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FBN | Mostra Oswaldo Goeldi (1895-1961)

janeiro 5, 2017

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A partir de hoje, e até o final de fevereiro, a Sala de Manuscritos abrigará uma pequena mostra relativa a Oswaldo Goeldi.

Gravador, desenhista, ilustrador e professor, Oswaldo Goeldi nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1895. Até os seis anos de idade, viveu em Belém (PA) com seus pais, Adelina Meyer Goeldi e Emilio Augusto Goeldi. O pai, suíço, foi um renomado zoólogo e naturalista, e dirigiu uma das mais importantes instituições de Belém, que hoje leva seu nome: o atual Museu Paraense Emílio Goeldi.

 

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Oswaldo Goeldi viveu na Suíça até o falecimento de seu pai. Depois, abandonou o curso na Escola Politécnica para se matricular na École des Arts et Métiers. Decepcionado com a instituição, passou a ter aulas com Serge Pahnke e Henri Van Muyden. Em 1917, realizou sua primeira exposição individual em Berna (Suíça), ocasião em que conheceu a obra do austríaco Alfred Kubin, seu mentor artístico.

 

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De volta ao Brasil, em 1919, trabalhou como ilustrador de livros, revistas e jornais. Dois anos depois, ao expor no saguão do Liceu de Artes e Ofícios, aproximou-se de pessoas interessadas na renovação da arte, como os organizadores da Semana de 1922. A partir de 1923, dedicou-se intensamente à xilogravura, técnica que conheceu com Ricardo Bampi.

Em 1930, lançou o álbum “Dez Gravuras em Madeira”, prefaciado por Manuel Bandeira e cuja venda permitiu seu retorno à Europa, onde expôs novamente em Berna e em Berlim. Por volta de 1932, retornou ao Brasil e começou a experimentar com o uso da cor em xilogravuras. Consolidado como ilustrador, expôs na 25ª Bienal de Veneza em 1950. No ano seguinte, ganhou o Prêmio de Gravura da 1ª Bienal Internacional de São Paulo.
Começa a lecionar em 1952 e, após três anos, passou a ensinar xilogravura na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA). Em 1956, no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, foi realizada sua primeira retrospectiva. Faleceu em 1961. Sua obra já participou de mais de uma centena de exposições em vários países. Hoje, Goeldi é venerado no meio artístico e suas obras são matérias de referência mundial no campo da gravura.

 

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A Coleção Oswaldo Goeldi da Divisão de Manuscritos, doada em 2010 por colecionadores privados, contém anotações pessoais, correspondência, recortes de jornal, catálogos e impressos reunidos pelo próprio Goeldi. A gravura “Chuva”, uma das mais conhecidas de Goeldi, está reproduzida num desses livros, da autoria de Aníbal Machado, que trata da obra do artista plástico. Sobre ela afirmou o crítico de arte e poeta Ronaldo Brito:
“O homem do guarda-chuva vermelho é o exemplar típico do sujeito anônimo universal. Todos nós, cada um de nós, resumido à sua condição básica – o homem sozinho dentro do mundo, diante da vida, a enfrentar como pode os elementos.”

 

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As demais imagens deste post se referem a peças do artista que estão sob a guarda da Divisão de Iconografia: são gravuras e matrizes doadas em 1978 por Beatrix Reynal.

Acesse baixe algumas imagens:

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FBN | Mostra Consciência Negra na Divisão de Manuscritos

novembro 4, 2016

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Nesta sexta-feira, dia 4 de novembro, entra em cartaz na Divisão de Manuscritos a mini-mostra Consciência Negra, organizada pela servidora Priscila Helena Duarte, que ocupará a vitrine da sala até o fim do mês.

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra foi criado pelo Decreto-Lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. Foi concebido para ser comemorado em 20 de novembro, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares. A data convida à reflexão sobre a presença negra na cultura e na sociedade brasileiras.

Celebrando o Novembro Negro, esta mostra de documentos foge às costumeiras representações do negro como elemento servil e expõe um pequeno conjunto de personalidades gigantescas em seus feitos e realizações. Os documentos fornecem uma amostra da importância do negro como sujeito do seu próprio discurso em variadas esferas de atuação, desde pioneiros na discussão da afirmação étnica e de identidade cultural até escritores que buscaram se distanciar dessa temática, traço reflexivo da realidade social em que transitavam.

Lima Barreto (1881-1922) escritor e jornalista; Carolina Maria de Jesus (1914-1977) escritora, poetisa e compositora; Abdias do Nascimento (1914-2011) ativista dos direitos negros, poeta, ator, escritor e dramaturgo; Luís Gama (1830-1882), escritor e jornalista e Machado de Assis (1839-1908) maior nome da Literatura Brasileira. Todos alcançaram com seus escritos o protagonismo necessário para quebrar estereótipos e servir de guias para futuras gerações.

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FBN | Exposições na Mídia

setembro 13, 2016

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As exposições da Biblioteca Nacional foram destaque no noticiário Jornal do Rio, da TV Bandeirantes, nesta segunda-feira, 12 de setembro. Com produção de Sayonara Oliveira, o programa abordou as mostras “Alair Gomes, muito prazer”, “Gabinete de Obras Máximas e Singulares” e o projeto “Um livro por uma ideia”.

 

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Para assistir à matéria na íntegra, acesse:

http://noticias.band.uol.com.br/jornaldorio/video/2016/09/12/15989808/biblioteca-nacional-abre-exposicoes-com-mais-de-nove-mil-itens.html

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Saiba mais sobre as exposições e o projeto:

http://www.bn.br/acontece/exposicoes/2016/08/alair-gomes-muito-prazer
http://www.bn.br/acontece/exposicoes/2016/08/gabinete-obras-maximas-singulares
http://www.bn.br/acontece/eventos/2016/08/um-livro-por-uma-ideia

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MOSTRA GUERRA-PEIXE 100 ANOS DE NASCIMENTO

março 24, 2014

César Guerra-Peixe (1914-1993)

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Mostra – 24 mar.-30 abr. 2014 – Divisão de Música e Arquivo Sonoro. Rua da Imprensa, 16 – 3º andar. Edifício Capanema

 

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Nascido em Petrópolis (RJ) a 18 de março de 1914, Cesar Guerra-Peixe é homenageado na Fundação Biblioteca Nacional com mostra “César Guerra-Peixe, um músico brasileiro”.

Na presente mostra procura-se evidenciar sua trajetória musical desde as experiências com o dodecafonismo até a síntese de elementos folclóricos, de música popular com a linguagem composicional na busca por uma estética autenticamente nacional.  

 

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Grande parte das peças selecionadas faz parte de sua coleção, doada pelo músico a Fundação Biblioteca Nacional, em 1988, sob a guarda da Divisão de Música e Arquivo Sonoro (DIMAS).

A Dimas apresenta, por ocasião dos 100 anos de nascimento, trinta e quatro peças – entre partituras autógrafas, fotografias, discos, documentos, livros, correspondência e caderno de apontamentos do compositor e maestro. 

A Virtude da Paz é o novo tema da série de mostras organizadas na Fundação Biblioteca Nacional

dezembro 16, 2013

A Mostra Sobre a Virtude da Mansidão tem inicio na Segunda-Feira, 16, na Fundação Biblioteca Nacional, localizada no centro do Rio de Janeiro, e vai até 31 de janeiro de 2014.

Organizada pela Divisão de Obras Raras estão expostos materiais exclusivos de seu acervo, retratados em livros, documentos e tratados de paz que explicitam o contexto politico, literário, militar, religioso em torno da Virtude da Mansidão; cujo pensamento contribuiu para definir a geografia, a física, a história, a política e de todo o ideário do mundo como o conhecemos.

Incompatíveis com os demais Pecados Capitais, as Virtudes, donde se encontra a Mansidão que se opõem a ira, também é conhecida por serenidade e paz.

Desde a antiguidade, no universo mítico greco-romano que formam os pilares do pensamento ocidental, a Virtude foi debatida nas praças e Ágoras por filósofos e muito antes, narrada por poetas como objeto de excelência do homem. A virtude através de – como se referiam os helenos: Aretê.

Anteriormente, a divisão de Obras Raras foi responsável pela mostra que tratou dos Pecados e contou com uma extensa variedade de conteúdo; de cunho literário e científico, remontando desde o século XV.

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Emblemata Amoris, 1622. Raphael Custodis

Fundação Biblioteca Nacional. 219, Centro – Cinelândia

Salão de Obras Raras( 3º andar)

Seg. a sex das 10 às 17h.

Biblioteca Nacional exibe mostra em homenagem à mulher

março 30, 2012

A mostra “Mulher eterna” oferece ao público cerca de 20 títulos que retratam a trajetória feminina em diversos espaços sociais, no Brasil. Entre eles está a reprodução do periódico “Echo das Damas”, de 1879, O Livro das Donas e Donzellas, de 1906, e a Revista Feminina, de 1915, do acervo da Biblioteca Nacional.

A exposição fica no 2º andar da Biblioteca Nacional (Avenida Rio Branco, 219. Centro. Rio de Janeiro-RJ). De segunda a sexta, de 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados de 12h às 17h. Entrada franca.