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FBN | 15 de junho de 1962: o Acre é elevado à categoria de Estado

junho 15, 2017

“Acre é um dos 27 estados brasileiros. Ele é o 15º em extensão territorial, com uma superfície de 164.221,36 Km², correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional.

O Estado está situado num planalto com altitude média de 200 m, localizado no sudoeste da Região Norte, entre as latitudes de -7°06´56 N e longitude – 73º 48′ 05″N, latitude de – 11º 08′ 41″S e longitude – 68º 42′ 59″S.

Os limites do Estado são formados por fronteiras internacionais com Peru (O) e Bolívia (S) e por divisas estaduais com os estados do Amazonas (N) e Rondônia (L). As cidades mais populosas são: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.

Unificada a partir de 1920, a administração do Acre passou a ser exercida por um governador nomeado pelo Presidente da República. Até que em 15 de Junho de 1962 foi sancionada pelo Presidente da República João Goulart a Lei 4.070, que elevou o Acre a categoria de Estado. E em Outubro de 1962 foi eleito o primeiro governador do Estado do Acre, José Augusto de Araújo.” Fonte: www.ac.gov.br

Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a ‘Carta geographica do Territorio do Acre”, disponível em: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart163015/cart163015.jpg

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FBN | Série Documentos Literários – De escritor para editor: carta de Coelho Neto a Gelormini

abril 7, 2017

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta do escritor Coelho Neto ao editor italiano Gelormini.

Henrique Maximiano Coelho Neto (1864 – 1934) foi um dos mais prolíficos escritores brasileiros de sua época. Além de romances, contos e discursos que compõem uma obra de mais de cem volumes, ele publicava artigos quase diariamente, sobre assuntos diversos, muitas vezes usando pseudônimos. E, embora seu estilo fosse considerado ultrapassado pelos críticos da Semana de Arte Moderna, ele continuou a produzir e a ter notoriedade, tanto que, em 1928, um concurso promovido pela revista “O Malho” o agraciou com o título de “Príncipe dos Prosadores”.

Como a maioria dos escritores, Coelho Neto mantinha uma intensa correspondência acerca de assuntos literários e de seu trabalho. Esta carta, datada de 29 de março de 1907, foi endereçada ao editor italiano F. L. Gelormini, a quem o escritor envia um número do jornal “Fanfulla” – publicado pela colônia italiana desde 1893, que desde 2014 existe apenas em formato digital –, um romance e dois livros de contos. Na carta, em que agradece o interesse de Gelormini em traduzir suas obras, Coelho Neto “quase garante” o sucesso junto ao público europeu, não pelo seu próprio mérito, mas “pelo que há de grandioso na paisagem, de esplêndido nos dias de sol, de augusto e sugestivo nos lugares magníficos”.

 

Nenhum texto alternativo automático disponível.

 

A carta pertence à Coleção Adir Guimarães, integrada, principalmente, por correspondência de escritores brasileiros. Está sob a guarda da Divisão de Manuscritos e pode ser consultada na BN Digital acessando o link:

http://objdigital.bn.br/acerv…/div_manuscritos/mss467147.pdf

Outro post sobre Coelho Neto da Série Documentos Literários:
https://blogdabn.wordpress.com/…/fbn-serie-documentos-lite…/

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FBN | Série Documentos Literários – Páginas de Balzac

janeiro 27, 2017

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta e um impresso com correções manuscritas feitas pelo escritor francês Honoré de Balzac.

Balzac (Tours, 20 de maio de 1799 – Paris, 18 de agosto de 1850) foi um célebre escritor francês, reconhecido por sua vasta produção e pela profunda análise da natureza humana de seus contos e romances. A análise balzaquiana, refletida na sociedade francesa, partia de um espírito ao mesmo tempo científico e filosófico.

Além de escritor, de quem se conta ter atravessado inúmeras madrugadas escrevendo à luz de velas e tomando xícara após xícara de café, Balzac foi também editor, impressor e proprietário de uma fábrica de tipos para impressão, comprada de Joseph-Gaspard Gillé em 1827. A empresa não deu certo, e o artista voltou a seu ofício inicial, mas a experiência foi registrada no romance “Ilusões Perdidas”, em que um dos protagonistas é um pequeno impressor no interior da França.

Quase toda a obra de Balzac no campo da ficção está reunida no conjunto denominado por ele próprio “A Comédia Humana”, o que sugere um contraponto à conhecida obra de Dante. São 95 narrativas completas e 48 inconclusas, divididas em três partes: “Estudos de Costumes”, “Estudos Filosóficos” e “Estudos Analíticos”. O conjunto inclui romances universalmente conhecidos, como “A Mulher de Trinta Anos” (1832), “Eugênia Grandet” (1834) e “As Ilusões Perdidas” (publicado em três partes, de 1837 a 1843). Em suas páginas, Balzac dá vida a mais de 2.000 personagens, que podem se entrecruzar ao longo de diferentes romances.

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Em 1942, o escritor austríaco Stefan Zweig doou à Biblioteca Nacional uma carta original de Honoré de Balzac ao Sr. Casimir, na qual solicita as provas tipográficas de seu livro “Melmoth Apaziguado” (1835), e uma página de prova tipográfica de um texto de não-ficção, com correções e apontamentos feitos por Balzac.

Os documentos se encontram na Divisão de Manuscritos e podem ser acessados pelos links:

Prova tipográfica:

Clique para acessar o mss24_1942.pdf

Carta:

Clique para acessar o mss1255451.pdf

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