Posts Tagged ‘homenagem’

FBN | 19 de setembro – Dia Nacional do Teatro

setembro 19, 2017

No dia 19 de setembro é comemorado o Dia Nacional do Teatro. Em homenagem a essa celebração, a Biblioteca Nacional homenageia três grandes teatros brasileiros: Teatro Amazonas, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Theatro Municipal de São Paulo.

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Manáos: Theatro Amazonas. 1909. [Acervo Iconográfico]

O Teatro Amazonas, desde a sua inauguração em 1896, viu apresentar-se no seu palco todo tipo de espetáculo: óperas, operetas, musicais, peças de teatro, shows de cantores líricos e populares, festivais, grupos de dança, bandas de música, corais, orquestras e tantos outros. Mas além de casa de espetáculos, ele é um lugar de referências fundamentais para a cidade. Nele a função teatro anda de braços dados com a função de lugar de memória, de patrimônio cultural e de museu.

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Theatro Municipal do Rio de Janeiro. [Acervo Iconográfico]

Já o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais imponentes e belos prédios da cidade, inaugurado em 14 de julho de 1909, é considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul.  Sua história mistura-se  com a trajetória da cultura do País. Ao longo de pouco mais de um século de existência, o Theatro tem recebido os maiores artistas internacionais, assim como os principais nomes brasileiros, da dança, da música e da ópera.

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Theatro Municipal de São Paulo. 192?. [Acervo Iconográfico]

Por fim, o Theatro Municipal de São Paulo surgiu para a cidade como um grande símbolo das aspirações cosmopolitas do início do século 20. Cada vez mais refinada e com mais recursos provenientes do ciclo do café, a alta sociedade paulistana espelhava-se em valores europeus e desejava uma casa de espetáculos à altura de suas posses para receber grandes artistas da música lírica e do teatro. (Fontes: Governo do Estado do Amazonas, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Theatro Municipal de São Paulo)

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FBN | 18 de setembro – Aniversário de Feira de Santana

setembro 18, 2017
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Mercado na Feira St. Anna. 18? [Acervo Iconográfico]

No começo do século XVIII, o português Domingos Barbosa de Araújo e sua esposa, Ana Brandôa, proprietários da fazenda Santana dos Olhos D’Água, mandaram erigir uma capela sob a invocação de São Domingos e Santana. Ao redor do templo, construíram-se os primeiros casebres de rendeiros e as senzalas. Essas terras, por morte dos proprietários, foram mais tarde julgadas devolutas e incorporadas a Fazenda Nacional. Graças a sua posição geográfica, no limite do recôncavo com os tabuleiros semi-áridos e, portanto, na confluência das zonas da mata e do litoral, a nova aglomeração tornou-se pouso de tropas e dos viajantes que, provenientes do alto sertão baiano e das regiões do Piauí e Goiás, demandavam o porto de Nossa Senhora do Rosário de Cachoeira.

Ainda na primeira metade do século, a povoação começou a constituir centro de permutas e escambos. Daí a formação do arraial de Santana da Feira foi um passo. Do comércio incipiente originou-se pequena feira livre, realizada no primeiro dia da semana. O comércio então estabelecido forçou a abertura de ruas adequadas ao trânsito de feirantes de toda parte. Assim a população cresceu e as lojas foram aparecendo.

Foi esse impulso que levou os habitantes a pedirem a criação do município, o que aconteceu em 1832, com território desmembrado do de Cachoeira. Feira de Santana desempenhou papel importante no movimento federalista de 1832, insurgindo-se contra revolução que irrompera na província da Bahia, e em seu território desenrolaram-se algumas lutas da Sabinada. A grande heroína da independência, Maria Quitéria, nasceu na freguesia de São José das Itapororocas quando esta pertencia ao Município de Cachoeira. (Fonte: IBGE)

Em homenagem ao aniversário da cidade, a Biblioteca Nacional divulga a disponibilidade, para consulta e download, de uma fotografia de Feira de Santana. Você pode acessá-la através do endereço: http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=2371

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FBN | Documento da Semana – 18 de Setembro: Dia dos Símbolos Nacionais Brasileiros

setembro 18, 2017
Com a partitura do Hino Nacional, a BNDigital homenageia todos os símbolos nacionais do Brasil: a Bandeira, as Armas, o Selo e o Hinos Nacionais, ícones da identidade de nossa Nação.

O documento é intitulado “Hino nacional brasileiro [Partitura] : 4 vozes mixtas [sic] a cappella”, de autoria de Francisco Manuel da Silva.

Acesse a partitura completa através do link: http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=9232

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FBN | 15 de setembro de 1793 – Nasce Marquês de Sapucaí

setembro 15, 2017

Nascido em Congonhas do Sabará (MG), em 15 de setembro de 1793, Candido José de Araujo Viana, popularmente conhecido como o Marquês de Sapucaí, foi um desembargador, político e intelectual brasileiro. Terminado o primário em terras brasileiras, cursou o ensino superior em Portugal, na Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, recebendo o grau de bacharel no ano de 1821. Após retornar ao Brasil, desempenhou diversos cargos, dentre os quais se destacam a presidência do estado de Alagoas e a nomeação como Conselheiro de Estado extraordinário, em 1850. Apesar de sempre ter sido reconhecido por seus serviços ao Império, o título de marquês, no entanto, só lhe foi concedido em 1872, durante sua aposentadoria.

Candido José de Araujo Viana faleceu em 23 de janeiro de 1875, na província do Rio de Janeiro.

Em homenagem ao Marquês de Sapucaí, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, uma partitura de autoria do político e intelectual brasileiro: Candinho, do gênero “Schottisch”. Para acessar o documento, clique no link abaixo:

http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=2263

Candinho - Candido José de Araujo Viana. Acervo FBN

Candinho – Candido José de Araujo Viana. Acervo FBN

Para saber mais sobre o assunto, explore o acervo da BNDigital no link http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | Documentos Literários – Aniversário de Bocage

setembro 15, 2017

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, lembra o aniversário do poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage.

Natural de Setúbal (Portugal), onde nasceu a 15 de setembro de 1765, Bocage é muito conhecido por seus versos satíricos, que lhe valeram a alcunha de “Poeta Maldito”. Sua obra, no entanto, compreende várias outras vertentes, indo desde os poemas bucólicos, influenciados pelo Arcadismo, até a lírica pré-romântica, em que o poeta se destacou, principalmente, pelos sonetos. Neles se liberta da rigidez e do formalismo arcádico e dá voz ao eu poético, de forma, por vezes arrebatadora, tanto que é considerado um dos três maiores autores portugueses de sonetos, ao lado de Camões e Antero de Quental.

Bocage faleceu em Lisboa, a 21 de dezembro de 1805, vítima de aneurisma. Sua morte e, posteriormente, os centenários de morte e nascimento deram ensejo a muitas homenagens em Portugal e no Brasil. Em 1886, o periódico carioca “A Semana” publicou um número dedicado ao poeta, com vários artigos que tratam de sua biografia e comentam sua obra. A primeira página é ilustrada com uma xilogravura de Alfredo Pinheiro sobre desenho de Bento Barbosa, ambos colaboradores frequentes do periódico.

A edição especial pode ser consultada na Hemeroteca Digital através do link: http://memoria.bn.br/pdf/383422/per383422_1886_00104.pdf

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FBN | 14 de setembro de 1833 – fundação do jornal “O Homem de Côr”

setembro 14, 2017

O tipógrafo Francisco de Paula Brito funda “O Homem de Côr”, primeiro jornal brasileiro a lutar contra a discriminação racial e por maiores possibilidades de ascensão social dos “homens de cor”, mas ainda sem abordar de frente a escravidão. A livraria e tipografia de Paula Brito, situada na Rua da Constituição, no Rio de Janeiro, era ponto de encontro de intelectuais.

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O Homem de Côr. Ano 1833\Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital]

Pesquise mais sobre o periódico acessando nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 13 de setembro – Dia Nacional da Cachaça

setembro 13, 2017

cachaça

Rótulo. Cachaça Fina: especialidade da Casa Camarinha. 19? [Acervo Iconográfico]

Hoje, dia 13 de setembro, é celebrado o Dia Nacional da Cachaça.

Além de ser uma das bebidas mais populares do Brasil, ela também movimenta o turismo em algumas regiões do País. Obtida com a destilação do caldo de cana-de-açúcar fermentado, o produto é considerado patrimônio histórico e cultural. O Nordeste e alguns Estados do Sudeste são fortes na produção da bebida.

As expressões “cachaça”, “Brasil” e “cachaça do Brasil” são protegidas por lei. O uso desses termos é restrito aos produtores estabelecidos no País, ou seja, qualquer outra aguardente de cana-de-açúcar produzida fora do território brasileiro não pode levar o nome de “cachaça”. (Fontes: Portal Brasil e Planalto)

Em homenagem à comemoração, a Biblioteca Nacional divulga a disponibilidade, para consulta e download, do manuscrito mais antigo presente na BNDigital relacionado à cachaça. O documento é de 1º de agosto de 1808 e se refere à arrematação do subsídio das cachaças. Você pode acessá-lo através do endereço: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1436001_1448077/mss1444064.pdf

Além disso, também é divulgada a disponibilidade, para consulta e download, de um rótulo intitulado: Cachaça fina: especialidade da Casa Camarinha. Você pode acessá-lo através do link: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1501157/icon1501157.html

Pesquise mais sobre a cachaça em nosso Acervo Digital:  http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital

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FBN | 12 de setembro de 1720: criada a Capitania de Minas Gerais

setembro 12, 2017

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Com a crescente extração de ouro no interior do Brasil a Coroa Portuguesa criou uma nova capitania. A BNDigital reúne vasta documentação do assunto no Projeto Resgate.

O documento é um acervo documental sobre Minas Gerais no período colônia, reunindo títulos do Arquivo Histórico ultramarino, que integra o Projeto Resgate Barão do Rio Branco da BNDigital.

http://resgate.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=011_MG&amp%3BPagFis=0

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FBN | 12 de setembro de 1854 – criação do Instituto Benjamin Constant

setembro 12, 2017
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Instituto Benjamin Constant. Revista da Semana. 17/10/1956.

Criado por D. Pedro II em 12 de setembro de 1854, por meio do Decreto Imperial n° 1.428, o Instituto Benjamin Constant (IBC) só foi inaugurado, solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome inicial de Imperial Instituto dos Meninos Cegos. (Fonte: Instituto Benjamin Constant).

A Biblioteca Nacional homenageia o aniversário da instituição resgatando uma fotografia originalmente publicada na Revista da Semana, edição de 17 de outubro de 1956.

Para acessar a publicação, visite: http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/16208

Para conhecer mais sobre o IBC, acesse: http://www.ibc.gov.br/

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FBN | 10 de setembro de 1930: nasce Ferreira Gullar

setembro 10, 2017

Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro é José de Ribamar Ferreira, nasceu em São Luís do Maranhão, em 10 de setembro de 1930.

ferreira gullar

Tribuna da Imprensa (RJ). Ano 1980\Edição 09389. [Acervo Hemeroteca Digital]

Aos dezoito anos, passou a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero-Recreativo, onde, aos domingos, havia leitura de poemas. Descobriu a poesia moderna ao ler os poemas de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira, que o fez aderir a esse tipo de fazer poesia e adotar uma atitude totalmente oposta à que tinha anteriormente, tornando-se um poeta experimental radical, que tinha como lema uma frase de Gauguin: “Quando eu aprender a pintar com a mão direita, passarei a pintar com a esquerda, e quando aprender a pintar com a esquerda, passarei a pintar com os pés”, ou seja, nada de fórmulas: o poema teria que ser inventado a cada momento.

“Eu queria que a própria linguagem fosse inventada a cada poema”, diria ele mais tarde. E assim nasceu o livro que o lançaria no cenário literário do país em 1954: A Luta Corporal. Os últimos poemas deste livro resultam de uma implosão da linguagem poética, e provocariam o surgimento na literatura brasileira da “poesia concreta”, de que Gullar foi um dos participantes e, em seguida dissidente, passando a integrar um grupo de artistas plásticos e poetas do Rio de Janeiro: o grupo neoconcreto.

Entrou para o partido comunista e passou a escrever poemas sobre política e participar da luta contra a ditadura militar que havia se implantado no país, em 1964. Foi processado e preso na Vila Militar. Mais tarde, teve que abandonar a vida legal, passar à clandestinidade e, depois, ao exílio. Deixou clandestinamente o país e foi para Moscou, depois para Santiago do Chile, Lima e Buenos Aires. Voltou para o Brasil em 1977, quando foi preso e torturado. Libertado por pressão internacional, voltou a trabalhar na imprensa do Rio de Janeiro e, depois, como roteirista de televisão.

Em 1980, publicou Na vertigem do dia e Toda Poesia, livro que reuniu toda sua produção poética até então. Voltou a escrever sobre arte na imprensa do Rio e São Paulo, publicando, nesse campo, dois livros: Etapas da arte contemporânea (1985) e Argumentação contra a morte da arte (1993), onde discute a crise da arte contemporânea.

Outro campo de atuação de Ferreira Gullar é o teatro. Após o golpe militar, ele e um grupo de jovens dramaturgos e atores fundou o Teatro Opinião, que teve importante papel na resistência democrática ao regime autoritário. Nesse período, escreveu, com Oduvaldo Vianna Filho, as peças Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come e A saída? Onde fica a saída? De volta do exílio, escreveu a peça Um rubi no umbigo, montada pelo Teatro Casa Grande em 1978.

Em 2002, Ferreira Gullar foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura. Alguns anos mais tarde, no dia 4 de dezembro de 2016, o poeta faleceu no Rio de Janeiro. (Fonte: ABL)

Acesse o link para ler a matéria em entrevista a Ferreira Gullar do jornal Tribuna da Impressa de 11 de junho de 1980: http://memoria.bn.br/DocReader/154083_04/1727

Pesquise mais sobre Ferreira Gullar nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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