Posts Tagged ‘Literatura Brasileira’

FBN | 26 de janeiro de 1931 – morre Graça Aranha

janeiro 26, 2017
Graça Aranha por Tarsila do Amaral

Graça Aranha por Tarsila do Amaral

Nascido em 21 de junho de 1868, em São Luís (MA), José Pereira da Graça Aranha foi um romancista, dramaturgo, jornalista e diplomata brasileiro, falecido na capital fluminense em 26 de janeiro de 1931. Formado em Direito, exerceu a magistratura no interior do Estado do Espírito Santo, fato que lhe iria fornecer matéria para um de seus mais notáveis trabalhos – o romance Canaã, publicado com grande sucesso editorial em 1902.

Em Canaã, considerado um livro Pré-Modernista, Graça Aranha discorre, através do protagonista Milkau e seu compatriota, Lentz, sobre a vida do imigrante na luta para se adaptar e se fixar às terras brasileiras. O livro denuncia, também, as extorsões praticadas pelos poderosos, os preconceitos e o racismo.

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Em homenagem ao aniversário de morte de Graça Aranha, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o livro Canaã: http://bit.ly/2jtF6tZ

 

Saiba mais sobre Graça Aranha acessando a BNDigital, em: http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital

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FBN I 21 de Janeiro – Há 104 anos falecia Aluísio Azevedo

janeiro 21, 2017

Aluísio Azevedo (Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo), caricaturista, jornalista, romancista e diplomata, nasceu em São Luís, MA, em 14 de abril de 1857, e faleceu em Buenos Aires, Argentina, em 21 de janeiro de 1913.

 

 

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Era filho do vice-cônsul português David Gonçalves de Azevedo e de D. Emília Amália Pinto de Magalhães e irmão mais moço do comediógrafo Artur Azevedo. Sua mãe havia casado, aos 17 anos, com um comerciante português. O temperamento brutal do marido determinou o fim do casamento. Emília refugiou-se em casa de amigos, até conhecer o vice-cônsul de Portugal, o jovem viúvo David. Os dois passaram a viver juntos, sem contraírem segundas núpcias, o que à época foi considerado um escândalo na sociedade maranhense.

Da infância à adolescência, Aluísio estudou em São Luís e trabalhou como caixeiro e guarda-livros. Desde cedo revelou grande interesse pelo desenho e pela pintura, o que certamente o auxiliou na aquisição da técnica que empregará mais tarde ao caracterizar os personagens de seus romances. Em 1876, embarcou para o Rio de Janeiro, onde já se encontrava o irmão mais velho, Artur. Matriculou-se na Imperial Academia de Belas Artes, hoje Escola Nacional de Belas Artes. Para manter-se fazia caricaturas para os jornais da época, como O Fígaro, O Mequetrefe, Zig-Zag e A Semana Ilustrada. A partir desses “bonecos”, que conservava sobre a mesa de trabalho, escrevia cenas de romances.

A morte do pai, em 1878, obrigou-o a voltar a São Luís, para tomar conta da família. Ali começou a carreira de escritor, com a publicação, em 1879, do romance Uma lágrima de mulher, típico dramalhão romântico. Ajuda a lançar e colabora com o jornal anticlerical O Pensador, que defendia a abolição da escravatura, enquanto os padres mostravam-se contrários a ela. Em 1881, Aluísio lança O mulato, romance que causou escândalo entre a sociedade maranhense pela crua linguagem naturalista e pelo assunto tratado: o preconceito racial. O romance teve grande sucesso, foi bem recebido na Corte como exemplo de Naturalismo, e Aluísio pôde retornar para o Rio de Janeiro, embarcando em 7 de setembro de 1881, decidido a ganhar a vida como escritor.

Quase todos os jornais da época tinham folhetins, e foi num deles que Aluísio passou a publicar seus romances. A princípio, eram obras menores, escritas apenas para garantir a sua sobrevivência. Depois, surgiu nova preocupação no universo de Aluísio: a observação e análise dos agrupamentos humanos, a degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante, principalmente o português. Dessa preocupação resultariam duas de suas melhores obras: Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). De 1882 a 1895 escreveu sem interrupção romances, contos e crônicas, além de peças de teatro em colaboração com Artur de Azevedo e Emílio Rouède.

 

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Em 1895 ingressou na diplomacia, momento em que praticamente cessa sua atividade literária. O primeiro posto foi em Vigo, na Espanha. Depois serviu no Japão, na Argentina, na Inglaterra e na Itália. Passara a viver em companhia de D. Pastora Luquez, de nacionalidade argentina, junto com os dois filhos, Pastor e Zulema, por ele adotados. Em 1910, foi nomeado cônsul de 1ª. classe, sendo removido para Assunção. Buenos Aires foi seu último posto. Ali faleceu, aos 56 anos. Foi enterrado naquela cidade. Seis anos depois, por uma iniciativa de Coelho Neto, a urna funerária de Aluísio Azevedo chegou a São Luís, onde o escritor foi sepultado.

Fonte: Academia Brasileira de Letras

A Biblioteca Nacional homenageia Aluísio Azevedo disponibilizando para consulta um exemplar do primeiro milhar impresso de “O Cortiço”: http://objdigital.bn.br/…/div_obrasraras/or15820/or15820.pdf

Imagem disponível em:
http://objdigital.bn.br/…/div…/icon960829/icon960829_030.jpg

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FBN | Série Documentos Literários – Paraíba: um trecho manuscrito de Graciliano Ramos

janeiro 6, 2017

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Paraíba: um trecho manuscrito de Graciliano Ramos

A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta algumas páginas de texto escrito para o livro “Memórias do Cárcere”, de Graciliano Ramos.

Um dos maiores autores brasileiros de todos os tempos, nascido em Quebrangulo (AL) a 27 de outubro de 1892, Ramos foi o autor de romances como “Vidas Secas”, “Angústia”, “São Bernardo”, entre outros, além de livros de contos, crônicas e infanto-juvenis. Publicou também dois livros de cunho memorialístico: “Infância” (1945), em que conta sua história familiar e pessoal até os primeiros anos da juventude, e “Memórias do Cárcere”, publicado oito meses após a morte do autor, que ocorreu a 20 de março de 1953. Nesse livro ele faz o relato do período compreendido entre março de 1936 e janeiro de 1937, quando esteve preso por conta de seu envolvimento com o Partido Comunista.

Além de descrever uma série de acontecimentos impactantes, como a entrega de Olga Benário aos oficiais de extradição, “Memórias do Cárcere” apresenta uma variedade de tipos humanos impagáveis, quer entre os presos políticos, quer entre os prisioneiros comuns. Um deles era o vigarista conhecido como “Paraíba”, que explica detalhadamente o “golpe da velha doente” aplicado na rua a incautos.

Um manuscrito contendo uma versão inicial desse trecho do livro foi doado à Biblioteca Nacional por Clara Ramos, filha de Graciliano, em 1992. Traz correções feitas pelo autor – de quem se diz ter sido exageradamente crítico com seu próprio trabalho, fazendo alterações até alguns momentos antes que um livro entrasse no prelo – e é datado de 11 de junho de 1949. O original se encontra na Divisão de Manuscritos e pode ser consultado através da BN Digital pelo link

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_13_007A/mss_I_07_13_007A.pdf

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FBN | 28 de dezembro de 1918 – morre Olavo Bilac

dezembro 28, 2016

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Nascido no Rio de Janeiro, em 16 de dezembro de 1865, Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac foi um jornalista, poeta e inspetor de ensino brasileiro. Fazendo jornalismo político nos começos da República, Bilac foi um dos perseguidos por Floriano Peixoto, tendo de se esconder em Minas Gerais. No regresso ao Rio, contudo, foi preso.
A obra poética de Olavo Bilac se enquadra no movimento literário conhecido como Parnasianismo, que teve na década de 1880 a sua fase mais fecunda. Embora não tenha sido o primeiro a caracterizar o movimento parnasiano, o autor é tido por muitos como um dos maiores representantes do período (Fonte: Academia Brasileira de Letras).

Em homenagem ao aniversário de morte de Olavo Bilac, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o conto Mãe Maria, de Olavo Bilac, disponível em: http://bit.ly/2idXUvh

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FBN | 12 de dezembro de 1877 – morre José de Alencar

dezembro 12, 2016

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No dia 12 de dezembro de 1877 faleceu José de Alencar, um dos mais conhecidos escritores brasileiros do século XIX, considerado como fundador do romance de temática nacional.

Nascido a 1 de maio de 1829 em Messejana (CE), Alencar era filho ilegítimo do padre José Martiniano Pereira de Alencar, que mais tarde se tornaria senador. Formou-se em Direito e, desde cedo, começou a colaborar com jornais como O Diário do Rio de Janeiro e O Correio Mercantil, no qual, em 1854, estreou como folhetinista. Seus primeiros romances – Cinco Minutos (1856), A Viuvinha (1857) e o Guarani (1857) foram publicados primeiramente em jornais, como era comum na época.

 

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O Guarani foi o livro que concedeu notoriedade a José de Alencar. Ele escreveria mais dois com temática indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). Também produziu outros com temática urbana, como Senhora (1875), regionalista (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e histórica (As Minas de Prata, 1865-66; Guerra dos Mascates, 1873). Além disso, escreveu peças teatrais. A par da carreira literária, teve também atuação política, sempre ligado ao Partido Conservador.

Ao contrário de Machado de Assis, cuja obra resistiu à ação do tempo devido à sua aguda observação da natureza humana e crítica de costumes, José de Alencar é considerado por alguns estudiosos um autor datado. Seus livros, entretanto, crescem em valor por terem procurado representar o Brasil em seus diversos aspectos e valorizar, ainda que romanticamente, a figura do índio e do homem comum, habitante de regiões distantes da capital.

 

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A BN Digital disponibiliza o Catálogo da Exposição Comemorativa do Centenário da Morte de José de Alencar, que teve lugar em 1977 na Biblioteca Nacional. E nós fazemos duas perguntas: você já leu um romance de Alencar? Qual é o seu favorito?

Acesse o catálogo da exposição em: http://bit.ly/2hlOZHo

Acesse, também, o livro “Marquez de Caxias”, escrito pelo autor: http://bit.ly/2hEZCUJ
Pesquise sobre José de Alencar na BNDigital através do link bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | Série Documentos Literários – João da Cruz e Souza

novembro 11, 2016

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No âmbito das comemorações do mês da Consciência Negra, a série Documentos Literários, colaboração da Divisão de Manuscritos, apresenta o poeta João da Cruz e Sousa, que nasceu em 24 de novembro de 1861, em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis (SC).

Cruz e Souza era filho de escravos alforriados e teve sua educação garantida pela família dos antigos senhores. Desde pequeno, o menino mostrou pendor para as letras, especialmente a poesia. Dos 10 aos 15 anos, estudou no Ateneu Provincial Catarinense, e, aos 16, começou a publicar seus primeiros versos. Aos 20, além de ter sido um dos fundadores do jornal literário “Colombo”, entrou para uma companhia teatral, percorrendo vários estados do Brasil.

De volta a Santa Catarina, Cruz e Sousa ficou durante algum tempo à frente do jornal “Tribuna Popular”, por meio do qual combateu a escravidão e o preconceito racial – o mesmo preconceito que, em 1883, o impediria de tomar posse como promotor de Laguna. Dois anos depois, passou a dirigir o semanário “O Moleque” e publicou um livro de poemas em prosa, “Tropos e Fantasias”, em parceria com Virgílio Várzea. Em 1890, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde colaborou em vários periódicos, sempre assumindo uma postura crítica em relação à política e às relações sociais.

Os livros mais conhecidos de Cruz e Sousa, “Missal” e “Broquéis”, foram publicados em 1893. No mesmo ano, o poeta se casou com Gavita Rosa Gonçalves, também descendente de escravos, com quem teve quatro filhos. Todos morreram de tuberculose, causando grande sofrimento ao casal e problemas de saúde a Gavita. Por fim, o próprio Cruz e Sousa foi vitimado pela doença, vindo a morrer no dia 19 de março de 1898, em Curral Novo (MG), onde buscava tratamento. As despesas do funeral foram pagas por amigos, entre eles José do Patrocínio.

Cruz e Sousa deixou vários poemas que seriam publicados em livros póstumos, sem que, contudo, alcançassem a importância de “Missal” e “Broquéis”, obras precursoras do Simbolismo no Brasil. A crítica internacional o considera um dos maiores expoentes do movimento nas letras ocidentais. Seus poemas, que lhe valeram as alcunhas de “Dante Negro” e “Cisne Negro”, caracterizam-se pelo uso de imagens fortes e evocativas, denotando uma grande sensibilidade e inquietações espirituais e metafísicas.

O documento que ilustra esta mostra é um catálogo da Exposição do Centenário de Nascimento de Cruz e Sousa, realizada na Biblioteca Nacional em 1961. A maior parte dos documentos expostos pertencia ao acervo do crítico José Cândido de Andrade Muricy (1895-1984).

Acesse-o em:
http://objdigital.bn.br/ace…/div_iconografia/icon1285853.pdf

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FBN I Homenagem – 9 de novembro de 1964: o mundo perde Cecília Meireles

novembro 9, 2016
Fonte: Wikipédia

Fonte: Wikipédia

Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu na Tijuca, Rio de Janeiro, em 7 de novembro de 1901. Com apenas nove anos de idade, começou a escrever poesias.  Em 1913, ingressou na Escola Normal no Rio de Janeiro e passou a estudar línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.

Meireles publicou seu primeiro livro de poesias aos 19 anos, Espectros, um conjunto de sonetos simbolistas.  A escritora atuou, também, como jornalista, com publicações diárias sobre problemas na educação, e, em 1934, fundou a primeira biblioteca infantil do Brasil.

Cecília  Meireles morreu no Rio de Janeiro, no dia 9 de novembro de 1964. Seu corpo foi velado no Ministério da Educação e Cultura. Em 1989, foi homenageada pelo Banco Central, com sua efígie na cédula de cem cruzados novos.

Em homenagem à escritora brasileira, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta e download o manuscrito “Horário de Trabalho”, disponível em: http://bit.ly/2fmosst

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FBN | Mostra Consciência Negra na Divisão de Manuscritos

novembro 4, 2016

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Nesta sexta-feira, dia 4 de novembro, entra em cartaz na Divisão de Manuscritos a mini-mostra Consciência Negra, organizada pela servidora Priscila Helena Duarte, que ocupará a vitrine da sala até o fim do mês.

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra foi criado pelo Decreto-Lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. Foi concebido para ser comemorado em 20 de novembro, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares. A data convida à reflexão sobre a presença negra na cultura e na sociedade brasileiras.

Celebrando o Novembro Negro, esta mostra de documentos foge às costumeiras representações do negro como elemento servil e expõe um pequeno conjunto de personalidades gigantescas em seus feitos e realizações. Os documentos fornecem uma amostra da importância do negro como sujeito do seu próprio discurso em variadas esferas de atuação, desde pioneiros na discussão da afirmação étnica e de identidade cultural até escritores que buscaram se distanciar dessa temática, traço reflexivo da realidade social em que transitavam.

Lima Barreto (1881-1922) escritor e jornalista; Carolina Maria de Jesus (1914-1977) escritora, poetisa e compositora; Abdias do Nascimento (1914-2011) ativista dos direitos negros, poeta, ator, escritor e dramaturgo; Luís Gama (1830-1882), escritor e jornalista e Machado de Assis (1839-1908) maior nome da Literatura Brasileira. Todos alcançaram com seus escritos o protagonismo necessário para quebrar estereótipos e servir de guias para futuras gerações.

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FBN | 1° de novembro de 1922 – morre Lima Barreto

novembro 1, 2016

Nascido em 13 de maio de 1881, na cidade do Rio de Janeiro, Afonso Henrique de Lima Barreto foi um jornalista e escritor brasileiro. Reconhecido por sua militância na imprensa, retratou as injustiças, os conflitos sociais e os preconceitos de sua época —  com os quais ele mesmo sofria. Contribuiu para veículos como o jornal “Correio da Manhã” e as revistas “Careta”, “Fon-Fon” e “O Malho”, além de ter escrito, ao longo de sua vida, diversos obras que o imortalizaram no cenário da literatura brasileira.

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A Biblioteca Nacional homenageia o escritor brasileiro disponibilizando, para consulta e download, o livro “Triste Fim de Policarpo Quaresma”.  Para acessar a obra, clique em:

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/or22535/or22535.pdf

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Para saber mais sobre Lima Barreto, explore o acervo digital: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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Semana Nacional do Livro e da Biblioteca – Noite na Taverna, de Alvares de Azevedo

outubro 27, 2016

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Em homenagem à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, a Biblioteca Nacional compartilha, para consulta e download, o livro “Noite na Taverna”, de Alvares de Azevedo. A obra, organizada em sete partes, é centrada na figura de 5 personagens: Solfieri, Bertram, Gennaro, Claudius Hermann e Johann, que narram, em uma taverna, suas histórias inconsequentes e sombrias.

Para acessar o livro, clique em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/noitenataverna.pdf

E você, prezado leitor? Qual é sua história de terror preferida?

Para saber mais sobre Alvares de Azevedo, pesquise em: http://bndigital.bn.br/acervodigital

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