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FBN | 28 de junho de 1919: a Alemanha assina o Tratado de Versailles

junho 28, 2017
 
Em 29 de junho de 1919, o jornal Correio da Manhã publicou a seguinte capa:
 
“28 de junho de 1914 o assassinato do herdeiro do throno austro-hungaro lançava o rastilho da guerra mundial
 
Cinco annos depois assina-se, no mesmo dia, o Tratado de Paz”
 

FBN | Homenagem – 27 de junho de 1908, nasce Guimarães Rosa

junho 27, 2017
Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

 

João Guimarães Rosa, contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo (MG) em 27 de junho de 1908. Foi o terceiro ocupante da cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras.

Formado em Medicina (1930) estreou na vida  literária em 1929 na revista O Cruzeiro,com o conto “O mistério de Highmore Hall”. Em 1936  recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras pela coletânea de versos Magma.

Como diplomata foi cônsul em Hamburgo (1938-42), secretário de embaixada brasileira em Bogotá (1942-44), chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946), primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51), secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz (1948) e representante do Brasil junto a UNESCO.

Além do Prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a “Magma”, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d’Oliveira pelo livro “Sagarana” (1946), o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro pelo clássico  “Grande sertão: Veredas”. Em 1956 foi agraciado com o Prêmio Carmen Dolores Barbosa, em 1957 pelo  Prêmio Paula Brito. Em 1963 sua obra  “Primeiras estórias” recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil. (Fonte: ABL)

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Consulte as obras Guimarães Rosa no acervo da Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional:  http://www.bn.br/explore/acervos/obras-gerais

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FBN | Homenagem – 26 de junho de 1826, nasceu Francisco Otaviano

junho 26, 2017
Foto: ABL

Foto: ABL

Francisco Otaviano de Almeida Rosa, nasceu no Rio de Janeiro, em 26 de junho de 1826, onde faleceu 28 de junho de 1889. Advogado, jornalista, político, diplomata e poeta é o patrono da cadeira nº 13 da Academia Brasileira de Letras por escolha do fundador Visconde de Taunay.

Começou os estudos no colégio do professor Manuel Maria Cabral e a partir daí passou a dedicar-se ao estudo das línguas, história, geografia e filosofia. Formou-se em Direitos no ano de 1845 em São Paulo e ingressou na vida profissional atuando como advogado e jornalista. Na carreira política foi  deputado geral (1852) e senador (1867). Como jornalista, atuou nas campanhas do Partido Liberal e participou da elaboração da Lei do Ventre Livre.

Uma de suas frustrações era a constatação de que apesar de gostar de poesia, desviou-se dela voltando esforços para o mundo da política. “Sua obra poética representa uma espécie de inspiração do homem médio, mas não banal, o que lhe dá, do ponto de vista psicológico, uma comunicabilidade aumentada pela transparência do verso, leve e corredio. Em torno do eixo central de sua personalidade literária se organizam as tendências comuns do tempo, num verso quase sempre harmonioso e bem cuidado… Ficou para sempre inscrito entre os nossos poetas da fase romântica, como autor de duas ou três peças antológicas, mesmo que não tenha exercido a literatura com paixão, e o patriota que foi dá-lhe lugar entre os grandes vultos brasileiros do século XIX.” (fonte: ABL)

A divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional guarda dois tesouros escritos por Francisco Otaviano:

Flor da campa [18–]:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_13_022/mss_I_07_13_022.pdf

A filha da albergueira [1867]

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_13_021/mss_I_07_13_021.pdf

 

 

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FBN | Homenagem – 24 de junho de 1820, nasceu Joaquim Manuel de Macedo

junho 24, 2017
fonte: ABL

Foto: ABL

Joaquim Manuel de Macedo  nasceu em 24 de junho de 1820, e faleceu em 11 de abril de 1882. Foi jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista. É o patrono da cadeira nº 20 na Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Salvador de Mendonça.

Em 1844 formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro,  mesmo ano em que publicou  A Moreninha. Em 1849, junto com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias fundou a revista Guanabara. Abandonou a Medicina e foi professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II e lecionou  para filhos da princesa Isabel. Foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81) além de membro do Instituto Histórico (1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). (fonte: ABL)

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional possui alguns documentos assinados por Joaquim Manuel de Macedo. Dentre eles se encontram duas cartas endereçadas a frei Camilo de Monserrate, o qual, assim como ele, era professor do Colégio Pedro II, e a quem envia anotações sobre alguns pontos de Geografia e História Antiga, ministrados no ano anterior. As cartas pertencem à Coleção Camilo de Monserrate, que, em 1853, se tornou diretor da Biblioteca Nacional.

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Suas obras:

Considerações sobre a nostalgia, 1844.
Discurso que na augusta presença de S. M. Imperial, na ocasião de tomar o grau de em medicina recitou Joaquim Manuel de Macedo, 1844.
A Moreninha, 1844.
O moço louro, 1845.
Os dois amores, 1848.
O cego, 1849.
Rosa, 1849.
Cobé, 1854.
Vicentina, 1854.
O forasteiro, 1855.
A carteira de meu tio, 1855.
Memórias do sobrinho do meu tio, 2 vols, 1867-1868.
O fantasma branco, ópera, 1856.
A nebulosa, 1857.
O primo da Califórnia, 1858.
Amor e pátria, 1859
O sacrifício de Isaac, 1859
Luxo e vaidade, 1860
Lições de História do Brasil, 1851
Os romances da semana, 1861
Cântico, 1862.
Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro, 2 vols, 1862-1863.
Lusbela, 1863.
O novo Otelo, 1863.
Teatro, 1863.
A torre em concurso, 1863.
Questão Janrard, 1864.
O culto do dever, 1865.
Mazelas da atualidade, 1867.
A luneta mágica, 1869.
Nina, 1869.
O Rio do quarto, 1869.
As vítimas-algozes, 1869.
As mulheres de mantilha, 1870.
A namoradeira, 1870.
Remissão de pecados, 1870.
Um noivo, duas noivas, 1871.
Os quatro pontos cardeais, 1872.
Misteriosa, 1872.
Cincinato quebra-louça, 1873.
Noções de Corografia do Brasil, 1873.
A baronesa do amor, 1876.
Ano biográfico brasileiro, 3 vols. 1876-1880.
Vingança por vingança, 1877.
Memórias da Rua do Ouvidor, 1878.
Mulheres célebres, 1878.
Antonica da Silva, 1880.

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FBN | Série Documentos Literários: 23 de junho – aclamação de D. Miguel como rei de Portugal

junho 23, 2017

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, recorda a aclamação de D. Miguel, irmão mais novo de D. Pedro I, que foi rei de Portugal entre 1828 e 1834.

Apelidado, no período em que ocupou o trono, de “Tradicionalista” e “Absolutista”, ou ainda “Absoluto”, D. Miguel (Queluz, Portugal, 1802 – Karlsruhe, Alemanha, 1866) é uma figura controversa na História de Portugal. De mentalidade conservadora e fortemente católico, esteve ao lado do pai, D. João VI, na revolução de 1823, conhecida como “Vilafrancada”, mas se revoltou a seguir e foi exilado em Viena. Para regressar a Portugal, aceitou um arranjo em que se casaria com sua sobrinha, Maria da Glória, em nome de quem D. Pedro havia abdicado do trono português; pouco depois, no entanto, convocou as Cortes Gerais do reino e se fez proclamar rei com o título de D. Miguel I. Para muitos isso foi visto como uma usurpação, mas Miguel tinha também seus apoiadores, segundo os quais a ascensão de D. Pedro ao trono do Brasil – agora reconhecido como um país independente – significava a perda de seus direitos de sucessão à coroa portuguesa.

O reinado de Miguel I foi marcado por motins em várias partes do país. As primeiras vitórias foram das tropas miguelistas; ele chegou a dominar todo o território português à exceção da Ilha Terceira, nos Açores, onde se refugiaram muitos de seus oponentes. Foi dos Açores também que, alguns anos mais tarde, D. Pedro I iniciaria sua ofensiva para retomar a coroa, apoiado por exércitos estrangeiros. A guerra se encerrou em 1834, com a abdicação de D. Miguel em favor de Maria da Glória – agora D. Maria II – e seu banimento de Portugal, onde nunca mais voltaria a pisar.

Durante a disputa pelo trono, quando buscava fortalecer sua posição por meio de reconhecimento internacional, Miguel fez publicar um longo manifesto em que argumentava a favor de seus direitos e alegava a ilegitimidade das pretensões do irmão e da sobrinha. A Divisão de Obras Gerais possui um exemplar, que pode ser consultado na íntegra através do link

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1334804/drg1334804.pdf

Também na BN Digital, duas cópias de uma mesma gravura de D. Miguel, pertencentes ao acervo da Divisão de Iconografia. Uma o identifica como “Regente dos Reinos de Portugal e Algarves e Lugar-Tenente de Sua Majestade Fidelíssima”, título que deteve brevemente, antes de tomar posse da coroa. A outra, evidentemente de tiragem posterior, está legendada em alemão e o chama de “Tirano de Portugal”.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon552893.jpg

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon334976.jpg

#FBN #BN #DomMiguel#SérieDocumentosLiterários #BibliotecaNacional

FBN | Perfil: Tereza Cristina França e a biografia de Domício da Gama, diplomata e fundador da ABL

junho 20, 2017
Escrever uma biografia sobre Domício da Gama, diplomata e membro fundador da Academia Brasileira de Letras: este é o desafio a que se propõe Tereza Cristina Nascimento França, doutora em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e pesquisadora residente do Programa de Residência em Pesquisa na Biblioteca Nacional, edição 2016.
 
Leia mais em: http://bit.ly/2swAbLK

FBN | História – 18 de junho de 1908 o navio Kasato-Maru, chega ao Brasil com os primeiros imigrantes japoneses

junho 18, 2017
Foto: Gazeta de Notícias - 21/03/1917

Foto: Gazeta de Notícias – 21/03/1917

Dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru atracou em Santos em com os primeiros 781 imigrantes japoneses, de 165 famílias para o Brasil. Segundo registros históricos,  os imigrantes do Kasato Maru seguiram imediatamente para São Paulo,  e de lá foram levados para as fazendas de café da Alta Sorocabana.

No dia 16 de agosto do mesmo ano, o jornal Gazeta de Notícias destinava boa parte da página 3 um artigo alusivo aos acontecimentos que sucederam a chegada dos primeiros imigrantes japoneses:

“A Bordo do Japonez

…Partindo há 40 dias de Yokoama deixou em Santos cerca de 700 emigrantes. São esses os primeiros amarellos que vêe, em terras do sul, em procura de vida fácil que não mais se encontra, nas três mil ilha do Japão…”

Continue lendo a matéria sobre a chegada dos imigrantes japoneses no Brasil:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&PagFis=18023

Pesquise mais sobre a história da imigração japonesa nas páginas dos periódicos da Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital

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FBN | Série Documentos Literários – O “Decameron” de Boccaccio

junho 16, 2017
 
A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, homenageia o escritor Giovanni Boccaccio, no seu aniversário de nascimento.
 
Filho de um mercador toscano, Boccaccio nasceu em Paris (16 de junho de 1313), mas logo se mudou com a família para Florença, onde passou a infância. Deveria seguir a carreira dos negócios, mas, apaixonado pelas letras desde cedo, acabou por estudar Direito Canônico em Nápoles. Ali teve acesso a manuscritos de poesia trovadoresca por intermédio do bibliotecário real, Paolo da Perugia, e conheceu discípulos daquele que seria seu grande mestre, Francesco Petrarca (1304 – 1374).
 
Boccaccio regressou à Toscana em 1341, trazendo uma série de poemas em que tratava de temas comuns nas novelas de cavalaria, mas com uma dose maior de realismo. Em 1348, em meio a uma epidemia de peste que grassava em Florença, refugiou-se em Nápoles, onde escreveu a maior e mais conhecida de suas obras: o “Decameron” (do grego “Dez Dias”), conjunto de cem narrativas que tratam de temas como o amor, a fortuna, a virtude, a traição, a religiosidade. Com influências de Dante e Petrarca, e dando nova roupagem a tramas que provinham de fábulas e contos populares, esse livro viria a ser considerado a base da novelística ocidental e inspiraria obras que por sua vez se tornariam marcos da literatura, tais como “The Canterbury Tales”, a coleção de novelas inglesas de Geoffrey Chaucer (1343 – 1400).
 
Giovanni Boccaccio escreveu até pouco antes de sua morte (Certaldo, 21 de dezembro de 1375), dedicando-se, além das novelas, a estudos clássicos e enciclopédicos. Entretanto, nenhum de seus trabalhos se tornou tão conhecido quanto o “Decameron”. Escrita em florentino e completada por volta de 1353, a obra, inicialmente, circulou em manuscritos diversos dentro dos círculos de mercadores e burgueses, sofrendo várias modificações. Petrarca, que Boccaccio conhecera pessoalmente em 1350, traduziu uma das novelas para o latim, usado pelos intelectuais, e logo surgiram outras traduções na Itália e fora dela.
 
O surgimento da imprensa auxiliou ainda mais na difusão do livro, que alcançou grande sucesso nos séculos XV e XVI. Isso continuou mesmo depois de ser incluído no “Índice dos livros proibidos” (1559) e ter passado por vários expurgos. Contemporaneamente, adaptações cinematográficas, destacando-se a de Pier Paolo Pasolini (1971), ajudaram a popularizar a obra, que foi traduzida em dezenas de línguas e é continuamente reeditada.
 
A Fundação Biblioteca Nacional possui uma edição de 1573 do “Decameron”, publicada na Stamperia dei Giunti, em Florença. Pertenceu à Real Biblioteca e está sob a guarda da Divisão de Obras Raras, podendo ser consultada pelo link
 

FBN | 15 de junho de 1962: o Acre é elevado à categoria de Estado

junho 15, 2017

“Acre é um dos 27 estados brasileiros. Ele é o 15º em extensão territorial, com uma superfície de 164.221,36 Km², correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional.

O Estado está situado num planalto com altitude média de 200 m, localizado no sudoeste da Região Norte, entre as latitudes de -7°06´56 N e longitude – 73º 48′ 05″N, latitude de – 11º 08′ 41″S e longitude – 68º 42′ 59″S.

Os limites do Estado são formados por fronteiras internacionais com Peru (O) e Bolívia (S) e por divisas estaduais com os estados do Amazonas (N) e Rondônia (L). As cidades mais populosas são: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.

Unificada a partir de 1920, a administração do Acre passou a ser exercida por um governador nomeado pelo Presidente da República. Até que em 15 de Junho de 1962 foi sancionada pelo Presidente da República João Goulart a Lei 4.070, que elevou o Acre a categoria de Estado. E em Outubro de 1962 foi eleito o primeiro governador do Estado do Acre, José Augusto de Araújo.” Fonte: www.ac.gov.br

Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a ‘Carta geographica do Territorio do Acre”, disponível em: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart163015/cart163015.jpg

#FBN #BN #FundaçãoBibliotecaNacional #Acre

FBN I 14 de junho de 1919 – Nasce Linda Batista

junho 14, 2017
Jornal A Noite - 03/01/1941

Jornal A Noite – 03/01/1941

Conhecida pela dupla que formava com a irmã, Dircinha Batista, Florinda Grandino de Oliveira, ou simplesmente Linda Batista como era conhecida,  nasceu em São Paulo no dia 14 de junho de 1919 e faleceu no Rio de Janeiro em 17 de abril de 1988.

Cantora e atriz, em 1936 se destacou no rádio ao substituir a irmã no programa de Francisco Alves na Rádio Cajuti, sucesso que se repetiu no cinema onde participou, ao lado de Dircinha, do filme Alô, Alô, Carnaval.

Em 1937, foi eleita Rainha do Rádio, título que manteve até 1948.

Na BNDigital, é possível encontrar a gravação original de inúmeras músicas interpretadas por Linda,   cada uma delas com apenas 10 segundos de duração em respeito a legislação de direito autoral. Os discos completos podem ser ouvidos  na Divisão de Música e Arquivo Sonoro   da BN (DIMAS), que funciona de segunda a sexta  das 10 às 18 horas.

Clique e escute:

A mão de Peixe: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1053693.mp3

A pátria está te chamando: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1053686.mp3

Abre a porta São Pedro: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1053626.mp3

Amor passageiro: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1053665.mp3

Conheça um pouco mais da vida de Linda Batista consultando o jornal “A Noite” na Hemeroteca Digital Brasileira:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_04&PagFis=6508

 

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