Posts Tagged ‘Modernismo’

FBN | 22 de outubro de 1954 – morre Oswald de Andrade

outubro 22, 2017
Oswald de Andrade. Revista "Para Todos" Março - 1924.

Oswald de Andrade.
Revista “Para Todos”
Março – 1924.

Oswald de Andrade foi um dos foi um dos fundadores do movimento modernista brasileiro, iniciado oficialmente na Semana de Arte Moderna, em 1922. Entre suas obras mais conhecidas, estão o “Manifesto Antropófago”, publicado na Revista Antropofagia, e o “Manifesto da Poesia Pau-Brasil”, publicado em 1924 no “Correio da Manhã”.

Correio da Manhã 08/01/1950

Correio da Manhã
08/01/1950

Em homenagem ao escritor brasileiro, a Biblioteca Nacional divulga uma série de poemas publicados pelo jornal Correio da Manhã na década de 50.

Correio da Manhã 15/01/1950

Correio da Manhã
15/01/1950

 

Correio da Manhã 12/02/1950

Correio da Manhã
12/02/1950


Para acessar o jornal, clique em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=089842_06&pagfis=175

Outras edições do Correio da Manhã podem ser acessados na Hemeroteca Digital, em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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FBN | Homenagem – 27 de junho de 1908, nasce Guimarães Rosa

junho 27, 2017
Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

 

João Guimarães Rosa, contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo (MG) em 27 de junho de 1908. Foi o terceiro ocupante da cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras.

Formado em Medicina (1930) estreou na vida  literária em 1929 na revista O Cruzeiro,com o conto “O mistério de Highmore Hall”. Em 1936  recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras pela coletânea de versos Magma.

Como diplomata foi cônsul em Hamburgo (1938-42), secretário de embaixada brasileira em Bogotá (1942-44), chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946), primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51), secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz (1948) e representante do Brasil junto a UNESCO.

Além do Prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a “Magma”, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d’Oliveira pelo livro “Sagarana” (1946), o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro pelo clássico  “Grande sertão: Veredas”. Em 1956 foi agraciado com o Prêmio Carmen Dolores Barbosa, em 1957 pelo  Prêmio Paula Brito. Em 1963 sua obra  “Primeiras estórias” recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil. (Fonte: ABL)

 

Foto: Acervo FBN

Foto: Acervo FBN

Consulte as obras Guimarães Rosa no acervo da Divisão de Obras Gerais da Biblioteca Nacional:  http://www.bn.br/explore/acervos/obras-gerais

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FBN | 3 de junho de 1901: nasce José Lins do Rego

junho 2, 2017

“José Lins do Rego (José Lins do Rego Cavalcanti) foi romancista e jornalista. Nasceu no Engenho Corredor, Pilar, Paraíba, em 3 de junho de 1901, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de setembro de 1957.

Filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti, fez os primeiros estudos no Colégio de Itabaiana, PB, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X de João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, no Recife. Desde então revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompéia. Em 1918, aos 17 anos, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis, através do Dom Casmurro. Desde a infância, já trazia consigo outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando de geração em geração por pessoas ligadas ao mundo rural do Nordeste açucareiro.

Passou a colaborar no Jornal do Recife. Em 1922 fundou o semanário Dom Casmurro. Formou-se em 1923 na Faculdade de Direito do Recife. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado e Aníbal Fernandes. Sua amizade com Gilberto Freire, na volta em 1923 de uma  temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou novas influências no espírito de José Lins, através das ideias novas sobre a formação social brasileira.” (Fonte: ABL).

Em 2006, a Biblioteca Nacional recebeu a Coleção José Olympio, doada pela família do editor que publicou toda a obra de José Lins do Rego. Entre os documentos estão várias peças artísticas relativas às capas dos livros do escritor paraibano, incluindo várias edições de “Menino de Engenho”.


A Coleção José Olympio ainda está em fase de tratamento técnico e em breve estará disponível para os pesquisadores.

FBN I História – 17 de dezembro de 1905 – Nasce Érico Veríssimo

dezembro 17, 2016

 

Érico Lopes Veríssimo nasceu em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, no dia 17 de dezembro de 1905.

Além das obras escritas por Érico Veríssimo, a Biblioteca Nacional disponibiliza ao público uma carta (cartão) datada de setembro de 1940, escrita por ele e endereçada à  Nelson Werneck Sodré falando sobre o encontro dos dois e elogiando o trabalho de Sodré.

Obras de Érico Veríssimo:

Fantoche, contos, 1932
Clarissa, ficção, 1933
Caminhos Cruzados, ficção, 1935
Música ao Longe, ficção, 1935
A Vida de Joana D’Arc, biografia, 1935
Um Lugar ao Sol, ficção, 1936
As Aventuras do Avião Vermelho, literatura infantil, 1936
Rosa Maria no Castelo Encantado, literatura infantil, 1936
Os Três Porquinhos, literatura infantil, 1936
Meu ABC, literatura infantil, 1936
As Aventuras de Tibicuera, romance didático, 1937
O Urso com Música na Barriga, 1938
Olhai os Lírios do Campo, ficção, 1938
A Vida do Elefante Basílio, 1939
Outra Vez os Três Porquinhos, 1939
Viagem à Aurora do Mundo, 1939
Aventuras no Mundo da Higiene, 1939
Saga, ficção, 1940
Gato Preto em Campo de Neve, impressões de viagem, 1941
As Mãos de Meu Filho, contos, 1942
O Resto é Silencio, ficção, 1942
A Volta do Gato Preto, impressões de viagem, 1946
O Tempo e o Vento I, O Continente, 1948
O Tempo e o Vento II, O Retrato, 1951
Noite, novela, 1954
Gente e Bichos, 1956
O Ataque, novelas, 1959
O Tempo e o Vento III, O Arquipélago, 1961
O Senhor Embaixador, 1965
O Prisioneiro, 1967
Israel em Abril, 1969
Incidente em Antares, 1971
Solo de Clarineta, memórias, vol.I, 1973; Vol.II, 1975

Consulte o acervo de obras de Veríssimo no catalogo da Biblioteca:

http://acervo.bn.br/sophia_web/index.html

Veja a carta original na BnDigital:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1349372.pdf

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FBN | 1° de setembro de 1886, nasce Tarsila do Amaral

setembro 1, 2016
Jornal Critica. 20 de julho de 1929.

Jornal Critica.
20 de julho de 1929.


Nascida na cidade de Capivari (SP), Tarsila do Amaral foi uma das principais representantes do Modernismo no Brasil. Enquanto estudava em Paris, a pintora acompanhou a Semana de Arte Moderna à distância, unindo-se ao movimento, oficialmente, no seu retorno à São Paulo, em 1922.  Tarsila do Amaral, além disso, fez parte do conhecido “Grupo dos Cinco”, composto por Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

Para todos. Edição 0555, 1929.

Para todos.
Edição 0555, 1929.

Para consultar as matérias das imagens, acesse:

http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1554 (Jornal Critica)
http://memoria.bn.br/DocReader/W00009/27495 (Para Todos)

Outras informações sobre Tarsila do Amaral, a Semana de Arte Moderna e o Modernismo Brasileiro podem ser encontradas na nossa Hemeroteca Digital, no endereço: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/

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Para voltar ao passado futurista: Klaxon

fevereiro 17, 2012


“Klaxon não se queixará jamais de ser incompreendido pelo Brasil. O Brasil é que deverá se esforçar para compreender Klaxon”. Assim começavam as primeiras páginas da primeira revista modernista do Brasil, lançada em maio de 1922. Liderada por Mário de Andrade, tinha no conselho editorial Menotti del Picchia e Guilherme de Almeida, e contava com ilustrações de Victor Brecheret, Di Cavalcanti e Zina Aita, que também participaram da Semana de 1922.

Vanguardista na diagramação e no conteúdo ousado, a revista que exaltava o meio urbano e o progresso, está disponível para download na Biblioteca Nacional Digital. Confira!