Posts Tagged ‘Rio de Janeiro’

FBN | Documento da Semana – Descrição do plano urbanístico para o centro do Rio, de 7 de março de 1796

março 7, 2017

Assinado há exatos 221 anos, o documento faz menção às obras de urbanização no pantanal de Pedro Dias atual Rua do Lavradio (Rio de Janeiro, RJ). Consulte-o em: http://bit.ly/2lAeZED



Conheça, também, a BNDigital em: https://bndigital.bn.gov.br
 
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FBN | 1° de março: Aniversário do Rio de Janeiro

março 1, 2017

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Com o intuito de expulsar os franceses instalados na região desde 1555, foi organizada, em 1564, uma expedição para fundar uma cidade fortificada, de modo que resistisse a outras investidas. Estácio de Sá, sobrinho do governador Mem de Sá, chegou em terras cariocas no dia 28 de fevereiro com alguns navios e soldados, desembarcando na praia entre o morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar.

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No dia seguinte, 1º de março de 1565, o explorador português fundou, oficialmente, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao rei menino de Portugal, escolhendo o santo de mesmo nome para padroeiro, a quem se presta homenagem no dia 20 de janeiro (http://www0.rio.rj.gov.br/rio_memoria/1565_texto.htm). 

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Essas e outras imagens estão disponíveis na BNDigital. Explore-a em: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

Parabéns, Rio!

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FBN | Série Verão Carioca – Copacabana

fevereiro 2, 2017

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No verão de 1909, a revista Careta publicou imagens da praia de Copacabana e de seus banhistas, trazendo aos seus leitores um dos cartões-postais mais conhecidos da paisagem carioca.

 

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O nome “Copacabana” substituiu a denominação usada pelos tamoios, por influência da imagem de Nossa Senhora, e tem origem andina. O nome faz referência a composição de duas palavras aymaras: Copac (Kjopac), que significa azul e Cahuana (Kahuana) que quer dizer mirante. Da grafia aymara passou para quiiíchua (queshwa), como Qopaqhawana e finalmente à espanhola, como Copacabana.

 

Praias de Copacabana e Leme. Revista Careta - 26/03/1910

Praias de Copacabana e Leme.
Revista Careta – 26/03/1910

 

Acesse as publicações em: http://memoria.bn.br/DocReader/083712/203 e http://memoria.bn.br/DocReader/083712/325

Para saber mais sobre Copacabana, visite a BNDigital em: bndigital.bn.br/acervodigital/

Outras edições da Revista Careta podem ser encontradas na Hemeroteca Digital, no endereço: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 1º de fevereiro de 1952: inaugurado o Aeroporto Internacional do Galeão

fevereiro 1, 2017

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Em 1° de fevereiro de 1952, o jornal ‘A Noite’ publicou a seguinte notícia:

“Inauguradas as novas instalações do Aeroporto do Galeão

Com a presença de altas autoridades civis e militares, realizou-se, hoje, a cerimônia inaugural das novas instalações do Aeroporto Internacional  das novas instalações do Aeroporto Internacional do Galeão, ato que teve início cerca das 10 horas (…)”.

Leia a notícia da íntegra em: http://bit.ly/2kWgWGw

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FBN | Série Verão Carioca – Fulgido Lençol de Asphalto

janeiro 17, 2017

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A revista Careta, em sua edição de 10 de fevereiro de 1917, publicou:

“Linda e graciosa, resplandecendo sob a torrida pompa de um sol gloriosamente abrasador, a scintilante cidade dos cariocas, com seu fulgido lençol de asphalto é como uma galante dama calçada de luxuosos borzeguins que lhe aformoseiam os pés, mas que, por apertados, não a deixam andar.

[…]

Absorvendo o calôr durante o dia,  e irradiando o, até horas mortas, durante a noite, o asphalto prejudica, ou impede, essa necessaria reparação nocturna das energias dispendidas e dos organismos fatigados no arduo labor diario.

[…]”

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Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/083712/17501

Outras edições da revista Careta podem ser encontradas na Hemeroteca Digital, através do link bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | Série Documentos Literários – Relato dos festejos de aclamação de D. João VI

dezembro 16, 2016
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A Série Documentos Literários, colaboração da Divisão de Manuscritos, recorda o aniversário de 201 anos de criação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

 
Com a derrota final de Napoleão, o Congresso de Viena, que teve lugar em 1815, determinou que as monarquias depostas pelo imperador dos franceses voltassem aos seus tronos. A família real portuguesa, porém, estava no Brasil, o que configurava uma irregularidade, visto que o Congresso só reconhecia Lisboa como sede do reino.
 
Para tentar contornar a situação, D. João, que então era Príncipe Regente, promulgou, em 16 de dezembro de 1815, uma Carta de Lei que elevou o Brasil à categoria de “Reino Unido a Portugal e Algarves”. Isso deveria equiparar o Rio de Janeiro a Lisboa na qualidade de sede da Corte. A solução, porém, não agradou aos portugueses, e a pressão aumentou nos anos seguintes, com rixas políticas, movimentos e revoluções. As tensões culminaram com o regresso de D. João à Europa, em 1821, e a independência do Brasil, em 1822.
 
O documento da série traz o relato dos festejos de aclamação de D. João, não mais na qualidade de Príncipe, mas na de Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Isso porque sua mãe, D. Maria I, já havia falecido à época da cerimônia, que foi adiada por conta da turbulência política e só teve lugar em fevereiro de 1818. A obra, que traz o carimbo da Real Biblioteca, inclui várias odes e poemas em homenagem a D. João VI, compilados por Bernardo Avelino Ferreira e Sousa, oficial da Secretaria da Intendência Geral da Polícia. A impressão e distribuição foram feitas por iniciativa da mesma Intendência, com a finalidade de perpetuar a memória dos festejos.
 
A obra está sob a guarda da Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional e pode ser consultada na íntegra pela BN Digital, no link: http://bit.ly/2h8sKE8
 
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Brasiliana Fotográfica | O brilhante cronista visual Marc Ferrez ( RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)

dezembro 7, 2016

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Marc Ferrez (1843 – 1923) foi um cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX, tendo sua vasta obra iconográfica comparada a dos maiores nomes da fotografia no mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez & Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou um célebre profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305

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Brasiliana Fotográfica | O Palácio Monroe

novembro 9, 2016
Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN

Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN

O Palácio Monroe, projetado por Francisco Marcelino de Souza Aguiar, foi a sede do pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Como sua estrutura era toda metálica, o prédio pôde ser desmontado e remontado no fim da rua do Passeio, na avenida Central, atual Rio Branco, ponto mais nobre do Rio de Janeiro na época. Originalmente, o prédio ia se chamar Palácio São Luiz, porém, em 1906, durante o III Congresso Pan-americano, o ministro das Relações Exteriores, o barão do Rio Branco, batizou o edifício de Palácio Monroe, uma homenagem ao presidente norte americano James Monroe, idealizador do Pan-americanismo.

O Palácio Monroe tornou-se um ícone do Rio de Janeiro e sua imagem foi estampada em porcelanas, pratos, talheres, caixas de jóias, tinteiros, cartões-postais e em papéis de carta. Durante sua história, a construção foi sede do Senado Federal, a partir de 1925, quartel general das tropas gaúchas, na Revolução de 30 e, em 1945, abrigou o Tribunal Superior Eleitoral. Com a transferência da capital federal do Rio para Brasília, em 1960, o Senado, que havia retornado ao Monroe em 1946, seguiu para a nova capital. Em 1961, o Palácio passou a sediar o Estado Maior das Forças Armadas.

O prédio foi demolido em 1976.

Para saber saber e acessar a galeria de fotos, visite: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6248

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FBN | 27 de outubro de 1912 – inaugurado o bondinho do Pão-de-Açúcar

outubro 27, 2016
Acervo FBN

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Conhecido por ser um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, a construção das obras do teleférico, com duração de 30 anos, foi autorizada em 1909 pelo Decreto Municipal no. 1260, de 29 de maio do mesmo ano. O trecho inicial do percurso, por sua vez, que ligava a Praia Vermelha e o Morro da Urca, foi inaugurado em 27 de outubro de 1912, quando subiram 577 pessoas ao Morro da Urca pelo preço de 2 mil réis pela viagem de ida e volta.

Acervo FBN.

Acervo FBN.

 

Para saber mais sobre o bondinho do Pão-de-Açúcar, visite: http://bndigital.bn.br/acervodigital

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Brasiliana Fotográfica – O Palácio Real de São Cristóvão

outubro 3, 2016
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Por meio de imagens de fotógrafos como Augusto Malta, Georges Leuzinger e Revert Henrique Klumb, a Brasiliana Fotográfica resgata a memória do Palácio Real, ou Paço Real, localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Propriedade do traficante de escravos Elias Antônio Lopes, que possuía a área da Quinta da Boa Vista, a construção foi doada ao então príncipe regente, dom João, quando ele chegou ao Brasil, em 1808.
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