FBN | 24 de março de 1844: nasce Padre Cícero

março 24, 2017

 

Cícero Romão Batista nasceu em Crato, no Ceará, em 24 de março de 1844. Filho de Joaquim Romão Batista, um pequeno comerciante, e Joaquina Vicência Romana, conhecida como dona Quinô, fez um voto de castidade aos 12 anos, influenciado pela leitura da vida de São Francisco de Sales.

No dia 1º de março de 1889, durante a comunhão geral, a beata Maria de Araújo não pôde deglutir a hóstia consagrada, pois a hóstia transformara-se em sangue. O fato repetiu-se outras vezes e o povo achou que se tratava de um novo derramamento do sangue de Jesus Cristo e, portanto, um milagre autêntico. Desde então, a cidade passou a receber peregrinos de diversas localidades. (Fonte: IBGE, http://bit.ly/2nvQbNG)

#FBN #BibliotecaNacional #FundaçãoBibliotecaNacional #PadreCícero

FBN | Documentos Literários: Josephina Álvares de Azevedo, jornalista e dramaturga

março 24, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, dá destaque a Josephina Álvares de Azevedo, precursora do movimento feminista no Brasil.

Natural de Pernambuco, onde nasceu em 1851, Josephina era prima – ou, segundo alguns biógrafos, meio-irmã — do poeta Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Não existe muita informação sobre seus primeiros anos; a pesquisadora Valéria Souto-Maior afirma que teria vivido no Recife até 1878, quando se mudou para São Paulo. Em 1888, começou a publicar o jornal “A Família”, dedicado à educação da mulher. Era voltado principalmente para as mães de família, que, segundo Josephina, precisavam se instruir a fim de poder formar bons cidadãos.

 

a familia

 

De periodicidade semanal, o jornal foi publicado em São Paulo durante alguns meses, depois se transferiu para o Rio de Janeiro. Com a proclamação da República, passou a defender o voto feminino, frequentemente apontando o atraso do Brasil, em relação a outros países. Josephina Álvares de Azevedo foi especialmente crítica em relação a Benjamim Constant e às ideias positivistas, às quais atribuiu o decreto que impedia o acesso das mulheres ao ensino superior.

Em 1890, quando o pedido de alistamento de uma mulher — Isabel de Matos — no Colégio Eleitoral foi negado por um parecer do ministro Cesário Alvim, Josephina escreveu uma peça intitulada “O Voto Feminino”, que foi encenada no Teatro Recreio Dramático, no Rio de Janeiro. Também foi autora de contos, poemas e, principalmente, artigos, que reuniu e publicou sob a forma de coletâneas.

O periódico “A Família” continuou a circular, quase ininterruptamente, até 1897, contando com a colaboração de mulheres de várias partes do Brasil. Segundo a pesquisadora Karine da Rocha Oliveira, isso tornou possível conhecer a produção literária e o avanço no ideário e nos esforços para a emancipação feminina em outros lugares que não o Rio de Janeiro.

A Divisão de Manuscritos possui uma carta de Josephina Álvares de Azevedo, na qual oferece ao destinatário uma assinatura do jornal “A Família”. O documento pertence à Coleção Galvão.

 

SAMSUNG CSC

 

O periódico “A Família” está digitalizado e pode ser consultado no link da Biblioteca Digital:
http://memoria.bn.br/DocReader/379034/390

Recomendamos ainda o trabalho da pesquisadora Karine da Rocha Oliveira, realizado em 2009, com o apoio do Programa Nacional de Apoio à Pesquisa da Biblioteca Nacional – PNAP e disponível online: http://bit.ly/2nPZuZG

 

#FBNnamidia #FBN #bibliotecanacional #BN #biblioteca #diadamulher#história

FBN | Encontro de Tradutores na BN

março 23, 2017

Os tradutores participantes do Programa de Residência de Tradutores Estrangeiros apresentam e comentam o seu trabalho na Biblioteca Nacional.

 
Com a presença de:
 
Jessica Falconi (Itália), tradutora de Hotel Atlântico, de João Gilberto Noll
 
Mele Pesti (Estônia), tradutora de Barba ensopada de sangue, de Daniel Galera
 
Nikolaos Pratsinis (Grécia), tradutor de Amar, verbo intransitivo, de Mário de Andrade
 
Teresa Arijón (Argentina), tradutora de Línea de tiempo, seleção de ensaios de Heloísa Buarque de Hollanda
 
Data: 10 de abril de 2017, 17h
Local: Auditório Machado de Assis, Fundação Biblioteca Nacional,
Rua México s/n°, Rio de Janeiro-RJ (acesso pelo jardim)
Entrada livre

FBN | 22 de março: Dia Mundial da Água

março 22, 2017

A ONU busca, através deste dia, lembrar a importância da água enquanto recurso natural. Em 2017, as discussões sobre a água revelam temas como o desperdício e a gestão adequada de águas residuais.

A Fundação Biblioteca Nacional, através de seus arquivos, traz uma pequena seleção de documentos iconográficos que tem como tema principal a água, recurso indispensável para a sobrevivência dos seres vivos.

 

Título: Arara-Coara
Autor: Johann Baptist von Spix (1781-1826)
Arara-Coara corredeiras no Amazonas

 

Título: Cascata da Cruz, Floresta da Tijuca
Autor: Revert Henry Klumb (1826- 1886)

 

Título: Cascata da Tijuca
Autor: Jan Frederik Schutz (1817-1888)
Rio de Janeiro

 

Título: Cascade do Marmello
Autor: Revert Henry Klumb (1826- 1886)
Cachoeira dos Marmelos – Juiz de fora

 

Título: Cachoeira de Paulo Afonso [Iconográfico] : [vista panorâmica] / Stahl & Ca., Photographos de S M o Imperador do Brasil.
Alagoas

Vamos utilizar a água com consciência!

Para ver mais, acesse a BN Digital em: www.bndigtal.gov.br

#FBNnamidia #FBN #bibliotecanacional #BN #biblioteca#DiaMundialdaÁgua #Água #AcervoBN #conscientização #usoracional

FBN | 21 de março: Dia Mundial da Poesia

março 21, 2017

Criado na XXX Conferência Geral da Unesco, em 16 de Novembro de 1999, o Dia Mundial da Poesia é celebrado em 21 de março com o propósito de estimular a leitura, a escrita e a disseminação do ensino da poesia por todo o globo.

 
Em homenagem à data, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a coleção “Devia estar alegre… Eu te amo tanto! … e outras poesias” da autoria de Sílvio Romero.
 
Para acessar o arquivo, clique em: http://bit.ly/2niUP1A
 
Explore, também, o acervo da BNDigital e conheça muitas outras obras poéticas: bndigital.bn.br/acervodigital/
 
#FBN #BN #BibliotecaNacional #FundaçãoBibliotecaNacional #DiaMundialdaPoesia

Brasiliana Fotográfica | Os trinta Valérios: uma fotografia bem-humorada de Valério Vieira

março 21, 2017

O fotógrafo, pianista e compositor Valério Vieira (1862 – 1941) apresentou na Exposição Universal de Saint Louis, nos Estados Unidos, realizada entre de 30 de abril e 1 de dezembro de 1904, a curiosa e bem-humorada fotografia Os trinta Valérios, que lhe valeu a medalha de prata. O original autorretrato realizado por Valério, uma combinação de dois gêneros da fotografia – o retrato e a fotomontagem – tem caráter teatral e humorístico e é um marco na história da fotografia brasileira. Na imagem, vê-se a apresentação de uma orquestra, onde todos os músicos, além das figuras da plateia, dos garçons, do busto em cima do móvel e dos quadros pendurados na parede são retratos do fotógrafo. Ao todo, são 30 imagens de Valério Vieira.

 

 

Segundo Joaquim Marçal Ferreira de Andrade, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica:

“O retrato é um dos mais antigos gêneros de fotografia produzidas no mundo. O francês Daguerre , inventor do daguerreótipo (1839), e o inglês Fox Talbot, inventor do calótipo (1841), – considerados os pais da fotografia – já apontavam esse caminho, entre muitos outros, através de seus retratos. O surgimento de novos processos e formatos nos anos 1850 populariza a produção de retratos fotográficos, num processo crescente e ininterrupto que vem até os nossos dias.

A  fotomontagem é um gênero de fotografia que surge também nessa mesma década. O sueco radicado na Inglaterra Oscar Rejlander apresentou numa exposição, em 1857, uma alegoria intitulada “Two Way of Life”, resultado da composição de trinta negativos em papel fotográfico, num trabalho que durou seis semanas para ser realizado; obteve grande sucesso e acabou sendo adquirido pela rainha Vitória.

Para ler mais acesse: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7661

 

#FBNnamidia #FBN #bibliotecanacional #BN #biblioteca #BrasilianaFotográfica #AcervoFBN

 

 

FBN | Documento da semana – 20 de março de 1953: morre o Escritor Graciliano Ramos

março 20, 2017

Graciliano Ramos

Político, jornalista e escritor, em sua obra se destacam VIDAS SECAS e MEMÓRIAS DO CÁRCERE. A BNDigital traz o catálogo de uma exposição em sua homenagem.

O Documento é o catálogo da exposição “Graciliano Ramos: 1892-1953”, realizada pela Biblioteca Nacional em 20/5/63 incluindo, além de obras de seu acervo, coleções particulares.

FBN I Homenagem – 20 de março de 1863, nasce Ernesto Nazareth

março 20, 2017

Ameno rosedá

O compositor carioca Ernesto Nazareth (1863-1934), nascido no bairro da Saúde, centro do Rio de Janeiro, em março de 1863, ocupa um lugar importante na história da música brasileira.

Artista de grande inspiração Nazareth influenciou uma geração de músicos, contribuindo de maneira decisiva para ser reconhecido como um dos grandes compositores do país. Sua obra, bastante vasta obteve grande aceitação popular. As valsas, tangos, choros e, demais expressões musicais usadas por ele, transformaram-se imediatamente em em sucessos quando levavam a sua assinatura. Assim aconteceu Ameno Resedá , Odeon Tenebroso e muitos outros.

Nazareth fez-se compositor ainda na adolescência, aos quatorze anos de idade, já era autor de uma polca – Você bem sabe – que pelo sucesso foi publicada por Arthur Napoleão em 1877. A partir desse momento, não mais interrompeu seu trabalho, que acabou por consagrá-lo como um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos.

Ernesto Nazareth tocava sempre no antigo cinema Odeon, situado na esquina da Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro ou nas casas editoras de músicas como Viúva Guerreiro, Arthur Napoleão e outras na época. Quando se sentava ao piano, instrumento que aprendera com o professor Eduardo Madeira, tanto podia ser para tocar uma das suas composições como para improvisar.

Na música brasileira, Ernesto Nazareth tem papel importante não só por nos ter legado uma obra cheia de títulos bonitos como também porque ela é um verdadeiro campo de experimentação musical. Ninguém melhor do que Nazareth deu, em música, esse decantado espírito carioca.

Nazareth tornou-se figura máxima da música popular do Brasil, não foi apenas um músico de talento, a sua predestinação o conduziu ao destino de ser um músico representativo da sua terra, de música da sua terra, de ser um músico e compositor brasileiro, sua obra resiste ao tempo.

Durante cerca de trinta anos (1890-1920) as composições de Ernesto Nazareth, principalmente os tangos e valsas, constituíram verdadeiros sucessos, tornando seu nome conhecido e reconhecido em todo país.

Os manuscritos autógrafos de Ernesto Nazareth sob a guarda da Divisão de Música e Arquivo Sonoro ,da Fundação Biblioteca Nacional foram Nacional foram nominados Memória do Mundo Brasil, em 2013.

Para consultar o acervo de Ernesto nazareth na BNDigital basta clicar no link abaixo e digitar na busca “Ernesto Nazareth”.

http://bndigital.bn.br/acervodigital

 

Odeon

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬

 

 

FBN | Chega o Outono…

março 20, 2017

 

A estação conhecida por suas temperaturas amenas e pelas folhas que caem ao chão chegou no Brasil nesta segunda-feira (20), às 7h29, horário de Brasília. O outono, que avança até o dia 21 de junho, é marcado, também, por dias e noites com duração semelhante.

 

Em homenagem à chegada da estação, a FBN disponibiliza diversos recortes da Hemeroteca Digital para dar boas-vindas ao outono:

 

FBN | 19 de março de 1534 – Nasce José de Anchieta

março 19, 2017

 

SAMSUNG CSC

Nascido nas Ilhas Canárias, Espanha, em 19 de março de 1534 . José de Anchieta ingressou na Companhia de Jesus em 1551. Em 1553  embarcou para ao Brasil, na comitiva de Duarte da Costa – segundo Governador Geral – com a missão de catequizar os povos indígenas.

Fundou, em janeiro de 1554,  juntamente com o Padre Manoel da Nóbrega, um colégio em Piratininga ao redor do qual, formou-se um povoado batizado por ele como  São Paulo, dando origem a cidade de São Paulo.

SAMSUNG CSC

Incumbido de catequizar os índios,  com eles aprendeu a língua Tupi e em 1595 escreveu Arte da gramática da língua mais usada na costa do Brasil, a primeira gramática do Tupi – Guarani, denominada “Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil”. Faleceu em 9 de junho de 1597 no Espírito Santo.

SAMSUNG CSC

 

Visualize o livro: Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil: http://bit.ly/1Ey68mB

Conheça um pouco mais sobre a vida e obra dos jesuítas no Brasil em: http://bit.ly/1x4hnTU

fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/