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FBN I 10 de fevereiro de 1931 – Nasce Cauby Peixoto

fevereiro 10, 2017

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Um dos grandes nomes da ‘Era de Ouro’ do rádio, expoente da Rádio Nacional, a voz de Cauby Peixoto marcou época em sucessos como Blue Gardenia e Conceição.

Em 1954, Cauby começava a ser notado pelo público, destacando-se em programas de calouros na televisão. A revista O Cruzeiro de 17 de julho de 1954 trazia matéria sobre o cantor, que então despontava como revelação. Na matéria, Cauby aparece em foto descontraída com Anilza Leoni, então destaque da TV Tupi. O texto diz o seguinte:

“Apresentou-se recentemente na Televisão Tupi da Cidade Maravilhosa, no programa “Sucessos Musicais”, que a TV Associada carioca leva a todos os telespectadores às terças-feiras, às 20.05 horas, o cantor Cauby Peixoto. Dono de uma bonita voz, que nos faz relembrar um pouco aquele estilo dos nossos antigos seresteiros, oriundo de uma família que não teve os bafejos da fortuna, Cauby Peixoto conquistou rapidamente um lugar nos corações de todos os brotos que fequentam os auditórios superlotados das nossas emissoras…”

 

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Acesse a Hemeroteca Digital e leia a matéria sobre Cauby Peixoto na revista O Cruzeiro.
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx…

 

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Matéria da revista O Careta de 1954 menciona Cauby Peixoto como ‘cantor-revelação’ do ano:
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx…

 

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A Divisão de Música e Arquivo sonoro da BN oferece aos pesquisadores e interessados uma vasta coleção de músicas interpretadas pelo cantor.

 

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FBN | Série Passado Musical – Amanhã vem o Papai Noel

dezembro 23, 2016

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No âmbito das celebrações natalinas, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza a cação “Amanhã vem o Papai Noel”, interpretada por Dalva de Oliveira e pela dupla Preto e Branco. A melodia é do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart.

Amanhã vem o Papai Noel [Sonoro] 
[S.l.], [1945] ; [S.l.] : Odeon.
Mozart, Wolfgang Amadeus, 1756-1791
Fon-fon e sua orquestra

Acesse a canção em: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1043989.mp3

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FBN | Homenagem – 22 de novembro, dia da Música e dos Músicos

novembro 22, 2016

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No dia 22 de novembro é comemorado o dia da Música e, também, o dia de Santa Cecília, que é exaltada como a padroeira da Música e dos Músicos.

A tradição conta que Santa Cecília cantava com tanta doçura que um anjo desceu do céu para ouvi-la.

O acervo da Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional (DIMAS), hoje sediada no 3º andar do Palácio Capanema, é um dos mais importantes acervos musicais existentes no Brasil, oferecendo aos visitantes e pesquisadores mais de 250 mil títulos relevantes para investigação histórica e musicológica. A DIMAS possui, ainda, autógrafos de compositores ilustres, variada literatura sobre música, partituras, libretos, periódicos, programas de concertos, correspondências, fotografias, discos, CDs e  DVDs.

O acervo é constituído pela soma de várias coleções marcadas pelo prestígio de seus colecionadores originais. Sua base principal foi formada por peças trazidas de Portugal para o Rio de Janeiro por D. João VI, pertencentes à chamada Real Biblioteca de Lisboa e da Biblioteca do Infantado, abrangendo, dentre outros documentos, livros, partituras, libretos de óperas, livros litúrgicos, missais e tratados.  A Coleção Thereza Christina Maria, constituída por obras que pertenceram às imperatrizes D. Leopoldina e D. Thereza Christina, é um dos maiores tesouros originais, e reúne partituras em primeiras edições de Mozart, Haydn, Beethoven, Pleyel, além de livros raros e exemplares do periódico Brazil Musical, dedicado a S.M a Imperatriz do Brasil.

Outras importantes coleções, como a do Conde da Barca, J.A. Marques e Salvador Mendonça estão também representadas com obras dos séculos XVI e XVII.

A DIMAS foi enriquecida ao longo dos anos por meio de contribuições legais, doações e compras, destacando-se a aquisição da biblioteca que pertencera ao bibliófilo cearense Abrahão de Carvalho (1891-1970), que reuniu o maior acervo musical particular do Brasil, com cerca de dezessete mil peças. A compra dessa coleção, na década de 1950, impulsionou de maneira definitiva a estruturação de um acervo de música na Biblioteca Nacional. A BAC, como era conhecida a Biblioteca Abrahão de Carvalho, possuía um número considerável de itens em literatura e partituras musicais, além de um valioso conjunto de obras raras sobre música dos séculos XVII e XVIII. Entre as raridades da coleção Abraão de Carvalho, pode-se destacar:

  • obras do teórico e filósofo Gioseffo Zarlino (1517-1590);
  • tratados de Jean Philippe Rameau (1683-1764) e de Francisco Ignácio Solano (c.1720-1800);
  • primeiras edições de composições de Franz Liszt (1811-1886);
  • a obra Regole del contrapunto pratico (Nápoli, 1794), de Nicola Sala (1713-1801), único exemplar no Brasil;
  • Compêndio de música theorica e pratica (Porto, 1816) do frei Domingos de São José Varella, a Primeira parte doIndex da Livraria de Música do Muyto Alto, e Poderoso Rey Dom João IVº, Nosso Senhor, anno 1640, que fala do tesouro musical, destruído pelo grande terremoto de Lisboa de 1755;
  • Ricardo Wagner e Francisco Liszt recordações pessoais (Lisboa, 1874), de Platon de Waxel, impresso apenas em 50 exemplares, dos quais Abrahão de Carvalho possuía o volume de nº 23.

A compra da coleção Luciano Gallet (1893-1931) trouxe junto a obra do compositor Glauco Velazquez (1883-1914), que se encontrava sob tutela do compositor e amigo. Nos anos seguintes, sucederam-se as doações de particulares, incluindo autógrafos dos compositores Oscar Lorenzo Fernandez (1897-1948), Alberto Nepomuceno (1864-1920), Francisco Braga (1868-1945), Meneleu Campos (1872-1927), Brasilio Itiberê (1896-1967), Ernesto Nazareth (1863-1934), Francisco Mignone (1897-1986), César Guerra-Peixe (1914-1993), Helza Cameu (1903-1995), entre outros.

Na coleção de manuscritos musicais de compositores brasileiros, destacam-se as óperas Il Guarany, FoscaMaria Tudor e Salvator Rosa, de Carlos Gomes (1836-1896), grande referência musical do Brasil. Vale ressaltar que este conjunto documental recebeu, em 2009, a Nominação no Registro Nacional Brasil do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco, que confirma o valor extraordinário e o interesse pátrio em possuir um acervo documental que deve ser protegido em benefício da humanidade.

Conheça mais sobre acervo em:  http://www.bn.br/site/pages/bibliotecaDigital/passadomusical/script/index.asp

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FBN | Série Passado Musical – “Flôr de Maracujá” de Henrique Vogeler (anterior a 1929).

novembro 21, 2016

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A Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a canção “Flôr de Maracujá”, do compositor Henrique Vogeler. O pianista, filho de pai alemão naturalizado brasileiro, teve grande participação no teatro musicado, contribuindo intensamente com a música popular brasileira dos anos 1920 aos anos 1940.

“Flôr de Maracujá” – Henrique Vogeler.

Gravadora: [S.l.] : Odeon.

Intérprete: Rio Dance Orchestra

Ritmo: Maxixe

Acesse a gravação original completa: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1047365.mp3

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MOSTRA GUERRA-PEIXE 100 ANOS DE NASCIMENTO

março 24, 2014

César Guerra-Peixe (1914-1993)

100 anos de nascimento

Mostra – 24 mar.-30 abr. 2014 – Divisão de Música e Arquivo Sonoro. Rua da Imprensa, 16 – 3º andar. Edifício Capanema

 

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Nascido em Petrópolis (RJ) a 18 de março de 1914, Cesar Guerra-Peixe é homenageado na Fundação Biblioteca Nacional com mostra “César Guerra-Peixe, um músico brasileiro”.

Na presente mostra procura-se evidenciar sua trajetória musical desde as experiências com o dodecafonismo até a síntese de elementos folclóricos, de música popular com a linguagem composicional na busca por uma estética autenticamente nacional.  

 

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Grande parte das peças selecionadas faz parte de sua coleção, doada pelo músico a Fundação Biblioteca Nacional, em 1988, sob a guarda da Divisão de Música e Arquivo Sonoro (DIMAS).

A Dimas apresenta, por ocasião dos 100 anos de nascimento, trinta e quatro peças – entre partituras autógrafas, fotografias, discos, documentos, livros, correspondência e caderno de apontamentos do compositor e maestro.