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FBN | 30 de julho de 1866, nasce o pintor Eliseu Visconti

julho 30, 2017
Estudos dos painéis da Biblioteca Nacional : Progresso e Solidariedade Humana. Eliseu Visconti.

Estudos dos painéis da Biblioteca Nacional : Progresso e Solidariedade Humana.
Eliseu Visconti.

Nascido em Salerno, na Itália, em 30 de julho de 1866, Eliseu d’Angelo Visconti veio para o Brasil ainda menino. Em 1892,  venceu o primeiro concurso da República para o prêmio de viagem ao estrangeiro, oferecido pela Escola Nacional de Belas Artes, seguindo, no ano seguinte, para a França. Depois de abandonar a École Nationale et Speéciale des Beaux-Arts, Visconti matriculou-se na École Guérin, onde foi aluno de Eugéne Grasset, considerado uma das mais destacadas expressões do Art Nouveau.

Sua primeira exposição individual foi realizada em 1901, na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, ocasião na qual expôs trabalhos de arte resultantes do aprendizado com Grasset. Desenhou selos, ex-libris, cerâmicas, tecidos, papéis de parede, cartazes e luminárias, sendo convidado, inclusive, pelo prefeito Pereira Passos, para executar os trabalhos de decoração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, realizados em Paris. Durante o período de permanência na França, no início do século XX, Visconti assimilou, definitivamente, as lições do impressionismo, incorporadas essencialmente às paisagens de Saint Hubert. Faleceu em 15 de outubro de 1944, aos 78 anos de idade. (Fonte: http://www.cultura.rj.gov.br).

A conquista do ar em 19 de Ourtubro de 1901 [Iconográfico] : O Beijo da Gloria a Santos-Dumont. Eliseu Visconti.

A conquista do ar em 19 de Ourtubro de 1901 [Iconográfico] : O Beijo da Gloria a Santos-Dumont.
Eliseu Visconti.

Para ter acesso a outros itens referentes a Eliseu Visconti, como desenhos e manuscritos, consulte a BNDigital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I 29 de julho de 1846, nasce Isabel de Bragança Bourbon e Orleans, a princesa d. Isabel

julho 29, 2017
J. Cortois. Isabel, Princesa do Brasil [Iconográfico] / Acervo FBN

J. Cortois. Isabel, Princesa do Brasil [Iconográfico] / Acervo FBN

Nascida em 29 de julho de 1846, no Palácio de São Cristóvão, Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança Bourbon e Orleans, filha do imperador d. Pedro II e da imperatriz d. Teresa Cristina, tornou-se herdeira do trono após a morte de seus irmãos d. Afonso, em 1847, e Pedro Afonso, em 1850. Entre suas realizações mais conhecidas estão a sanção da lei do Ventre-Livre, em 28 de setembro de 1871, que declarava livres todos os filhos de escravos nascidos a partir daquela data, e a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, segundo a qual “ficavam libertos todos os escravos do Brasil”. (fonte: http://www.museuimperial.gov.br)
Joaquim Insley Pacheco. Isabel, Princesa do Brasil, 18? / Acervo FBN

Joaquim Insley Pacheco. Isabel, Princesa do Brasil, 18? / Acervo FBN

Para ter acesso a fotos e documentos referentes à princesa d. Isabel e ao Brasil Imperial, consulte a BNDigital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | 29 de junho de 1895, morre Floriano Peixoto

junho 29, 2017

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Nascido em Maceió, Alagoas, Floriano Vieira Peixoto foi enviado ao Rio de Janeiro aos dezesseis anos para concluir os estudos e ingressar na Escola Militar, dando continuidade a uma tradição familiar de militares envolvidos na política. Ascendeu na hierarquia durante a Guerra do Paraguai e, com a proclamação da República, foi vice-presidente de Deodoro da Fonseca. Com a renúncia deste em novembro de 1891, Floriano assume a presidência de um governo sustentado pela unidade das Forças Armadas. Demitiu todos os governadores que apoiavam Deodoro; perseguiu opositores e desterrou vários para a Amazônia, ameaçando inclusive os juízes do Supremo Tribunal que pensassem em emitir habeas corpus para os exilados. Fez alianças com partidos mais progressistas e com políticos paulistas que permitiram o aumento da base política e a manutenção da unidade da República mediante a supressão das várias revoltas ocorridas em seu governo – entre elas, a Revolta da Armada, abordada por Lima Barreto em Triste Fim de Policarpo Quaresma.

“Quaresma pôde então ver melhor a fisionomia do homem que ia feixar em suas mãos, durante quase um ano, tão fortes poderes, poderes de Imperador Romano, pairando sobre tudo, limitando tudo, sem encontrar obstáculo algum aos seus caprichos, às suas fraquezas e vontades, nem nas leis, nem nos costumes, nem na piedade universal e humana. Era vulgar e desoladora. O bigode caído; o lábio inferior pendente e mole a que se agarrava uma grande “mosca”; os traços flácidos e grosseiros; não havia nem o desenho do queixo ou olhar que fosse próprio, que revelasse algum dote superior. Era um olhar mortiço, redondo, pobre de expressões, a não ser de tristeza que não lhe era individual, mas nativa, de raça; e todo ele era gelatinoso – parecia não ter nervos. Não quis o major ver em tais sinais nada que lhe denotasse o caráter, a inteligência e o temperamento. Essas cousas não vogam, disse ele de si para si.”

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta ou download a edição especial nº 21 do periódico “A Setta – orgam infantil republicano” de 29 de junho de 1897 consagrada a memória do Marechal F. Peixoto.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1309059/mss1309059.pdf

Leia também o artigo de Silvio Vieira Peixoto publicado em 1936. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1351924/mss1351924.pdf

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FBN | 28 de junho de 1919: a Alemanha assina o Tratado de Versailles

junho 28, 2017
 
Em 29 de junho de 1919, o jornal Correio da Manhã publicou a seguinte capa:
 
“28 de junho de 1914 o assassinato do herdeiro do throno austro-hungaro lançava o rastilho da guerra mundial
 
Cinco annos depois assina-se, no mesmo dia, o Tratado de Paz”
 

FBN | História – 18 de junho de 1908 o navio Kasato-Maru, chega ao Brasil com os primeiros imigrantes japoneses

junho 18, 2017
Foto: Gazeta de Notícias - 21/03/1917

Foto: Gazeta de Notícias – 21/03/1917

Dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru atracou em Santos em com os primeiros 781 imigrantes japoneses, de 165 famílias para o Brasil. Segundo registros históricos,  os imigrantes do Kasato Maru seguiram imediatamente para São Paulo,  e de lá foram levados para as fazendas de café da Alta Sorocabana.

No dia 16 de agosto do mesmo ano, o jornal Gazeta de Notícias destinava boa parte da página 3 um artigo alusivo aos acontecimentos que sucederam a chegada dos primeiros imigrantes japoneses:

“A Bordo do Japonez

…Partindo há 40 dias de Yokoama deixou em Santos cerca de 700 emigrantes. São esses os primeiros amarellos que vêe, em terras do sul, em procura de vida fácil que não mais se encontra, nas três mil ilha do Japão…”

Continue lendo a matéria sobre a chegada dos imigrantes japoneses no Brasil:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&PagFis=18023

Pesquise mais sobre a história da imigração japonesa nas páginas dos periódicos da Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital

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FBN | 13 de junho de 1808: é criado o Jardim Botânico do Rio de Janeiro

junho 13, 2017

“O Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ – foi fundado em 13 de junho de 1808. Ele surgiu de uma decisão do então príncipe regente português D. João de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Hoje o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – nome que recebeu em 1995, é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.” (Fonte: http://www.jbrj.gov.br/jardim/historia).

Em homenagem ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza diversas imagens, para consulta e download, do ponto turístico carioca. Veja mais imagens visitando a BNDigital, em bndigital.bn.br/acervo-digital

FBN | História – 10 de junho – Aniversário de morte de Luís Vaz de Camões

junho 10, 2017
“Camões e o escravo Jau” – Manuel de Araújo Porto Alegre. Nas mãos do poeta moribundo está uma cópia de Os Lusíadas. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325987/icon325987.jpg>

“Camões e o escravo Jau” – Manuel de Araújo Porto Alegre. Nas mãos do poeta moribundo está uma cópia de Os Lusíadas.
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Hoje é celebrado o aniversário de morte de Luís Vaz de Camões, considerado o principal poeta da língua portuguesa e figura de destaque no cânone da literatura ocidental. Sua obra enlaça, de modo ambivalente e vivo, a herança da antiguidade clássica, elementos da tradição trovadoresca e da cultura do renascimento (como o impulso quinhentista de revisão e expansão do mundo europeu pela experimentação empírica). A maestria formal e a força e particularidade da combinação destas diferentes matrizes garantem que sua obra continue viva e incontornável.

Sua vida pessoal, no entanto, permanece envolta em incertezas: não há muitos documentos comprovatórios de vários pontos básicos e, na história das tentativas de estabelecimento de uma narrativa biográfica coerente e confiável, as lacunas tenderam a ser preenchidas com recurso a especulação e manipulação de datas e fatos. Não há comprovação, por exemplo, das datas exatas de seu nascimento e morte, apenas os anos aproximados. A data de 10 de junho de 1580, portanto, é uma data convencionada pelos costumes das comemorações. Isso tudo afetou até mesmo a repercussão de sua obra: com exceção de Os Lusíadas, apenas 3 poemas foram publicados com o autor em vida, de modo que a discussão sobre quais textos realmente podem ser atribuídos a Camões chegou ao século XX.

Manuscrito do início do episódio de Inês de Castro, do Canto III de Os Lusíadas, em tradução francesa de H. de Courtois. http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_10_088/mss_I_07_10_088.pdf

Manuscrito do início do episódio de Inês de Castro, do Canto III de Os Lusíadas, em tradução francesa de H. de Courtois.
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_10_088/mss_I_07_10_088.pdf

Em Portugal, o dia de hoje é feriado nacional e comemora também a autonomia, unidade e características nacionais do país: grupos liberais republicanos aproveitaram o tricentenário da morte de Camões para promover manifestações antimonárquicas e instauraram feriado municipal em Lisboa. Posteriormente, o Estado Novo de Salazar tornou a data um feriado nacional e adicionou às comemorações o chamado “Dia da Raça”, que procurava exaltar a ideia de uma grande nação portuguesa, de originalidade e capacidade singulares e espalhada pelo mundo após a expansão colonial, mas unida por valores partilhados e pela língua. Para o nacionalismo, a justificação da manutenção do império português ultramarino era central – e Camões foi tomado como seu principal ícone cultural. Com a derrubada da ditadura, em 1975, o 10 de junho passa a chamar-se “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”.

A Biblioteca Nacional homenageia Camões disponibilizando para consulta e download a edição de 1572 do livro “Os Lusíadas”:  http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/or633602/or633602.pdf

“Olisippo Lisabona”: Lisboa no século XVI. Mapa feito por Avity, Pierre d', sieur de Montmartin em 1649. <http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart1079064/cart1079064.jpg

“Olisippo Lisabona”: Lisboa no século XVI. Mapa feito por Avity, Pierre d’, sieur de Montmartin em 1649.
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FBN | 8 de junho: Dia Mundial dos Oceanos

junho 8, 2017

 

Criado pela Organização das Nações Unidas em 8 de Junho do ano 1992, durante a Cúpula da Terra no Rio de Janeiro, o Dia Mundial dos Oceanos visa oferecer, todo ano, uma oportunidade para cuidar dos oceanos e motivar a mobilização internacional em sua defesa.

“Os oceanos constituem um único grande volume de mares interligados que cobre 71% da superfície da Terra. Os oceanos são a fonte da vida e continuam a exercer um papel essencial na vida de sete bilhões de seres humanos. Muitos milhões de pessoas dependem diretamente dos oceanos para alimentação, viagem e trabalho. Os oceanos regulam o clima e fornecem metade do oxigênio que nós respiramos. Os oceanos são um recurso incomparável, pois eles tornam todo o resto possível. Sua imensa diversidade biológica contribui para a beleza do mundo, e nós devemos aliar nossas forças para preservá-la.” (Fonte: Unesco).

Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o mapa “Carte de la partie de l’ocean vers l’equateru entre les Côtes d’Afrique et Amerique”, que ilustra a parte do Oceano entre os continentes Africano e Americano.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_cartografia/cart354223.htm

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FBN I Homenagem – 07 de junho de 1839 – Nasce Tobias Barreto

junho 7, 2017

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Tobias Barreto de Meneses nasceu em Sergipe, e faleceu no Recife, em 27 de junho de 1889. É o patrono da cadeira nº 38 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Sílvio Romero.

Seu primeiro estímulo pela literatura veio pelo contato com o professor Manuel Joaquim de Oliveira Campos.

Em 1861 foi para a Bahia onde pretendia frequentar um seminário, ideia logo abandonada. Entre 1854 e 1865 deu aulas particulares de diversas matérias e prestou concurso para a cadeira de Latim no Ginásio Pernambucano, sem conseguir, contudo, a desejada nomeação. Em 1867 tentou ingressar na mesma instituição , desta vez na cadeira de Filosofia, e apesar de ter vencido o prélio em primeiro lugar, foi preterido mais uma vez.

Entusiasmado com o estudo da Filosofia, Tobias Barreto publicou “Tomás de Aquino”, “Teologia e Teodiceia não são ciências”, “Jules Simon”, etc.

Dedicou vários anos de vida ao estudo da língua  Alemã com o objetivo de ler no original alguns dos ensaístas germânicos como Ernest Haeckel e Ludwig Büchner. Tal interesse fez com que mais tarde escrevesse  os Estudos alemães.

Ao voltar ao Recife, acometido de sérios problemas de saúde, acaba recluso ao lar.  Sem recursos financeiros e sem condições de tratamento, em 1889 uma semana antes de morrer escreveu a Sílvio Romero solicitando ajuda financeira. Dias mais tarde falecia, em 27 de junho de 1889, hospedado na casa de um amigo. (fonte: ABL)

Em homenagem ao aniversário do nascimento de Tobias Barreto, a BN Digital e a Divisão de Música e Arquivo Sonoro da BN (DIMAS), disponibilizam a partitura original de uma Polka para piano, composta por Claudio da Gama,  mandada imprimir em  1890, por estudantes da Faculdade de Direito do Recife, em sua memória.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/mas748754/mas748754.pdf

Tobias Barreto

Suas obras:

Glosa, 1864.
Amar, 1866.
O Gênio da Humanidade, 1866.
A escravidão, 1868.
Que mimo, 1874.
Ensaios e estudos de filosofia e crítica, 1875.
Brasilien, wie es ist, 1876.
Ensaio de pré-história da literatura alemã, filosofia e crítica, estudos alemães, 1879.
Dias e noites, 1881.
Menores e loucos, 1884.
Discursos, 1887.
Polêmicas, 1901.
Menores e loucos, 1926.

 

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FBN | 1° de junho de 1926: nasce Marilyn Monroe

maio 31, 2017

Nascida em 1° de junho de 1926, na cidade de Los Angeles, Norma Jean Mortenson, foi uma atriz e modelo estadunidense, que atingiu o estrelato, sobretudo, na década de 1950. Nessa época, após figurar em papeis menores nos filmes O Segredo das Joias (1950) e A Malvada (1950), sua carreira como atriz ascendeu a partir de atuações em filmes como O Segredo das Viúvas (1951), O Inventor da Mocidade (1952) e Torrente de Paixão (1953).

 

 

Em homenagem à Marilyn Monroe, que permanece, até os dias de hoje, como um símbolo da Cultura Pop, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza a reportagem “A mulher mais imitada do mundo”, publicada pela revista Careta em 26 de fevereiro de 1955.

 

 

Para acessar a matéria, clique em: http://memoria.bn.br/DocReader/083712/100927

Conheça mais sobre a vida da atriz acessando a Hemeroteca Digital em: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/