Posts Tagged ‘BN’

FBN | 24 de março de 1844: nasce Padre Cícero

março 24, 2017

 

Cícero Romão Batista nasceu em Crato, no Ceará, em 24 de março de 1844. Filho de Joaquim Romão Batista, um pequeno comerciante, e Joaquina Vicência Romana, conhecida como dona Quinô, fez um voto de castidade aos 12 anos, influenciado pela leitura da vida de São Francisco de Sales.

No dia 1º de março de 1889, durante a comunhão geral, a beata Maria de Araújo não pôde deglutir a hóstia consagrada, pois a hóstia transformara-se em sangue. O fato repetiu-se outras vezes e o povo achou que se tratava de um novo derramamento do sangue de Jesus Cristo e, portanto, um milagre autêntico. Desde então, a cidade passou a receber peregrinos de diversas localidades. (Fonte: IBGE, http://bit.ly/2nvQbNG)

#FBN #BibliotecaNacional #FundaçãoBibliotecaNacional #PadreCícero

FBN | Encontro de Tradutores na BN

março 23, 2017

Os tradutores participantes do Programa de Residência de Tradutores Estrangeiros apresentam e comentam o seu trabalho na Biblioteca Nacional.

 
Com a presença de:
 
Jessica Falconi (Itália), tradutora de Hotel Atlântico, de João Gilberto Noll
 
Mele Pesti (Estônia), tradutora de Barba ensopada de sangue, de Daniel Galera
 
Nikolaos Pratsinis (Grécia), tradutor de Amar, verbo intransitivo, de Mário de Andrade
 
Teresa Arijón (Argentina), tradutora de Línea de tiempo, seleção de ensaios de Heloísa Buarque de Hollanda
 
Data: 10 de abril de 2017, 17h
Local: Auditório Machado de Assis, Fundação Biblioteca Nacional,
Rua México s/n°, Rio de Janeiro-RJ (acesso pelo jardim)
Entrada livre

FBN | 21 de março: Dia Mundial da Poesia

março 21, 2017

Criado na XXX Conferência Geral da Unesco, em 16 de Novembro de 1999, o Dia Mundial da Poesia é celebrado em 21 de março com o propósito de estimular a leitura, a escrita e a disseminação do ensino da poesia por todo o globo.

 
Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a coleção “Devia estar alegre… Eu te amo tanto! … e outras poesias” da autoria de Sílvio Romero.
 
Para acessar o arquivo, clique em: http://bit.ly/2niUP1A
 
Explore, também, o acervo da BNDigital e conheça muitas outras obras poéticas: bndigital.bn.br/acervodigital/
 
#FBN #BN #BibliotecaNacional #FundaçãoBibliotecaNacional #DiaMundialdaPoesia

FBN | Documento da semana – 20 de março de 1953: morre o Escritor Graciliano Ramos

março 20, 2017

Graciliano Ramos

Político, jornalista e escritor, em sua obra se destacam VIDAS SECAS e MEMÓRIAS DO CÁRCERE. A BNDigital traz o catálogo de uma exposição em sua homenagem.

O Documento é o catálogo da exposição “Graciliano Ramos: 1892-1953”, realizada pela Biblioteca Nacional em 20/5/63 incluindo, além de obras de seu acervo, coleções particulares.

FBN I Homenagem – 20 de março de 1863, nasce Ernesto Nazareth

março 20, 2017

Ameno rosedá

O compositor carioca Ernesto Nazareth (1863-1934), nascido no bairro da Saúde, centro do Rio de Janeiro, em março de 1863, ocupa um lugar importante na história da música brasileira.

Artista de grande inspiração Nazareth influenciou uma geração de músicos, contribuindo de maneira decisiva para ser reconhecido como um dos grandes compositores do país. Sua obra, bastante vasta obteve grande aceitação popular. As valsas, tangos, choros e, demais expressões musicais usadas por ele, transformaram-se imediatamente em em sucessos quando levavam a sua assinatura. Assim aconteceu Ameno Resedá , Odeon Tenebroso e muitos outros.

Nazareth fez-se compositor ainda na adolescência, aos quatorze anos de idade, já era autor de uma polca – Você bem sabe – que pelo sucesso foi publicada por Arthur Napoleão em 1877. A partir desse momento, não mais interrompeu seu trabalho, que acabou por consagrá-lo como um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos.

Ernesto Nazareth tocava sempre no antigo cinema Odeon, situado na esquina da Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro ou nas casas editoras de músicas como Viúva Guerreiro, Arthur Napoleão e outras na época. Quando se sentava ao piano, instrumento que aprendera com o professor Eduardo Madeira, tanto podia ser para tocar uma das suas composições como para improvisar.

Na música brasileira, Ernesto Nazareth tem papel importante não só por nos ter legado uma obra cheia de títulos bonitos como também porque ela é um verdadeiro campo de experimentação musical. Ninguém melhor do que Nazareth deu, em música, esse decantado espírito carioca.

Nazareth tornou-se figura máxima da música popular do Brasil, não foi apenas um músico de talento, a sua predestinação o conduziu ao destino de ser um músico representativo da sua terra, de música da sua terra, de ser um músico e compositor brasileiro, sua obra resiste ao tempo.

Durante cerca de trinta anos (1890-1920) as composições de Ernesto Nazareth, principalmente os tangos e valsas, constituíram verdadeiros sucessos, tornando seu nome conhecido e reconhecido em todo país.

Os manuscritos autógrafos de Ernesto Nazareth sob a guarda da Divisão de Música e Arquivo Sonoro ,da Fundação Biblioteca Nacional foram Nacional foram nominados Memória do Mundo Brasil, em 2013.

Para consultar o acervo de Ernesto nazareth na BNDigital basta clicar no link abaixo e digitar na busca “Ernesto Nazareth”.

http://bndigital.bn.br/acervodigital

 

Odeon

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬

 

 

FBN | Madame Durocher (1809-1893)

março 18, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres por igualdade de condições, a Divisão de Manuscritos abriga a mostra “Mulheres e sociedade: opressão e resistência”. Entre os documentos destaca-se um diagnóstico de Madame Durocher, precursora da presença feminina na Medicina brasileira.

Nascida Marie Josephine Mathilde Durocher, em Paris, Madame Durocher, como se tornou conhecida à época, chegou ao país em agosto de 1816, com apenas sete anos de idade. Veio acompanhada da mãe, Anne Durocher, responsável por abrir uma loja de fazendas francesas na Rua dos Ourives, a qual, ao contrário das outras, conservava-se aberta durante a noite. Madame Durocher trabalhou como caixeira na loja até o falecimento da mãe, em 1829, e se manteve à frente do negócio até a sua falência, em  1832.

Viúva e mãe de dois filhos, Madame Durocher decidiu, então, tornar-se parteira. Em texto denominado “Deve ou não haver parteiras?”, escrito para os Annaes Brasilienses de Medicina (disponível na Hemeroteca Digital Brasileira), afirmou que o medo de tamanha responsabilidade profissional “foi sobrepujado pela garantia de um futuro para meus filhos, e pela esperança de poder sempre sustentar-me na altura da posição que ia tomar” (1871, p. 299).

O contexto da formação médica no Brasil também passava por mudanças significativas no período. A Fisicatura-mor, órgão de controle dos agentes de cura — como parteiras, sangradores, boticários, entre outros –, havia sido extinta em 1828. A elite médica e acadêmica, portanto, passou a requisitar alguma nova forma de supervisão ao exercício da Medicina. Por isso, em 1832 foi criada uma lei que instituiu o ensino superior para a formação médica. Ele era dividido em três áreas: Medicina, Farmácia e Partos.

No ano seguinte à sanção da lei, a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro abriu seu primeiro curso de Parteiras. Na inscrição era necessário comprovar o conhecimento da leitura e da escrita, o que dificultava o acesso a muitas mulheres que partejavam, uma vez que escolas públicas para meninas foram criadas apenas a partir de 1827.

Até o final do século XIX, partejar era uma atividade quase exclusivamente praticada por mulheres. Madame Durocher, no entanto, instruída pela mãe e por colégios ingleses e holandeses particulares, naturalizada brasileira, foi a primeira e única mulher a matricular-se no curso de Parteiras da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1834.

Para exercer a profissão, ela adotou um estilo de vestimenta considerado masculinizado na época: saia longa, gravata borboleta, sobrecasaca e meia-cartola de seda preta. O objetivo era ser mais bem vista na sociedade, pois a educação acadêmica em Medicina era um campo dominado por homens. Durocher julgava, portanto, que as vestes mais masculinas transmitiam maior confiança às suas próprias pacientes, além de lhe permitir sair à noite sozinha para atender a trabalhos de parto sem ser vista como prostituta.

Durocher atendia em vários bairros do Rio de Janeiro, a mulheres livres ou escravas. Em 1866, seu nome e prestígio eram tão conceituados que foi nomeada oficial de partos da Casa Imperial. Atendeu ao nascimento de Princesa Leopoldina (1847-1871), filha de D. Pedro II (1825-1891), e, além de realizar partos, também examinava amas-de-leite, dava pareceres em exames legais e de virgindade, cuidava de eclâmpsias e hemorragias e praticava reanimação de recém-nascidos.

Em 1871, foi a primeira mulher a ser admitida como membro da Academia Imperial de Medicina, e a única parteira. Lá, Madame Durocher participou de decisões de políticas públicas de saúde, avaliação de medicamentos e comissões. Também foi a primeira mulher a assinar textos científicos na área de medicina no Brasil, publicados na revista da Academia Imperial de Medicina. Seu ensaio de 1887, “Considerações sobre a clínica obstétrica”, é considerado por pesquisadores o estudo mais completo sobre obstetrícia no Brasil no século XIX. A Divisão de Obras Raras da Biblioteca Nacional possui uma versão encadernada do texto, com dedicatória ao Imperador, pertencente à coleção de sua esposa, Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias (1822-1889).

Ao longo de sessenta anos, Madame Durocher realizou mais de cinco mil partos até falecer, em dezembro de 1893, no Rio de Janeiro. Em 1909, a Academia Nacional de Medicina instituiu o Prêmio Madame Durocher, oferecido a trabalhos de excelência em obstetrícia e ginecologia.

O documento de Durocher que integra a mostra da Divisão de Manuscritos é um diagnóstico em que a parteira avalia a possibilidade de aborto natural de uma paciente. Nele afirma que “o orifício inteiramente feichado (sic) não indica disposição a aborto”. A fim de não correr riscos, porém, receita malva e cabeças de dormideira, bem como fumentação – ou seja, massagem com unguento — para o caso de dores. Ao final, assina como “Mm. Durocher”. A Divisão de Manuscritos possui um segundo documento autógrafo de Madame Durocher, sobre tratamento de parturiente com febre.

FBN | Série Documentos Literários – “Opusculo Humanitario” de Nísia Floresta

março 17, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, traz uma obra de Nísia Floresta, precursora do feminismo no Brasil.

 
Dionísia Gonçalves Pinto nasceu em 1810 em Papari, RN (que hoje tem o nome de Nísia Floresta em sua homenagem). Filha de português e brasileira, viveu em Recife, onde publicou seus primeiros artigos no jornal “Espelho das brasileiras”, e em Porto Alegre, onde se tornou amiga de Anita e Giuseppe Garibaldi. Com a eclosão da Revolução Farroupilha, Dionísia, viúva do segundo casamento, se mudou para o Rio de Janeiro, onde fundou o Colégio Augusto, na Rua do Paço Imperial. O nome da escola homenageava o falecido marido, Manuel Augusto de Faria Rocha, e também seria incorporado ao pseudônimo usado pela autora: Nísia Floresta Brasileira Augusta.
 
Fundado em 1838, o Colégio Augusto era dedicado à educação de meninas, oferecendo disciplinas até então reservadas apenas aos estudantes do sexo masculino, tais como as Ciências, o Latim, a História e a Educação Física. Nísia foi, por isso, duramente criticada, inclusive por meio de jornais de ampla circulação na Corte:
 
“Trabalhos de língua não faltaram, os de agulha ficaram no escuro. Os maridos precisam de mulher que trabalhe mais e fale menos”. (“O Mercantil”, 2 de janeiro de 1847)
 
Não obstante a campanha difamatória e as várias polêmicas em que se viu envolvida, Nísia Floresta não abandonou sua luta pela educação feminina, quer no colégio, que funcionou durante 17 anos, quer em seus escritos e discursos. Foi autora de vários artigos, ensaios, poemas, novelas e relatos de viagem. Seus trabalhos mais conhecidos são “Direitos das mulheres e injustiças dos homens” (1832) — tradução livre de “Vindications of the rights of woman”, da inglesa Mary Wollstonecraft, na qual Nísia Floresta reflete sobre a ideologia exposta pela feminista inglesa, adaptando-a à realidade da sociedade patriarcal brasileira –; “Conselhos à minha filha” (1842), escrito como presente de aniversário para sua filha Lívia Augusta; e “Opúsculo humanitário”, coletânea de 62 artigos sobre a educação e a condição feminina desde a Antiguidade, publicada em 1853.
 
A partir de 1849, Nísia Floresta viveu na Europa, principalmente em Paris, com breves períodos de retorno ao Brasil. No exterior, onde encontrou mais receptividade para suas ideias, continuou a escrever e a se manifestar a favor da emancipação feminina, além de outras causas como a abolição da escravatura e o direito dos índios à sua identidade. Manteve intensa correspondência com o fundador do Positivismo, Auguste Comte, que fez apreciações elogiosas a seu trabalho. Faleceu de pneumonia em Rouen, na França, em 1885, quando, segundo sua biógrafa Constância Duarte (“Nísia Floresta, vida e obra”, 1995), os norte-rio-grandenses ainda se diziam envergonhados de ser conterrâneos de uma mulher tida como indecorosa e transgressora.
 
A Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional possui um exemplar de “Opúsculo Humanitário”, que pode ser consultado no link da BN Digital:

FBN | 15 de março – Dia da Escola

março 15, 2017



O Brasil comemora em 15 de março o Dia da Escola. É na escola que as crianças iniciam a vida social, para além do convívio familiar, e, também, o processo de aprendizagem de infinitas possibilidades sobre o mundo e as coisas. (Fonte: brasil.gov.br)

 

Em homenagem ao Dia da Escola, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza uma série de fotografias de instituições de ensino, desde o ensino básico ao superior, em diversos lugares do país, de modo a ressaltar a importância do aprendizado para todo e qualquer indivíduo.

 

 

#FBN #DiadaEscola #BN #JardimdeInfância #EscolaNormal #EscolaNacionaldeEngenharia #EscoladeArteseOficios #EscoladeAprendizesdeMarinheiro #EscolaMilitar #Escolas

 

FBN I Homenagem – 14 de março de 1847, nasce o Poeta Castro Alves

março 14, 2017

 

 Garnier, M.J. Título Castro Alves [Iconográfico] Imprenta Rio de Janeiro, RJ : F.Briguiet & Cie. Editores, [189-?].


Garnier, M.J.
Título: Castro Alves [Iconográfico]
Imprenta Rio de Janeiro, RJ : F.Briguiet & Cie. Editores, [189-?].

Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em Muritiba, BA, em 14 de março de 1847, e faleceu em Salvador, BA, em 6 de julho de 1871.  Considerado “O último grande poeta da terceira geração romântica no Brasil – O Poeta dos Escravos”, Castro Alves  é Patrono da cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Valentim Magalhães.

Filho do médico e professor Antônio José Alves e de Clélia Brasília da Silva Castro, falecida quando o poeta tinha 12 anos,  mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, estudando no colégio de Abílio César Borges – futuro Barão de Macaúbas –, onde foi colega de Rui Barbosa, tempo em que já demonstrava vocação para a poesia. Em 1862, foi com a família para o Recife, onde concluiu os preparatórios e, depois de duas vezes reprovado, matriculou-se, finalmente, na Faculdade de Direito, em 1864.

Com a perda do pai, em  1866, e o início de uma “apaixonada ligação amorosa” com atriz portuguesa Eugênia Câmara, Castro Alves entrou numa fase de grande inspiração e tomou consciência do seu papel de poeta social.  Em 1868, transferiu-se para o sul do país, matriculando-se no 3º ano da Faculdade de Direito de São Paulo, na mesma turma de Rui Barbosa.

Durante uma caçada, um tiro acidental feriu seu pé esquerdo, obrigando-o a amputá-lo no Rio, em meados de 1869. Com a saúde debilitada, voltou à Bahia em busca de melhoras para uma tuberculose. Em novembro de 1870, seu primeiro livro, Espumas flutuantes, único que chegou a publicar em vida, foi muito bem recebido pelos leitores.
(Fonte: ABL)

A Biblioteca Nacional presta homenagem ao poeta divulgando, para consulta e download, o catálogo da Exposição comemorativa do centenário da morte de Antonio de Castro Alves (1871-1971), organizada pela Seção de Exposições e inaugurada em 2 de julho de 1971:

 http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/or405370/or405370.pdf

Consulte, também, a versão digital da obra Espumas Flutuantes em:  http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/espumas_flutuantes.pdf

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬

FBN | 13 de março de 1933 – os bancos dos Estados Unidos começam a reabrir após a Grande Depressão

março 13, 2017

Em 14 de março de 1933, o jornal Diário de Notícias publicou a seguinte manchete em sua primeira página: “Com a abertura de varios estabelecimentos bancarios, a vida commerical e fincanceira dos Estados Unidos tende, positivamente, a normalizar-se”.

 
Leia a reportagem completa em: http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/13786
 
#FBN #BN #BibliotecaNacional #DiariodeNoticias #GrandeDepressão #HemerotecaDigital