiro (PSDB/SC). Exatamente 15 minutos depois, Collor acompanhado da mulher Rosane, desceu pelo elevador comum e saiu pela porta lateral do Palácio do Planalto, enfrentando vaias da multidão e aplausos de assessores e funcionários da Presidência. Tenso mas demonstrando tranquilidade, Collor deixou o gabinete avisando aos assessores que em breve estaria de volta.”
collor

Tribuna da Imprensa. Ano 1992\Edição 13007. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ler a matéria completa, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/154083_05/15550
Pesquise mais sobre o impeachment de Collor nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/
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FBN | 1º de outubro de 1884 – começa a circular o jornal O Paiz

outubro 1, 2017
o paiz (1)

O Paiz. Ano 1884\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

O Paiz foi um jornal diário de grande circulação lançado em 1º de outubro de 1884, no Rio de Janeiro (RJ), por João José dos Reis Júnior, o conde de São Salvador de Matozinhos. Conservador e de grande expressão, considerado o mais robusto órgão governista da República Velha, foi um dos maiores formadores de opinião na política e na sociedade brasileiras entre o fim do século XIX e o começo do século XX. Durou até 18 de novembro de 1934, quando foi fechado pela Revolução de 1930.

A trajetória de O Paiz começou nos últimos anos da Monarquia no Brasil. Na ocasião, com o seu primeiro redator-chefe Rui Barbosa, o jornal se destacava por sua participação nas campanhas abolicionista e republicana, envolvendo-se em algumas polêmicas contra a Gazeta de Notícias – segundo Nelson Werneck Sodré em “História da imprensa no Brasil”, este jornal e O Paiz eram os dois grandes periódicos da corte no fim do Segundo Reinado. Rui Barbosa, no entanto, não ficou por muito tempo na chefia da redação de O Paiz, sendo logo substituído por Quintino Bocaiúva.

Quintino Bocaiúva acabou sendo uma das figuras mais importantes na história de O Paiz. Sendo um dos fundadores do Partido Republicano, figura eminente na imprensa brasileira de então, foi responsável por consolidar o tom editorial que caracterizaria o jornal em suas campanhas e posicionamentos mais marcantes. Inicialmente, através do diário, Bocaiúva se colocou ao lado dos militares na chamada Questão Militar de 1884, combatendo a prisão do tenente-coronel Sena Madureira, fazendo eco a Saldanha Marinho na Revista Federal e aplaudindo o artigo “Arbítrio e inépcia”, publicado por Madureira no jornal gaúcho A Federação. Neste contexto, O Paiz via com bons olhos a figura do marechal Deodoro da Fonseca.

Ainda durante os primeiros anos de Bocaiúva n’O Paiz, o jornal teve uma guinada no seu caráter republicano: a partir de 1888, o diretor apoiou uma importante série de artigos assinados por Silva Jardim, onde o autor se exprimia veementemente contrário à Monarquia. Da tiragem inicial de cerca de 11 mil exemplares, em 1884, Bocaiúva alavancou este número para 16 mil em meados de 1885, 22 mil no início de 1886, 26 mil em 1889 – até que, após a Proclamação da República, o jornal veio a lançar pelo menos algumas edições especiais com tiragem de mais de 60 mil exemplares. Por anos a fio o cabeçalho de cada edição vinha com o slogan: “O Paiz é a folha de maior tiragem e de maior circulação na América Latina”.

Com a República, O Paiz se consolidou como uma das maiores influência na vida política nacional. Quintino Bocaiúva foi nomeado o primeiro ministro das relações exteriores do período republicano, no Governo Provisório, ao passo que a folha que conduzia ia se firmando como um dos periódicos mais vendidos na capital federal, certamente um dos maiores jornais do país. Suas antes quatro páginas por edição eram agora seis, sempre em formato standard e com alta vendagem.

Acesse a primeira edição na íntegra: http://memoria.bn.br/DocReader/178691_01/1

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