Posts Tagged ‘guerra’

FBN | 08 de agosto de 1945: A União Soviética declara guerra ao Japão

agosto 8, 2017

No dia 8 de agosto de 1945, a União Soviética declarou guerra ao Japão e iniciou o ataque a territórios sob o domínio nipônico. Com o lançamento de soldados soviéticos em Manchúria (localizada no nordeste da China mas ocupada por japoneses), os russos tinham como objetivo tomar o exército japonês.

Um dia após o acontecimento, o jornal Correio da Manhã estampou a seguinte capa:

“A Russia em guerra com o Japão

Iniciado o ataque pelos exércitos soviéticos

(…) O Q.G. do exército japonês na Mandchuria anuncia os Exércitos Vermelhos lançaram-se ao ataque contra os japoneses aos primeiros minutos de hoje. (…)

(…) A Rádio Hsiking transmitiu um comunicado do exército japonês em Kaangtung anunciando que as forças soviéticas lançaram-se repentinamente ao ataque contra os niponicos aos primeiros minutos de hoje. (…)”

russia declara guerra

Correio da Manhã. Ano 1945\Edição 15573. [Acervo Hemeroteca Digital]

Leia a matéria completa: http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/27207

Pesquise mais sobre a declaração de guerra da União Soviética ao Japão em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 1ª Guerra Mundial: Há 103 anos, a Alemanha declarou guerra à Rússia

agosto 1, 2017

No dia 1º de Agosto de 1914, a Alemanha declarou guerra à Rússia, quatro dias após a Áustria-Hungria ter declarado guerra à Sérvia. No mesmo dia, a França determinou que suas forças armadas fizessem uma concentração geral. Começavam, então, os primeiros indícios do começo da primeira guerra mundial, que mobilizou 70 milhões de soldados, deixando, aproximadamente, 10 milhões de mortos e 20 milhões de feridos.

Um dia após a Alemanha ter declarado guerra à Rússia, o jornal O Paiz trouxe a seguinte capa:

“Uma grande catastrophe
A Europa conflagrada
A Allemanha declara guerra á Russia

E’ já inevitavel o formidavel choque de armas, tão temido, tão esperado.”

alemanha declara guerra a russia

Jornal O Paiz (RJ). Ano 1914/Edição 10891. Acervo Fundação Biblioteca Nacional

Leia a matéria completa em: http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/24057

Pesquisa mais sobre a primeira guerra mundial nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN I Documento da semana – 5 de maio de 1821: Morre o Imperador Francês Napoleão Bonaparte

maio 5, 2017
Vignettes et Portraits pour le Consulat et l'Empire

Vignettes et Portraits pour le Consulat et l’Empire

Conheça um pouco da história da invasão de Portugal pelas tropas napoleônicas no Dossie Dossiê “A França no Brasil”:

Em dezembro de 1807, a bandeira francesa foi arvorada no Castelo de São Jorge, em Lisboa. Os portugueses tomaram, então, o real conhecimento que a nação lusa caíra “em poder das águias”. Alguns tumultos entre soldados franceses e o baixo povo registraram-se. Os últimos gritavam: “Viva Portugal e morra a França!” Começava, assim, o domínio francês em Portugal.

Foram três os momentos das intervenções das tropas de Napoleão Bonaparte em Portugal: em novembro de 1807, em março de 1809 e em agosto de 1810. Desde os primeiros conflitos entre a França e a Inglaterra, Portugal manteve uma política de neutralidade, passando a diplomacia portuguesa a oscilar entre a manutenção da tradicional aliança inglesa e a anuência às exigências da França e da Espanha. Com o decreto do Bloqueio Continental e os novos êxitos de Bonaparte contra a Prússia e Rússia (1807), alterou-se radicalmente o quadro do equilíbrio político na Europa, com o predomínio francês no continente. Criou-se a situação limite, em que as forças napoleônicas, vitoriosas a leste, podiam agora voltar suas atenções para a Península Ibérica. A questão primordial francesa era, além do fechamento dos portos portugueses à navegação britânica, a exigência de prisão dos súditos britânicos residentes em Portugal e o confisco de seus bens. Nesta difícil situação, Portugal acabou por aceitar as condições inglesas, com o projeto de transferência da Corte para o Rio de Janeiro, apoiado por estadistas lusos, como Rodrigo de Souza Coutinho.Enquanto a família real preparava sua partida para o Brasil, na noite de 24 de novembro, as tropas aliadas franco-espanholas invadiam o território português. De início, os invasores foram recebidos pelo governo da Regência como protetores, seguindo-se, portanto, as “Instruções” dadas por D. João. Mantinha-se assim um sistema de colaboração.

Tal atitude, porém, foi se modificando, com a publicação do decreto (1º de fevereiro de 1808) que extinguia o Conselho da Regência e destituía a dinastia de Bragança. Novos impostos foram determinados, como a contribuição de guerra extraordinária, no valor de 100 milhões de francos. Foram ainda sequestrados os bens pertencentes à família real portuguesa, bem como os de todos os fidalgos que acompanharam D. João.

napoleão
Em meados de junho, chegou a Lisboa a notícia do Manifesto ou exposição justificativa do procedimento da Corte de Portugal a respeito da França, escrito no Rio de Janeiro em 1º de maio, que proclamava fidelidade à aliança inglesa e que autorizava os súditos portugueses “a fazer a guerra por terra e mar aos vassalos do Imperador dos Franceses”. Era o início, ainda que simbólico, da ofensiva contra o invasor. Em agosto de 1808, a Restauração portuguesa começava, por meio de uma operação, decidida pelo próprio governo inglês, sem o acordo prévio de qualquer autoridade portuguesa. Dois fatores foram decisivos para a derrota das tropas francesas: a impossibilidade de apoio da Espanha, também convulsionada, e a fidelidade da massa popular a seu rei, colocando-se contra o invasor infiel. Em fins de setembro de 1808, Lisboa proclamava a Restauração completa do reino, em meio a festas e celebrações.O ano de 1809 foi marcado pelo temor constante de novas invasões. Na visão dos próprios governadores do reino, “o insaciável Napoleão” não deixaria de empenhar todas as suas forças para vingar seus exércitos humilhados. A segunda invasão foi iniciada, em março de 1809. O terreno acidentado e o erro estratégico de subestimar a capacidade de mobilização da população da região, porém, garantiram o êxito da atuação do exército luso-britânico, forçando a expulsão dos franceses.

Em agosto de 1810, o exército francês entraria em Portugal novamente. Os franceses apoderaram-se de Coimbra, mas foram obrigados a recuar. Travou-se então prolongada guerra de usura, recorrendo os dois lados à tática de terra arrasada, o que provocou fome e devastação entre os portugueses, mas que também desgastou as tropas napoleônicas. Nessa situação, as tropas francesas começaram sua retirada, em março de 1811, embora só em outubro tenham atravessado a fronteira espanhola.

No Rio de Janeiro, D. João recompusera o Conselho da Regência em Portugal. Este prosseguiu na política de manter aceso o patriotismo dos habitantes e, se, em suas proclamações, louvavam o auxílio britânico, ressaltavam, contudo, que o grande mérito da vitória pertencia ao povo português, cuja lealdade e constância estiveram sempre presentes, apesar de tantos sofrimentos.

Leia o Dossiê na integra, veja fotos e documentos: http://bndigital.bn.br/dossies/franca-no-brasil/?sub=logicas-coloniais%2Frupturas%2Fa-invasao-napoleonica%2F

FBN | História – 30 de abril de 1975 – fim da guerra do Vietnã

abril 30, 2017

 

No dia 01 de maio de 1975 os jornais brasileiros anunciavam o fim da guerra do Vietnã, ocorrido na véspera.

O periódico Diário de Notícias estampava em sua primeira página:

” Viets em Saigon e Hanói já falam na reunificação.

Com tanques decorados com bandeiras do Vietcong, o exército revolucionário entrou ontem em Saigon, poucas horas após anunciada oficialmente a rendição, e pôs fim uma guerra do novo governo do general Van Minh, o “Big” Minh.  Acabou assim uma guerra que durou 30 anos, contra franceses, japonese, norte-americanos e sul-vietnamitas, nas selvas da Indochina”.

Continue lendo o jornal em:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_05&PagFis=37946

Leia mais sobre a guerra do Vietnã na Hemeroteca Digital Brasileira.

 

FBN | 14 de janeiro de 1944 – Segunda Grande Guerra

janeiro 14, 2017

 

No dia 14 de janeiro de 1944 o jornal A Noite dedica parte de sua capa às notícias sobre a 2ª Grande Guerra.
Investidas nazistas em Roma e a iminência de mais vitórias das tropas russas sobre as forças alemãs no território Russo são os principais destaques.

 

a-noite

 

Veja mais em http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=348970_04&pagfis=24850

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