Posts Tagged ‘literatura’

FBN | Perfil: Carlos Ziller e as viagens interplanetárias na literatura europeia

março 16, 2017

 

Uma viagem pelo espaço sideral de carona na imaginação de um missionário jesuíta da época do Brasil colonial. Eis o tema a ser investigado pelo pesquisador residente Carlos Ziller Camenietzki, bolsista do Programa de Residência em Pesquisa na Biblioteca Nacional na edição 2016.

 

 

O tema das viagens interplanetárias foi recorrente na literatura europeia do século XVII, com a publicação de diversas obras de ficção e de reflexão filosófica. Em boa parte, esses livros foram escritos por astrônomos e por gente interessada em Astronomia, gerando, inclusive, algumas obras clássicas, fruto de um cenário literário que então florescia na Europa.


Leia mais em: http://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2017/03/carlos-ziller-viagens-interplanetarias-literatura

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FBN | Série Documentos Literários – Páginas de Balzac

janeiro 27, 2017

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta e um impresso com correções manuscritas feitas pelo escritor francês Honoré de Balzac.

Balzac (Tours, 20 de maio de 1799 – Paris, 18 de agosto de 1850) foi um célebre escritor francês, reconhecido por sua vasta produção e pela profunda análise da natureza humana de seus contos e romances. A análise balzaquiana, refletida na sociedade francesa, partia de um espírito ao mesmo tempo científico e filosófico.

Além de escritor, de quem se conta ter atravessado inúmeras madrugadas escrevendo à luz de velas e tomando xícara após xícara de café, Balzac foi também editor, impressor e proprietário de uma fábrica de tipos para impressão, comprada de Joseph-Gaspard Gillé em 1827. A empresa não deu certo, e o artista voltou a seu ofício inicial, mas a experiência foi registrada no romance “Ilusões Perdidas”, em que um dos protagonistas é um pequeno impressor no interior da França.

Quase toda a obra de Balzac no campo da ficção está reunida no conjunto denominado por ele próprio “A Comédia Humana”, o que sugere um contraponto à conhecida obra de Dante. São 95 narrativas completas e 48 inconclusas, divididas em três partes: “Estudos de Costumes”, “Estudos Filosóficos” e “Estudos Analíticos”. O conjunto inclui romances universalmente conhecidos, como “A Mulher de Trinta Anos” (1832), “Eugênia Grandet” (1834) e “As Ilusões Perdidas” (publicado em três partes, de 1837 a 1843). Em suas páginas, Balzac dá vida a mais de 2.000 personagens, que podem se entrecruzar ao longo de diferentes romances.

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Em 1942, o escritor austríaco Stefan Zweig doou à Biblioteca Nacional uma carta original de Honoré de Balzac ao Sr. Casimir, na qual solicita as provas tipográficas de seu livro “Melmoth Apaziguado” (1835), e uma página de prova tipográfica de um texto de não-ficção, com correções e apontamentos feitos por Balzac.

Os documentos se encontram na Divisão de Manuscritos e podem ser acessados pelos links:

Prova tipográfica:
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss24_1942/mss24_1942.pdf

Carta:
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1255451/mss1255451.pdf

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FBN | Homenagem – 20 de outubro – Dia do Poeta

outubro 20, 2016

Celebrado em 20 de outubro, o Dia do Poeta foi criado em razão do Movimento Poético Nacional, que surgiu na mesma data, em 1976, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia.

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Em homenagem aos poetas, a Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta e download “Se uma gota de orvalho em meio ao oceano…”, de Adelina Lopes Vieira.

Para acessar o documento, clique em:
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_15_021/mss_I_07_15_021.pdf

Explore, também, o acervo digital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN | Série Documentos Literários – Gregório de Mattos Guerra

setembro 16, 2016

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A série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional, apresenta um códice do século XVIII contendo poemas de Gregório de Mattos Guerra, um dos mais conhecidos escritores do Barroco em língua portuguesa.

A biografia de Mattos Guerra tem algumas imprecisões, a começar por seu ano de nascimento: algumas fontes o fixam em 1623, outras em 1633 e outras, ainda, em 1636. Sabe-se que estudou com os jesuítas na Bahia, onde nasceu, e depois se formou em Direito em Coimbra, como boa parte dos filhos de famílias abastadas no Brasil colonial. Tomou, ainda, ordens religiosas menores, das quais foi destituído algum tempo depois.

Embora nunca tenha publicado livros em vida, Gregório de Mattos logo alcançou grande notoriedade com seus poemas, especialmente os satíricos, que criticavam acidamente a sociedade baiana em todos os seus estratos. Isso lhe valeu a famosa alcunha de “Boca do Inferno” e muitos inimigos, alguns deles poderosos. Em 1685, ele chegou a ser denunciado ao Tribunal da Inquisição por sua irreverência e costumes libertinos, e, alguns anos mais tarde, foi degredado para Angola. Conseguiu retornar ao Brasil, porém, com a condição de não mais residir na Bahia. Em vez disso, estabeleceu-se no Recife, onde viria a morrer de uma febre contraída na África, em 1695 ou 1696.

Além das sátiras e dos poemas eróticos, alguns de cunho pornográfico, pelos quais ficou mais conhecido, Mattos Guerra deixou muitos poemas de teor religioso e espiritual. Essa vertente de sua obra expressa todas as contradições do Barroco, um período em que o homem, aprisionado entre o teocentrismo medieval e o pensamento científico que só viria de fato a eclodir um século mais tarde, se sentia atormentado pela noção do Mal e do pecado e insignificante perante a grandeza de Deus.

O manuscrito que ilustra este texto é o Tomo 2º d´ As Obras Poeticas do Dr. Gregorio de Mattos Guerra, divididas em 4 tomos Em que se contem as Obras sacras, Jocoserias, e satíricas, que a brevidade não permittio separar. Trata-se, portanto, de um dos muitos códices manuscritos que reuniam poemas de Mattos Guerra e que circularam no Brasil colonial. Neste caso temos a data e o local da cópia – Bahia, anno de 1775 – e, ainda, notas a lápis informando que o livro pertenceu a Sua Majestade, o imperador [Pedro II], e que integra a Coleção Teresa Cristina Maria, uma das maiores da Biblioteca Nacional, doada pelo imperador em 1891.

O documento está sobre a guarda da Divisão de Manuscritos e foi inteiramente digitalizado, podendo ser acessado através da BN Digital, no link: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1374914/mss1374914.pdf

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Seminário O Escritor e seu Tradutor: “Tradução é em larga medida uma nova obra”

agosto 8, 2014

 

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Autor do Prêmio Machado de Assis, de 2010, da Fundação Biblioteca Nacional, pelo romance Habitante Irreal, Paulo Scott, participou do seminário O Escritor e Seu Tradutor, ao lado de Daniel Hahn, realizado no Auditório Machado de Assis, mediado pela jornalista Rachel Bertol.

Organizado pelo Centro Internacional do Livro (CIL), o evento foi apresentado pela Coordenadora da Divisão, Moema Salgado, com tradução simultânea. Paulo Scott, Porto alegrense radicado no Rio de Janeiro, inicia o debate lendo um trecho de Habitante Irreal.

Em seguida, Daniel leu o mesmo trecho em inglês. Provocado por Rachel, o tradutor, e também escritor, é segundo Rachel, “importante divulgador da literatura brasileira”, revelou a complexidade da obra de Paulo, que considerou difícil e brilhante ao mesmo tempo: “ Uma novela brilhante”, afirma Daniel, que se afasta dos estereótipos brasileiros associados a futebol e carnaval.

Daniel prosseguiu o debate apontando os percalços em reconstruir as sentenças em inglês, as particularidades do português do sul, que o obrigou a recorrer ao autor inúmeras vezes para saber alguns termos e como as diferenças geográficas influenciam a compreensão do texto no idioma lusófono.

Paulo contou um pouco sobre sua trajetória como um dos membros da revista literária Granta, que carrega os expoentes da literatura brasileira contemporânea como João Paulo Cuenca, Ricardo Lísias e Daniel Galera. Paulo também falou de sua explosão e posterior adaptação para o cinema e teatro de Ainda Orangotangos, a pequena revolução editorial a qual fez parte, revelando a influência da linguagem jurídica em sua literatura, devido a sua formação em Direito. Sobre a importância da tradução, o autor afirma: “Tradução é em larga medida uma nova obra”,

Habitante Irreal foi contemplado pelo Programa de Apoio a Tradução, da Fundação Biblioteca Nacional.

LANÇAMENTOS DE BERNARDO KUCINSKI ACONTECEM NA BIBLIOTECA NACIONAL, NO RIO DE JANEIRO

março 11, 2014

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 Durante os lançamentos do romance K. e da coletânea de contos, Você Vai Voltar Pra Mim, de Bernardo Kucinski, Renato Lessa, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, abriu a conversa com o autor, através da leitura do posfácio que escrevera anteriormente para o romance do escritor paulista.

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“K. é um livro único. Eu pari o livro”

            Após ouvir as observações de Renato a respeito de sua obra, Kucinsk surpreendeu-se com as questões levantadas por Renato que nem ele percebera na composição do romance, que segundo Kucinski, foi “um livro único. Eu pari o livro”.

            O autor também teceu as principais diferenças entre suas duas obras; revelando a escrita visceral de K., ao passo que em seu livro de contos, Você Vai Voltar Pra Mim, tomou para si, o oficio de escritor, a técnica, inclusive  frequentado as reuniões da Comissão da Verdade de São Paulo durante a elaboração dos contos.

            Kucinski credita o sucesso de K., inclusive fora do Brasil, sendo traduzido para outros idiomas como inglês, italiano e espanhol, a iniciativa de tradutores de médias e tradicionais editoras, encantados pelo romance, do que propriamente ao marketing. Já Você Vai Voltar Pra Mim, segundo o autor, pode ser uma porta de entrada para a juventude atual se inteirar do período da ditadura – retratada nos dois livros – devido ao seu caráter menos abstrato, em comparação ao romance.

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Presidente da FBN foi o anfitrião da noite e participou do bate-papo com o autor

            Durante a conversa, o escritor falou um pouco da atuação no movimento sionista socialista, da juventude na São Paulo dos anos cinquenta e da vida que levou quando moço em Israel. Também contou um pouco sobre seu processo criativo, da influência das histórias do pai em sua escrita e de como reserva as manhãs para escrever. Kucinski questionou a ausência de uma literatura da ditadura, afirmando que muito do que se legou de escrito dessa época está em biografias, relatos factuais de muitos envolvidos, presos e torturados.

            Bernardo Kucinski nasceu em São Paulo e além de jornalista é cientista político e físico. Esse ano K. e Você Vai Voltar Pra Mim foram lançados pela Cosac Naify, na última segunda-feira, 10, em uma cerimônia no auditório Machado de Assis, na Fundação Biblioteca Nacional.

Literatura do Exílio é o tema da nova edição de Encontros com o Exílio

janeiro 30, 2014

Literatura de Exílio dá continuidade aos Encontros com o Exílio, organizados pela Fundação Biblioteca Nacional e o Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ. A nova edição deste encontro vai acontecer dia seis (06) de fevereiro e conta com a participação dos especialistas, Ronaldo Wrobel, Adriana Armony e Stefania Chiarelli.

Os participantes dessa conversa são grandes conhecedores de literatura, que conectam a intimidade com as palavras com o judaísmo. Ronaldo Wrobel além escritor foi colunista na revista sobre temas judaicos Menorah. Adriana Armony é uma das organizadoras de Primos, compilação que reúne contos de autores de origem tanto árabe quanto hebraica. Já Steffania Chiarelli, doutora pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) lançou ano passado O Futuro pelo Retrovisor, uma análise da literatura brasileira contemporânea.

Ainda em fevereiro, 20, acontece um novo encontro; Pertença e desenraizamento: narrativas cinematográficas e história social com Andrea Casa Nova, Bruno Leal e Andréa França.

Entre 1933 e 1945, o Brasil recebeu mais de 15 mil refugiados de origem germânica, compondo, juntamente com a Argentina, um importante eixo do exílio alemão na América Latina.

Desde novembro de 2013, Encontros com Exílio, está reunindo intelectuais de diversas áreas da humanidade; como sociologia, história e filosofia, acompanhada da exposição …Olhando mais para frente do que para trás… do arquivo do Exílio Alemão da Biblioteca Nacional Alemã.

Local: Auditório Machado de Assis (Rua México, s/nº – Centro – Rio de Janeiro – RJ – acesso pelo jardim)

Horário: 18h.

Entrada Franca.

 

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Quem são os ilustradores que vão representar o Brasil na Feira de Bolonha 2014?

janeiro 17, 2014

ImageA Fundação Biblioteca Nacional (FBN) responsável pelo incentivo à literatura brasileira no exterior, juntamente a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNJIL), Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores e Câmara Brasileira do Livro divulgam os nomes dos cinquenta e cinco ilustradores que vão representar o Brasil, o país homenageado, na Feira de Bolonha, na Brazil: Countless Threads, Countless Tales que acontecerá entre 24 e 27 de março na cidade italiana e contará com diferentes autores, ilustradores e instituições.

Vinculada ao MinC, a FBN desenvolve programas para incentivar a literatura brasileira no exterior, tal como, o incentivo a tradução de autores brasileiros, para ampliar a difusão da produção editorial verde-e-amarela no cenário intelectual internacional.

Os critérios de seleção foram; originalidade da ilustração, qualidade estética, diversidade e pluralidade, premiações no Brasil, equilíbrio entre autores consagrados e a nova produção, variedade de gênero e adequação do tema à faixa etária do leitor, que estejam ativos no mercado editorial cuja qualidade da obra fora atestada pela qualidade e premiações.

Abaixo lista dos contemplados:

  1. ALCY LINARES
  2. ALE ABREU
  3. ANDRÉ NEVES
  4. ANDRÉS SANDOVAL
  5.   ANGELA LAGO
  6. CÁRCAMO
  7. CAULOS
  8. CIÇA FITIPALDI
  9. CLÁUDIO MARTINS
  10. DANIEL BUENO
  11. DUARDO ALBINI
  12. ELIARDO FRANÇA
  13. ELIZABETH TEIXEIRA
  14. ELMA
  15. EVA FURNARI
  16. FERNANDO VILELA
  17. GERALDO VALÉRIO
  18. GILLES EDUAR
  19. GRAÇA LIMA
  20. RUPO MATIZES Dumont
  21. GUAZZELLI
  22. GUTO LACAZ
  23. GUTO LINS
  24. HELENA ALEXANDRINO
  25. IVAN ZIGG
  26. JEAN-CLAUDE  ALPHEN
  27. JÔ OLIVEIRA
  28.   LAURABEATRIZ
  29.   LAURENT CARDON
  30.   LELIS
  31.  LUIZ MAIA
  32.   MANU MALTEZ
  33.    MARCELO CIPIS
  34. MARCELO PIMENTEL
  35. MARCELO XAVIER
  36.  MARIA EUGÊNIA
  37. MARIANA MASSARANI
  38. MARILDA CASTANHA
  39. MAURÍCIO NEGRO
  40. NELSON CRUZ
  41. ODILON MORAES
  42. REGINA COELI RENNÓ
  43. RENATO ALARCÃO
  44. RENATO MORICONI
  45. RICARDO AZEVEDO
  46. ROGER MELLO
  47. ROGÉRIO BORGES
  48. ROSINHA
  49. RUI DE OLIVEIRA
  50.  SALMO DANSA
  51. SUPPA
  52. TAÍSA BORGES
  53. WALTER LARA
  54. MICHELLE IAOCA
  55.  ZIRALDO

Série de oficinas movimentam a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles em Brasília

março 4, 2013

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Dando início à programação cultural do ano de 2013, a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB/FBN/MinC), em Brasília,  irá oferecer mais quatro oficinas gratuitas, a partir do dia 13 de março, ministradas pelo professor Marco Antunes, no horário das 11h10 às 13h.

Realizados em parceria com o Núcleo de Literatura do Centro Cultural da Câmara dos Deputados, os cursos  são voltados para as áreas da Literatura e  da Psicologia.

As oficinas oferecidas são:

Clube de Leitura de Grandes Livros Contemporâneos – Livros Polêmicos – onde os participantes irão ter contato com grandes obras da literatura contemporânea e analisar o impacto social e cultural destes trabalhos, bem como a sobrevivência do interesse na obra através dos anos.  Os livros que serão analisados no primeiro semestre são “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, de José Saramago, e “A Última Tentação de Cristo”, de Nikos Kazantzakis.

 A Oficina de Técnica da Narrativa – que vai ensinar a narrativa literária de Contos e Crônica, destacando as principais técnicas e motivando os alunos a escreverem. Muitos autores brasilienses já frequentaram as oficinas da Biblioteca Demonstrativa, que desde  2011 vêm oferecendo este tipo de curso. O escritor João Batista de Almeida é um exemplo dos alunos que passaram pelas oficinas de Literatura da biblioteca.

As outras duas oficinas são estudos de obras de arte a partir do enfoque de livros célebres da literatura internacional, como ‘ O Homem e seus Símbolos’, do psiquiatra Carl Gustav Jung, e do clássico das mutações o ‘I Ching’, obra oriental milenar da sabedoria e conduta social. Estes cursos são ministrados por meio de pequenas palestras de análise das obras e da importância da iconografia para a compreensão da realidade, da cultura, da religião e da sociedade.

A oficina Clube de Meditação I CHING  é a mais tradicional do núcleo de literatura da biblioteca. É uma oportunidade para meditar sobre a cultura oriental e realizar debates sobre a iconografia e a filosofia deste importante livro da filosofia taoísta.

Ainda estão programadas oficinas de Dança Circular e Jogos Cooperativos, ministradas pela professora Isolda Marinho, a partir do dia 11 de março e a oficina de Aletramento Materno, baseada no livro  Como Ensinar seu Bebê a Ler, de Glenn Doman, neurofisiatra norte-americano, ministrada por Kátia Xavier, prevista para o dia 23 de março.

Tradição

Ao lado das quatro oficinas que terão inicio em março, a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles oferece, ao longo de anos, uma ampla e diversificada programação cultural. Em 2013, por exemplo, o espaço está oferecendo  curso de língua portuguesa, apresentações musicais em parceria com a Escola de Música de Brasília e a exposição “Drummond, Testemunho da Experiência Humana”,  aberta ao público até o dia 9 de março.

Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB/FBN/MinC)

Endereço: Av. W3 Sul EQ 506/507.

Horário das oficicias: 11h10 às 13h.

Data: A partir do dia 13/3/2013.

Mais informações: (61) 3244-3015 – procult.bdb@bn.br

http://www.bdb.org.br