Posts Tagged ‘Rio de Janeiro’

FBN | Documentos Literários – Álbum da Cidade do Rio de Janeiro

setembro 8, 2017

avenida rio branco

No âmbito das comemorações do aniversário da Independência do Brasil, apresentamos o Álbum da Cidade do Rio de Janeiro, publicado em 1922.

antiga estalagem

No início do século XX, o Rio de Janeiro, então capital federal, passou por um grande plano de urbanização, anunciado no discurso de posse de Rodrigues Alves como presidente da República, em 1902. As reformas se iniciaram durante o governo de Pereira Passos, prefeito do Rio entre 1902 e 1906. Foram mudanças estruturais, que abriram e alargaram avenidas e demoliram casarios inteiros – não foi à toa que a reforma ficou conhecida como “Bota Abaixo”.

biblioteca nacional

Nesse período, e nos anos subsequentes, a fotografia foi muito utilizada como forma de registro e como apoio na divulgação dos trabalhos que levavam a capital a assumir uma nova “cara”. Fotógrafos como Marc Ferrez e Augusto Malta foram contratados para documentar os novos prédios e avenidas e a forma como se integravam à paisagem natural, fortalecendo a imagem do Rio de Janeiro como Cidade Maravilhosa. Assim foram publicados importantes álbuns fotográficos, como “Avenida Central” (1906) e “Vues de Rio de Janeiro – Brèsil” (1910).

largo da carioca

O presente documento se intitula “Álbum da cidade do Rio de Janeiro em Comemoração do 1º Centenário da Independência do Brasil – 1822 – 1922”. É uma edição da Prefeitura do Distrito Federal, do qual era prefeito Carlos Sampaio (1920-1922). Segundo a pesquisadora Maria Pace Chiavari, esse álbum “se apresenta como o fechamento do amplo projeto urbano”, quando a cidade já havia passado por uma profunda transformação. Foi em 1922 que se pôs abaixo o Morro do Castelo, bem como se iniciou a Exposição Internacional do Centenário da Independência, que durou de setembro de 1922 até julho de 1923 e contou com vários pavilhões destinados a países estrangeiros.

panorama

A Biblioteca Nacional possui uma cópia do Álbum em sua Divisão de Iconografia, nele você encontra diversas outras fotografias da cidade do Rio de Janeiro, não deixe de conferir. A obra pode ser consultada pela BN Digital, acessando o link: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325335/icon325335.pdf

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FBN | A Revolta da Armada – 6 de setembro de 1893

setembro 6, 2017

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“Grave notícia se espalhou desde manhã cedo pela cidade: uma parte da força armada da nação se sublevara, e havia uma greve assustadora na estrada de ferro Central.

Nem tudo isso era verdade. Os sucessos ocorridos na estrada não tinham a gravidade que se anunciava; mas era certo que a esquadra se achava em atitude francamente hostil ao governo”.

Assim, a Gazeta de Notícias, de 7 de setembro de 1893, iniciava a matéria sobre a Revolta da Armada, rebelião da última década do século XIX, que evidenciou algumas das cisões da então incipiente República brasileira.

Veja a galeria de fotos completa: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2375

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FBN | Documento da Semana – Descrição do plano urbanístico para o centro do Rio, de 7 de março de 1796

março 7, 2017

Assinado há exatos 221 anos, o documento faz menção às obras de urbanização no pantanal de Pedro Dias atual Rua do Lavradio (Rio de Janeiro, RJ). Consulte-o em: http://bit.ly/2lAeZED



Conheça, também, a BNDigital em: https://bndigital.bn.gov.br
 
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FBN | 1° de março: Aniversário do Rio de Janeiro

março 1, 2017

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Com o intuito de expulsar os franceses instalados na região desde 1555, foi organizada, em 1564, uma expedição para fundar uma cidade fortificada, de modo que resistisse a outras investidas. Estácio de Sá, sobrinho do governador Mem de Sá, chegou em terras cariocas no dia 28 de fevereiro com alguns navios e soldados, desembarcando na praia entre o morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar.

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No dia seguinte, 1º de março de 1565, o explorador português fundou, oficialmente, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao rei menino de Portugal, escolhendo o santo de mesmo nome para padroeiro, a quem se presta homenagem no dia 20 de janeiro (http://www0.rio.rj.gov.br/rio_memoria/1565_texto.htm). 

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Essas e outras imagens estão disponíveis na BNDigital. Explore-a em: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

Parabéns, Rio!

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FBN | Série Verão Carioca – Copacabana

fevereiro 2, 2017

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No verão de 1909, a revista Careta publicou imagens da praia de Copacabana e de seus banhistas, trazendo aos seus leitores um dos cartões-postais mais conhecidos da paisagem carioca.

 

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O nome “Copacabana” substituiu a denominação usada pelos tamoios, por influência da imagem de Nossa Senhora, e tem origem andina. O nome faz referência a composição de duas palavras aymaras: Copac (Kjopac), que significa azul e Cahuana (Kahuana) que quer dizer mirante. Da grafia aymara passou para quiiíchua (queshwa), como Qopaqhawana e finalmente à espanhola, como Copacabana.

 

Praias de Copacabana e Leme. Revista Careta - 26/03/1910

Praias de Copacabana e Leme.
Revista Careta – 26/03/1910

 

Acesse as publicações em: http://memoria.bn.br/DocReader/083712/203 e http://memoria.bn.br/DocReader/083712/325

Para saber mais sobre Copacabana, visite a BNDigital em: bndigital.bn.br/acervodigital/

Outras edições da Revista Careta podem ser encontradas na Hemeroteca Digital, no endereço: bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | 1º de fevereiro de 1952: inaugurado o Aeroporto Internacional do Galeão

fevereiro 1, 2017

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Em 1° de fevereiro de 1952, o jornal ‘A Noite’ publicou a seguinte notícia:

“Inauguradas as novas instalações do Aeroporto do Galeão

Com a presença de altas autoridades civis e militares, realizou-se, hoje, a cerimônia inaugural das novas instalações do Aeroporto Internacional  das novas instalações do Aeroporto Internacional do Galeão, ato que teve início cerca das 10 horas (…)”.

Leia a notícia da íntegra em: http://bit.ly/2kWgWGw

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FBN | Série Verão Carioca – Fulgido Lençol de Asphalto

janeiro 17, 2017

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A revista Careta, em sua edição de 10 de fevereiro de 1917, publicou:

“Linda e graciosa, resplandecendo sob a torrida pompa de um sol gloriosamente abrasador, a scintilante cidade dos cariocas, com seu fulgido lençol de asphalto é como uma galante dama calçada de luxuosos borzeguins que lhe aformoseiam os pés, mas que, por apertados, não a deixam andar.

[…]

Absorvendo o calôr durante o dia,  e irradiando o, até horas mortas, durante a noite, o asphalto prejudica, ou impede, essa necessaria reparação nocturna das energias dispendidas e dos organismos fatigados no arduo labor diario.

[…]”

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Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://memoria.bn.br/DocReader/083712/17501

Outras edições da revista Careta podem ser encontradas na Hemeroteca Digital, através do link bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | Série Documentos Literários – Relato dos festejos de aclamação de D. João VI

dezembro 16, 2016
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A Série Documentos Literários, colaboração da Divisão de Manuscritos, recorda o aniversário de 201 anos de criação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

 
Com a derrota final de Napoleão, o Congresso de Viena, que teve lugar em 1815, determinou que as monarquias depostas pelo imperador dos franceses voltassem aos seus tronos. A família real portuguesa, porém, estava no Brasil, o que configurava uma irregularidade, visto que o Congresso só reconhecia Lisboa como sede do reino.
 
Para tentar contornar a situação, D. João, que então era Príncipe Regente, promulgou, em 16 de dezembro de 1815, uma Carta de Lei que elevou o Brasil à categoria de “Reino Unido a Portugal e Algarves”. Isso deveria equiparar o Rio de Janeiro a Lisboa na qualidade de sede da Corte. A solução, porém, não agradou aos portugueses, e a pressão aumentou nos anos seguintes, com rixas políticas, movimentos e revoluções. As tensões culminaram com o regresso de D. João à Europa, em 1821, e a independência do Brasil, em 1822.
 
O documento da série traz o relato dos festejos de aclamação de D. João, não mais na qualidade de Príncipe, mas na de Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Isso porque sua mãe, D. Maria I, já havia falecido à época da cerimônia, que foi adiada por conta da turbulência política e só teve lugar em fevereiro de 1818. A obra, que traz o carimbo da Real Biblioteca, inclui várias odes e poemas em homenagem a D. João VI, compilados por Bernardo Avelino Ferreira e Sousa, oficial da Secretaria da Intendência Geral da Polícia. A impressão e distribuição foram feitas por iniciativa da mesma Intendência, com a finalidade de perpetuar a memória dos festejos.
 
A obra está sob a guarda da Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional e pode ser consultada na íntegra pela BN Digital, no link: http://bit.ly/2h8sKE8
 
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Brasiliana Fotográfica | O brilhante cronista visual Marc Ferrez ( RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)

dezembro 7, 2016

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Marc Ferrez (1843 – 1923) foi um cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX, tendo sua vasta obra iconográfica comparada a dos maiores nomes da fotografia no mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez & Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou um célebre profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.

Continue lendo em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305

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Brasiliana Fotográfica | O Palácio Monroe

novembro 9, 2016
Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN

Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN

O Palácio Monroe, projetado por Francisco Marcelino de Souza Aguiar, foi a sede do pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Como sua estrutura era toda metálica, o prédio pôde ser desmontado e remontado no fim da rua do Passeio, na avenida Central, atual Rio Branco, ponto mais nobre do Rio de Janeiro na época. Originalmente, o prédio ia se chamar Palácio São Luiz, porém, em 1906, durante o III Congresso Pan-americano, o ministro das Relações Exteriores, o barão do Rio Branco, batizou o edifício de Palácio Monroe, uma homenagem ao presidente norte americano James Monroe, idealizador do Pan-americanismo.

O Palácio Monroe tornou-se um ícone do Rio de Janeiro e sua imagem foi estampada em porcelanas, pratos, talheres, caixas de jóias, tinteiros, cartões-postais e em papéis de carta. Durante sua história, a construção foi sede do Senado Federal, a partir de 1925, quartel general das tropas gaúchas, na Revolução de 30 e, em 1945, abrigou o Tribunal Superior Eleitoral. Com a transferência da capital federal do Rio para Brasília, em 1960, o Senado, que havia retornado ao Monroe em 1946, seguiu para a nova capital. Em 1961, o Palácio passou a sediar o Estado Maior das Forças Armadas.

O prédio foi demolido em 1976.

Para saber saber e acessar a galeria de fotos, visite: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6248

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