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FBN | 15 de setembro de 1793 – Nasce Candido José de Araujo Viana, o Marquês de Sapucaí

setembro 15, 2016

Nascido em Congonhas do Sabará (MG), em 15 de setembro de 1793, Candido José de Araujo Viana, popularmente conhecido como o Marquês de Sapucaí, foi um desembargador, político e intelectual brasileiro. Terminado o primário em terras brasileiras, cursou o ensino superior em Portugal, na Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, recebendo o grau de bacharel no ano de 1821. Após retornar ao Brasil, desempenhou diversos cargos, dentre os quais se destacam a presidência do estado de Alagoas e a nomeação como Conselheiro de Estado extraordinário, em 1850. Apesar de sempre ter sido reconhecido por seus serviços ao Império, o título de marquês, no entanto, só lhe foi concedido em 1872, durante sua aposentadoria.

Candido José de Araujo Viana faleceu em 23 de janeiro de 1875, na província do Rio de Janeiro.

Em homenagem ao Marquês de Sapucaí, a Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, uma partitura de autoria do político e intelectual brasileiro: Candinho, do gênero “Schottisch”.  Para acessar o documento, clique no link abaixo:

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_musica/mas178425/mas178425.jpg

Candinho - Candido José de Araújo Viana. Acervo FBN.

Candinho – Candido José de Araujo Viana.
Acervo FBN.

Para saber mais sobre o assunto, explore o acervo da BNDigital no link http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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MOSTRA GUERRA-PEIXE 100 ANOS DE NASCIMENTO

março 24, 2014

César Guerra-Peixe (1914-1993)

100 anos de nascimento

Mostra – 24 mar.-30 abr. 2014 – Divisão de Música e Arquivo Sonoro. Rua da Imprensa, 16 – 3º andar. Edifício Capanema

 

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Nascido em Petrópolis (RJ) a 18 de março de 1914, Cesar Guerra-Peixe é homenageado na Fundação Biblioteca Nacional com mostra “César Guerra-Peixe, um músico brasileiro”.

Na presente mostra procura-se evidenciar sua trajetória musical desde as experiências com o dodecafonismo até a síntese de elementos folclóricos, de música popular com a linguagem composicional na busca por uma estética autenticamente nacional.  

 

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Grande parte das peças selecionadas faz parte de sua coleção, doada pelo músico a Fundação Biblioteca Nacional, em 1988, sob a guarda da Divisão de Música e Arquivo Sonoro (DIMAS).

A Dimas apresenta, por ocasião dos 100 anos de nascimento, trinta e quatro peças – entre partituras autógrafas, fotografias, discos, documentos, livros, correspondência e caderno de apontamentos do compositor e maestro. 

Quero registrar meu som, tá ligado?

fevereiro 10, 2014

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ESPECIAL: 90 anos da Semana de Arte Moderna na Biblioteca Nacional

fevereiro 13, 2012


Marco do movimento modernista do Brasil, de renovação na literatura e artes, a Semana de Arte Moderna de 1922 completa 90 anos, neste 13 de fevereiro. O Blog da BN percorreu os acervos da Biblioteca Nacional em busca de obras que ajudassem a contar a história do movimento e encontrou várias surpresas. São peças sobre os principais artistas que encabeçaram o evento e também dos que seguiram as influências do movimento que procurou uma forma de expressão genuinamente brasileira, de rompimento com os cânones do século XIX.

Ao longo da semana, vamos trazer este acervo ao Blog, Facebook e Twitter da BN, pra compartilhar com vocês um pouco dos ares de Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Anita Malfatti, Manuel Bandeira, Villa-Lobos, Di Cavalcanti, Graça Aranha, Menotti Del Picchia e companheiros. Esperamos que vocês curtam!

Mário de Andrade (1893-1945). Das diversas peças relativas ao escritor que a BN possui, esta aqui pode ajudar bastante o pesquisador de literatura. Este catálogo da exposição que a BN montou em memória dos 25 anos de morte do escritor traz um dossiê gigantesco dos itens expostos, em 1970. Clique aqui pra conferir.

Graça Aranha (1968-1931). O romancista e ensaísta é retratado acima pela colega Tarsila do Amaral. A imagem integra o catálogo da exposição em que a Biblioteca Nacional celebrou os 100 anos de nascimento do autor. Outra fonte riquíssima para estudar a biografia deste modernista. Confira o catálogo aqui.

Noites musicais. Os dias 13, 15 e 17 de fevereiro levaram ao Teatro Municipal de São Paulo as ideias inovadoras do movimento modernista. Três noites foram reservadas para “festivais” – saraus que combinavam sessões de leitura e música. Cinco peças musicais de Villa-Lobos foram executadas por sete músicos. A Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional possui edições de todas as peças executadas e mesmo quem não lê partituras pode passar lá pra dar uma conferida: todas as peças têm gravações contemporâneas que podem ser ouvidas por quem tiver interesse em saber o que os artistas da Semana ouviram. Só passar por lá!

Logo mais, tem mais. 😉