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FBN | 24 de março de 1844: nasce Padre Cícero

março 24, 2017

 

Cícero Romão Batista nasceu em Crato, no Ceará, em 24 de março de 1844. Filho de Joaquim Romão Batista, um pequeno comerciante, e Joaquina Vicência Romana, conhecida como dona Quinô, fez um voto de castidade aos 12 anos, influenciado pela leitura da vida de São Francisco de Sales.

No dia 1º de março de 1889, durante a comunhão geral, a beata Maria de Araújo não pôde deglutir a hóstia consagrada, pois a hóstia transformara-se em sangue. O fato repetiu-se outras vezes e o povo achou que se tratava de um novo derramamento do sangue de Jesus Cristo e, portanto, um milagre autêntico. Desde então, a cidade passou a receber peregrinos de diversas localidades. (Fonte: IBGE, http://bit.ly/2nvQbNG)

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FBN | 18 de março de 1940 – Hitler e Mussolini formam aliança contra França e Reino Unido

março 18, 2017

Em 18 de fevereiro de 1940, o jornal “A Noite”publicou a seguinte manchete em sua capa:

‘Em conferencia Hitler e Mussolini!’

Em seguida, é informado que “O duce partiu inesperadamente de Roma, rumo a ‘fronteira alemã’ para entrevistar-se com o fuehrer no passo do Brenner, ao que se anuncia de Berlim — Ciano e Ribbentrop presentes ao encontro”.

Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/348970_04/1383

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FBN | Série Documentos Literários – “Opusculo Humanitario” de Nísia Floresta

março 17, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, traz uma obra de Nísia Floresta, precursora do feminismo no Brasil.

 
Dionísia Gonçalves Pinto nasceu em 1810 em Papari, RN (que hoje tem o nome de Nísia Floresta em sua homenagem). Filha de português e brasileira, viveu em Recife, onde publicou seus primeiros artigos no jornal “Espelho das brasileiras”, e em Porto Alegre, onde se tornou amiga de Anita e Giuseppe Garibaldi. Com a eclosão da Revolução Farroupilha, Dionísia, viúva do segundo casamento, se mudou para o Rio de Janeiro, onde fundou o Colégio Augusto, na Rua do Paço Imperial. O nome da escola homenageava o falecido marido, Manuel Augusto de Faria Rocha, e também seria incorporado ao pseudônimo usado pela autora: Nísia Floresta Brasileira Augusta.
 
Fundado em 1838, o Colégio Augusto era dedicado à educação de meninas, oferecendo disciplinas até então reservadas apenas aos estudantes do sexo masculino, tais como as Ciências, o Latim, a História e a Educação Física. Nísia foi, por isso, duramente criticada, inclusive por meio de jornais de ampla circulação na Corte:
 
“Trabalhos de língua não faltaram, os de agulha ficaram no escuro. Os maridos precisam de mulher que trabalhe mais e fale menos”. (“O Mercantil”, 2 de janeiro de 1847)
 
Não obstante a campanha difamatória e as várias polêmicas em que se viu envolvida, Nísia Floresta não abandonou sua luta pela educação feminina, quer no colégio, que funcionou durante 17 anos, quer em seus escritos e discursos. Foi autora de vários artigos, ensaios, poemas, novelas e relatos de viagem. Seus trabalhos mais conhecidos são “Direitos das mulheres e injustiças dos homens” (1832) — tradução livre de “Vindications of the rights of woman”, da inglesa Mary Wollstonecraft, na qual Nísia Floresta reflete sobre a ideologia exposta pela feminista inglesa, adaptando-a à realidade da sociedade patriarcal brasileira –; “Conselhos à minha filha” (1842), escrito como presente de aniversário para sua filha Lívia Augusta; e “Opúsculo humanitário”, coletânea de 62 artigos sobre a educação e a condição feminina desde a Antiguidade, publicada em 1853.
 
A partir de 1849, Nísia Floresta viveu na Europa, principalmente em Paris, com breves períodos de retorno ao Brasil. No exterior, onde encontrou mais receptividade para suas ideias, continuou a escrever e a se manifestar a favor da emancipação feminina, além de outras causas como a abolição da escravatura e o direito dos índios à sua identidade. Manteve intensa correspondência com o fundador do Positivismo, Auguste Comte, que fez apreciações elogiosas a seu trabalho. Faleceu de pneumonia em Rouen, na França, em 1885, quando, segundo sua biógrafa Constância Duarte (“Nísia Floresta, vida e obra”, 1995), os norte-rio-grandenses ainda se diziam envergonhados de ser conterrâneos de uma mulher tida como indecorosa e transgressora.
 
A Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional possui um exemplar de “Opúsculo Humanitário”, que pode ser consultado no link da BN Digital:

FBN | 15 de março – Dia da Escola

março 15, 2017



O Brasil comemora em 15 de março o Dia da Escola. É na escola que as crianças iniciam a vida social, para além do convívio familiar, e, também, o processo de aprendizagem de infinitas possibilidades sobre o mundo e as coisas. (Fonte: brasil.gov.br)

 

Em homenagem ao Dia da Escola, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza uma série de fotografias de instituições de ensino, desde o ensino básico ao superior, em diversos lugares do país, de modo a ressaltar a importância do aprendizado para todo e qualquer indivíduo.

 

 

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FBN I Homenagem – 14 de março de 1847, nasce o Poeta Castro Alves

março 14, 2017

 

 Garnier, M.J. Título Castro Alves [Iconográfico] Imprenta Rio de Janeiro, RJ : F.Briguiet & Cie. Editores, [189-?].


Garnier, M.J.
Título: Castro Alves [Iconográfico]
Imprenta Rio de Janeiro, RJ : F.Briguiet & Cie. Editores, [189-?].

Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em Muritiba, BA, em 14 de março de 1847, e faleceu em Salvador, BA, em 6 de julho de 1871.  Considerado “O último grande poeta da terceira geração romântica no Brasil – O Poeta dos Escravos”, Castro Alves  é Patrono da cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Valentim Magalhães.

Filho do médico e professor Antônio José Alves e de Clélia Brasília da Silva Castro, falecida quando o poeta tinha 12 anos,  mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, estudando no colégio de Abílio César Borges – futuro Barão de Macaúbas –, onde foi colega de Rui Barbosa, tempo em que já demonstrava vocação para a poesia. Em 1862, foi com a família para o Recife, onde concluiu os preparatórios e, depois de duas vezes reprovado, matriculou-se, finalmente, na Faculdade de Direito, em 1864.

Com a perda do pai, em  1866, e o início de uma “apaixonada ligação amorosa” com atriz portuguesa Eugênia Câmara, Castro Alves entrou numa fase de grande inspiração e tomou consciência do seu papel de poeta social.  Em 1868, transferiu-se para o sul do país, matriculando-se no 3º ano da Faculdade de Direito de São Paulo, na mesma turma de Rui Barbosa.

Durante uma caçada, um tiro acidental feriu seu pé esquerdo, obrigando-o a amputá-lo no Rio, em meados de 1869. Com a saúde debilitada, voltou à Bahia em busca de melhoras para uma tuberculose. Em novembro de 1870, seu primeiro livro, Espumas flutuantes, único que chegou a publicar em vida, foi muito bem recebido pelos leitores.
(Fonte: ABL)

A Biblioteca Nacional presta homenagem ao poeta divulgando, para consulta e download, o catálogo da Exposição comemorativa do centenário da morte de Antonio de Castro Alves (1871-1971), organizada pela Seção de Exposições e inaugurada em 2 de julho de 1971:

 http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/or405370/or405370.pdf

Consulte, também, a versão digital da obra Espumas Flutuantes em:  http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/espumas_flutuantes.pdf

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FBN | 11 de março de 1822: nasce Januária Maria de Bragança, a “Princesa da Independência”

março 11, 2017

Com apenas 18 anos, em 1817, D. Pedro I desposou, no Rio de Janeiro, a princesa austríaca D. Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria. Dessa união nasceram os filhos Maria da Glória (1819-1853), futura D. Maria II, rainha de Portugal; Miguel (1820), falecido logo após nascer; João Carlos (1821-1822); Januária (1822-1897), futura condessa de Áquila; Paula (1823-1833); Francisca (1824-1898), futura princesa de Joinville, e Pedro Alcântara (1825-1891), futuro imperador D. Pedro II.

Januária Maria de Bragança, a Condessa de Áquila, nasceu em 11 de março de 1822, ano da Independência do Brasil, e faleceu em 13 de maio de 1901, na França. Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza a carta escrita por D. Pedro I para D. João VI comunicando o nascimento de D. Januária: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss22628/mss22628.pdf

Para conhecer mais sobre o Brasil Império, visite a BNDigital em: bndigital.bn.br

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FBN | 8 de março: Dia Internacional da Mulher

março 8, 2017



Até o início do século XIX – quando em alguns países europeus os costumes se transformavam, e as mulheres já participavam, embora como coadjuvantes, dos grandes acontecimentos políticos –, quem chegasse ao Brasil podia ter a enganosa sensação de estar numa terra sem mulheres.

Apenas as escravas, vistas também como meios de ganho de seus senhores, é que frequentavam, em suas lides diárias, o espaço público. Os registros de artistas, como Carlos Julião e Debret, e da maioria dos viajantes ao Brasil, testemunham isto. Às senhoras brancas cabia o lugar consentido por trás das gelosias, de onde lhes era permitido observar, à sombra e pelas frestas, o mundo solar dos homens. Se saíam às ruas, conduzidas por seus escravos, era em cadeirinhas ou serpentinas protegidas por cortinas, e sempre cobertas de mantos, ao estilo moçárabe – um modo de ocultar os detalhes de sua anatomia. E quando passeavam com os maridos, seu lugar era atrás, e não ao lado deles.

Bárbara Heliodora e Maria Dorotéa Joaquina de Seixas, a Marília de Dirceu, são conhecidas como musas da ação libertadora de poetas inconfidentes. Houve mulheres poderosas na Colônia, como Ana Jacinta de São José, a Dona Beja, cuja história de paixão, rapto, prostituição e assassinato abalou a cidade mineira de Araxá (MG), Benta Pereira, fazendeira em Campos (RJ), que, aos 72 anos, pegou em armas para garantir os limites de suas terras, ou Maria da Cruz, líder de uma rebelião no sertão de Minas Gerais contra o governo da capitania. Ao lado delas, uma legião de anônimas assumiu, muitas vezes com enorme sacrifício, a chefia de lares abandonados pelos maridos.Os costumes só começariam a mudar no Brasil com a chegada da Corte portuguesa, em 1808, e como efeito das duas grandes revoluções iniciadas no século XVIII: a revolução moral e espiritual da humanidade provocada pelo Iluminismo e a Revolução Industrial.

FBN | Documento da Semana – Descrição do plano urbanístico para o centro do Rio, de 7 de março de 1796

março 7, 2017

Assinado há exatos 221 anos, o documento faz menção às obras de urbanização no pantanal de Pedro Dias atual Rua do Lavradio (Rio de Janeiro, RJ). Consulte-o em: http://bit.ly/2lAeZED



Conheça, também, a BNDigital em: https://bndigital.bn.gov.br
 
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FBN | 200 anos da Revolução Pernambucana

março 6, 2017

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Único movimento separatista colonial e de aspirações republicanas, a Revolução Republicana eclodiu em 6 de março de 1817, motivada, principalmente, pela crise econômica regional depois da expulsão dos holandeses.

Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza a bandeira Republicana de 1817, da autoria do pintor Antônio Alves. As três estrelas representam Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte (http://bit.ly/2lSz2tL).

 

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Veja, também, a gravura que marca os 100 anos da revolução, datada de 1917, em: http://bit.ly/2n5Mk6D

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FBN | 5 de março de 1927: o carnaval das crianças

março 5, 2017

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Para encerrar a série de postagens sobre o Carnaval, a FBN reproduz algumas imagens de fantasias infantis utilizadas há exatos 90 anos.

 

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Os registros foram originalmente publicados na revista Para Todos e são referentes ao “Baile Infantil no São Pedro”. Para acessar a edição, visite  http://memoria.bn.br/DocReader/124451/20138

 

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