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FBN | História – 30 de abril de 1975 – fim da guerra do Vietnã

abril 30, 2017

 

No dia 01 de maio de 1975 os jornais brasileiros anunciavam o fim da guerra do Vietnã, ocorrido na véspera.

O periódico Diário de Notícias estampava em sua primeira página:

” Viets em Saigon e Hanói já falam na reunificação.

Com tanques decorados com bandeiras do Vietcong, o exército revolucionário entrou ontem em Saigon, poucas horas após anunciada oficialmente a rendição, e pôs fim uma guerra do novo governo do general Van Minh, o “Big” Minh.  Acabou assim uma guerra que durou 30 anos, contra franceses, japonese, norte-americanos e sul-vietnamitas, nas selvas da Indochina”.

Continue lendo o jornal em:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_05&PagFis=37946

Leia mais sobre a guerra do Vietnã na Hemeroteca Digital Brasileira.

 

FBN | 29 de abril: Dia Internacional da Dança

abril 29, 2017

Criado pelo Comitê Internacional de Dança da Unesco, a data homenageia o nascimento do bailarino, professor e ensaísta francês Jean-Georges Noverre (1727 – 1810).

 

 

Para além da homenagem, a data propõe aos artistas contemporâneos uma profunda reflexão sobre o fazer artístico, valorizando a sua diversidade, realçando as suas especifidades, e reafirmando o entrelaçamento de suas linguagens. (fonte: FUNARTE).

Em homenagem à data, a FBN disponibliza a reportagem “A dança na Exposição”, da Revista Fon Fon: http://bit.ly/2q827TO

Para conhecer mais sobre as danças brasileiras, explore a Hemeroteca Digital em: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital

#FBN #BN #Dança #BibliotecaNacional #FundaçãoBibliotecaNacional

FBN | 28 de abril – Dia Mundial da Educação

abril 28, 2017
Tribuna da Imprensa 19/04/2000

Tribuna da Imprensa 19/04/2000

O Dia Mundial da Educação é comemorado dia 28 de abril. Nessa data, no ano 2000, foi realizado o Fórum Mundial de Educação, em Dakar no Senegal, com a participação de representantes de 180 países. Na ocasião, foi assinado um documento no qual os países se comprometiam a não poupar esforços para que a educação chegasse a todas as pessoas do planeta.

Leia o texto adotado pela Cúpula Mundial de Educação Em Dakar, Senegal, de 26 a 28 de abril de 2000:

http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Direito-a-Educa%C3%A7%C3%A3o/declaracao-de-dakar.html

Leia mais sobre os desafios da educação que seriam abordados pelo Fórum  no jornal Tribuna da Imprensa de 19 de abril de 2000.

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=154083_06&PagFis=1765

 

 

FBN | Série Documentos Literários – 28 de abril de 1842: nasce o Conde d’Eu

abril 28, 2017

 

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, cede espaço à História para lembrar o aniversário do conde d´Eu, marido de Isabel, princesa do Brasil.

Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston d´Orléans nasceu a 28 de abril de 1842 em Neuilly-sur-Seine, na França. Era o primeiro filho de Louis, duque de Nemours, e de Victoria de Saxe-Coburg Gotha. Ao nascer, recebeu o título de conde d´Eu, outorgado por seu avô paterno, Louis Philippe I, imperador dos franceses. Este viria a abdicar do trono durante a revolução de 1848 e a se exilar na Inglaterra, e o neto o acompanhou, juntamente com o restante da família.

Gaston teve uma educação esmerada, bastante severa por parte do pai. Aos treze anos iniciou sua carreira de armas, concluída em Segóvia, na Espanha. Participou da guerra do Marrocos, em 1859-60, e adquiriu certa fama como militar. Em 1864, de acordo com o costume vigente entre as famílias nobres, aceitou se casar com uma das duas filhas de d. Pedro II, imperador do Brasil. Em princípio sua esposa deveria ser a mais nova, Leopoldina, enquanto seu primo Luís Augusto de Saxe-Coburg e Gotha, duque de Saxe, iria se casar com Isabel; no entanto, os pares foram trocados, o que parece ter agradado a Gaston. Segundo ele escreveu a sua irmã:

“Acho-a (Isabel) mais capaz do que a irmã caçula de assegurar a minha felicidade doméstica; o país no qual ela deve ter sua residência principal não me desagradou; e eu vejo a possibilidade de tudo conciliar com viagens à Europa, a cuja duração e a cuja frequência não me impuseram nenhum limite.”

O casal de príncipes estava justamente na Europa, em lua de mel, quando se iniciou a guerra do Paraguai. D. Pedro II escreveu ao genro pedindo-lhe que regressasse ao Brasil e fosse se encontrar com ele e o duque de Saxe em Uruguaiana, onde, segundo observou o visconde de Taunay, o conde d´Eu demonstrou “grande interesse pelas coisas do Brasil, observando, perguntando, tudo visitando e tratando de colher minuciosas e exatas informações”. Desejava participar do confronto, mas d. Pedro fez com que o Conselho de Estado negasse seu pedido; só mais tarde, em 1869, seria nomeado comandante-em-chefe dos exércitos aliados. Sua atuação na Guerra do Paraguai é objeto de controvérsias por parte dos historiadores: alguns o apontam como responsável por crimes de guerra, incluindo o massacre de civis e a destruição de um hospital, enquanto outros refutam as alegações como sendo obra de seus muitos detratores e de inimigos da monarquia.

Nos anos após a guerra, Gaston d´Orléans, a quem o sogro negava participação efetiva nas decisões políticas, se tornou, assim como sua esposa, patrono das artes, da cultura e da educação. Preocupava-se também com a melhoria na organização do Exército e o aperfeiçoamento do material bélico. Segundo seus biógrafos, gostava de se comportar como um homem comum e de transmitir lições de simplicidade a seus filhos, mas, apesar disso – ou talvez, em parte, exatamente por isso – era bastante impopular aos olhos dos brasileiros. O historiador Ronaldo Vainfas atribui esse desfavor às críticas sofridas por Gaston por parte da imprensa republicana, notadamente Rui Barbosa.

Em 1889, com o advento da República, a família imperial se exilou em Portugal. O conde d´Eu permaneceu na Europa ao lado da esposa e dos filhos, vindo a morrer no dia 28 de agosto de 1822, a bordo de um navio que o trazia ao Brasil para a celebração do centenário da Independência. Seus restos mortais, juntamente com os da princesa Isabel, falecida em 1821, foram trasladados para o Brasil em 1971 e repousam na catedral de S. Pedro de Alcântara, em Petrópolis (RJ).

A Divisão de Iconografia possui um desenho a grafite que retrata, da esquerda para a direita, o conde d´Eu, d. Pedro II e o duque de Saxe em Uruguaiana, em 1865. A imagem, da autoria de Brás Inácio de Vasconcelos,  integra o “Álbum da Guerra do Paraguai”, que pode ser consultado acessando a BN Digital.

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FBN | 27 de abril de 1945: caça a Hitler!

abril 27, 2017


Em 27 de abril de 1945, com o término da Segunda Guerra Mundial, o jornal “A NOITE” publicou em sua primeira página a seguinte manchete:

“CAÇA A HITLER

Os soldados russos empenhados em capturar o Fuehrer – a 800 m do seu Q. G. – Outras informações dizem que o chefe nazista se encontra  cercado num “bolsão” no centro da cidade – O rádio de Hamburgo admite que a luta será no fim – 3/4 partes da capital alemã em poder dos soviéticos  – Ocupados o pôrto de Stettin e a segunda cidade da Tchecoslováquia, também grande centro de armamentos”

Acesse a edição em: http://bit.ly/2ptg2aO

Conheça mais sobre o jornal A NOITE e a Segunda Guerra na Hemeroteca Digital: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital

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FBN | 26 de abril de 1937: Guernica é bombardeada

abril 26, 2017

 

Em 26 de abril de 1937, os bombardeios da Luftwaffe reduziram a ruínas a cidade basca de Guernica, contabilizando 1.645 mortos. Em 28 de abril de 1937, o jornal “Correio da Manhã” publicou a seguinte manchete em sua primeira página:

“A cidade historica de Guernica arrazada

Mais de mil bombas aéreas reduziram-na a escombros fumegantes

Ascende a mais de 800 o número de mortos, dizem os telegramas”

Leia a matéria na íntegra em: http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/39843

#FBN #BN #BibliotecaNacional #Guernica #Luftwaffe #CorreiodaManhã #GuerraCivilEspanhola

FBN | 25 de abril de 1852: morre Álvares de Azevedo

abril 25, 2017

Álvares de Azevedo (Manuel Antônio Álvares de Azevedo), poeta, contista e ensaísta, nasceu em São Paulo, a 12 de setembro de 1831, e faleceu o Rio de Janeiro, RJ, em 25 de abril de 1852. Patrono da Cadeira n. 2 da Academia Brasileira de Letras, por escolha de Coelho Neto. Era filho do então estudante de Direito Inácio Manuel Álvares de Azevedo, oriundo de Itaboraí, e de Maria Luísa Mota Azevedo, ambos de famílias ilustres. Segundo afirmação de seus biógrafos, teria nascido na sala da biblioteca da Faculdade de Direito de São Paulo; averiguou-se, porém, ter sido na casa do avô materno, Severo Mota. Em 1833, em companhia dos pais, mudou-se para o Rio de Janeiro e, em 1840, ingressou no Colégio Stoll, onde se revelou excelente aluno. Em 1844, retornou a São Paulo em companhia de seu tio. Regressa, novamente ao Rio de Janeiro no ano seguinte, entrando para o internato do Colégio Pedro II. (Fonte: ABL).

Em homenagem ao aniversário de morte do autor, a Biblioteca Nacional compartilha, para consulta e download, o livro “Noite na Taverna”, de Alvares de Azevedo. A obra, organizada em sete partes, é centrada na figura de 5 personagens: Solfieri, Bertram, Gennaro, Claudius Hermann e Johann, que narram, em uma taverna, suas histórias inconsequentes e sombrias.

Para acessar o livro, clique em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/noitenataverna.pdf

Para saber mais sobre Alvares de Azevedo, pesquise em: http://bndigital.bn.br/acervodigital

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FBN | Perfil: Heloísa Teixeira e os estudos afro-brasileiros a partir da correspondência de Arthur Ramos

abril 24, 2017
 
O material reunido na Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional é revelador: segundo a pesquisadora, tais estudos eram bastante difundidos no Brasil nesse período, tendo influenciado um significativo conjunto de pesquisadores nacionais, que desenvolveram entre nós os estudos afro-brasileiros (produção acadêmica que analisou a identidade africana na sociedade brasileira) e contribuíram para o avanço de posicionamentos antirracistas em um contexto de grandes traumas humanitários no mundo ligados à ideia de raça.
 
Leia na íntegra em: http://bit.ly/2oEHJtl
 
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FBN I 23 de abril – Dia internacional do Livro e dos direitos do Autor

abril 23, 2017

 

A data começou a ser celebrada em 05 de Abril de 1926, na Catalunha – Espanha, em homenagem ao nascimento do escritor Miguel de Cervantes. No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.

Em 1995,  a UNESCO durante o XXVIII Congresso Geral, instituiu  o dia 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. O dia 23 de abril foi escolhido por ser a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes, e Inca Garcilaso de la Vega.

Em homenagem ao Dia Internacional do Livro, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a obra “Gonzaga ou a Revolução de Minas”, de Castro Alves: http://bit.ly/2onqDiC

Informe-se, também, sobre o Registro de Direitos Autorais em http://bit.ly/2paVnYV

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