Posts Tagged ‘homenagem’

FBN | Documento da Semana – 23 de outubro de 1853: nasce o historiador João Capistrano de Abreu.

outubro 23, 2016

capistrano

Nascido no Ceará, Capistrano foi um dos mais representativos historiadores brasileiros de sua época, tendo trabalhado na Biblioteca Nacional e, ainda, como professor do Colégio Pedro II. O historiador também foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, mas optou por não tomar posse. Morreu em 13 de agosto de 1927, aos 73 anos.

O documento é um retrato do historiador, de autoria anônima e ano impreciso, sabendo-se que é do século XIX.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon1228130/icon1228130.htm

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FBN | Documento da Semana – 15 de outubro, Dia do Mestre

outubro 15, 2016

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A Fundação Biblioteca Nacional também homenageia os professores com uma obra de 1722, considerada a primeira cartilha escrita em Portugal para a leitura, a escrita, a aritmética e com orientações a pais e mestres.

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O documento é um livro intitulado “Nova escola para aprender a ler, escrever & contar oferecida a Dom João V, Rey de Portugal: Primeyra parte”, de autoria de Manuel de andrade de Figueiredo e publicada em Lisboa, em 1722. No primeiro tratado, a obra destaca um dos seus objetivos principais: “Antes que proponhamos as regras, que devem observar os Mestres, no ensino dos meninos pelo estilo mais breve e perfeito, advertirei primeiramente aos pais o sumo cuidado que devem ter na eleição dos Mestres para seus filhos; porque deste acerto da boa criação (como diz Aristóteles), pende todo o bem dos meninos…”

Continue lendo em:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/or13466/or13466.pdf

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FBN | Série Documentos Literários – Carta de Euclides da Cunha a seu filho Euclides, o “Quidinho”.

setembro 23, 2016

euclides

A série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, vem divulgar uma carta do escritor Euclides da Cunha (Cantagalo, 1866 – Rio de Janeiro, 1909) a seu segundo filho, Euclides, o “Quidinho”, então um adolescente que estudava em regime de internato.

Euclides da Cunha é, para muitos, uma figura controversa. Filho de pequenos fazendeiros no Vale do Paraíba, passou por vários colégios antes de se decidir pela Engenharia como carreira. Após frequentar brevemente a Escola Politécnica, ingressou na Escola Militar da Praia Vermelha, onde os mestres transmitiam aos alunos um saber imbuído dos princípios do Positivismo de Auguste Comte. Mesclados às ideias de Darwin e Spencer e aos ideais libertários que trazia desde a adolescência, esses valores acompanhariam o escritor durante toda a vida, refletindo-se em seus textos: artigos de jornal, ensaios, poemas, cadernetas repletas de cálculos e, principalmente, os diários de sua expedição a Canudos, que se constituiriam na matriz de sua grande obra, “Os Sertões”.

Embora, a rigor, possa ser considerado autor desse único livro – o que, ele próprio, antecipou em uma carta ao editor Agustin de Vedia –, Euclides da Cunha exerceu grande influência no pensamento nacional, quer pela nova dimensão conferida por seus escritos a questões brasileiras, quer pelo entusiasmo com que defendia seus ideais. Sua vida pessoal foi marcada pela paixão e pela tragédia: traído pela esposa, morreu na troca de tiros com o amante dela, o cadete Dilermando de Assis, fato que se repetiu com “Quidinho”, em 1916, quando tentou vingar a morte do pai.

A carta que ilustra este artigo, escrita em 12 de junho de 1908, não prenuncia nada disso. É o testemunho de um pai amoroso – embora expresso com a sobriedade da época –, que diz confiar na nobreza de caráter do filho e o incentiva a aplicar-se nos estudos para poder se divertir nas férias. Indaga, também, se o jovem recebeu dois livros de Júlio Verne, salientando que só deviam ser lidos na hora do recreio.

O documento integra a Coleção Euclides da Cunha, que se encontra sob a guarda da Divisão de Manuscritos, e está disponível para consulta no site da BN Digital, no endereço http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I04_18_006.pdf .

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FBN | 22 de setembro de 1959 – Santos Dumont é condecorado como Marechal-do-Ar.

setembro 22, 2016

santos dumont

Em 22 de setembro de 1959, o Presidente Juscelino Kubitschek, por meio da lei nº 3.636, concede ao Tenente-Brigadeiro-do-Ar Alberto Santos Dumont o posto honorífico de Marechal-do-Ar.

“Lei nº 3.636, de 22 de Setembro de 1959

Concede ao Tenente-Brigadeiro-do-Ar Alberto Santos Dumont o posto honorífico de Marechal-do-Ar.

O Presidente da República,
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º É concedido ao Tenente-Brigadeiro-do-Ar Alberto Santos Dumont o pôsto honorifico de Marechal-do-Ar.

Parágrafo único. No Almanaque do Ministério da Aeronáutica, para o efeito desta lei, será, feita, em caráter permanente, a devida alteração.

Art. 2º Esta lei entrará, em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1959; 138º da Independência e 71º da República.

JUSCELINO KUBITSCHEK
Francisco de Mello. ”

Conheça um pouco mais sobre Santos Dumont acessando.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon1282516.pdf

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FBN | Série Documentos Literários – Gregório de Mattos Guerra

setembro 16, 2016

greg

A série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional, apresenta um códice do século XVIII contendo poemas de Gregório de Mattos Guerra, um dos mais conhecidos escritores do Barroco em língua portuguesa.

A biografia de Mattos Guerra tem algumas imprecisões, a começar por seu ano de nascimento: algumas fontes o fixam em 1623, outras em 1633 e outras, ainda, em 1636. Sabe-se que estudou com os jesuítas na Bahia, onde nasceu, e depois se formou em Direito em Coimbra, como boa parte dos filhos de famílias abastadas no Brasil colonial. Tomou, ainda, ordens religiosas menores, das quais foi destituído algum tempo depois.

Embora nunca tenha publicado livros em vida, Gregório de Mattos logo alcançou grande notoriedade com seus poemas, especialmente os satíricos, que criticavam acidamente a sociedade baiana em todos os seus estratos. Isso lhe valeu a famosa alcunha de “Boca do Inferno” e muitos inimigos, alguns deles poderosos. Em 1685, ele chegou a ser denunciado ao Tribunal da Inquisição por sua irreverência e costumes libertinos, e, alguns anos mais tarde, foi degredado para Angola. Conseguiu retornar ao Brasil, porém, com a condição de não mais residir na Bahia. Em vez disso, estabeleceu-se no Recife, onde viria a morrer de uma febre contraída na África, em 1695 ou 1696.

Além das sátiras e dos poemas eróticos, alguns de cunho pornográfico, pelos quais ficou mais conhecido, Mattos Guerra deixou muitos poemas de teor religioso e espiritual. Essa vertente de sua obra expressa todas as contradições do Barroco, um período em que o homem, aprisionado entre o teocentrismo medieval e o pensamento científico que só viria de fato a eclodir um século mais tarde, se sentia atormentado pela noção do Mal e do pecado e insignificante perante a grandeza de Deus.

O manuscrito que ilustra este texto é o Tomo 2º d´ As Obras Poeticas do Dr. Gregorio de Mattos Guerra, divididas em 4 tomos Em que se contem as Obras sacras, Jocoserias, e satíricas, que a brevidade não permittio separar. Trata-se, portanto, de um dos muitos códices manuscritos que reuniam poemas de Mattos Guerra e que circularam no Brasil colonial. Neste caso temos a data e o local da cópia – Bahia, anno de 1775 – e, ainda, notas a lápis informando que o livro pertenceu a Sua Majestade, o imperador [Pedro II], e que integra a Coleção Teresa Cristina Maria, uma das maiores da Biblioteca Nacional, doada pelo imperador em 1891.

O documento está sobre a guarda da Divisão de Manuscritos e foi inteiramente digitalizado, podendo ser acessado através da BN Digital, no link: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1374914/mss1374914.pdf

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FBN | 15 de setembro de 1793 – Nasce Candido José de Araujo Viana, o Marquês de Sapucaí

setembro 15, 2016

Nascido em Congonhas do Sabará (MG), em 15 de setembro de 1793, Candido José de Araujo Viana, popularmente conhecido como o Marquês de Sapucaí, foi um desembargador, político e intelectual brasileiro. Terminado o primário em terras brasileiras, cursou o ensino superior em Portugal, na Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, recebendo o grau de bacharel no ano de 1821. Após retornar ao Brasil, desempenhou diversos cargos, dentre os quais se destacam a presidência do estado de Alagoas e a nomeação como Conselheiro de Estado extraordinário, em 1850. Apesar de sempre ter sido reconhecido por seus serviços ao Império, o título de marquês, no entanto, só lhe foi concedido em 1872, durante sua aposentadoria.

Candido José de Araujo Viana faleceu em 23 de janeiro de 1875, na província do Rio de Janeiro.

Em homenagem ao Marquês de Sapucaí, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, uma partitura de autoria do político e intelectual brasileiro: Candinho, do gênero “Schottisch”.  Para acessar o documento, clique no link abaixo:

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_musica/mas178425/mas178425.jpg

Candinho - Candido José de Araújo Viana. Acervo FBN.

Candinho – Candido José de Araujo Viana.
Acervo FBN.

Para saber mais sobre o assunto, explore o acervo da BNDigital no link http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | 12 de setembro de 1854 – criação do Instituto Benjamin Constant

setembro 12, 2016
Instituto Benjamin Constant. Revista da Semana. 19/10/1956.

Instituto Benjamin Constant.
Revista da Semana.
17/10/1956.

Criado por D. Pedro II em 12 de setembro de 1854, por meio do Decreto Imperial n° 1.428, o Instituto Benjamin Constant (IBC) só foi inaugurado, solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome inicial de Imperial Instituto dos Meninos Cegos. (Fonte: Instituto Benjamin Constant).

A Biblioteca Nacional homenageia o aniversário da instituição resgatando uma fotografia originalmente publicada na Revista da Semana, edição de 17 de outubro de 1956.

Para acessar a publicação, visite: http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/16208

Para conhecer mais sobre o IBC, acesse: http://www.ibc.gov.br/

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FBN | 8 de setembro de 1612 – fundação da cidade de São Luís

setembro 8, 2016

 

“São Luís é a capital do estado do Maranhão, fundada no dia 8 de setembro de 1612. Localiza-se na ilha Upaon-Açu (denominação dada pelos índios tupinambás significando “Ilha Grande”), no Atlântico Sul, entre as baías de São Marcos e São José de Ribamar. Quando em 1621 o Brasil foi dividido em duas unidades administrativas – Estado do Maranhão e Estado do Brasil – São Luís foi a capital da primeira unidade administrativa, sendo que em 1737 com a criação do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Belém passa a ser a nova capital.”. Fonte: Prefeitura de São Luís.

Em homenagem à São Luís, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a planta da cidade, datada de 1912, disponível em: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart536687/cart536687.html

Para saber mais sobre a capital maranhense e o estado do Maranhão, consulte a BNDigital no endereço: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | 1° de setembro de 1886, nasce Tarsila do Amaral

setembro 1, 2016
Jornal Critica. 20 de julho de 1929.

Jornal Critica.
20 de julho de 1929.


Nascida na cidade de Capivari (SP), Tarsila do Amaral foi uma das principais representantes do Modernismo no Brasil. Enquanto estudava em Paris, a pintora acompanhou a Semana de Arte Moderna à distância, unindo-se ao movimento, oficialmente, no seu retorno à São Paulo, em 1922.  Tarsila do Amaral, além disso, fez parte do conhecido “Grupo dos Cinco”, composto por Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

Para todos. Edição 0555, 1929.

Para todos.
Edição 0555, 1929.

Para consultar as matérias das imagens, acesse:

http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1554 (Jornal Critica)
http://memoria.bn.br/DocReader/W00009/27495 (Para Todos)

Outras informações sobre Tarsila do Amaral, a Semana de Arte Moderna e o Modernismo Brasileiro podem ser encontradas na nossa Hemeroteca Digital, no endereço: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 30 de agosto de 1821, nasce Anita Garibaldi

agosto 30, 2016
Anna Garibaldi. Galeria dos Catharinenses Illustres - Reprodução. Acervo FBN.

Anna Garibaldi.
Galeria dos Catharinenses Illustres – Reprodução.
Acervo FBN.

 

Nascida em Morrinhos, no dia 30 de agosto de 1821, Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida como Anita Garibaldi, teve participação ativa na Farroupilha, que aconteceu no Rio Grande do Sul entre 1835 e 1845. Participando da primeira batalha naval do Império contra os farrapos, continuou a lutar mesmo após ter sido atingida por uma bala, enquanto dois homens ao seu lado caíam mortos. Anita Garibaldi é lembrada, ainda, pela caridade com que tratava os feridos, pela autoridade com que liderava suas tropas e por sua coragem, sempre se expondo às balas inimigas.

Para conhecer mais sobre a vida e a época de Anita Garibaldi, assim como o contexto da Farroupilha, consulte o nosso acervo: http://www.bn.br/explore/acervos

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