Posts Tagged ‘Divisão de Música e Arquivo Sonoro’

FBN | 15 de setembro de 1793 – Nasce Marquês de Sapucaí

setembro 15, 2017

Nascido em Congonhas do Sabará (MG), em 15 de setembro de 1793, Candido José de Araujo Viana, popularmente conhecido como o Marquês de Sapucaí, foi um desembargador, político e intelectual brasileiro. Terminado o primário em terras brasileiras, cursou o ensino superior em Portugal, na Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, recebendo o grau de bacharel no ano de 1821. Após retornar ao Brasil, desempenhou diversos cargos, dentre os quais se destacam a presidência do estado de Alagoas e a nomeação como Conselheiro de Estado extraordinário, em 1850. Apesar de sempre ter sido reconhecido por seus serviços ao Império, o título de marquês, no entanto, só lhe foi concedido em 1872, durante sua aposentadoria.

Candido José de Araujo Viana faleceu em 23 de janeiro de 1875, na província do Rio de Janeiro.

Em homenagem ao Marquês de Sapucaí, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, uma partitura de autoria do político e intelectual brasileiro: Candinho, do gênero “Schottisch”. Para acessar o documento, clique no link abaixo:

http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=2263

Candinho - Candido José de Araujo Viana. Acervo FBN

Candinho – Candido José de Araujo Viana. Acervo FBN

Para saber mais sobre o assunto, explore o acervo da BNDigital no link http://bndigital.bn.br/acervodigital/

#FBNnamidia #bibliotecanacional #fundacaobibliotecanacional

 

Anúncios

FBN | 15 de Janeiro: Dia mundial do Compositor

janeiro 15, 2017

destaque

Surgiu pela primeira vez no México em 1945 com a fundação da Sociedade de Autores e Compositores do México e é celebrado oficialmente desde 1983.

A BNDigital homenageia todos os compositores disponibilizando, para consulta e download, uma exposição sobre o mais brasileiro dos ritmos, o samba..

A exposição digital “Ai, ai, ai… cem anos o samba faz!”:

http://bndigital.bn.gov.br/exposicoes/ai-ai-ai-cem-anos-o-samba-faz/

#bibliotecanacional
#fundacaobibliotecanacional
#FBNnamidia
#musica
#diadocompositor

 

 

FBN Passado Musical – 18 de dezembro de 1865, morre Francisco Manuel da Silva

dezembro 18, 2016
Francisco Manuel da Silva . Acervo: Divisão de Música da FBN

Francisco Manuel da Silva . Acervo: Divisão de Música da FBN

Francisco Manuel da Silva nasceu no Rio de Janeiro em 21 de fevereiro de 1795. Foi aluno do Padre José Maurício Nunes Garcia, um dos maiores nomes da música colonial brasileira, ainda jovem participou como menino-cantor do coro da Capela Real.

Em 1817, tornou-se aluno do músico Sigismund Neukomm.  Em 1823 foi timbaleiro (timpanista) na orquestra da Capela Imperial onde, dois anos depois, assumiu o posto de violoncelistaa .

É autor do “Hino ao 7 de Abril” , composto em comemoração à abdicação de D. Pedro I, que mais tarde se transformou no Hino Nacional Brasileiro.

Em 1833 fundou a Sociedade Musical de Beneficência, da qual foi presidente. Em 1841 assinou o documento solicitando autorização para a criação de um Conservatório de Música e foi nomeado compositor da Imperial Câmara.  Em 1842 assumiu o posto de mestre da Capela Imperial.

De 1848 até 1865 foi diretor do Conservatório.

Dentre outras atividades importantes relacionadas com a música, foi membro do conselho artístico da Academia de Música e Ópera Nacional e regente da orquestra da Sociedade Filarmônica.

Foi condecorado com a Ordem da Rosa, no grau de oficial. Deixou grande legado, com destaque para uma grande quantidade de obras sacras, hinos patrióticos, música de salão e diversas modinhas. Escreveu os compêndios de música para os alunos do Imperial Colégio Pedro II e do Conservatório de Música (1848) e um Método de Solfejo.  (Fonte: http://www.musica.ufrj.br/)

 

Escute algumas composições de Francisco Manuel da Silva:

1 – Hymno Nacional, música de Francisco Manuel da Silva.

Gravadora : Odeon Record. Anterior a 1964.

Intérprete : Banda da Casa Edison.

Link : http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1041879.mp3

 

2 – Hino á  coroação, música de Francisco Manuel da Silva

Gravadora : Victor. 1938.

Intérprete : Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Instrumentação do 1º Tenente Antônio Pinto Júnior.

Link : http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1041927.mp3

 

3 – Hino de Guerra, música de Francisco Manuel da Silva.

Gravadora : Victor. 1938.

Intérprete : Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Instrumentação do 1º Tenente Antônio Pinto Júnior.

Link : http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1041926.mp3

 

Conheça mais sobre a vida e obra de Francisco Manuel da Silva na Divisão de Música da FBN:

http://www.bn.br/explore/acervos/musica-arquivo-sonoro

#bibliotecanacional
#fundacaobibliotecanacional
#fbnnamidia

FBN | Série Passado Musical – “Até Amanhã” de Noel Rosa

dezembro 10, 2016

mas1211840
Em homenagem ao aniversário de Noel Rosa, celebrado em 11 de dezembro, s Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional (DIMAS) disponibiliza aos internautas e pesquisadores a gravação original a música “Até Amanhã”, de Noel Rosa, interpretada por  João Pétra e Gente Boa, gravadora Odeon, 1932.

Ritmo : Samba.

Acesse a gravação original completa : http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1045180.mp3

Saiba mais sobre Noel Rosa pesquisando na BNDigital, em: bndigital.bn.br/acervodigital

#bibliotecanacional
#fundacaobibliotecanacional
#fbnnamidia

 

FBN | Homenagem – 22 de novembro, dia da Música e dos Músicos

novembro 22, 2016

santa cecilia
No dia 22 de novembro é comemorado o dia da Música e, também, o dia de Santa Cecília, que é exaltada como a padroeira da Música e dos Músicos.

A tradição conta que Santa Cecília cantava com tanta doçura que um anjo desceu do céu para ouvi-la.

O acervo da Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional (DIMAS), hoje sediada no 3º andar do Palácio Capanema, é um dos mais importantes acervos musicais existentes no Brasil, oferecendo aos visitantes e pesquisadores mais de 250 mil títulos relevantes para investigação histórica e musicológica. A DIMAS possui, ainda, autógrafos de compositores ilustres, variada literatura sobre música, partituras, libretos, periódicos, programas de concertos, correspondências, fotografias, discos, CDs e  DVDs.

O acervo é constituído pela soma de várias coleções marcadas pelo prestígio de seus colecionadores originais. Sua base principal foi formada por peças trazidas de Portugal para o Rio de Janeiro por D. João VI, pertencentes à chamada Real Biblioteca de Lisboa e da Biblioteca do Infantado, abrangendo, dentre outros documentos, livros, partituras, libretos de óperas, livros litúrgicos, missais e tratados.  A Coleção Thereza Christina Maria, constituída por obras que pertenceram às imperatrizes D. Leopoldina e D. Thereza Christina, é um dos maiores tesouros originais, e reúne partituras em primeiras edições de Mozart, Haydn, Beethoven, Pleyel, além de livros raros e exemplares do periódico Brazil Musical, dedicado a S.M a Imperatriz do Brasil.

Outras importantes coleções, como a do Conde da Barca, J.A. Marques e Salvador Mendonça estão também representadas com obras dos séculos XVI e XVII.

A DIMAS foi enriquecida ao longo dos anos por meio de contribuições legais, doações e compras, destacando-se a aquisição da biblioteca que pertencera ao bibliófilo cearense Abrahão de Carvalho (1891-1970), que reuniu o maior acervo musical particular do Brasil, com cerca de dezessete mil peças. A compra dessa coleção, na década de 1950, impulsionou de maneira definitiva a estruturação de um acervo de música na Biblioteca Nacional. A BAC, como era conhecida a Biblioteca Abrahão de Carvalho, possuía um número considerável de itens em literatura e partituras musicais, além de um valioso conjunto de obras raras sobre música dos séculos XVII e XVIII. Entre as raridades da coleção Abraão de Carvalho, pode-se destacar:

  • obras do teórico e filósofo Gioseffo Zarlino (1517-1590);
  • tratados de Jean Philippe Rameau (1683-1764) e de Francisco Ignácio Solano (c.1720-1800);
  • primeiras edições de composições de Franz Liszt (1811-1886);
  • a obra Regole del contrapunto pratico (Nápoli, 1794), de Nicola Sala (1713-1801), único exemplar no Brasil;
  • Compêndio de música theorica e pratica (Porto, 1816) do frei Domingos de São José Varella, a Primeira parte doIndex da Livraria de Música do Muyto Alto, e Poderoso Rey Dom João IVº, Nosso Senhor, anno 1640, que fala do tesouro musical, destruído pelo grande terremoto de Lisboa de 1755;
  • Ricardo Wagner e Francisco Liszt recordações pessoais (Lisboa, 1874), de Platon de Waxel, impresso apenas em 50 exemplares, dos quais Abrahão de Carvalho possuía o volume de nº 23.

A compra da coleção Luciano Gallet (1893-1931) trouxe junto a obra do compositor Glauco Velazquez (1883-1914), que se encontrava sob tutela do compositor e amigo. Nos anos seguintes, sucederam-se as doações de particulares, incluindo autógrafos dos compositores Oscar Lorenzo Fernandez (1897-1948), Alberto Nepomuceno (1864-1920), Francisco Braga (1868-1945), Meneleu Campos (1872-1927), Brasilio Itiberê (1896-1967), Ernesto Nazareth (1863-1934), Francisco Mignone (1897-1986), César Guerra-Peixe (1914-1993), Helza Cameu (1903-1995), entre outros.

Na coleção de manuscritos musicais de compositores brasileiros, destacam-se as óperas Il Guarany, FoscaMaria Tudor e Salvator Rosa, de Carlos Gomes (1836-1896), grande referência musical do Brasil. Vale ressaltar que este conjunto documental recebeu, em 2009, a Nominação no Registro Nacional Brasil do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco, que confirma o valor extraordinário e o interesse pátrio em possuir um acervo documental que deve ser protegido em benefício da humanidade.

Conheça mais sobre acervo em:  http://www.bn.br/site/pages/bibliotecaDigital/passadomusical/script/index.asp

#bibliotecanacional
#fundacaobibliotecanacional
#fbnnamidia

FBN | Série Passado Musical – “Flôr de Maracujá” de Henrique Vogeler (anterior a 1929).

novembro 21, 2016

vogeler

 

A Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a canção “Flôr de Maracujá”, do compositor Henrique Vogeler. O pianista, filho de pai alemão naturalizado brasileiro, teve grande participação no teatro musicado, contribuindo intensamente com a música popular brasileira dos anos 1920 aos anos 1940.

“Flôr de Maracujá” – Henrique Vogeler.

Gravadora: [S.l.] : Odeon.

Intérprete: Rio Dance Orchestra

Ritmo: Maxixe

Acesse a gravação original completa: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1047365.mp3

#bibliotecanacional
#fundacaobibliotecanacional
#fbnnamidia

FBN | Comunicado Importante – Alterações no atendimento em virtude de obras no Palácio Gustavo Capanema

outubro 4, 2016
Edifício Gustavo Capanema. Fotografia disponibilizada na Wikipedia em https://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_Gustavo_Capanema.
A Fundação Biblioteca Nacional informa à comunidade de leitores, pesquisadores e visitantes que, tendo em vista a continuidade das obras de restauração no Palácio Gustavo Capanema, as três unidades da FBN localizadas no prédio sofrerão alterações em seu funcionamento.

DIVISÃO DE MÚSICA E ARQUIVO SONORO

Atendimento ao público interrompido.

BIBLIOTECA EUCLIDES DA CUNHA

Atendimento ao público interrompido.
ATENÇÃO: A devolução de obras sob empréstimo poderá ser feita, no 15º andar do Palácio, das 9h às 13h, de segunda a sexta.

ESCRITÓRIO DE DIREITOS AUTORAIS (EDA)

Em caráter excepcional, o atendimento ao público (presencial e telefônico) no Escritório de Direitos Autorais ocorrerá, das 9h às 13h.

 

FBN | COMUNICADO IMPORTANTE – Alterações no atendimento em virtude de obras no Palácio Gustavo Capanema

setembro 27, 2016

A Fundação Biblioteca Nacional informa à comunidade de leitores, pesquisadores e visitantes que, em virtude de obras de restauração no Palácio Gustavo Capanema, as três unidades da FBN terão alterações em seu funcionamento.

DIVISÃO DE MÚSICA E ARQUIVO SONORO (DIMAS)

Atendimento ao público interrompido até 31 de outubro de 2016.

BIBLIOTECA EUCLIDES DA CUNHA (BEC)

Atendimento ao público interrompido até 31 de outubro de 2016.
ATENÇÃO: A devolução de obras sob empréstimo poderá ser feita, no 15º andar do Palácio, das 9h30 às 12h30, de segunda a sexta.

ESCRITÓRIO DE DIREITOS AUTORAIS (EDA)

Em caráter excepcional, o atendimento ao público (presencial e telefônico) no Escritório de Direitos Autorais ocorrerá, no período compreendido entre os dias 23 e 30 de setembro de 2016, das 10h às 12h30.

FBN I Passado musical – 02 de agosto de 1989, morre Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”

agosto 2, 2016
Luiz Gonzaga Foto: Diário do Pará.

Luiz Gonzaga
Foto: Diário do Pará.

Luiz Gonzaga é reconhecido por ter sintetizado os ritmos nordestinos a partir de uma releitura da cultura popular, que resultou na criação do Baião. O gênero musical, por sua vez, teve grande êxito nas décadas de 40 e 50, disseminando a música nordestina por diversos lugares do Brasil e do mundo. Nascido em 13 de dezembro de 1912, na cidade de Exu, Pernambuco, o “Rei do Baião” faleceu em 2 de agosto de 1989, no Recife, aos 76 anos de idade. (Fonte: http://www.recife.pe.gov.br/)
Conheça algumas das canções compostas/interpretadas por Luiz Gonzaga:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1049351.mp3 (Asa Branca)
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1052958.mp3 (O Xóte das Meninas)
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1053878.mp3 (Sabiá)
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1054444.mp3 (Baião)
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_musica/pas_mus/1053850.mp3 (Caxangá)

As músicas fazem parte do acervo digitalizado com mais de 4 mil discos de vinil em 78 rpm. Todos os discos originais podem ser ouvidos e estudados na DIMAS, de segunda a sexta, das 10 às 18h. Para ler a reportagem completa sobre o falecimento de Luiz Gonzaga, acesse: http://memoria.bn.br/docreader/644781/47175

Mais informações sobre Luiz Gonzaga, o gênero baião e a música nordestina podem ser encontradas em nosso Acervo Digital: http://bndigital.bn.br/acervodigital/ e em nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/.

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬

ESPECIAL: 90 anos da Semana de Arte Moderna na Biblioteca Nacional

fevereiro 13, 2012


Marco do movimento modernista do Brasil, de renovação na literatura e artes, a Semana de Arte Moderna de 1922 completa 90 anos, neste 13 de fevereiro. O Blog da BN percorreu os acervos da Biblioteca Nacional em busca de obras que ajudassem a contar a história do movimento e encontrou várias surpresas. São peças sobre os principais artistas que encabeçaram o evento e também dos que seguiram as influências do movimento que procurou uma forma de expressão genuinamente brasileira, de rompimento com os cânones do século XIX.

Ao longo da semana, vamos trazer este acervo ao Blog, Facebook e Twitter da BN, pra compartilhar com vocês um pouco dos ares de Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Anita Malfatti, Manuel Bandeira, Villa-Lobos, Di Cavalcanti, Graça Aranha, Menotti Del Picchia e companheiros. Esperamos que vocês curtam!

Mário de Andrade (1893-1945). Das diversas peças relativas ao escritor que a BN possui, esta aqui pode ajudar bastante o pesquisador de literatura. Este catálogo da exposição que a BN montou em memória dos 25 anos de morte do escritor traz um dossiê gigantesco dos itens expostos, em 1970. Clique aqui pra conferir.

Graça Aranha (1968-1931). O romancista e ensaísta é retratado acima pela colega Tarsila do Amaral. A imagem integra o catálogo da exposição em que a Biblioteca Nacional celebrou os 100 anos de nascimento do autor. Outra fonte riquíssima para estudar a biografia deste modernista. Confira o catálogo aqui.

Noites musicais. Os dias 13, 15 e 17 de fevereiro levaram ao Teatro Municipal de São Paulo as ideias inovadoras do movimento modernista. Três noites foram reservadas para “festivais” – saraus que combinavam sessões de leitura e música. Cinco peças musicais de Villa-Lobos foram executadas por sete músicos. A Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional possui edições de todas as peças executadas e mesmo quem não lê partituras pode passar lá pra dar uma conferida: todas as peças têm gravações contemporâneas que podem ser ouvidas por quem tiver interesse em saber o que os artistas da Semana ouviram. Só passar por lá!

Logo mais, tem mais. 😉