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FBN | 25 de abril de 1852: morre Álvares de Azevedo

abril 25, 2017

Álvares de Azevedo (Manuel Antônio Álvares de Azevedo), poeta, contista e ensaísta, nasceu em São Paulo, a 12 de setembro de 1831, e faleceu o Rio de Janeiro, RJ, em 25 de abril de 1852. Patrono da Cadeira n. 2 da Academia Brasileira de Letras, por escolha de Coelho Neto. Era filho do então estudante de Direito Inácio Manuel Álvares de Azevedo, oriundo de Itaboraí, e de Maria Luísa Mota Azevedo, ambos de famílias ilustres. Segundo afirmação de seus biógrafos, teria nascido na sala da biblioteca da Faculdade de Direito de São Paulo; averiguou-se, porém, ter sido na casa do avô materno, Severo Mota. Em 1833, em companhia dos pais, mudou-se para o Rio de Janeiro e, em 1840, ingressou no Colégio Stoll, onde se revelou excelente aluno. Em 1844, retornou a São Paulo em companhia de seu tio. Regressa, novamente ao Rio de Janeiro no ano seguinte, entrando para o internato do Colégio Pedro II. (Fonte: ABL).

Em homenagem ao aniversário de morte do autor, a Biblioteca Nacional compartilha, para consulta e download, o livro “Noite na Taverna”, de Alvares de Azevedo. A obra, organizada em sete partes, é centrada na figura de 5 personagens: Solfieri, Bertram, Gennaro, Claudius Hermann e Johann, que narram, em uma taverna, suas histórias inconsequentes e sombrias.

Para acessar o livro, clique em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/noitenataverna.pdf

Para saber mais sobre Alvares de Azevedo, pesquise em: http://bndigital.bn.br/acervodigital

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FBN I Homenagem – 19 de abril – Dia do Índio

abril 19, 2017

-Walter Garb / Acervo BN [Índios Botocudos, 1909]. [Santa Leopoldina, ES] Fotografia: gelatina Icon669122

Em 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, reunido em Patzcuaro, México, aprovou uma recomendação proposta por delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México.

Essa recomendação, de nº 59, propunha:

1. o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos, que seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino;

2. que seria adotado o dia 19 de abril para comemorar o Dia do Índio, data em que os delegados indígenas se reuniram pela primeira vez em assembléia no Congresso Indigenista. Todos os países da América foram convidados a participar dessa celebração.

Pelo Decreto-lei nº 5.540, de 02 de junho de 1943, o Brasil adotou essa recomendação do Congresso Indigenista Interamericano. Assinado pelo Presidente Getúlio Vargas e pelos Ministros Apolônio Sales e Oswaldo Aranha, e o seguinte o texto do Decreto:

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, e tendo em vista que o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, reunido no México, em 1940, propôs aos países da América a adoçãqo da data de 19 de abril para o “Dia do Índio”, decreta:

Art. 1º – considerado – “Dia do Índio” – a data de 19 de abril.

Art. 2º- Revogam-se as disposições em contrário.

A recomendação de institucionalização do “Dia do Índio” tinha por objetivo geral, entre outros, outorgar aos governos americanos normas necessárias à orientação de suas políticas indigenistas. Já, em 1944, o Brasil celebrou a data, com solenidades, atividades educacionais e divulgação das culturas indígenas. Desde, então, existe a comemoração do “Dia do Índio”, às vezes, estendida por uma semana, a “Semana do Índio”. (fonte: museudoindio.gov.br).

Marc Ferrez. Menino Índio, c. 1880 Mato Grosso

Marc Ferrez. Menino Índio, c. 1880 Mato Grosso

 

Os acervos da Biblioteca Nacional oferecem aos pesquisadores inúmeras possibilidades no que tange ao estudo dos povos indígenas e sua cultura.

Pesquise mais sobre os Povos Indígenas:
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FBN | 15 de abril – Dia Mundial do Desenhista e nascimento de Leonardo da Vinci

abril 15, 2017
Leonardo, da Vinci, 1452-1519 - Retratos

Leonardo, da Vinci, 1452-1519 – Retratos

Estátua em homenagem a Leonardo da Vinci

A data foi escolhida em homenagem aos profissionais de desenho e teve como base o nascimento do “grande gênio” mundial, o italiano Leonardo da Vinci, que nasceu no dia 15 de abril de 1452 na cidade de  Vinci, na Itália. Leonardo di Ser Piero da Vinci é considerado um dos maiores artistas renascentistas e marcou presença em vários segmentos da arte, principalmente com o  desenho, que usava como frequência para embasar e registrar seus  e inventos.

Explore a BNDigital para saber mais deste e de outros artistas: bndigital.bn.br

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FBN | 13 de abril: aniversário de Fortaleza

abril 13, 2017

“Capitania dependente, o Ceará teve a sua formação econômica iniciada no século XVII com a pecuária, para fornecer carne e tração à economia açucareira estabelecida na Zona da Mata. E Fortaleza, fundada em 13 de abril de 1726, ficou à margem.
 
Nessa fase, a cidade primaz era Aracati. Icó, Sobral e Crato também ocupavam o primeiro nível na hierarquia urbana no final do século XVIII.
 
Ao contrário de Aracati, de Icó e de outras vilas setecentistas fundadas nas picadas das boiadas, Fortaleza achava-se longe dos principais sistemas hidrográficos cearenses – as bacias dos rios Jaguaribe e Acaraú – e, portanto, à margem da atividade criatória, ausente dos caminhos por onde a economia fluía no território.
Por todos os setecentos, a vila não despertou grandes interesses do Reino, não tendo desenvolvido qualquer atividade terciária.
 
Mas, em 1799, coincidindo com o declínio da pecuária (a Seca Grande de 1790-1793 liquidou com a atividade), a Capitania tornou-se autônoma, passando a fazer comércio direto com Lisboa, através, preferencialmente, de Fortaleza, que se torna a capital.” (fonte: https://www.fortaleza.ce.gov.br)
 

Em homenagem ao aniversário de Fortaleza, a BNDigital disponibiliza, para consulta e download, 2 mapas da cidade:

 
 
Planta da cidade da Fortaleza:
 
Explore a BNDigital para conhecer mais!
 
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FBN | Homenagem – 12 de abril de 1863, nasce Raul Pompeia

abril 12, 2017
Foto: Acervo ABL

Foto: Acervo ABL

Raul D’Ávila Pompeia nasceu em Angra dos Reis, e faleceu no Rio de Janeiro, em 25 de dezembro de 1895. Patrono da cadeira nº 33 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Domício da Gama.

Filho de Antônio de Ávila Pompeia e de Rosa Teixeira Pompeia, estudou no Colégio Abílio, dirigido pelo educador Abílio César Borges, o Barão de Macaúbas, logo destacou-se como aluno aplicado, com o gosto dos estudos e leituras, desenhista e caricaturista. Redigia e ilustrava do próprio punho o jornalzinho O Archote.

Em 1879, transferiu-se para o Colégio Pedro II, para fazer os preparatórios, e onde se projetou como orador e publicou o seu primeiro livro, Uma tragédia no Amazonas (1880).

Na década de 1880 começou o curso de Direito em São Paulo, engajou-se nas campanhas abolicionista e republicana. Escreveu em jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro, frequentemente sob o pseudônimo Rapp, um dentre os muitos que depois adotaria.

Em São Paulo escreveu para o Jornal do Comércio, com destaque para “as Canções sem metro”, poemas em prosa.  Também publicou, em folhetins da Gazeta de Notícias, a novela antimonárquica As joias da Coroa.

A partir de 1885, dedicou-se ao jornalismo, escrevendo crônicas, folhetins, artigos, contos e participando da vida boêmia das rodas intelectuais. Escreveu O Ateneu, “crônica de saudades”, romance de cunho autobiográfico, que conta o drama de um menino é colocado num internato da época.

Em 1889, colaborou em A Rua, de Pardal Mallet, e no Jornal do Comércio.  Após a proclamação da República, foi nomeado professor de mitologia da Escola de Belas Artes e, logo a seguir, diretor da Biblioteca Nacional onde esteve por apenas um ano, de 1894 até 1895.

Suas obras:

Uma tragédia no Amazonas. Rio de Janeiro: Tipografia Cosmopolita, 1880.
As joias da Coroa. Rio de Janeiro: Gazeta de Notícias, março-maio 1882.
O Ateneu. Rio de Janeiro: Tipografia da Gazeta de Notícias, 1888.
O Ateneu. 2.ed, revista e ilustrada pelo autor. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1905.
Canções sem metro. Rio de Janeiro: Tip. Aldina, 1900.
Festas nacionais, de Rodrigo Octavio. (prefácio) Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1893.
Obras. Org. Afrânio Coutinho. Vols. I a IX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / OLAC, 1981-1983. Vol. X. Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal de Angra dos Reis / OLAC, 1991.

(Fonte:ABL)

Leia “O Ateneu” em versão digitada:http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/oateneu.pdf

Conheça mais sobre a vida e a obra de Raul Pompeia na BNDigital: http://bndigital.bn.br/

 

FBN | 7 de abril de 1831: D. Pedro I abdica do trono brasileiro

abril 7, 2017
 
Nos primeiros dias de abril as ruas viviam momentos de grande inquietação: grupos exaltados passaram a defender a necessidade de um Governo republicano. A imprensa pregava “o dever sagrado da resistência à tirania”. A pressão continuava e no dia 5 de abril D. Pedro I constituiu um novo ministério – o Ministério dos Marqueses – no dizer do historiador Werneck Sodré, (…) “todos notáveis pela sua impopularidade”. No dia 6, desde o amanhecer, numerosos grupos concentraram-se no Campo da Aclamação – local onde D. Pedro fora feito Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil – onde circulavam boatos de represálias do imperador à oposição. Exigia-se o retorno do gabinete formado por liberais brasileiros. O monarca teria respondido então: “Tudo farei para o povo, mas nada pelo povo.” Às 23 horas, à população ali reunida, vieram juntar-se os corpos de tropa sob o comando do brigadeiro Francisco de Lima e Silva.
 
Na madrugada do dia 7 de abril de 1831, não conseguindo contornar a crise, D. Pedro I apresentou o ato de abdicação ao trono. Naquela mesma madrugada deixou o palácio sem se despedir do filho de cinco anos, seu herdeiro, mas enviando-lhe posteriormente uma correspondência na qual assinalava que (…) “me retiro para a Europa (…) para que o Brasil sossegue, o que Deus permita, e possa para o futuro chegar àquele grau de prosperidade de que é capaz. Adeus, meu amado filho, receba a bênção de seu pai, que se retira saudoso e sem mais esperança de o ver.” (Fonte: http://www.multirio.rj.gov.br)
 
Para conhecer mais sobre D. Pedro I, explore a BNDigital em: bndigital.bn.gov.br
 
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FBN | 6 de abril de 1838: morre José Bonifácio de Andrada e Silva

abril 6, 2017

Na ocasião do aniversário da morte de José Bonifácio (Santos, 13 de junho de 1763 — Niterói, 6 de abril de 1838), publicamos uma das “Cartas Andradinas”, como ficou conhecido o conjunto de 69 cartas enviadas pelos três irmãos Andrada – José Bonifácio, Martim Francisco e Antônio Carlos – ao jornalista e diplomata Antônio de Menezes Vasconcelos de Drummond, entre os anos 1824 e 1833.

 
Nessa correspondência acompanhamos as observações de José Bonifácio sobre os desdobramentos do processo de Independência, seu reconhecimento pelas províncias e pelos países estrangeiros, tratados e conflitos Inconformado com várias situações, o “Patriarca da Independência” usa, para se referir a seus inimigos políticos, termos empregados nas polêmicas jornalísticas da época, como “Corcundas”, “Pés de Chumbo” ou, quando a indignação leva a melhor sobre a verve irônica, simplesmente “Bandalhos”. Já o termo “Grã-pata” é utilizado para se referir ao governo brasileiro, no sentido de conceder benesses. Nem os membros da família real são poupados do seu fino sarcasmo, como mostra esta carta datada de 19 de novembro de 1825, referente ao reconhecimento da independência do Brasil.
 
“Enfim, poz o ovo a grã-pata e veiu a lume o decantado Tratado, que sahiu melhor do que esperava; ao menos temos Independência reconhecida, bem que a soberania nacional recebeu um coice na bocca do estomago, de que não sei se morrerá, ou se se restabelecerá com o tempo; tudo depende da conducta futura dos Tatambas. Que galanteria jocosa de conservar João Burro o título nominal de Imperador, e ainda mais de convir nisso o P. malasartes!”
 
Além de assuntos pessoais e de questões políticas, as cartas de José Bonifácio para Antônio Drummond tratam frequentemente de publicações ligadas à Ciência e à Literatura. Toda a coleção é de extremo interesse para o pesquisador, fornecendo um retrato em cores vivas do que foram os dias do mais ilustre dos Andrada durante o exílio na França e dando uma boa ideia de suas reações a propósito dos acontecimentos políticos no Brasil. O acervo é tão importante que, em 2014, recebeu a nominação de Memória do Mundo conferida pela UNESCO.
 
As cartas originais foram restauradas e se encontram sob a guarda da Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional. Todas podem ser consultadas pelos links da Biblioteca Digital, bastando fazer a busca por “Cartas Andradinas”.
 
Confira o link para a carta de 19/11/1825:
 
 
Explore, também, a BNDigital em: bndigital.bn.gov.br
 
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FBN | 5 de abril de 1890: nasce Ernesto Joaquim Maria dos Santos, o Donga

abril 5, 2017

 

Nascido no Rio de Janeiro, em 1890, Donga foi um cantor e compositor brasileiro, conhecido como “pai” do primeiro samba registrado: Pelo Telephone (1916). Aos 14 anos de idade, ouvindo as músicas de Mário Cavaquinho, começou a aprender o instrumento, passando, em seguida, a tocar violão.

O registro da partitura de “Pelo Telephone” junto à Biblioteca Nacional, datado de 27 de novembro de 1916, pôs o artista na história da música popular brasileira. Apesar disso, sempre existiu uma polêmica em torno da autoria da composição, visto que esta surgiu de uma roda de samba onde diversos músicos estavam presentes improvisando versos e melodias.

 

Conheça mais sobre Donga visitando a BNDigital, em: bndigital.bn.gov.br
Visite, também, a exposição virtual  “Ai, ai, ai… Cem Anos o Samba faz!” em: http://bit.ly/2gz7Tu6

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FBN | 30 de março de 1746: nasce o pintor espanhol Francisco de Goya

março 30, 2017

Francisco de Goya representa um marco na história da pintura. Como pintor da Corte Real Espanhola criou, entre trabalhos que influenciaram diretamente o movimento Impressionista, obras excepcionais. Suas gravuras e Pinturas negras, no entanto, vão ainda além no que diz respeito à técnica e à temática. Além de marcarem o início do Surrealismo e Expressionismo do século XX, expõe o clima sociopolítico da Espanha, ao explorar a psique e os conflitos internos e externos do país. Goya revelou alguns fatos que não faziam parte do discurso oficial espanhol, descobrindo, assim, novo uso para sua arte: a pintura enquanto forma de denúncia. (Fonte: http://www.cultura.sp.gov.br)

Em homenagem ao nascimento do artista, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, algumas peças produzidas por Goya.

 

 

Conheça mais sobre o artista acessando a BNDigital em bndigita.bn.gov.br

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FBN | 29 de março de 1693 – é fundada Curitiba

março 29, 2017
Em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar os “apelos de paz, quietação e bem comum do povo”, promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a instalação da Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba.
 
A mudança do nome da vila e da rotina do povoado veio em 1721, com a visita do ouvidor Raphael Pires Pardinho, hoje nome de praça na cidade. Ele foi, provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da cidade, iniciando uma tradição pela qual Curitiba hoje é reconhecida internacionalmente. (Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br).
 
Em homenagem ao aniversário de Curitiba, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o “Mappa geral das terras públicas do município de Curitiba, província do Paraná”.
 
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