Posts Tagged ‘Brasiliana Fotográfica’

Brasiliana Fotográfica | No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez

setembro 22, 2017

 

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Marc Ferrez. Marc Ferrez aos 33 anos de idade, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS

O fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923) iniciou suas experiências com fotografia colorida, em 1912, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente pela fábrica francesa, em 1907. Dedicou-se à fotografia estereoscópica em cores e as primeiras imagens coloridas realizadas nesse período são diferentes das fotografias panorâmicas e de grandes obras públicas, produzidas por ele no século XIX e na primeira década do século XX. São imagens do interior de sua casa e de sua intimidade familiar, onde aparecem sua mulher Marie (c. 1849 – 1914), seu filho Julio (1881 – 1946), sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, Ferrez também refez, em cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca, vistas do Jardim Botânico, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Palácio Monroe e a Pedra da Gávea, dentre outras.

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Brasiliana Fotográfica | Novos acervos: Museu da República

setembro 16, 2017
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Augusto Malta. Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República

A Reforma Urbana do Rio de Janeiro na Coleção Família Passos

No município do Rio de Janeiro, o primeiro grande projeto de intervenção na configuração espacial e funcional da cidade, após a instauração da República, em 1889, se deu na gestão de Francisco Pereira Passos (1836-1913) como prefeito do Distrito Federal (1902-1906). Passos era um engenheiro experiente e foi nomeado para este cargo pelo presidente Rodrigues Alves (1848 – 1919), que governou o Brasil de 1902 a 1906. Sua missão como prefeito era bem definida: transformar o Rio em uma cidade moderna, cosmopolita e civilizada, digna de ser a capital da jovem república brasileira e atrair para cá visitantes, mão-de-obra imigrante e negócios.

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Augusto Malta. Largo da Carioca, 1903. Rio de Janerio, RJ / Acervo Museu da República

 

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FBN | A Revolta da Armada – 6 de setembro de 1893

setembro 6, 2017

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“Grave notícia se espalhou desde manhã cedo pela cidade: uma parte da força armada da nação se sublevara, e havia uma greve assustadora na estrada de ferro Central.

Nem tudo isso era verdade. Os sucessos ocorridos na estrada não tinham a gravidade que se anunciava; mas era certo que a esquadra se achava em atitude francamente hostil ao governo”.

Assim, a Gazeta de Notícias, de 7 de setembro de 1893, iniciava a matéria sobre a Revolta da Armada, rebelião da última década do século XIX, que evidenciou algumas das cisões da então incipiente República brasileira.

Veja a galeria de fotos completa: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2375

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Brasiliana Fotográfica | Novos acervos: Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz

agosto 31, 2017
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Expedição do Instituto Oswaldo Cruz ao Amazonas e Acre: Margem do rio Purus, 1913. Rio Purus, Amazonas / Acervo Casa de Oswaldo Cruz

As imagens aqui apresentadas integram o acervo histórico da Fundação Oswaldo Cruz, instituição de referência internacional na área das ciências biomédicas e cuja trajetória encontra-se intrinsecamente relacionada à formulação, planejamento e execução de políticas públicas de saúde no Brasil. Este acervo encontra-se sob a guarda da Casa de Oswaldo Cruz, unidade da Fiocruz e centro de pesquisa e documentação dedicado à memória, à história das ciências biomédicas e da saúde pública e à educação e divulgação em ciência e saúde.

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J. Pinto. Curso de Aplicação do Instituto Oswaldo Cruz, 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz

As origens da Fundação Oswaldo Cruz remetem ao Instituto Soroterápico Federal, criado em 1900, no bairro de Manguinhos, no Rio de Janeiro, com o objetivo de produzir soros e vacinas contra a peste bubônica e que, em curto espaço de tempo, já como Instituto Oswaldo Cruz (IOC) em homenagem ao seu primeiro diretor Oswaldo Cruz (1872 – 1917) -, transformou-se no maior centro de medicina experimental da América Latina. O IOC – considerado o primeiro instituto de pesquisa da história do Brasil a trazer contribuições científicas durante um período constante, e o primeiro a dar ao país uma reputação científica internacional -, proporcionou os fundamentos para o desenvolvimento contínuo das ciências biomédicas no Brasil na primeira metade do século XX.

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J. Pinto. Núcleo arquitetônico original de Manguinhos, 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz

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Brasiliana Fotográfica | O cronista visual de Diamantina: Chichico Alkmim, fotógrafo

agosto 22, 2017
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Chichico Alkmim. Parque Municipal da Cavalhada Velha, atual praça Doutor Prado, 1945. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS

O mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), autodidata, pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina, e primeiro cronista visual da cidade, atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Seu primeiro ateliê foi inaugurado em 1912. A obra de Chichico, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Foi o mestre do fotógrafo Assis Horta (1918 – ), mineiro de Diamantina, que se tornou conhecido por registrar a classe trabalhadora na era Vargas. Uma curiosidade: a fotografia predileta de Assis Horta foi produzida por Chichico no dia de seu casamento: Eu mesmo levei a máquina para o Chichico fazer o retrato.

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Chichico Alkmin. Retrato de estúdio, década de 1910. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS

Chichico retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de fotografar, até 1978, ano de sua morte, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa.

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Chichico Alkmim. Crianças na atual Macau do meio, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS

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Brasiliana Fotográfica | A foto em foco

junho 6, 2017

Em nota publicada dia 27 de maio pelo jornal Folha de S.Paulo na coluna Painel das Letras, assinada por Maurício Meireles, a historiadora Lilia Moritz Schwarcz teria afirmado que houve uma montagem na fotografia de Antonio Luiz Ferreira, que registrou, em 17 de maio de 1888, a missa campal realizada no Rio de Janeiro para celebrar a Abolição da Escravatura. Foi dito na coluna que os rostos de personalidades, entre elas Machado de Assis, que aparecem no palanque onde estava a Princesa Isabel, foram encaixados “de forma artificial” pelo fotógrafo.

A mesma coluna Painel das Letras do dia 3 de junho faz correções. Numa delas a historiadora Lilia Schwarcz diz “não assegurar que a imagem tenha sido manipulada” ou que Machado de Assis tenha sido “incluído artificialmente ali”, pois o escritor “não é alvo de sua pesquisa”. A coluna relata também que o Instituto Moreira Salles, “detentor da imagem”, reagiu afirmando “não haver evidência de manipulação da fotografia”. E que “a inclusão de personagens nela seria impossível sem deixar vestígios”.

 

Detalhe da foto, com Machado de Assis ao centro

Imagem: Detalhe da foto, com Machado de Assis ao centro

 

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Brasiliana Fotográfica | 2 anos de Brasiliana

abril 17, 2017


O portal Brasiliana Fotográfica, uma iniciativa da Fundação Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles, completa hoje dois anos com mais de 10 milhões de visualizações e mais de 6 milhões de pesquisas realizadas. Nesse período, foram publicados 90 artigos, que fornecem um panorama da fotografia no Brasil desde as suas origens no século XIX até as primeiras décadas do século XX.

Leia mais em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5219

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Brasiliana Fotográfica | O barão do Rio Branco e o Álbum de vistas do Brasil

fevereiro 10, 2017

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O carioca José Maria da Silva Paranhos, patrono da diplomacia brasileira, recebeu de dom Pedro II o título de barão do Rio Branco, em 1888.  A foto destacada pela Brasiliana Fotográfica é um registro do embarque do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos – no centro da imagem –, para a Europa . Na ocasião, o barão do Rio Branco – de chapéu claro – era o ministro das Relações Exteriores e havia ido ao cais Pharoux para despedir-se de Leitão da Cunha, que também estava partindo para a Europa, no transatlântico inglês Avon. O autor do registro foi Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, de 1903 a 1936.

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Brasiliana Fotográfica | A Gruta da Imprensa

janeiro 16, 2017

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A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da Gruta da Imprensa, localizada na Avenida Niemeyer, no Rio de Janeiro. O registro foi produzido por Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, e pertence ao Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras do portal. A Gruta da Imprensa foi inaugurada pelo prefeito Carlos Sampaio, dias antes do início da viagem dos reis da Bélgica ao Brasil, em 1920, e sua denominação foi uma homenagem do prefeito à imprensa carioca.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7199

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Brasiliana Fotográfica | O brilhante cronista visual Marc Ferrez ( RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)

dezembro 7, 2016

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Marc Ferrez (1843 – 1923) foi um cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX, tendo sua vasta obra iconográfica comparada a dos maiores nomes da fotografia no mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez & Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou um célebre profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305

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