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FBN | 12 de setembro de 1854 – criação do Instituto Benjamin Constant

setembro 12, 2017
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Instituto Benjamin Constant. Revista da Semana. 17/10/1956.

Criado por D. Pedro II em 12 de setembro de 1854, por meio do Decreto Imperial n° 1.428, o Instituto Benjamin Constant (IBC) só foi inaugurado, solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome inicial de Imperial Instituto dos Meninos Cegos. (Fonte: Instituto Benjamin Constant).

A Biblioteca Nacional homenageia o aniversário da instituição resgatando uma fotografia originalmente publicada na Revista da Semana, edição de 17 de outubro de 1956.

Para acessar a publicação, visite: http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/16208

Para conhecer mais sobre o IBC, acesse: http://www.ibc.gov.br/

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FBN | 10 de setembro de 1930: nasce Ferreira Gullar

setembro 10, 2017

Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro é José de Ribamar Ferreira, nasceu em São Luís do Maranhão, em 10 de setembro de 1930.

ferreira gullar

Tribuna da Imprensa (RJ). Ano 1980\Edição 09389. [Acervo Hemeroteca Digital]

Aos dezoito anos, passou a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero-Recreativo, onde, aos domingos, havia leitura de poemas. Descobriu a poesia moderna ao ler os poemas de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira, que o fez aderir a esse tipo de fazer poesia e adotar uma atitude totalmente oposta à que tinha anteriormente, tornando-se um poeta experimental radical, que tinha como lema uma frase de Gauguin: “Quando eu aprender a pintar com a mão direita, passarei a pintar com a esquerda, e quando aprender a pintar com a esquerda, passarei a pintar com os pés”, ou seja, nada de fórmulas: o poema teria que ser inventado a cada momento.

“Eu queria que a própria linguagem fosse inventada a cada poema”, diria ele mais tarde. E assim nasceu o livro que o lançaria no cenário literário do país em 1954: A Luta Corporal. Os últimos poemas deste livro resultam de uma implosão da linguagem poética, e provocariam o surgimento na literatura brasileira da “poesia concreta”, de que Gullar foi um dos participantes e, em seguida dissidente, passando a integrar um grupo de artistas plásticos e poetas do Rio de Janeiro: o grupo neoconcreto.

Entrou para o partido comunista e passou a escrever poemas sobre política e participar da luta contra a ditadura militar que havia se implantado no país, em 1964. Foi processado e preso na Vila Militar. Mais tarde, teve que abandonar a vida legal, passar à clandestinidade e, depois, ao exílio. Deixou clandestinamente o país e foi para Moscou, depois para Santiago do Chile, Lima e Buenos Aires. Voltou para o Brasil em 1977, quando foi preso e torturado. Libertado por pressão internacional, voltou a trabalhar na imprensa do Rio de Janeiro e, depois, como roteirista de televisão.

Em 1980, publicou Na vertigem do dia e Toda Poesia, livro que reuniu toda sua produção poética até então. Voltou a escrever sobre arte na imprensa do Rio e São Paulo, publicando, nesse campo, dois livros: Etapas da arte contemporânea (1985) e Argumentação contra a morte da arte (1993), onde discute a crise da arte contemporânea.

Outro campo de atuação de Ferreira Gullar é o teatro. Após o golpe militar, ele e um grupo de jovens dramaturgos e atores fundou o Teatro Opinião, que teve importante papel na resistência democrática ao regime autoritário. Nesse período, escreveu, com Oduvaldo Vianna Filho, as peças Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come e A saída? Onde fica a saída? De volta do exílio, escreveu a peça Um rubi no umbigo, montada pelo Teatro Casa Grande em 1978.

Em 2002, Ferreira Gullar foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura. Alguns anos mais tarde, no dia 4 de dezembro de 2016, o poeta faleceu no Rio de Janeiro. (Fonte: ABL)

Acesse o link para ler a matéria em entrevista a Ferreira Gullar do jornal Tribuna da Impressa de 11 de junho de 1980: http://memoria.bn.br/DocReader/154083_04/1727

Pesquise mais sobre Ferreira Gullar nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 7 de setembro de 1873: lançamento do jornal O Sexo Feminino

setembro 7, 2017

Em Campanha, no Sul de Minas, a professora Francisca Senhorinha da Motta Diniz lança o jornal O Sexo Feminino, pioneiro na defesa da emancipação feminina: “O século XIX, século das luzes, não se fundará sem que os homens se convenção de que metade dos males que os apprimem é devida ao descuido, que elles tem tido da educação das mulheres, e ao falso supposto de pensarem que a mulher não passa de um traste de casa (…)”.

o sexo feminino

O Sexo Feminino. Ano 1873\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ler o jornal na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/706868/1

Pesquise outras edições de “O Sexo Feminino” em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN I 7 de setembro de 1822: D. Pedro proclama a Independência

setembro 7, 2017

7 de setembro

Correio do Rio de Janeiro. Ano 1822\Edição 00003. [Acervo Hemeroteca Digital]

Embora proclamada no dia 7 de setembro de 1822, a primeira notícia na imprensa oficial sobre a independência foi publicada no dia 21 do mesmo mês em edição extraordinária do Jornal Correio do Rio de Janeiro, edição 0003.

No mesmo jornal, encontra-se o edital/decreto assinado por José Bonifácio, alertando para cautela em condutas contrárias à Independência e ao mesmo tempo, anistiando eventuais opositores.

A manchete do jornal dizia:

“Está inteiramente rasgado o véo do Misterio! Assim o pedia a honra de todos os Portuguezes do Brasill, a sua Liberdade, a sua futura grandeza, a Gloria do Seu Primeiro Cidadão do Seu primeiro Imperador , do Primeiro dos Principes, do Immortal Pedro!!!”

Leia na integra a edição extraordinária do Jornal: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=749370&PagFis=593

Pesquise mais sobre a Proclamação da Independência do Brasil nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | Série Periódicos Brasileiros – Critica

setembro 4, 2017

critica

Critica. Ano 1928\Edição 00006. [Acervo Hemeroteca Digital]

Critica foi um diário lançado no Rio de Janeiro (RJ) em 21 de novembro de 1928, por Mário Rodrigues, depois de sua experiência em A Manhã. Matutino de oito páginas, com informações de política na primeira e de polícia na última, circulava com o preço inicial de apenas 100 réis, um dos chamarizes do jornal, que logrou em sua busca por grandes vendagens entre as classes populares. Crítico, aguerrido e sensacionalista ao extremo, era um legítimo órgão de ataque às figuras públicas. Sua linguagem era acessível, mordaz, panfletária e demagógica, num misto entre o raivoso e o bem-humorado. Muito por esta postura, a folha acabou tendo um fim trágico, menos de dois anos depois do seu lançamento.

Leia mais e acesse o acervo: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/critica/

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FBN | 1º de setembro de 1838: é lançada a primeira edição do jornal “O Povo”

setembro 1, 2017

o povo

Jornal O Povo. Ano 1838\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

“Para chegar da tyrania à Liberdade. he mister valer-se de medidas incompatíveis com a Liberdade regular, e permanente. (…) O Poder que governa a revolução tem que ser essencialmente a força livre de qualquer vínculo, e superior a todo o obstáculo…” – assim se iniciava o “prospecto” do primeiro número de O Povo, “jornal político, litterário e ministerial da República Riograndense”, proclamada pelos líderes da Farroupilha, a mais longa das revoltas ocorridas no período regencial.

Para ler o jornal na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/718742/6

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FBN | 31 de agosto de 1969: Costa e Silva se afasta da presidência

agosto 31, 2017

atestado costa e silva

Boletim médico atestando o motivo de seu afastamento da presidência. Jornal Tribuna da Imprensa. Ano 1969\Edição 05888. [Acervo Hemeroteca Digital]

Há 48 anos, o presidente Costa e Silva foi afastado da presidência por motivos de doença. Ficou decidido pelos militares que o vice-presidente Pedro Aleixo não assumiria o cargo, e sim, um ministro militar de cada uma das três forças armadas: Exército, Aeronáutica e Marinha. Mais tarde, quem assumiu o cargo de presidente da República foi o general Emílio Garrastazu Médici.

No dia seguinte ao seu afastamento, o jornal Tribuna da Imprensa trouxe a seguinte manchete:

“TRIUNVIRATO MILITAR ASSUME A PRESIDÊNCIA

O marechal Costa e Silva deixou, ontem, temporàriamente o exercício da Presidência da República, vitimado por um distúrbio circulatório, conforme atestado assinado por uma equipe de cardiologistas. Assumiu o poder uma junta militar composta dos ministros da Marinha, Exército e Aeronáutica (…)”

costa e silva

Jornal Tribuna da Imprensa. Ano 1969\Edição 05888. [Acervo Hemeroteca Digital]

Leia a matéria na íntegra acessando: http://memoria.bn.br/docreader/154083_02/39220

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FBN | 30 de agosto de 1887: José do Patrocínio publica o artigo “A libertação dos escravos”

agosto 30, 2017

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Gazeta da Tarde. Ano 1887\Edição 00197. [Acervo Hemeroteca Digital]

Há 130 anos, José do Patrocínio, o “Tigre da Abolição”, publica na Gazeta da Tarde, do também abolicionista Ferreira de Menezes, um artigo intitulado “A libertação dos escravos”. No último parágrafo conclamava o povo a libertar os escravos: “Levantam-se todos e praticamente proclamem a liberdade que Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou, deu exemplo e nos outorgou morrendo por todos na cruz.” Como o jornal foi vendido, nos meses seguintes, seus artigos passariam a ser publicados na Cidade do Rio, jornal comprado pelo próprio José do Patrocínio com a ajuda do sogro.

Para ler a matéria completa, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/226688/7609

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FBN | 28 de agosto de 1941: estreia o Repórter Esso

agosto 28, 2017

O Repórter Esso, noticiário criado nos Estados Unidos pela United Press Association (UPA) e patrocinado pela Standard Oil New Jersey (Esso), estreia na Rádio Nacional um ano antes da entrada do Brasil na Segunda Guerra. Sua criação no país deveu-se, em grande parte, à necessidade de se contrapor ao noticiário da Rádio Berlim, que chegava a diversos países das Américas Central e do Sul. A última edição foi em 31 de dezembro de 1968.

No dia de sua estreia, o jornal A Noite trazia o seguinte anúncio:

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A Noite. Ano 1941\Edição 10613. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ter acesso ao jornal, clique no endereço: http://memoria.bn.br/docreader/348970_04/10678

FBN | Série Periódicos Brasileiros – Gazeta do Rio de Janeiro

agosto 27, 2017

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Gazeta do Rio de Janeiro (RJ). Ano 1817\Edição 00069. [Acervo Hemeroteca Digital]

Lançada a 10 de setembro de 1808, no Rio de Janeiro (RJ), a Gazeta do Rio de Janeiro foi o órgão oficial do governo português durante a permanência de Dom João VI no Brasil. Tendo circulado às quartas-feiras e aos sábados, ou seja, como bi-hebdomadário, foi editada primeiro pelo frei Tibúrcio José da Rocha e, depois, redigida pelo primeiro jornalista profissional do Brasil, Manuel Ferreira de Araújo Guimarães. Precursora do Diário Oficial da União, foi o segundo jornal da história da imprensa brasileira, sendo, no entanto, o primeiro a ser redigido e publicado totalmente no Brasil, pela Impressão Régia, com máquinas trazidas da Inglaterra – o primeiro periódico nacional, o Correio Braziliense, editado por Hipólito José da Costa em postura contrária à Coroa, foi lançado cerca de três meses antes, totalmente editado em Londres. Até a década de 1820, apenas publicações da Impressão Régia e de poucos impressores ligados ao poder tinham licença para circular no Brasil. Todavia, com a Independência, a publicação da Gazeta do Rio de Janeiro acabou sendo suspensa, sendo sua edição nº 157, de 31 de dezembro de 1822, a derradeira.

Leia mais e acesse o acervo: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/gazeta-do-rio-de-janeiro-2/

Em homenagem ao primeiro jornal impresso no Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional destaca a edição de exatos 100 anos atrás e divulga sua disponibilidade. Você pode acessá-la através do link: http://memoria.bn.br/docreader/749664/4603

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