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Brasiliana Fotográfica | A imperatriz Teresa Cristina Maria, “a mãe dos brasileiros”

janeiro 9, 2017
Joaquim Insley Pacheco. Teresa Cristina Maria, Imperatriz, consorte de Pedro II, Imperador do Brasil : retrato, 187? / Acervo FBN

Joaquim Insley Pacheco. Teresa Cristina Maria, Imperatriz, consorte de Pedro II, Imperador do Brasil : retrato, 187? / Acervo FBN

O Portal Brasiliana Fotográfica homenageia dona Teresa Christina Maria com uma seleção de imagens produzidas por alguns dos mais importantes fotógrafos que atuaram no Brasil no século XIX.

Ela dá nome a uma das mais importantes coleções de fotografia do século XIX, doada à Biblioteca Nacional por seu marido, dom Pedro II.

Segundo Pedro Vasquez, a Collecção Dona Thereza Christina Maria é, até hoje, “o mais diversificado e precioso acervo dos primórdios da fotografia brasileira jamais reunido por um particular, e tampouco por uma instituição pública”.

Leia mais e acesse a coleção: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6798

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FBN I História – 04 de janeiro de 1839, nasce o poeta Casimiro de Abreu

janeiro 4, 2017

Casimiro José Marques de Abreu, nasceu em Barra de São João (distrito da cidade que leva seu nome), no Rio de janeiro, em 4 de janeiro de 1839. É o patrono da cadeira nº 6 da Academia Brasileira de Letras.

Sua biografia é assim descrita no site da ABL:

“Era filho natural do abastado comerciante e fazendeiro português José Joaquim Marques Abreu e de Luísa Joaquina das Neves. O pai nunca residiu com a mãe de modo permanente, acentuando assim o caráter ilegal de uma origem que pode ter causado bastante humilhação ao poeta. Passou a maior parte da infância na propriedade materna, Fazenda da Prata, em Correntezas. Recebeu apenas instrução primária, estudando dos 11 aos 13 anos no Instituto Freeze, em Nova Friburgo (1849-1852), onde foi colega de Pedro Luís, seu grande amigo para o resto da vida. Em 1852 foi para o Rio de Janeiro praticar o comércio, atividade que lhe desagradava, e a que se submeteu por vontade do pai, com o qual viajou para Portugal no ano seguinte. Em Lisboa iniciou a atividade literária, publicando um conto e escrevendo a maior parte de suas poesias, exaltando as belezas do Brasil e cantando, com inocente ternura e sensibilidade quase infantil, suas saudades do país. Lá compôs também o drama Camões e o Jau, representado no teatro D. Fernando (1856), com grande sucesso. O poeta só tinha dezessete anos, e já colaborava na imprensa portuguesa, ao lado de Alexandre Herculano, Rebelo da Silva e outros. Não escrevia apenas versos. No mesmo ano de 1856, o jornal O Progresso imprimiu o folhetim “Carolina”, e na revista Ilustração Luso-Brasileira saíram os primeiros capítulos de “Camila”, recriação ficcional de uma visita ao Minho, terra de seu pai.

Em 1857, voltou ao Rio, onde continuou residindo a pretexto de continuar os estudos comerciais. Animava-se em festas carnavalescas e bailes e frequentava as rodas literárias, nas quais era bem relacionado. Colaborou em A Marmota, O Espelho, Revista Popular e no Correio Mercantil, de Francisco Otaviano. Nesse jornal, trabalhavam dois moços igualmente brilhantes: o jornalista Manuel Antônio de Almeida e o revisor Machado de Assis, seus companheiros em rodas literárias. Publicou As primaveras em 1859. Em 1860, morreu o pai, que sempre o amparou e custeou de bom grado as despesas da sua vida literária, apesar das queixas românticas feitas contra a imposição da carreira. A paixão absorvente que consagrou à poesia justifica a reação contra a visão limitada com que o velho Abreu procurava encaminhá-lo na vida prática.

Doente de tuberculose, buscou alívio no clima de Nova Friburgo. Sem obter melhora, recolhe-se à fazenda de Indaiaçu, No município que hoje leva seu nome, onde veio a falecer, seis meses depois do pai, faltando três meses para completar vinte e dois anos.

Em As primaveras acham-se os temas prediletos do poeta, e que o identificam como lírico-romântico: a nostalgia da infância, a saudade da terra natal, o gosto da natureza, a religiosidade ingênua, o pressentimento da morte, a exaltação da juventude, a devoção pela pátria e a idealização da mulher amada. A sua visão do mundo externo está condicionada estreitamente pelo universo do burguês brasileiro da época imperial, das chácaras e jardins. Trata de uma natureza onde se caça passarinho quando criança, onde se arma a rede para o devaneio ou se vai namorar quando rapaz.

À simplicidade da matéria poética corresponde o amaneiramento paralelo da forma. Casimiro de Abreu desdenha o verso branco e o soneto, prefere a estrofe regular, que melhor transmite a cadência da inspiração “doce e meiga” e o ritmo mais cantante. Colocado entre os poetas da segunda geração romântica, expressa, através de um estilo espontâneo, emoções simples e ingênuas. Estão ausentes na sua poesia a surda paixão carnal de Junqueira Freire, ou os desejos irritados, macerados, do insone Álvares de Azevedo. Ele pôde sublimar em lânguida ternura a sensualidade robusta, embora quase sempre bem disfarçada, dos seus poemas essencialmente diurnos, nos quais não se sente a tensão das vigílias. No poema “Violeta” configura a teoria do amor romântico, segundo a qual devem ficar subentendidos os aspectos sensuais mais diretos, devendo, ao contrário, ser manifestado, com o maior brilho e delicadeza possível, o que for idealização de conduta. “Meu livro negro”, em toda a sua obra, é o único momento de amargura violenta e rebeldia mais acentuada; noutros o drama apenas se infiltra, menos compacto. Em sua poesia, talvez exagerada no sentimentalismo e repleta de amor pela natureza, pela mãe e pela irmã, as emoções se sucedem sem violência, envolvidas num misto de saudade e de tristeza.”

Obras de Casimiro de Abreu:

Fora da Pátria, prosa, 1855
Minha Mãe, poesia, 1855
Rosa Murcha, poesia, 1855
Saudades, poesia, 1856
Suspiros, poesia, 1856
Camões e o Jau, teatro, 1856
Meus Oito Anos, poesia, 1857
Longe do Lar, prosa, 1858
Treze Cantos, poesia, 1858
Folha Negra, poesia, 1858
Primaveras, poesias, 1859

Consulte o acervo da FBN sobre Casimiro de Abreu:

http://acervo.bn.br/sophia_web/index.html

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FBN Informa – Horário de funcionamento durante as festas de final de ano

dezembro 22, 2016


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A Biblioteca Nacional informa aos visitantes, leitores e pesquisadores que estará em regime especial de funcionamento a partir desta sexta-feira (23/12):

dia 23 – funcionamento até às 13h

dias 24, 25 – a BN não funcionará

dias 26,27,28 e 29 – expediente normal

dia 30 – funcionamento até às 13h

dias 31 e 1/1 – a BN não funcionará

a partir do dia 2/1 – expediente normal

FBN I História – 09 de outubro de 1999 – Morre João Cabral de Melo Neto

outubro 9, 2016

joao_cabral_de_melo_netoFotografia: ABL

Poeta e diplomata, João Cabral de Melo Neto nasceu em 6 de janeiro de 1920, em Recife, e faleceu no dia 9 de outubro de 1999, aos 79 anos, no Rio de Janeiro. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, em 1968, recebido por José Américo.

Filho de Luís Antônio Cabral de Melo e de Carmen Carneiro Leão Cabral de Melo, João publicara seu primeiro livro de poemas – “Pedra do Sono”, em 1942. Anos mais tarde, inscreveu-se no concurso para a carreira de diplomata e, assim, iniciou uma larga peregrinação por diversos países.

A atividade literária acompanhou-o durante todos esses anos no exterior e no Brasil, o que lhe valeu ser contemplado com numerosos prêmios. A um importante trabalho de pesquisa histórico-documental, editado pelo Ministério das Relações Exteriores, deu ao poeta o título de “O Brasil no arquivo das Índias de Sevilha”.

Da obra de João Cabral se destacam os seguintes títulos: “O engenheiro”, 1945; “O cão sem plumas”, 1950; “O rio”, 1954; “Quaderna”, 1960; “Poemas escolhidos”, 1963; “A educação pela pedra”, 1966; “Morte e vida severina e outros poemas em voz alta”, 1966; “Museu de tudo”, 1975; “A escola das facas”, 1980; “Agreste”, 1985; “Auto do frade”, 1986; “Crime na Calle Relator”, 1987; “Sevilla andando”, 1989.

Os “Cadernos de Literatura Brasileira”, notável publicação editada pelo Instituto Moreira Salles – dedicou seu Número I – março de 1996, ao poeta, com selecionada colaboração de escritores brasileiros, portugueses e espanhóis e abundante material iconográfico. (Fonte: ABL)

No ano de 1990, o jornal O Estado de São Paulo publicou a seguinte matéria: “João Cabral – O outro e o mesmo”.

Leia o texto na Hemeroteca Digital Brasileira.

FBN I História – 08 de outubro de 1799 – Nasce Evaristo da Veiga

outubro 8, 2016

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Poeta, jornalista e político, nasceu em 08 de outubro de 1799, no Rio de Janeiro, e faleceu em 12 de maio de 1837. É o patrono da cadeira n.10 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Rui Barbosa.

Filho do português Francisco Luís Saturnino da Veiga e da brasileira Francisca Xavier de Barros, Evaristo iniciou-se a carreira política em 1827, desde o seu ingresso no jornal Aurora Fluminense. Também fundou a Sociedade Defensora da Liberdade e Independência Nacional, empenhando na defesa das liberdades constitucionais como condição de existência da jovem pátria. Mais tarde, em 1830, foi eleito deputado por Minas Gerais.

Tornou-se um dos pilares da situação durante as Regências, conduzindo a opinião liberal, contribuindo para a defesa das instituições públicas, além de trabalhar para o desenvolvimento intelectual e artístico. Foi membro do Instituto Histórico de França e da Arcádia de Roma e é o autor da letra do hino da Independência, musicado por Pedro I. (Fonte: ABL)

Conheça um pouco sobre as poesias de Evaristo da Veiga consultando a BN Digital.

FBN I História -16 de julho de 1696, fundação da cidade de Mariana – MG

julho 16, 2016
Acervo Biblioteca Nacional

Acervo Biblioteca Nacional

Liderados por Salvador Fernandes Furtado de Mendonça, bandeirantes paulistas encontraram ouro em um rio batizado de Ribeirão Nossa Senhora do Carmo, em 16 de julho de 1696. Às margens desse rio, nasceu um arraial que, pouco tempo depois, transformou-se num dos principais fornecedores do minério para Portugal, tornando-se, ainda, a primeira vila criada na então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro.

Primeira vila, primeira capital, sede do primeiro bispado e primeira cidade a ser projetada em Minas Gerais, a história de Mariana, imersa num contexto de descobertas, religiosidade, expressão artística e busca por ouro, é marcada, também, pelo pioneirismo de uma região que resiste aos séculos, conservando a memória do Brasil Colonial. (fonte:  http://www.pmmariana.com.br/historico).

 

Augusto Riedel - "Cidade episcopal de Marianna"

Augusto Riedel – “Cidade episcopal de Marianna”

Para saber mais sobre a cidade, acesse: http://www.pmmariana.com.br/

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Série de oficinas movimentam a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles em Brasília

março 4, 2013

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Dando início à programação cultural do ano de 2013, a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB/FBN/MinC), em Brasília,  irá oferecer mais quatro oficinas gratuitas, a partir do dia 13 de março, ministradas pelo professor Marco Antunes, no horário das 11h10 às 13h.

Realizados em parceria com o Núcleo de Literatura do Centro Cultural da Câmara dos Deputados, os cursos  são voltados para as áreas da Literatura e  da Psicologia.

As oficinas oferecidas são:

Clube de Leitura de Grandes Livros Contemporâneos – Livros Polêmicos – onde os participantes irão ter contato com grandes obras da literatura contemporânea e analisar o impacto social e cultural destes trabalhos, bem como a sobrevivência do interesse na obra através dos anos.  Os livros que serão analisados no primeiro semestre são “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, de José Saramago, e “A Última Tentação de Cristo”, de Nikos Kazantzakis.

 A Oficina de Técnica da Narrativa – que vai ensinar a narrativa literária de Contos e Crônica, destacando as principais técnicas e motivando os alunos a escreverem. Muitos autores brasilienses já frequentaram as oficinas da Biblioteca Demonstrativa, que desde  2011 vêm oferecendo este tipo de curso. O escritor João Batista de Almeida é um exemplo dos alunos que passaram pelas oficinas de Literatura da biblioteca.

As outras duas oficinas são estudos de obras de arte a partir do enfoque de livros célebres da literatura internacional, como ‘ O Homem e seus Símbolos’, do psiquiatra Carl Gustav Jung, e do clássico das mutações o ‘I Ching’, obra oriental milenar da sabedoria e conduta social. Estes cursos são ministrados por meio de pequenas palestras de análise das obras e da importância da iconografia para a compreensão da realidade, da cultura, da religião e da sociedade.

A oficina Clube de Meditação I CHING  é a mais tradicional do núcleo de literatura da biblioteca. É uma oportunidade para meditar sobre a cultura oriental e realizar debates sobre a iconografia e a filosofia deste importante livro da filosofia taoísta.

Ainda estão programadas oficinas de Dança Circular e Jogos Cooperativos, ministradas pela professora Isolda Marinho, a partir do dia 11 de março e a oficina de Aletramento Materno, baseada no livro  Como Ensinar seu Bebê a Ler, de Glenn Doman, neurofisiatra norte-americano, ministrada por Kátia Xavier, prevista para o dia 23 de março.

Tradição

Ao lado das quatro oficinas que terão inicio em março, a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles oferece, ao longo de anos, uma ampla e diversificada programação cultural. Em 2013, por exemplo, o espaço está oferecendo  curso de língua portuguesa, apresentações musicais em parceria com a Escola de Música de Brasília e a exposição “Drummond, Testemunho da Experiência Humana”,  aberta ao público até o dia 9 de março.

Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB/FBN/MinC)

Endereço: Av. W3 Sul EQ 506/507.

Horário das oficicias: 11h10 às 13h.

Data: A partir do dia 13/3/2013.

Mais informações: (61) 3244-3015 – procult.bdb@bn.br

http://www.bdb.org.br

 

Novo Blog da BN

novembro 11, 2011
A Fundação Biblioteca Nacional está lançando mais um canal de comunicação na internet, o Blog da BN. Este novo canal, que se junta a nosso twitter e à página no facebook , será  mais uma forma de estar perto de você, leitor. 

A partir desta sexta-feira, o Blog da BN será seu principal canal para informações a respeito da movimentada agenda cultural da Biblioteca  Nacional. Aqui você terá entrevistas, cobertura de eventos, galeria de imagens e tudo sobre as exposições, encontros, seminários organizados pela BN.

Esperamos que vocês apreciem este novo canal!

Atenciosamente,

Equipe de Comunicação da Fundação Biblioteca Nacional