Posts Tagged ‘Presidente do Brasil’

FBN | 2 de outubro de 1992: Fernando Collor é afastado da presidência da República

outubro 2, 2017
No dia 2 de outubro de 1992, após denúncias de corrupção em seu governo, Fernando Collor de Mello foi afastado da presidência da República. Após seu desligamento, a presidência foi ocupado pelo seu vice-presidente Itamar Franco.
No dia seguinte ao acontecimento, o jornal Tribuna da Imprensa trouxe a seguinte matéria:
“Collor não se abala com vaias ao ser afastado da Presidência
[…] Às 10h20 de ontem, o presidente Fernando Collor assinou, diante da maioria de seu Ministério, a notificação de afastamento do cargo, levada a seu gabinete pelo senador Dirceu Carneiro (PSDB/SC). Exatamente 15 minutos depois, Collor acompanhado da mulher Rosane, desceu pelo elevador comum e saiu pela porta lateral do Palácio do Planalto, enfrentando vaias da multidão e aplausos de assessores e funcionários da Presidência. Tenso mas demonstrando tranquilidade, Collor deixou o gabinete avisando aos assessores que em breve estaria de volta.”
collor

Tribuna da Imprensa. Ano 1992\Edição 13007. [Acervo Hemeroteca Digital]

Para ler a matéria completa, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/154083_05/15550
Pesquise mais sobre o impeachment de Collor nos periódicos disponíveis em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/
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FBN | 31 de agosto de 1969: Costa e Silva se afasta da presidência

agosto 31, 2017

atestado costa e silva

Boletim médico atestando o motivo de seu afastamento da presidência. Jornal Tribuna da Imprensa. Ano 1969\Edição 05888. [Acervo Hemeroteca Digital]

Há 48 anos, o presidente Costa e Silva foi afastado da presidência por motivos de doença. Ficou decidido pelos militares que o vice-presidente Pedro Aleixo não assumiria o cargo, e sim, um ministro militar de cada uma das três forças armadas: Exército, Aeronáutica e Marinha. Mais tarde, quem assumiu o cargo de presidente da República foi o general Emílio Garrastazu Médici.

No dia seguinte ao seu afastamento, o jornal Tribuna da Imprensa trouxe a seguinte manchete:

“TRIUNVIRATO MILITAR ASSUME A PRESIDÊNCIA

O marechal Costa e Silva deixou, ontem, temporàriamente o exercício da Presidência da República, vitimado por um distúrbio circulatório, conforme atestado assinado por uma equipe de cardiologistas. Assumiu o poder uma junta militar composta dos ministros da Marinha, Exército e Aeronáutica (…)”

costa e silva

Jornal Tribuna da Imprensa. Ano 1969\Edição 05888. [Acervo Hemeroteca Digital]

Leia a matéria na íntegra acessando: http://memoria.bn.br/docreader/154083_02/39220

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FBN | 04 de agosto de 1957: morre Washington Luís

agosto 4, 2017

wl

Washington Luís, foto de Fitz Geraldo [Acervo Iconográfico]

Washington Luís governou o país de 1926 a 1930, foi o último presidente da República Velha e da política do café com leite. Ainda passou, em seu governo, pela crise econômica mundial de 1929, que pôs fim a política de valorização do preço do café brasileiro, e pela Revolução de 1930. O ex-presidente criou um plano de construção de estradas de rodagem, que incluía as estradas Rio-São Paulo e Rio-Petrópolis, sendo reconhecido pelo lema “Governar é abrir estradas”.

De acordo com a política do café com leite, o sucessor de Washington Luís deveria ser um mineiro mas o ex-presidente apoiou a candidatura do paulista Júlio Prestes. Minas, Rio Grande do Sul e Paraíba se opuseram a essa decisão e apoiaram um candidato gaúcho, Getúlio Vargas. Apesar de Júlio Prestes ter ganhado as eleições, não assumiu o cargo, pois a oposição organizou um movimento revolucionário que tirou Júlio Prestes do poder e apoderou uma junta militar.

Washington Luís foi preso e mais tarde exilado, retornando ao Brasil somente em 1947. Morreu no dia 04 de agosto de 1957 em São Paulo.

washington luis

Jornal A Noite. Ano 1957\Edição 15687. [Acervo Hemeroteca Digital]

 No dia seguinte a sua morte, o jornal publicou a seguinte matéria:

“Morreu o presidente Washington Luiz

Luto Oficial Com Honras de Chefe de Estado

Ao tomar conhecimento da morte do ex-presidente Washington Luiz o presidente Juscelino Kubitschek determinou que fôsse transmitiria à família do illustre morto, os pesares e sentimentos pessoais e decretou luto oficial por cinco dias, com honras de Chefe de Estado”

Leia a matéria completa: http://memoria.bn.br/docreader/348970_05/43690

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FBN | 29 de junho de 1895, morre Floriano Peixoto

junho 29, 2017

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Nascido em Maceió, Alagoas, Floriano Vieira Peixoto foi enviado ao Rio de Janeiro aos dezesseis anos para concluir os estudos e ingressar na Escola Militar, dando continuidade a uma tradição familiar de militares envolvidos na política. Ascendeu na hierarquia durante a Guerra do Paraguai e, com a proclamação da República, foi vice-presidente de Deodoro da Fonseca. Com a renúncia deste em novembro de 1891, Floriano assume a presidência de um governo sustentado pela unidade das Forças Armadas. Demitiu todos os governadores que apoiavam Deodoro; perseguiu opositores e desterrou vários para a Amazônia, ameaçando inclusive os juízes do Supremo Tribunal que pensassem em emitir habeas corpus para os exilados. Fez alianças com partidos mais progressistas e com políticos paulistas que permitiram o aumento da base política e a manutenção da unidade da República mediante a supressão das várias revoltas ocorridas em seu governo – entre elas, a Revolta da Armada, abordada por Lima Barreto em Triste Fim de Policarpo Quaresma.

“Quaresma pôde então ver melhor a fisionomia do homem que ia feixar em suas mãos, durante quase um ano, tão fortes poderes, poderes de Imperador Romano, pairando sobre tudo, limitando tudo, sem encontrar obstáculo algum aos seus caprichos, às suas fraquezas e vontades, nem nas leis, nem nos costumes, nem na piedade universal e humana. Era vulgar e desoladora. O bigode caído; o lábio inferior pendente e mole a que se agarrava uma grande “mosca”; os traços flácidos e grosseiros; não havia nem o desenho do queixo ou olhar que fosse próprio, que revelasse algum dote superior. Era um olhar mortiço, redondo, pobre de expressões, a não ser de tristeza que não lhe era individual, mas nativa, de raça; e todo ele era gelatinoso – parecia não ter nervos. Não quis o major ver em tais sinais nada que lhe denotasse o caráter, a inteligência e o temperamento. Essas cousas não vogam, disse ele de si para si.”

A Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional disponibiliza para consulta ou download a edição especial nº 21 do periódico “A Setta – orgam infantil republicano” de 29 de junho de 1897 consagrada a memória do Marechal F. Peixoto.

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1309059/mss1309059.pdf

Leia também o artigo de Silvio Vieira Peixoto publicado em 1936. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1351924/mss1351924.pdf

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FBN | 23 de maio de 1865: nasce Epitácio Pessoa

maio 23, 2017

“Filho do Tenente-Coronel José da Silva Pessoa e D. Henriqueta Barbosa de Lucena, Epitácio Pessoa nasceu na cidade do Umbuzeiro, Província da Paraíba do Norte, em 23 de maio de 1865.

Órfão de pai e mãe aos oito anos de idade, estudou com dificuldade e por força da ajuda do Tesouro Provincial de Pernambuco, terminou com brilhantismo o curso de Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito do Recife, em 13 de novembro de 1886.

Eleito Presidente da República, tomou posse a 28 de julho de 1919 cumprindo o mandato do anterior, que faleceu, terminando-o a 15 de novembro de 1922.

Homem talentoso, ilustrado, de vasta cultura, publicou notáveis trabalhos e exerceu cargos em congressos internacionais até ser proclamado membro titular da Corte Permanente de Justiça Internacional, em 10 de setembro de 1923.

Recebeu inúmeros títulos e condecorações de vários países em reconhecimento a seu altíssimo saber jurídico.

Faleceu em 13 de fevereiro de 1942.” (Fonte: Ministério Público Federal).

Em homenagem a Epitácio Pessoa, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a fotografia de Rodolfo Pinto do Couto posando ao lado da escultura de Epitácio Pessoa.

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon276816/icon1421731.html

Para conhecer mais sobre a História do Brasil, visite a BNDigital em: http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital

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