FBN | Documentos Literários: “Seminário dos Ratos” de Lygia Fagundes Telles

março 31, 2017

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Manuscritos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, traz um trecho do manuscrito do conto “Seminário dos Ratos”, de Lygia Fagundes Telles – a primeira escritora brasileira a ser indicada para o Prêmio Nobel.

Paulistana, nascida a 19 de abril de 1923, a autora passou a infância em cidades do interior de São Paulo. Com apenas quinze anos, lançou seu primeiro livro de contos, “Porão e Sobrado”, e em 1941 ingressou na Faculdade de Direito em São Paulo, onde participou de debates literários com escritores como Mário de Andrade e Oswald de Andrade e escreveu para jornais acadêmicos. As publicações se sucederam, entre livros de contos – foram muitos, publicados ao longo de décadas — e os romances “Ciranda de pedra”, “Verão no aquário”, “As meninas” e “As horas nuas”.

O reconhecimento por seu trabalho não tardou a surgir, sob a forma de prêmios como o Grande Prêmio Internacional Feminino para Estrangeiros, da França (1970), o Prêmio Camões, de Portugal (2005, pelo conjunto da obra), e o brasileiro Jabuti (que conquistou em 1966, 1974 e 2001). Em 2016, foi indicada para o prêmio Nobel de Literatura, que acabou sendo conferido a Bob Dylan. A autora é ainda membro da Academia Brasileira de Letras, onde tomou posse em 1987.

Com sua prosa rica, intimista e frequentemente carregada de simbolismo, Lygia, em seus contos e romances, mostra ser uma profunda conhecedora da alma e da natureza humana. Seu livro “Seminário dos Ratos”, publicado em 1977 e com o qual conquistou o prêmio Pen Club do Brasil, traz quatorze contos que transitam entre a realidade – contendo, em vários casos, uma boa dose de crítica social, como – e uma atmosfera insólita, onírica, que resvala no realismo mágico e na própria literatura de fantasia. O conto que dá título ao livro traz os ratos como agentes perturbadores da ordem, que começam por desafiar as soluções propostas pela burocracia para deflagrar, por fim, o pânico e a catástrofe.

 

A Coleção Literatura da Divisão de Manuscritos possui três folhas do original desse conto, datilografadas, com emendas e rabiscos pela autora. O documento foi digitalizado e está disponível para consulta no link da BN Digital:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I_07_17_014F/mss_I_07_17_014F.pdf

FBN | Perfil: Heloísa Teixeira e os estudos afro-brasileiros a partir da correspondência de Arthur Ramos

abril 24, 2017
 
O material reunido na Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional é revelador: segundo a pesquisadora, tais estudos eram bastante difundidos no Brasil nesse período, tendo influenciado um significativo conjunto de pesquisadores nacionais, que desenvolveram entre nós os estudos afro-brasileiros (produção acadêmica que analisou a identidade africana na sociedade brasileira) e contribuíram para o avanço de posicionamentos antirracistas em um contexto de grandes traumas humanitários no mundo ligados à ideia de raça.
 
Leia na íntegra em: http://bit.ly/2oEHJtl
 
#FBN #FundaçãoBibliotecaNacional #Perfil #BibliotecaNacional

FBN I 23 de abril – Dia internacional do Livro e dos direitos do Autor

abril 23, 2017

 

A data começou a ser celebrada em 05 de Abril de 1926, na Catalunha – Espanha, em homenagem ao nascimento do escritor Miguel de Cervantes. No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.

Em 1995,  a UNESCO durante o XXVIII Congresso Geral, instituiu  o dia 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. O dia 23 de abril foi escolhido por ser a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes, e Inca Garcilaso de la Vega.

Em homenagem ao Dia Internacional do Livro, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, a obra “Gonzaga ou a Revolução de Minas”, de Castro Alves: http://bit.ly/2onqDiC

Informe-se, também, sobre o Registro de Direitos Autorais em http://bit.ly/2paVnYV

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬

 

FBN | História – 22 de abril de 1500: Esquadra de Pedro Alvares Cabral chega ao Brasil

abril 22, 2017
Cabral, Pedro Álvares, 1467 ou 8-1520 ou 6

Cabral, Pedro Álvares, 1467 ou 8-1520 ou 6

A chegada da esquadra portuguesa na costa brasileira foi relatada ao Rei de Portugal por Pero Vaz de Caminha em carta :

” Senhor:

Posto que o Capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do achamento desta vossa terra nova, que ora nesta navegação se achou, não deixarei também de dar disso minha conta a Vossa Alteza, assim como eu melhor puder, ainda que — para o bem contar e falar — o saiba pior que todos fazer…

E assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo, até que, terça-feira das Oitavas de Páscoa, que foram 21 dias de abril, estando da dita Ilha obra de 660 ou 670 léguas, segundo os pilotos diziam, topamos alguns sinais de terra, os quais eram muita quantidade de ervas compridas, a que os mareantes chamam botelho, assim como outras a que dão o nome de rabo-de-asno. E quarta-feira seguinte, pela manhã, topamos aves a que chamam fura-buxos.

Neste dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! Primeiramente dum grande monte, mui alto e redondo; e doutras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chã, com grandes arvoredos: ao monte alto o capitão pôs nome – o Monte Pascoal e à terra – a Terra da Vera Cruz…

Dali avistamos homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito, segundo disseram os navios pequenos, por chegarem primeiro… Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas…

Então lançamos fora os batéis e esquifes, e vieram logo todos os capitães das naus a esta nau do Capitão-mor, onde falaram entre si. E o Capitão-mor mandou em terra no batel a Nicolau Coelho para ver aquele rio. E tanto que ele começou de ir para lá, acudiram pela praia homens, quando aos dois, quando aos três, de maneira que, ao chegar o batel à boca do rio, já ali havia dezoito ou vinte homens. Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Nas mãos traziam arcos com suas setas. Vinham todos rijos sobre o batel; e Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os pousaram…

Um deles trazia um arco e seis ou sete setas; e na praia andavam muitos com seus arcos e setas; mas de nada lhes serviram. Trouxe-os logo, já de noite, ao Capitão, em cuja nau foram recebidos com muito prazer e festa.

A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita como roque de xadrez, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva no falar, no comer ou no beber…”

Leia a transcrição da carta de Pero Vaz caminha ao rei de Portugal:

http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/carta.pdf

Conheça a carta manuscrita por Caminha:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1277755/mss1277755.pdf

Leia mais sobre a vida de Pedro Alvares Cabral:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon1285808.pdf

Entenda um pouco da história do Brasil no livro História do Brasil [Manuscrito], Salvador, Vicente do. Bahia : [s.n.], 1624:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1198666/mss1198666_item1/index.html

 

FBN I História – 21 de Abril de 1792: Tiradentes é enforcado no Rio de Janeiro

abril 21, 2017


Joaquim José da Silva Xavier, mais tarde conhecido por Tiradentes, nasceu na Fazenda do Pombal, Capitania de Minas Gerais, em 1748. Órfão de pai e mãe aos 11 anos de idade, foi criado pelo padrinho, um cirurgião, com quem aprendeu noções de medicina. Foi tropeiro, mascate, minerador e médico prático.

Com pouco mais de 30 anos, assentou praça no posto de alferes da Sexta Companhia do Regimento de Cavalaria Regular da Capitania de Minas Gerais.

Não tinha formação escolar, porém era leitor assíduo. Baseado na Constituição Americana, defendia a tese de que, se o Brasil fosse um país livre e republicano, seria ainda maior que a “América”.

Preso em 10 de maio de 1789, foi condenado à morte em 1791. Seu enforcamento, a 21 de abril de 1792, foi seguido de decapitação e esquartejamento.

Conheça o Assento de Batizados da região de N. S. do Pilar, do qual, na página 151, consta o registro de batismo de Joaquim José da Silva Xavier:

 http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss83/mss83.pdf

Leia também os Autos da devassa relativa à premeditada conjuração de Minas Gerais de 1789:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1289278/mss1289278.pdf

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬
#
Tiradentes
#InconfidênciaMineira

 

FBN | 20 de abril de 1884: nasce Augusto dos Anjos

abril 20, 2017

PSICOLOGIA DE UM VENCIDO

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco (…)

Nascido no Engenho Pau d’Arco, Vila do Espírito Santo, no estado da Paraíba, Augusto Carvalho Rodrigues dos Anjos era o sexto filho do proprietário de engenho e bacharel Alexandre dos Anjos, e da senhora Córdula Carvalho, descendente de senhores rurais, antigos latifundiários.  Bacharel em Direito,  não chegou a exercer a profissão, tornando-se professor particular de Humanidades de 1907 a 1910.

O único livro do autor, intitulado Eu (1912), surgiu no momento em que as tendências pré-modernistas começavam a se manifestar no Brasil e foi totalmente custeado pelo irmão Odilon dos Anjos. Os críticos literários da época opinaram sobre o livro, ora com entusiasmo ora com repulsa. Segundo estudiosos da obra de Augusto dos Anjos, não é sensato associar Augusto dos Anjos a determinada escola literária, uma vez que o poeta revelou, através de seus sonetos, influências de diferentes estéticas do século XIX – simbolismo, naturalismo e parnasianismo.

Em homenagem ao aniversário do autor, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza, para consulta e download, o livro “Eu”, de Augusto dos Anjos, em: http://bit.ly/2oJ3qcm

#FBN #BN #AugustodosAnjos #FundaçãoBibliotecaNacional #LiteraturaBrasileira

FBN | Documentos Literários: Aniversário de Manuel Bandeira

abril 19, 2017

Carta do poeta para Donana e peça musical “Vou-me Embora pra Pasárgada”

 

A Série Documentos Literários, colaboração da Divisão de Manuscritos, homenageia Manuel Bandeira, um dos maiores poetas brasileiros, pela ocasião do seu aniversário de nascimento.

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (Recife, PE, 19 de abril de 1886 – Rio de Janeiro, RJ, 13 de outubro de 1968) estudou no Colégio Pedro II, no Rio, e na escola Politécnica de São Paulo, onde o curso de Arquitetura teve de ser interrompido por causa da tuberculose. De acordo com o próprio poeta, “a história de sua adolescência foi a história de sua doença”: ele teve de se tratar em várias cidades serranas e, depois, na Suíça, de onde retornou com o início da I Guerra Mundial. Seu primeiro livro de poemas, “A Cinza das Horas”, publicado em 1917, era, segundo ele, “um testamento”, embora Bandeira tenha conseguido se recuperar e vivido até idade avançada.

 

 

Embora não tenha participado diretamente da Semana de Arte Moderna, em 1922 – quando seu poema “Os Sapos” foi lido por Ronald de Carvalho entre vaias e gritos da plateia –, Manuel Bandeira tomou parte no movimento modernista e colaborou com a famosa revista literária “Klaxon”. Muitos de seus poemas seguem essa tendência. Entretanto, o lirismo perpassa boa parte de sua obra (ainda que num poema se diga “farto do lirismo comedido”), a qual, às vezes, ganha entonações simbolistas e mesmo parnasianas. Em vários poemas pode-se perceber o desejo de fuga, a idealização de algo sublime e inatingível, a nostalgia, sendo o mais emblemático o conhecido “Vou-me embora pra Pasárgada”, que integra o livro “Libertinagem”, de 1930. Bandeira flertou também com a poesia medieval, utilizando-se de formas, métrica e palavras da época, o que resultou em poemas como o genial “Solau do Desamado”.

Além da poesia, Manuel Bandeira escreveu crônicas, obras de apreciação literária e sobre História da Literatura, traduziu e organizou livros. Foi professor no Colégio Pedro II e, mais tarde, na Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil, onde lecionou Literaturas Hispano-Americanas. Em 1940 tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras.
Em 1966 os livros de poemas que lançara até então foram reunidos num só, “Estrela da Vida Inteira”, cuja publicação fez parte das comemorações pelos 80 anos do poeta. Nesse mesmo ano, Manuel Bandeira escreveu mais uma de suas várias cartas endereçadas a Ana Sales Brandão, a “Donana”, que conhecera em 1905 numa viagem a Minas e com quem se correspondeu durante décadas. Testemunho de uma longa amizade, a carta, na qual Bandeira se queixa da saúde e deseja Feliz Ano Novo, está sob a guarda da Divisão de Manuscritos e pode ser consultada, na íntegra, acessando o link da Biblioteca Digital:

 

 

http://objdigital.bn.br/a…/div_manuscritos/mssI07_26_015.jpg

Também na BN Digital se encontra o arquivo sonoro de uma peça musical de César Guerra-Peixe, composta para a letra do poema “Vou-me Embora pra Pasárgada” por sugestão do musicólogo Eurico Nogueira França. A peça para canto e piano estreou no concerto do Prêmio Shell de 1986.

http://objdigital.bn.br/acervo_d…/div_musica/…/mas752829.mid

 

#literatura #acervoBN #manuscrito #iconografia #ManuelBandeira#FBNnamidia #FBN #BibliotecaNacional

FBN I Homenagem – 19 de abril – Dia do Índio

abril 19, 2017

-Walter Garb / Acervo BN [Índios Botocudos, 1909]. [Santa Leopoldina, ES] Fotografia: gelatina Icon669122

Em 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, reunido em Patzcuaro, México, aprovou uma recomendação proposta por delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México.

Essa recomendação, de nº 59, propunha:

1. o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos, que seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino;

2. que seria adotado o dia 19 de abril para comemorar o Dia do Índio, data em que os delegados indígenas se reuniram pela primeira vez em assembléia no Congresso Indigenista. Todos os países da América foram convidados a participar dessa celebração.

Pelo Decreto-lei nº 5.540, de 02 de junho de 1943, o Brasil adotou essa recomendação do Congresso Indigenista Interamericano. Assinado pelo Presidente Getúlio Vargas e pelos Ministros Apolônio Sales e Oswaldo Aranha, e o seguinte o texto do Decreto:

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, e tendo em vista que o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, reunido no México, em 1940, propôs aos países da América a adoçãqo da data de 19 de abril para o “Dia do Índio”, decreta:

Art. 1º – considerado – “Dia do Índio” – a data de 19 de abril.

Art. 2º- Revogam-se as disposições em contrário.

A recomendação de institucionalização do “Dia do Índio” tinha por objetivo geral, entre outros, outorgar aos governos americanos normas necessárias à orientação de suas políticas indigenistas. Já, em 1944, o Brasil celebrou a data, com solenidades, atividades educacionais e divulgação das culturas indígenas. Desde, então, existe a comemoração do “Dia do Índio”, às vezes, estendida por uma semana, a “Semana do Índio”. (fonte: museudoindio.gov.br).

Marc Ferrez. Menino Índio, c. 1880 Mato Grosso

Marc Ferrez. Menino Índio, c. 1880 Mato Grosso

 

Os acervos da Biblioteca Nacional oferecem aos pesquisadores inúmeras possibilidades no que tange ao estudo dos povos indígenas e sua cultura.

Pesquise mais sobre os Povos Indígenas:
http://bndigital.bn.br/

#FBNnamidia
#bibliotecanacional
#fundacaobibliotecanacional
#
DiadoÍndio #Índios #Indígenas #PovoIndígena

 

 

FBN | 18 de abril: Dia Nacional do Livro Infantil

abril 18, 2017

Sem título

Assumindo diferentes perfis, a literatura infantil mudou muito com o tempo. A Biblioteca Nacional por meio da BNDigital homenageia o Dia Nacional do Livro Infantil  disponibilizando para consulta online, o  primeiro livro infantil ilustrado europeu, publicado em 1666.

O  livro intitulado “Joh. Amos Comenii Orbis sensualium pictus quadrilinguis, Hoc est, Omnium fundamentalium in mundo rerum, in // vita actionum, pictura nomenclatura, germanica, latina, italica et gallica”, simplificadamente conhecido como “O mundo visível em pinturas”, é considerado o primeiro livro infantil ilustrado publicado, segundo a tradição européia, e data de 1666.

 

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/or55391/or55391.html

‪#‎FBNnamidia‬
‪#‎bibliotecanacional‬
‪#‎fundacaobibliotecanacional‬

 

Brasiliana Fotográfica | 2 anos de Brasiliana

abril 17, 2017


O portal Brasiliana Fotográfica, uma iniciativa da Fundação Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles, completa hoje dois anos com mais de 10 milhões de visualizações e mais de 6 milhões de pesquisas realizadas. Nesse período, foram publicados 90 artigos, que fornecem um panorama da fotografia no Brasil desde as suas origens no século XIX até as primeiras décadas do século XX.

Leia mais em: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5219

#FBN #BN #BibliotecaNacional #BrasilianaFotográfica