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FBN | 19 de janeiro de 1809 – nasce o escritor americano Edgar Allan Poe

janeiro 19, 2017

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Nascido em Boston, Massachusetts, em 19 de janeiro de 1809, Edgar Allan Poe é considerado um dos maiores escritores estadunidenses dos gêneros suspense e terror. Abandonado pelo pai ainda bebê, Poe foi adotado por um bem-sucedido mercador de tabaco logo após a morte de sua mãe. Recebeu educação tradicional na Escócia e na Inglaterra, regressando, em seguida, aos Estados Unidos. Em sua terra natal, frequentou a Universidade de Virgínia, onde se envolveu profundamente com o alcoolismo e o jogo. Seu primeiro livro de poesias foi publicado em 1827. Entre suas principais obras, estão A Carta Roubada, Assassinatos na rua Morgue, O Gato Preto e O Corvo — seu poema mais conhecido.

 

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Acesse ‘O Gato Preto’, de Edgar Allan Poe, publicado na revista Fon Fon, em: http://memoria.bn.br/docreader/259063/137807

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FBN | 18 de janeiro de 1919 – Iniciada a Conferência da Paz

janeiro 18, 2017

A Conferência da Paz, marco do fim da I Guerra Mundial, foi destaque na primeira página do jornal ‘A Noite’ em 18 de janeiro de 1919, com a manchete “A Conferencia da Paz inicia hoje os seus trabalhos”.

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Conforme a publicação:

“Iniciaram-se hoje em Paris as reuniões preliminares da Conferencia da Paz. Os maiores problemas que até hoje foi dado a um tribunal examinar e resolver com toda liberdade serão apresentados á Conferencia. Della vão sair novos principios; vão ser traçadas novas fronteiras e rasgados novos horizontes aos povos sedentos do bem estar a que têm direito e que até hoje não lograram alcançar, apezar de todas as dores soffridas e de todos os sacrificios feitos (…)”.

Leia a matéria na íntegra em: http://memoria.bn.br/docreader/348970_01/14271

Para acessar outras edições do jornal ‘A Noite’, acesse a Hemeroteca Digital em: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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Brasiliana Fotográfica | A Gruta da Imprensa

janeiro 16, 2017

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A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da Gruta da Imprensa, localizada na Avenida Niemeyer, no Rio de Janeiro. O registro foi produzido por Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, e pertence ao Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras do portal. A Gruta da Imprensa foi inaugurada pelo prefeito Carlos Sampaio, dias antes do início da viagem dos reis da Bélgica ao Brasil, em 1920, e sua denominação foi uma homenagem do prefeito à imprensa carioca.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7199

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FBN | Mostra Oswaldo Goeldi (1895-1961)

janeiro 5, 2017

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A partir de hoje, e até o final de fevereiro, a Sala de Manuscritos abrigará uma pequena mostra relativa a Oswaldo Goeldi.

Gravador, desenhista, ilustrador e professor, Oswaldo Goeldi nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1895. Até os seis anos de idade, viveu em Belém (PA) com seus pais, Adelina Meyer Goeldi e Emilio Augusto Goeldi. O pai, suíço, foi um renomado zoólogo e naturalista, e dirigiu uma das mais importantes instituições de Belém, que hoje leva seu nome: o atual Museu Paraense Emílio Goeldi.

 

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Oswaldo Goeldi viveu na Suíça até o falecimento de seu pai. Depois, abandonou o curso na Escola Politécnica para se matricular na École des Arts et Métiers. Decepcionado com a instituição, passou a ter aulas com Serge Pahnke e Henri Van Muyden. Em 1917, realizou sua primeira exposição individual em Berna (Suíça), ocasião em que conheceu a obra do austríaco Alfred Kubin, seu mentor artístico.

 

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De volta ao Brasil, em 1919, trabalhou como ilustrador de livros, revistas e jornais. Dois anos depois, ao expor no saguão do Liceu de Artes e Ofícios, aproximou-se de pessoas interessadas na renovação da arte, como os organizadores da Semana de 1922. A partir de 1923, dedicou-se intensamente à xilogravura, técnica que conheceu com Ricardo Bampi.

Em 1930, lançou o álbum “Dez Gravuras em Madeira”, prefaciado por Manuel Bandeira e cuja venda permitiu seu retorno à Europa, onde expôs novamente em Berna e em Berlim. Por volta de 1932, retornou ao Brasil e começou a experimentar com o uso da cor em xilogravuras. Consolidado como ilustrador, expôs na 25ª Bienal de Veneza em 1950. No ano seguinte, ganhou o Prêmio de Gravura da 1ª Bienal Internacional de São Paulo.
Começa a lecionar em 1952 e, após três anos, passou a ensinar xilogravura na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA). Em 1956, no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, foi realizada sua primeira retrospectiva. Faleceu em 1961. Sua obra já participou de mais de uma centena de exposições em vários países. Hoje, Goeldi é venerado no meio artístico e suas obras são matérias de referência mundial no campo da gravura.

 

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A Coleção Oswaldo Goeldi da Divisão de Manuscritos, doada em 2010 por colecionadores privados, contém anotações pessoais, correspondência, recortes de jornal, catálogos e impressos reunidos pelo próprio Goeldi. A gravura “Chuva”, uma das mais conhecidas de Goeldi, está reproduzida num desses livros, da autoria de Aníbal Machado, que trata da obra do artista plástico. Sobre ela afirmou o crítico de arte e poeta Ronaldo Brito:
“O homem do guarda-chuva vermelho é o exemplar típico do sujeito anônimo universal. Todos nós, cada um de nós, resumido à sua condição básica – o homem sozinho dentro do mundo, diante da vida, a enfrentar como pode os elementos.”

 

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As demais imagens deste post se referem a peças do artista que estão sob a guarda da Divisão de Iconografia: são gravuras e matrizes doadas em 1978 por Beatrix Reynal.

Acesse baixe algumas imagens:

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Série Documentos Literários – O Rei que Deve Obrar Só: um poema de Muniz Barreto

dezembro 30, 2016

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta um poema satírico que teria sido recitado por Francisco Muniz Barreto, no teatro da Bahia, na presença de d. Pedro II.

Segundo as notas biográficas deixadas por seu filho Rozendo, Muniz Barreto nasceu em 1804, na vila de Jaguaripe (BA). Sua família o destinava aos estudos de Direito em Coimbra, mas os movimentos precursores da Independência o levaram a entrar para o exército, onde continuou até 1828. Datam dessa época seus primeiros poemas, classificados como “repentes”, que, ainda segundo seu filho e biógrafo, eram “tiros de sátira contra injustiças e grosserias do régulo”.  Viveu por algum tempo na Corte, trabalhando como redator do “Correio da Câmara dos Deputados”, e regressou à Bahia, onde foi nomeado 1º escriturário da Alfândega e onde viria a falecer em 1868.

Durante seus anos de vida, Muniz Barreto alcançou muita notoriedade, sendo considerado o maior poeta brasileiro do improviso. Sílvio Romero, que o mencionou em “História da Literatura Brasileira” (1888), relata como, ouvido o mote, ele se erguia e se punha quase imediatamente a recitar com segurança. O mesmo crítico afirma que seus poemas meditados, ou seja, não improvisados, reunidos em dois volumes intitulados “Clássicos e Românticos”, são os mais fracos de todos.

Em 1864, Muniz Barreto lançou uma coleção de teor inteiramente diferente, o “Álbum da Rapaziada”, composto por poemas fesceninos, isto é, de um teor erótico e satírico na mesma linha de Bocage e, principalmente, de Gregório de Mattos. A publicação não lhe trouxe o lucro que, no prefácio do livro, Barreto afirmou ser o seu objetivo, mas os poemas do “Álbum” costumam ser apreciados por seu humor satírico e pela crítica de costumes, que também se encontravam presentes nos poemas feitos de improviso.

O poema que apresentamos aqui estaria, à primeira vista, entre os encomiásticos –poemas escritos com a finalidade de homenagear pessoas ilustres – de que Muniz Barreto foi autor. Alguns deles foram publicados com a indicação de terem sido declamados em solenidades. Os versos, contudo, têm a clara intenção da crítica aos maus políticos, o que é feito de forma maliciosa, usando com duplo sentido o verbo “obrar” para se referir às atitudes do soberano:

 

Quero Rei que obre sozinho.

Obrar à vista da gente

Até parece indecente.

Não achas, rico Chiquinho?

Obre o Rei do povo em pró,

É justo, mas só por só.

Que os taes eleitos do povo

Tocando a sua matraca

Não valem meia pataca

Nem todos juntos um só.

Não óbrão do povo em pró

Como obraria o Rei só.

 

O manuscrito é proveniente da Coleção Mello Moraes e tem uma anotação em que se diz ter sido copiado pelo barão de Cayru. O original está na Divisão de Manuscritos, e o documento pode ser consultado no link: http://bit.ly/2hNs0Vc

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FBN | Programação cultural no fim do ano de 1931

dezembro 26, 2016

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Em 26 de dezembro de 1931, o jornal “Diario de Noticias” publicou a relação de peças e filmes em cartaz na cidade do Rio de Janeiro. Para acessar a publicação e analisar o quadro de atrações, clique em: http://bit.ly/2hZKpBl

Outras edições do Diario de Noticias podem ser encontradas na Hemeroteca Digital, através do link  bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | As Historias de Vovo – Um Papa’ Noel de contrabando

dezembro 14, 2016

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Em 21 de dezembro de 1910, a revista O Tico-Tico publicou a tirinha “As Historias de Vovo – Um Papa’ Noel de contrabando”. Neste relato, Vovo é surpreendido, durante o seu sono, por uma agradável surpresa na Noite de Natal.

E você, leitor? Qual foi a maior surpresa de natal que você já fez ou recebeu? Compartilhe conosco!

Acesse a publicação em: http://memoria.bn.br/DocReader/153079/3592

Veja outras edições da Revista O Tico Tico na Hemeroteca Digital, em: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 13 de dezembro de 1968: editado o Ato Institucional n°5

dezembro 13, 2016

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O jornal Correio da Manhã, em sua edição do dia 14 de dezembro de 1964, publicou em sua primeira página:

“EDITADO NÔVO ATO INSTITUCIONAL
DECRETADO RECESSO DO CONGRESSO”

No texto, é elucidado que “o presidente Costa e Silva, após reunião de três horas com o Conselho de Segurança Nacional, realizada no Palácio Laranjeiras, editou um nôvo Ato Institucional (o de número cinco) e, no Ato Complementar n.° 38, que baixou a seguir, decretou o recesso do Congresso Nacional […]”.

Leia a matéria na íntegra em: http://bit.ly/2gHYz92

Acesse o texto completo do AI5 em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/AIT/ait-05-68.htm

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FBN | dia 12 de dezembro, Belo Horizonte completa 119 anos

dezembro 12, 2016

Para comemorar o aniversário de Belo Horizonte, oficialmente inaugurada no dia 12 de dezembro de 1897, a Biblioteca Digital disponibiliza a Planta Geodésica, Topográfica e Cadastral elaborada pela Comissão Construtora em março de 1895, que se encontra sob a guarda da Divisão de Cartografia da Fundação Biblioteca Nacional.

Belo Horizonte cresceu a partir do núcleo chamado de Arraial Curral del Rey e foi escolhida para ser a capital do estado de Minas Gerais em 1893. Para isso, contudo,teve de passar por uma série de reformas urbanas. A empreitada ficou a cargo da Comissão Construtora da Nova Capital, chefiada por Aarão Reis.

O projeto urbanístico ficou pronto em maio de 1895 e era inspirado em cidades como Washington e Paris. No centro, o traçado geométrico estabelecia um padrão de ruas retas, uma espécie de quadriculado, com avenidas dispostas em diagonal. A área suburbana deveria crescer mais tarde. Ao redor, haveria uma área rural que deveria abastecer a cidade com produtos agrícolas.

Acesse “Belo Horizonte [Cartográfico] : planta geodesica, topographica e cadastral da zona estudada”, disponível da BNDigital, em:

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart168278/cart168278.jpg

FBN | 12 de dezembro de 1877 – morre José de Alencar

dezembro 12, 2016

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No dia 12 de dezembro de 1877 faleceu José de Alencar, um dos mais conhecidos escritores brasileiros do século XIX, considerado como fundador do romance de temática nacional.

Nascido a 1 de maio de 1829 em Messejana (CE), Alencar era filho ilegítimo do padre José Martiniano Pereira de Alencar, que mais tarde se tornaria senador. Formou-se em Direito e, desde cedo, começou a colaborar com jornais como O Diário do Rio de Janeiro e O Correio Mercantil, no qual, em 1854, estreou como folhetinista. Seus primeiros romances – Cinco Minutos (1856), A Viuvinha (1857) e o Guarani (1857) foram publicados primeiramente em jornais, como era comum na época.

 

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O Guarani foi o livro que concedeu notoriedade a José de Alencar. Ele escreveria mais dois com temática indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). Também produziu outros com temática urbana, como Senhora (1875), regionalista (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e histórica (As Minas de Prata, 1865-66; Guerra dos Mascates, 1873). Além disso, escreveu peças teatrais. A par da carreira literária, teve também atuação política, sempre ligado ao Partido Conservador.

Ao contrário de Machado de Assis, cuja obra resistiu à ação do tempo devido à sua aguda observação da natureza humana e crítica de costumes, José de Alencar é considerado por alguns estudiosos um autor datado. Seus livros, entretanto, crescem em valor por terem procurado representar o Brasil em seus diversos aspectos e valorizar, ainda que romanticamente, a figura do índio e do homem comum, habitante de regiões distantes da capital.

 

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A BN Digital disponibiliza o Catálogo da Exposição Comemorativa do Centenário da Morte de José de Alencar, que teve lugar em 1977 na Biblioteca Nacional. E nós fazemos duas perguntas: você já leu um romance de Alencar? Qual é o seu favorito?

Acesse o catálogo da exposição em: http://bit.ly/2hlOZHo

Acesse, também, o livro “Marquez de Caxias”, escrito pelo autor: http://bit.ly/2hEZCUJ
Pesquise sobre José de Alencar na BNDigital através do link bndigital.bn.br/acervodigital/

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