Posts Tagged ‘hemeroteca digital’

FBN | 20 de setembro de 1902: é lançado o semanário ilustrado O Malho

setembro 20, 2017

Há 115 anos, foi lançado o semanário ilustrado O Malho, de sátira política. Chegou a tirar 30 mil exemplares por semana e foi o pioneiro na utilização de cores nas páginas internas. Empastelado durante a Revolução de 30, reapareceu em 1935 como revista noticiosa e literária.

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O Malho. Ano 1902\Edição 0001. [Acervo Hemeroteca Digital]

Acesse a primeira edição do semanário através do link: http://memoria.bn.br/DocReader/116300/1

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FBN | 19 de setembro de 1956: sancionada a lei que autoriza transferir a Capital Federal para Brasília

setembro 19, 2017

No dia 19 de setembro de 1956 foi decretada e sancionada a lei que autorizou a mudança da Capital Federal para a região do Planalto Central, em Brasília.

Pouco tempo depois, no dia 22 de setembro, o jornal Diario de Noticias publicou a seguinte matéria:

“MUDANÇA DA CAPITAL PARA O PLANALTO CENTRAL DE GOIÁS

DENOMINAR-SE-Á BRASÍLIA A NOVA SEDE DO GOVÊRNO

[…] A nova lei dá o nome de <<Brasilia>> à nova Capital Federal e determina que o Poder Executivo estabelecerá a forma de extinção da Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, depois de transferidos os contratos por ela celebrados com terceiros para a responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil.”

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Diario de Noticias. Ano 1956\Edição 10392. [Acervo Hemeroteca Digital]

Leia a reportagem na íntegra acessando: http://memoria.bn.br/docreader/093718_03/53827

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FBN | 17 de setembro de 1808 – publicado o primeiro anúncio brasileiro em jornal

setembro 17, 2017

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Gazeta do Rio de Janeiro. [Acervo Hemeroteca Digital]

Há exatos 209 anos, foi publicado na Gazeta do Rio de Janeiro aquele que é considerado por muitos especialistas o primeiro anúncio brasileiro em jornal. Com o título “Annuncio”, Anna Joaquina da Silva oferecia “uma morada de casas de sobrado com frente para Santa Rita”.

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Gazeta do Rio de Janeiro. [Acervo Hemeroteca Digital]

Acesse o jornal na íntegra: http://memoria.bn.br/docreader/749664/9

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FBN | 16 de setembro de 1947 – Oswaldo Aranha é eleito presidente da Assembleia Geral da ONU

setembro 16, 2017

Há 70 anos, Oswaldo Aranha foi eleito presidente da Assembleia Geral da ONU. No mesmo dia, o jornal A Noite estampava em sua capa a seguinte manchete:

“Oswaldo Aranha falará hoje na assembléia da O.N.U.

Pediu que fosse retirada sua candidatura à presidência, mas os demais delegados latino-americanos insistiram em mantê-la – Como está dividida a votação – A posição do Brasil na Assembléia: “é de fidelidade às suas tradições, no sentido de subordinar, tanto quanto possível, suas teses à decisão da maioria das nações irmãs da América” – A Rússia continua a usar o direito de veto”

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A Noite. Ano 1947\Edição 12671. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/348970_04/48368

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FBN | Documentos Literários – Aniversário de Bocage

setembro 15, 2017

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, lembra o aniversário do poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage.

Natural de Setúbal (Portugal), onde nasceu a 15 de setembro de 1765, Bocage é muito conhecido por seus versos satíricos, que lhe valeram a alcunha de “Poeta Maldito”. Sua obra, no entanto, compreende várias outras vertentes, indo desde os poemas bucólicos, influenciados pelo Arcadismo, até a lírica pré-romântica, em que o poeta se destacou, principalmente, pelos sonetos. Neles se liberta da rigidez e do formalismo arcádico e dá voz ao eu poético, de forma, por vezes arrebatadora, tanto que é considerado um dos três maiores autores portugueses de sonetos, ao lado de Camões e Antero de Quental.

Bocage faleceu em Lisboa, a 21 de dezembro de 1805, vítima de aneurisma. Sua morte e, posteriormente, os centenários de morte e nascimento deram ensejo a muitas homenagens em Portugal e no Brasil. Em 1886, o periódico carioca “A Semana” publicou um número dedicado ao poeta, com vários artigos que tratam de sua biografia e comentam sua obra. A primeira página é ilustrada com uma xilogravura de Alfredo Pinheiro sobre desenho de Bento Barbosa, ambos colaboradores frequentes do periódico.

A edição especial pode ser consultada na Hemeroteca Digital através do link: http://memoria.bn.br/pdf/383422/per383422_1886_00104.pdf

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FBN | 14 de setembro de 1833 – fundação do jornal “O Homem de Côr”

setembro 14, 2017

O tipógrafo Francisco de Paula Brito funda “O Homem de Côr”, primeiro jornal brasileiro a lutar contra a discriminação racial e por maiores possibilidades de ascensão social dos “homens de cor”, mas ainda sem abordar de frente a escravidão. A livraria e tipografia de Paula Brito, situada na Rua da Constituição, no Rio de Janeiro, era ponto de encontro de intelectuais.

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O Homem de Côr. Ano 1833\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

Pesquise mais sobre o periódico acessando nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 12 de setembro de 1854 – criação do Instituto Benjamin Constant

setembro 12, 2017
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Instituto Benjamin Constant. Revista da Semana. 17/10/1956.

Criado por D. Pedro II em 12 de setembro de 1854, por meio do Decreto Imperial n° 1.428, o Instituto Benjamin Constant (IBC) só foi inaugurado, solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome inicial de Imperial Instituto dos Meninos Cegos. (Fonte: Instituto Benjamin Constant).

A Biblioteca Nacional homenageia o aniversário da instituição resgatando uma fotografia originalmente publicada na Revista da Semana, edição de 17 de outubro de 1956.

Para acessar a publicação, visite: http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/16208

Para conhecer mais sobre o IBC, acesse: http://www.ibc.gov.br/

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FBN | 10 de setembro de 1930: nasce Ferreira Gullar

setembro 10, 2017

Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro é José de Ribamar Ferreira, nasceu em São Luís do Maranhão, em 10 de setembro de 1930.

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Tribuna da Imprensa (RJ). Ano 1980\Edição 09389. [Acervo Hemeroteca Digital]

Aos dezoito anos, passou a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero-Recreativo, onde, aos domingos, havia leitura de poemas. Descobriu a poesia moderna ao ler os poemas de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira, que o fez aderir a esse tipo de fazer poesia e adotar uma atitude totalmente oposta à que tinha anteriormente, tornando-se um poeta experimental radical, que tinha como lema uma frase de Gauguin: “Quando eu aprender a pintar com a mão direita, passarei a pintar com a esquerda, e quando aprender a pintar com a esquerda, passarei a pintar com os pés”, ou seja, nada de fórmulas: o poema teria que ser inventado a cada momento.

“Eu queria que a própria linguagem fosse inventada a cada poema”, diria ele mais tarde. E assim nasceu o livro que o lançaria no cenário literário do país em 1954: A Luta Corporal. Os últimos poemas deste livro resultam de uma implosão da linguagem poética, e provocariam o surgimento na literatura brasileira da “poesia concreta”, de que Gullar foi um dos participantes e, em seguida dissidente, passando a integrar um grupo de artistas plásticos e poetas do Rio de Janeiro: o grupo neoconcreto.

Entrou para o partido comunista e passou a escrever poemas sobre política e participar da luta contra a ditadura militar que havia se implantado no país, em 1964. Foi processado e preso na Vila Militar. Mais tarde, teve que abandonar a vida legal, passar à clandestinidade e, depois, ao exílio. Deixou clandestinamente o país e foi para Moscou, depois para Santiago do Chile, Lima e Buenos Aires. Voltou para o Brasil em 1977, quando foi preso e torturado. Libertado por pressão internacional, voltou a trabalhar na imprensa do Rio de Janeiro e, depois, como roteirista de televisão.

Em 1980, publicou Na vertigem do dia e Toda Poesia, livro que reuniu toda sua produção poética até então. Voltou a escrever sobre arte na imprensa do Rio e São Paulo, publicando, nesse campo, dois livros: Etapas da arte contemporânea (1985) e Argumentação contra a morte da arte (1993), onde discute a crise da arte contemporânea.

Outro campo de atuação de Ferreira Gullar é o teatro. Após o golpe militar, ele e um grupo de jovens dramaturgos e atores fundou o Teatro Opinião, que teve importante papel na resistência democrática ao regime autoritário. Nesse período, escreveu, com Oduvaldo Vianna Filho, as peças Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come e A saída? Onde fica a saída? De volta do exílio, escreveu a peça Um rubi no umbigo, montada pelo Teatro Casa Grande em 1978.

Em 2002, Ferreira Gullar foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura. Alguns anos mais tarde, no dia 4 de dezembro de 2016, o poeta faleceu no Rio de Janeiro. (Fonte: ABL)

Acesse o link para ler a matéria em entrevista a Ferreira Gullar do jornal Tribuna da Impressa de 11 de junho de 1980: http://memoria.bn.br/DocReader/154083_04/1727

Pesquise mais sobre Ferreira Gullar nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 7 de setembro de 1873: lançamento do jornal O Sexo Feminino

setembro 7, 2017

Em Campanha, no Sul de Minas, a professora Francisca Senhorinha da Motta Diniz lança o jornal O Sexo Feminino, pioneiro na defesa da emancipação feminina: “O século XIX, século das luzes, não se fundará sem que os homens se convenção de que metade dos males que os apprimem é devida ao descuido, que elles tem tido da educação das mulheres, e ao falso supposto de pensarem que a mulher não passa de um traste de casa (…)”.

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O Sexo Feminino. Ano 1873\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ler o jornal na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/706868/1

Pesquise outras edições de “O Sexo Feminino” em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN I 7 de setembro de 1822: D. Pedro proclama a Independência

setembro 7, 2017

7 de setembro

Correio do Rio de Janeiro. Ano 1822\Edição 00003. [Acervo Hemeroteca Digital]

Embora proclamada no dia 7 de setembro de 1822, a primeira notícia na imprensa oficial sobre a independência foi publicada no dia 21 do mesmo mês em edição extraordinária do Jornal Correio do Rio de Janeiro, edição 0003.

No mesmo jornal, encontra-se o edital/decreto assinado por José Bonifácio, alertando para cautela em condutas contrárias à Independência e ao mesmo tempo, anistiando eventuais opositores.

A manchete do jornal dizia:

“Está inteiramente rasgado o véo do Misterio! Assim o pedia a honra de todos os Portuguezes do Brasill, a sua Liberdade, a sua futura grandeza, a Gloria do Seu Primeiro Cidadão do Seu primeiro Imperador , do Primeiro dos Principes, do Immortal Pedro!!!”

Leia na integra a edição extraordinária do Jornal: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=749370&PagFis=593

Pesquise mais sobre a Proclamação da Independência do Brasil nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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