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FBN I História – 18 de Julho de 1841: Coroação do Imperador Dom Pedro II

julho 18, 2017
D. Pedro II - Coleção Thereza Christina Maria

D. Pedro II – Coleção Thereza Christina Maria

Aos 15 anos de idade, depois de uma manobra que oficializou a redução da sua maioridade, D. Pedro II foi coroado, em cerimônia solene, Imperador do Brasil.

O jornal Diário do Rio de Janeiro, na edição 00157, de 19 de julho de 1841 publicava a seguinte nota:

18 de julho – A SAGRAÇÃO E COROAÇÃO DO SENHOR D. PEDRO II

Teve logar a cerimônia augusta, a solemne invocação da divindade para que se digne derramar os thesouros de sua infinita bondade sobre o reinado do Sr. D. Pedro 2º, aclamado em 7 de abril de 1831 imperador do Brasil o seu defensor perpétuo; a consagração religiosa é um acto importante para o christão; a política fria e severa não a desdenha, pelo contrário a applaude e preside a ella…

 

Leia a matéria na integra: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&PagFis=24242

Foto: Paris [França : [s.n.], 1890]. Busto do Imperador idoso, voltado para a esquerda.

 http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon852419/icon852419.jpg

 

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Dia 06 de julho acontece mais uma edição do programa “Diálogos”

julho 3, 2017

O encontro que o “Diálogos” promoverá esta semana vai abordar o tema: Ser jovem na periferia.
Jovens, negros e pobres, o alvo maior da violência nas favelas, mostram todas as estatísticas. Mas são eles também que estão criando uma cultura potente e inovadora.
Neste encontro vamos ouvir o depoimento de Raul Santiago, do jornal comunitário Papo Reto, sobre a nova cultura gestada nestes territórios, discutir a política de segurança e as ações contra a violência com Eliana Silva, da Redes da Maré e o defensor público da área de direitos humanos Daniel Lozoya Constant Lopes. A mediação é da jornalista Helena Celestino.

 

 

O “Diálogos” acontece toda quinta às 18h30, e é transmitido ao vivo pelo Youtube, inscreva-se no canal para acompanhar: 

 

Para saber mais sobre as próximas edições:

FBN | Documento da Semana: 01 de julho de 1994: Brasil adota o Real como nova moeda.

julho 1, 2017

plano real

Após décadas de instabilidade monetária o Brasil substituiu o Cruzeiro Real pela nova moeda, o Real, com promessa de estabilidade e equiparação ao dólar.

O documento é a manchete do jornal Tribuna da Imprensa, edição 13544, de 01 de julho de 1994, destacando o dia de lançamento da nova moeda brasileira.

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=154083_05&PagFis=25618

 

FBN | Série Documentos Literários: A Encrenca Européa

junho 29, 2017

Próximo à data em que se completa mais um ano desde o Atentado de Sarajevo (28 de junho de 1914), que vitimou o herdeiro do Império Austro-Húngaro, Francisco Fernando, e contribuiu para o início da Primeira Guerra Mundial, a Série Documentos Literários apresenta o mapa satírico “A Encrenca Européa”, da autoria de Raul Pederneiras.

O professor, escritor e artista carioca Pederneiras (1874 – 1953) iniciou suas atividades em 1898, no jornal “O Mercúrio”, e colaborou com vários periódicos de alta circulação, tais como “O Malho”, “Fon-Fon”, “Revista da Semana” e “Jornal do Brasil”. Foi um dos caricaturistas mais aclamados das primeiras décadas do século XX, juntamente com J. Carlos (José Carlos de Brito e Cunha) e K. Lixto (Calixto Cordeiro). Segundo o pesquisador Rogério de Souza Silva, era um mestre da sátira e do trocadilho, sempre certeiro em suas críticas ao estado de coisas no país. Era também muito hábil em se adequar a exigências editoriais, produzindo imagens e textos sob encomenda sem, contudo, perder sua identidade como artista.

“A Encrenca Europea” é um mapa satírico publicado a 22 de agosto de 1914, pouco após a deflagração da Primeira Guerra Mundial. Foi patrocinado por uma instituição financeira de nome Globo, que oferecia empréstimos e seguros e que veicula informações nas bordas do documento.

O mapa reflete o talento de Pederneiras tanto na arte quanto nas palavras, denominando algumas regiões europeias de maneira brincalhona (“Lugar onde Judas perdeu as botas”, “Mancha — que limpa”) e apresentando os países como pessoas belicosas, usando roupas que identificam sua nacionalidade. A França é uma mulher com barrete frígio, a Espanha traz uma rosa entre os dentes, o Império Russo se apresenta como um bando de velhos agasalhados que lembram São Nicolau. Portugal é representado por um personagem de caricatura, o “Zé Povinho”, criado pelo artista Raphael Bordallo Pinheiro (1846 – 1905) que se tornou a personificação do homem do povo português. Curiosamente, “Zé Povo” — que mudava de aparência de acordo com o artista e com o momento político — foi um personagem produzido por vários caricaturistas, entre os quais Raul Pederneiras, em periódicos brasileiros do final do século XIX e início do XX.

O mapa “A Encrenca Européa” está na Divisão de Cartografia da Biblioteca Nacional e pode ser consultado através do link da BN Digital

FBN | 29 de junho de 1895, morre Floriano Peixoto

junho 29, 2017

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Nascido em Maceió, Alagoas, Floriano Vieira Peixoto foi enviado ao Rio de Janeiro aos dezesseis anos para concluir os estudos e ingressar na Escola Militar, dando continuidade a uma tradição familiar de militares envolvidos na política. Ascendeu na hierarquia durante a Guerra do Paraguai e, com a proclamação da República, foi vice-presidente de Deodoro da Fonseca. Com a renúncia deste em novembro de 1891, Floriano assume a presidência de um governo sustentado pela unidade das Forças Armadas. Demitiu todos os governadores que apoiavam Deodoro; perseguiu opositores e desterrou vários para a Amazônia, ameaçando inclusive os juízes do Supremo Tribunal que pensassem em emitir habeas corpus para os exilados. Fez alianças com partidos mais progressistas e com políticos paulistas que permitiram o aumento da base política e a manutenção da unidade da República mediante a supressão das várias revoltas ocorridas em seu governo – entre elas, a Revolta da Armada, abordada por Lima Barreto em Triste Fim de Policarpo Quaresma.

“Quaresma pôde então ver melhor a fisionomia do homem que ia feixar em suas mãos, durante quase um ano, tão fortes poderes, poderes de Imperador Romano, pairando sobre tudo, limitando tudo, sem encontrar obstáculo algum aos seus caprichos, às suas fraquezas e vontades, nem nas leis, nem nos costumes, nem na piedade universal e humana. Era vulgar e desoladora. O bigode caído; o lábio inferior pendente e mole a que se agarrava uma grande “mosca”; os traços flácidos e grosseiros; não havia nem o desenho do queixo ou olhar que fosse próprio, que revelasse algum dote superior. Era um olhar mortiço, redondo, pobre de expressões, a não ser de tristeza que não lhe era individual, mas nativa, de raça; e todo ele era gelatinoso – parecia não ter nervos. Não quis o major ver em tais sinais nada que lhe denotasse o caráter, a inteligência e o temperamento. Essas cousas não vogam, disse ele de si para si.”

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta ou download a edição especial nº 21 do periódico “A Setta – orgam infantil republicano” de 29 de junho de 1897 consagrada a memória do Marechal F. Peixoto.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1309059/mss1309059.pdf

Leia também o artigo de Silvio Vieira Peixoto publicado em 1936. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1351924/mss1351924.pdf

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FBN | 28 de junho de 1919: a Alemanha assina o Tratado de Versailles

junho 28, 2017
 
Em 29 de junho de 1919, o jornal Correio da Manhã publicou a seguinte capa:
 
“28 de junho de 1914 o assassinato do herdeiro do throno austro-hungaro lançava o rastilho da guerra mundial
 
Cinco annos depois assina-se, no mesmo dia, o Tratado de Paz”
 

FBN | Homenagem – 27 de junho de 1908, nasce Guimarães Rosa

junho 27, 2017
Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

 

João Guimarães Rosa, contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo (MG) em 27 de junho de 1908. Foi o terceiro ocupante da cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras.

Formado em Medicina (1930) estreou na vida  literária em 1929 na revista O Cruzeiro,com o conto “O mistério de Highmore Hall”. Em 1936  recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras pela coletânea de versos Magma.

Como diplomata foi cônsul em Hamburgo (1938-42), secretário de embaixada brasileira em Bogotá (1942-44), chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946), primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51), secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz (1948) e representante do Brasil junto a UNESCO.

Além do Prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a “Magma”, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d’Oliveira pelo livro “Sagarana” (1946), o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro pelo clássico  “Grande sertão: Veredas”. Em 1956 foi agraciado com o Prêmio Carmen Dolores Barbosa, em 1957 pelo  Prêmio Paula Brito. Em 1963 sua obra  “Primeiras estórias” recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil. (Fonte: ABL)

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Consulte as obras Guimarães Rosa no acervo da Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional:  http://www.bn.br/explore/acervos/obras-gerais

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FBN | Homenagem – 26 de junho de 1826, nasceu Francisco Otaviano

junho 26, 2017
Foto: ABL

Foto: ABL

Francisco Otaviano de Almeida Rosa, nasceu no Rio de Janeiro, em 26 de junho de 1826, onde faleceu 28 de junho de 1889. Advogado, jornalista, político, diplomata e poeta é o patrono da cadeira nº 13 da Academia Brasileira de Letras por escolha do fundador Visconde de Taunay.

Começou os estudos no colégio do professor Manuel Maria Cabral e a partir daí passou a dedicar-se ao estudo das línguas, história, geografia e filosofia. Formou-se em Direito no ano de 1845 em São Paulo e ingressou na vida profissional atuando como advogado e jornalista. Na carreira política foi  deputado geral (1852) e senador (1867). Como jornalista, atuou nas campanhas do Partido Liberal e participou da elaboração da Lei do Ventre Livre.

Uma de suas frustrações era a constatação de que apesar de gostar de poesia, desviou-se dela voltando esforços para o mundo da política. “Sua obra poética representa uma espécie de inspiração do homem médio, mas não banal, o que lhe dá, do ponto de vista psicológico, uma comunicabilidade aumentada pela transparência do verso, leve e corredio. Em torno do eixo central de sua personalidade literária se organizam as tendências comuns do tempo, num verso quase sempre harmonioso e bem cuidado… Ficou para sempre inscrito entre os nossos poetas da fase romântica, como autor de duas ou três peças antológicas, mesmo que não tenha exercido a literatura com paixão, e o patriota que foi dá-lhe lugar entre os grandes vultos brasileiros do século XIX.” (fonte: ABL)

A divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional guarda dois tesouros escritos por Francisco Otaviano:

Flor da campa [18–]:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_13_022/mss_I_07_13_022.pdf

A filha da albergueira [1867]

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_13_021/mss_I_07_13_021.pdf

 

 

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FBN | Homenagem – 24 de junho de 1820, nasceu Joaquim Manuel de Macedo

junho 24, 2017
fonte: ABL

Foto: ABL

Joaquim Manuel de Macedo  nasceu em 24 de junho de 1820, e faleceu em 11 de abril de 1882. Foi jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista. É o patrono da cadeira nº 20 na Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Salvador de Mendonça.

Em 1844 formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro,  mesmo ano em que publicou  A Moreninha. Em 1849, junto com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias fundou a revista Guanabara. Abandonou a Medicina e foi professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II e lecionou  para filhos da princesa Isabel. Foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81) além de membro do Instituto Histórico (1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). (fonte: ABL)

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional possui alguns documentos assinados por Joaquim Manuel de Macedo. Dentre eles se encontram duas cartas endereçadas a frei Camilo de Monserrate, o qual, assim como ele, era professor do Colégio Pedro II, e a quem envia anotações sobre alguns pontos de Geografia e História Antiga, ministrados no ano anterior. As cartas pertencem à Coleção Camilo de Monserrate, que, em 1853, se tornou diretor da Biblioteca Nacional.

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Suas obras:

Considerações sobre a nostalgia, 1844.
Discurso que na augusta presença de S. M. Imperial, na ocasião de tomar o grau de em medicina recitou Joaquim Manuel de Macedo, 1844.
A Moreninha, 1844.
O moço louro, 1845.
Os dois amores, 1848.
O cego, 1849.
Rosa, 1849.
Cobé, 1854.
Vicentina, 1854.
O forasteiro, 1855.
A carteira de meu tio, 1855.
Memórias do sobrinho do meu tio, 2 vols, 1867-1868.
O fantasma branco, ópera, 1856.
A nebulosa, 1857.
O primo da Califórnia, 1858.
Amor e pátria, 1859
O sacrifício de Isaac, 1859
Luxo e vaidade, 1860
Lições de História do Brasil, 1851
Os romances da semana, 1861
Cântico, 1862.
Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro, 2 vols, 1862-1863.
Lusbela, 1863.
O novo Otelo, 1863.
Teatro, 1863.
A torre em concurso, 1863.
Questão Janrard, 1864.
O culto do dever, 1865.
Mazelas da atualidade, 1867.
A luneta mágica, 1869.
Nina, 1869.
O Rio do quarto, 1869.
As vítimas-algozes, 1869.
As mulheres de mantilha, 1870.
A namoradeira, 1870.
Remissão de pecados, 1870.
Um noivo, duas noivas, 1871.
Os quatro pontos cardeais, 1872.
Misteriosa, 1872.
Cincinato quebra-louça, 1873.
Noções de Corografia do Brasil, 1873.
A baronesa do amor, 1876.
Ano biográfico brasileiro, 3 vols. 1876-1880.
Vingança por vingança, 1877.
Memórias da Rua do Ouvidor, 1878.
Mulheres célebres, 1878.
Antonica da Silva, 1880.

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FBN | Série Documentos Literários: 23 de junho – aclamação de D. Miguel como rei de Portugal

junho 23, 2017

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, recorda a aclamação de D. Miguel, irmão mais novo de D. Pedro I, que foi rei de Portugal entre 1828 e 1834.

Apelidado, no período em que ocupou o trono, de “Tradicionalista” e “Absolutista”, ou ainda “Absoluto”, D. Miguel (Queluz, Portugal, 1802 – Karlsruhe, Alemanha, 1866) é uma figura controversa na História de Portugal. De mentalidade conservadora e fortemente católico, esteve ao lado do pai, D. João VI, na revolução de 1823, conhecida como “Vilafrancada”, mas se revoltou a seguir e foi exilado em Viena. Para regressar a Portugal, aceitou um arranjo em que se casaria com sua sobrinha, Maria da Glória, em nome de quem D. Pedro havia abdicado do trono português; pouco depois, no entanto, convocou as Cortes Gerais do reino e se fez proclamar rei com o título de D. Miguel I. Para muitos isso foi visto como uma usurpação, mas Miguel tinha também seus apoiadores, segundo os quais a ascensão de D. Pedro ao trono do Brasil – agora reconhecido como um país independente – significava a perda de seus direitos de sucessão à coroa portuguesa.

O reinado de Miguel I foi marcado por motins em várias partes do país. As primeiras vitórias foram das tropas miguelistas; ele chegou a dominar todo o território português à exceção da Ilha Terceira, nos Açores, onde se refugiaram muitos de seus oponentes. Foi dos Açores também que, alguns anos mais tarde, D. Pedro I iniciaria sua ofensiva para retomar a coroa, apoiado por exércitos estrangeiros. A guerra se encerrou em 1834, com a abdicação de D. Miguel em favor de Maria da Glória – agora D. Maria II – e seu banimento de Portugal, onde nunca mais voltaria a pisar.

Durante a disputa pelo trono, quando buscava fortalecer sua posição por meio de reconhecimento internacional, Miguel fez publicar um longo manifesto em que argumentava a favor de seus direitos e alegava a ilegitimidade das pretensões do irmão e da sobrinha. A Divisão de Obras Gerais possui um exemplar, que pode ser consultado na íntegra através do link

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1334804/drg1334804.pdf

Também na BN Digital, duas cópias de uma mesma gravura de D. Miguel, pertencentes ao acervo da Divisão de Iconografia. Uma o identifica como “Regente dos Reinos de Portugal e Algarves e Lugar-Tenente de Sua Majestade Fidelíssima”, título que deteve brevemente, antes de tomar posse da coroa. A outra, evidentemente de tiragem posterior, está legendada em alemão e o chama de “Tirano de Portugal”.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon552893.jpg

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