Posts Tagged ‘Brasiliana Fotográfica’

Brasiliana Fotográfica | 2 anos de Brasiliana

abril 17, 2017


O portal Brasiliana Fotográfica, uma iniciativa da Fundação Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles, completa hoje dois anos com mais de 10 milhões de visualizações e mais de 6 milhões de pesquisas realizadas. Nesse período, foram publicados 90 artigos, que fornecem um panorama da fotografia no Brasil desde as suas origens no século XIX até as primeiras décadas do século XX.

Leia mais em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5219

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Brasiliana Fotográfica | O barão do Rio Branco e o Álbum de vistas do Brasil

fevereiro 10, 2017

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O carioca José Maria da Silva Paranhos, patrono da diplomacia brasileira, recebeu de dom Pedro II o título de barão do Rio Branco, em 1888.  A foto destacada pela Brasiliana Fotográfica é um registro do embarque do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos – no centro da imagem –, para a Europa . Na ocasião, o barão do Rio Branco – de chapéu claro – era o ministro das Relações Exteriores e havia ido ao cais Pharoux para despedir-se de Leitão da Cunha, que também estava partindo para a Europa, no transatlântico inglês Avon. O autor do registro foi Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, de 1903 a 1936.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7462

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Brasiliana Fotográfica | A Gruta da Imprensa

janeiro 16, 2017

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A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da Gruta da Imprensa, localizada na Avenida Niemeyer, no Rio de Janeiro. O registro foi produzido por Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, e pertence ao Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras do portal. A Gruta da Imprensa foi inaugurada pelo prefeito Carlos Sampaio, dias antes do início da viagem dos reis da Bélgica ao Brasil, em 1920, e sua denominação foi uma homenagem do prefeito à imprensa carioca.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7199

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Brasiliana Fotográfica | O brilhante cronista visual Marc Ferrez ( RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)

dezembro 7, 2016

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Marc Ferrez (1843 – 1923) foi um cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX, tendo sua vasta obra iconográfica comparada a dos maiores nomes da fotografia no mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez & Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou um célebre profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305

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Brasiliana Fotográfica | A beleza das baianas na fotografia do século XIX no Brasil

novembro 25, 2016

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A Brasiliana Fotográfica homenageia a beleza das baianas na fotografia do século XIX no Brasil na data da comemoração do Dia Nacional da Baiana de Acarajé, publicando imagens produzidas por Alberto Henschel (1827 – 1882) e por Marc Ferrez (1843 – 1923). Estas fotografias da segunda metade do século XIX, período ainda de vigência do trágico regime de escravidão que marcou e moldou a história de nosso país, nos colocam face a face com mulheres que vivenciaram diretamente a sociedade daquele momento em todas as suas contradições, algumas libertas, outras ainda na condição de escravizadas, todas, entretanto, integrantes da construção deste legado de cultura e de resistência.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7057

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Brasiliana Fotográfica | O Palácio Monroe

novembro 9, 2016
Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN

Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN

O Palácio Monroe, projetado por Francisco Marcelino de Souza Aguiar, foi a sede do pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Como sua estrutura era toda metálica, o prédio pôde ser desmontado e remontado no fim da rua do Passeio, na avenida Central, atual Rio Branco, ponto mais nobre do Rio de Janeiro na época. Originalmente, o prédio ia se chamar Palácio São Luiz, porém, em 1906, durante o III Congresso Pan-americano, o ministro das Relações Exteriores, o barão do Rio Branco, batizou o edifício de Palácio Monroe, uma homenagem ao presidente norte americano James Monroe, idealizador do Pan-americanismo.

O Palácio Monroe tornou-se um ícone do Rio de Janeiro e sua imagem foi estampada em porcelanas, pratos, talheres, caixas de jóias, tinteiros, cartões-postais e em papéis de carta. Durante sua história, a construção foi sede do Senado Federal, a partir de 1925, quartel general das tropas gaúchas, na Revolução de 30 e, em 1945, abrigou o Tribunal Superior Eleitoral. Com a transferência da capital federal do Rio para Brasília, em 1960, o Senado, que havia retornado ao Monroe em 1946, seguiu para a nova capital. Em 1961, o Palácio passou a sediar o Estado Maior das Forças Armadas.

O prédio foi demolido em 1976.

Para saber saber e acessar a galeria de fotos, visite: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6248

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Brasiliana Fotográfica | Para uma história da Fotografia Médica, no Brasil

outubro 24, 2016

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Como seria a nossa vida, hoje, sem os diagnósticos médicos por imagem?

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6720

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FBN I História – 17 de outubro de 1937 – Falecia o pintor Antônio Parreiras

outubro 17, 2016

No dia 17 de outubro de 1937, falecia, em Niterói, Antônio Parreiras que foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon.

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. A. Parreiras, pint. em seu atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Os dous pintores Parreiras: Antonio e Dakir, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN

Confira alguns aspectos de sua linha do tempo:

“(…)1909-  sua pintura de nu, “Fantasia”, é muito elogiada pela imprensa parisiense e é noticiada sua iminente volta ao Brasil (…). Devido ao sucesso da obra, torna-se associado da Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres de Paris (…). Retorna ao Brasil (…).

Década de 10 – vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.

1910 – inscreve no Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts a pintura “Frineia”. Apresenta posteriormente “Dolorida” (1910), “Flor Brazileira”(1913), “Nonchalance”(1914), e “Modelo em Repouso”(1920).. 1927 – notícia sobre a publicação de seu livro de memórias, “História de um pintor contada por ele mesmo”, que o conduziu à Academia Fluminense de Letras (…).

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a "Flor Brazileira", 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nú a “Flor Brazileira”, 1913. Niterói, RJ / Acervo FBN

(…) 1936 – Parreiras realiza com dificuldades, pois já estava doente e debilitado, a sua última grande obra, o tríptico “Fundação da Cidade do Rio de Janeiro”, encomendado pelo prefeito Pedro Ernesto (1884-1942).

1937 – suas últimas telas são “A Tarde” e “O Fogo”. Em 17 de outubro, falece, em Niterói (…).

1942- inauguração, em 21 de janeiro, do Museu Antônio Parreiras, em Niterói. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, foi o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista (…). O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.”

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

M. Nogueira da Silva. Ant. Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1920. Paris, França / Acervo FBN

Conheça mais imagens e fatos sobre a história de Antônio Parreiras em http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2490

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Brasiliana Fotográfica – O retratista Joaquim Insley Pacheco (c. 1830 – 14 de outubro de 1912)

outubro 14, 2016
Joaquim Insley Pacheco. Pedro II, imperador do Brasil: retrato, 1883 / Acervo FBN

Joaquim Insley Pacheco. Pedro II, imperador do Brasil: retrato, 1883 / Acervo FBN

 

Um dos mais prestigiados e famosos retratistas do Brasil no século XIX, o fotógrafo e pintor português Joaquim José Pacheco, posteriormente Joaquim Insley Pacheco, nasceu em Cabeceiras de Bastos, em 1830. Era muito requisitado pela corte imperial brasileira e, além de ter sido muito procurado para a execução de retratos, era reconhecido por seu trabalho com fotopintura.

 

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6048

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Brasiliana Fotográfica – O Palácio Real de São Cristóvão

outubro 3, 2016
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Por meio de imagens de fotógrafos como Augusto Malta, Georges Leuzinger e Revert Henrique Klumb, a Brasiliana Fotográfica resgata a memória do Palácio Real, ou Paço Real, localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Propriedade do traficante de escravos Elias Antônio Lopes, que possuía a área da Quinta da Boa Vista, a construção foi doada ao então príncipe regente, dom João, quando ele chegou ao Brasil, em 1808.
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